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No Acre, 53% das mulheres têm medo de perder emprego por conta da gravidez, revela estudo

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Pesquisa realizada ano passado pela FGV, publicada em julho, com 247 mil mulheres, entre 25 e 35 anos de idade, mostrou que metade delas perdeu o emprego dois anos após a licença-maternidade. A probabilidade de demissão após o período da licença, logo no segundo mês de retorno ao trabalho, é de 10%.

Esses dados de estudos recentes mostram o quão complexo é para a mulher desfrutar de ascensão profissional, quando se é mãe ou quando decide gerar um filho.

Estudo recente sobre Carreira e Maternidade

O site Trocando Fraldas realizou a segunda edição da pesquisa Carreira e Maternidade, desta vez com 10 mil participantes de todo o país. Assim como em 2017, 3 em cada 7 mulheres afirmaram sentir medo de perder o emprego por conta da gravidez.

Este medo do desemprego após a maternidade é maior na faixa etária entre 18 e 24 anos, representando o percentual de 45%.

Os estados Amapá, Acre e Amazonas, no quesito de mulheres com medo de perder o emprego, representam mais da metade do público feminino. No Acre, 53% das mulheres têm medo do desemprego, por conta de gravidez.

São Luís, Rio de Janeiro e Curitiba são as regiões em que o índice de medo de desemprego por gravidez é maior, com 46% e 48%, respectivamente.

Outros dados importantes da pesquisa são o de que 43% das mulheres acreditam que o chefe não ‘aprovaria’ a gravidez e 19% das mulheres sentem vontade de ser demitidas na hora, pelo constrangimento de anunciar a gestação no trabalho.

Depois da volta da licença-maternidade, 28% das mulheres consideram difícil conseguir uma vaga para a criança na creche. As dificuldades são maiores nas regiões Centro-Oeste e Sul.

Estes dados de pesquisas recentes revelam problemas sociais graves em relação ao público feminino no mercado de trabalho, quando gerar um filho representa, na maioria dos casos, um empecilho para que se mantenha o emprego.

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Erick e Marina Belandi lançam candidatura à presidência da OAB

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O ato de lançamento da campanha de Erick Venâncio e Marina Belandi à presidência da OAB/Acre pela chapa Uma Ordem Para Todos aconteceu na noite desta sexta-feira, 19, no Escritório do Barão, em Rio Branco, em um evento com a presença de centenas de advogados.

A eleição para presidente da OAB acontece no dia 23 de novembro. O mandato na Ordem é de três anos, entre 2019 e 2021, a partir de janeiro.

Erick Venâncio é o candidato da atual gestão, que ficou marcada por modernizar a OAB e dar cara nova à Ordem. “Acho que hoje é mais um ponto de partida da continuidade de um projeto que tem dado certo. A advocacia do Acre tem dois momentos: antes e depois desse grupo. E são momentos bastante distintos. Acho que a gente não deve estar parado no passado, mas é inegável os avanços que a Ordem dos Advogados do Brasil teve”, reforçou.

O atual presidente da Ordem, Marcos Vinícius Jardim, rememora que há mais 10 anos a OAB/Acre se destaca por uma postura de retidão e serviços e que Erick e Marina representam esse projeto.

“A gente tem base, a gente tem princípio e vem batalhando na OAB há mais de 10 anos na moralidade, retidão e serviços prestados pra classe. É isso que que a gente tem feito há 10 anos.”

Quem é Erick Venâncio

Erick Venâncio (39 anos) é rio-branquense, bacharel em Direito, formado pela Faculdade de Direito de Marília, advogado, pós-graduado em Direito dos Serviços Sociais Autônomos pelo IDP e em Direito Público pelo ICAT/AEUDF, ambos em Brasília – DF, atualmente cursando Mestrado em Direito e Ciência Jurídica na Universidade Clássica de Lisboa. Foi conselheiro seccional, presidente de comissões e secretário-geral da OAB/AC, além de vogal da Junta Comercial do Estado do Acre, na vaga destinada à OAB/AC. Conselheiro Federal da OAB por dois mandatos, onde foi membro de todas as Câmaras e do Órgão Especial, secretário da Comissão Nacional de Legislação – CNL, presidente da Comissão Nacional do Advogado em Início de Carreira – CNAIC e representante institucional do Conselho Federal da OAB perante o Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP, onde hoje é conselheiro na vaga destinada à OAB e ouvidor Nacional do Ministério Público. Foi membro de diversas bancas de concursos públicos na área jurídica.

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Acre já registra 333 mortes violentas em 2018, diz SESP

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O Acre registrou, em setembro, 29 mortes violentas, sendo 25 homicídios, e quatro latrocínios. Os números, divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Acre (SESP/AC), que em 10 meses já está com o terceiro gestor, somam-se aos demais meses, resultando no total de 333 mortes em 10 meses.

Os dados, contudo, mostram uma redução no quantitativo de mortes nos últimos meses. Em agosto, por exemplo, foram 35 mortes violentas, sendo 33 homicídios e dois outros latrocínios. Houve, desta forma, uma queda de 17% no mapa da morte que se iniciou com a gestão do delegado da Polícia Civil, Emylson Farias, junto à pasta

Em janeiro, o ano começou apontando alta: foram 52 crimes. Depois, fevereiro teve queda: 30 mortes. Em março, o Acre registrou 30 casos, mas em abril o número subiu para 33 mortes. Já em maio, o balanço voltou a apontar aumento, com o registro de 37 mortes violentas. Em junho, mais 37 mortes. Julho marcou 50, o mesmo de janeiro, e agosto 37, somando-se aos outros 29 de setembro.

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Após derrota, Marcus Viana inicia agenda de agradecimento

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O candidato derrotado ao governo do Acre, Marcus Viana (PT) iniciou na manhã desta terça-feira (16) o que chamou de “agenda da gratidão”. O petista esteve no Mercado Elias Mansour, no Centro de Rio Branco, onde conversou com permissionários e comerciantes e agradeceu o apoio recebido na eleição para governador e também as parcerias enquanto foi prefeito da capital por seis anos.

Após a eleição do dia sete de outubro, Marcus Viana tirou uns dias de descanso com a família em Rondônia, e no retorno iniciou agenda de agradecimento. O ex-prefeito de Rio Branco é servidor do quadro do Estado, e dará continuidade à sua carreira profissional como Engenheiro Civil da Secretaria de Obras.

Marcus Viana aproveitou para desejar boa sorte aos eleitos no último pleito e o desejo de que o estado seja próspero. Quanto a eleição presidencial, ele apoia o candidato Fernando Haddad, do PT, e continuará a defender as bandeiras de luta a que acredita. Marcus afirma que agora o partido está focado na eleição do Haddad.

Sobre essa questão das eleições, o Marcus Viana disse que não é hora para fazer qualquer tipo de avaliação do processo eleitoral, e que isso será feito no momento certo, sem o calor da emoção.

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