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Em Tarauacá, Polícia prende em flagrante secretário de Marilete Vitorino por peculato

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A Polícia Civil em Tarauacá prendeu na tarde desta terça-feira (17) o secretário municipal de Agricultura, Gleicioney Fernandes, acusado de peculato, que é a apropriação ou desvio de bens ou recursos públicos por servidores.

Segundo o delegado titular da cidade, José Obetânio dos Santos, denúncia feita por dois vereadores dava conta de que um trator de propriedade da prefeitura estaria realizando serviços na fazenda de um parente do secretário.

Os policiais, segundo o delegado, chegaram quase que no mesmo momento do secretário. Feito o flagrante, Fernandes e o operador do trator foram presos. Os dois continuam detidos na delegacia à espera do julgamento do habeas corpus pelo Tribunal de Justiça.

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. “Tudo está sendo apurado. Ainda é muito precipitado para fazer qualquer afirmação”, disse o delegado ao Ac24horas. Se denunciado e condenado, o secretário pode pegar pena de 2 a 12 anos.

Os vereadores foram informados sobre o uso do trator na propriedade de parentes do secretário a partir de queixas da comunidade, inconformada pela suposta apropriação de um bem público para fins particulares. O trator deveria estar fazendo serviços de mecanização agrícola de pequenos e médios produtores.

“Os parlamentares apenas cumpriram seu papel de fiscalizar, e, na oportunidade, informaram à policia local para que fosse averiguar tal situação.  O delegado, de imediato, enviou uma equipe da Policia Civil ao local que,  ao chegar na comunidade, foi constatado a veracidade da denúncia, com a confirmação dos fatos, a policia prendeu o Secretário de Agricultura Gleicioney em flagrante”, diz nota emitida pela Câmara Municipal de Tarauacá

A reportagem tentou entrar em contato com a prefeitura do município para obter o outro lado, mas os dois telefones fixos deram como inexistentes pela mensagem eletrônica.

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Comunidade do Taquari recebe ação solidária no dia das crianças

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Acordar cedo, vestir uma fantasia e enfrentar a alta temperatura do verão amazônico. Tudo isso para ver o brilho nos olhos e o sorriso no rosto de uma criança. Assim foi a manhã deste feriado de 12 de outubro para um grupo de amigos que se reuniu para distribuir doces e brinquedos na comunidade do bairro Taquari, na capital do Acre. Integrantes do projeto Criança Dia Feliz, cerca de 70 voluntários realizaram a ação nas ruas e escolas do bairro.

A ação é resultado da cooperação de um grupo de mais de 100 pessoas que nos últimos meses arrecadaram doações em dinheiro, brinquedos e doces como pipoca e geladinho. Uma das organizadoras do projeto, Valéria Patrícia, ressaltou os anseio do da equipe: “a expectativa é atender todas as crianças do bairro Taquari e, se Deus quiser, cada uma vai sair com um brinquedo, uma pipoca e um geladinho”.

Para Elizabete Bezerra da Costa, que trabalha como Assistente de Professora no bairro, a atitude dos voluntários é muito boa diante das condições financeiras da maioria dos moradores da comunidade. “Muitos pais não tem condições de comprar um brinquedo para os filhos, então quando eles recebem esses presentes, eles ficam muito felizes. Isso faz com que, ao ganhar esses presentes do projeto Criança Dia Feliz, eles tenham um dia mais que especial”, afirmou a Assistente.

Vestidos com fantasias de super-heróis e desenhos animados, enquanto distribuíam brinquedos, os voluntários também orientavam as crianças quanto a necessidade de atenção nas aulas e o respeito aos pais, princípios necessários para, assim como eles, “tornarem-se super-heróis”. Diante da atitude, Elizabete Bezerra afirmou: “enquanto profissional eu fico muito feliz porque eles estão incentivando os meninos a estudar. Não existem palavras para descrever uma atitude como essa, tão importante para a comunidade”.

Mãe de sete filhos, a dona de casa Maria Lucineide Martins afirma não ter condições de comprar presentes para os filhos. Responsável pelo sustendo da família, vive com uma renda de R$ 600,00 que recebe de um programa social. Sobre a oportunidade dada aos filhos, diz: “eu acho legal, porque as crianças ficam animadas, ficam felizes, parece que eles ganharam na telesena. A alegria deles, nesse momento é ter um brinquedo e isso deixa eles Felizes”.

Bianca da Silva Padilha, de 11 anos, se emocionou ao receber os presentes e afirmou ter em si uma mistura de sentimentos. “Esse momento, para mim, é muito legal, muito bom. Eu também ganhei presente do meu pai e da minha mãe e o meu maior sentimento é de gratidão”, ressaltou. Já Geovane Brandão de Oliveira, integrante do projeto há dois anos, disse: “esse é um projeto que me traz muita alegria e que a gente faz sem pensar em retorno. É fazer o bem, sem perguntar a quem”.

Sobre o Projeto

O projeto Criança Dia Feliz atua no bairro Taquari há dez anos, sempre levando alegria no dia das crianças. De acordo com organizadora Valéria Patrícia, a iniciativa começou como uma ação em família, mas que a cada ano tem conquistado novos voluntários. “Era um grupo só de família que trazia bombons, mas aí foi crescendo, e foi conquistando novas pessoas e hoje temos um grupo enorme que vem sempre ajudando com brinquedos, geladinho, pipoca e a cada ano a gente é surpreendido, graças a Deus”, concluiu.

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Poder Judiciário Acreano atua na proteção da mulher indígena

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O Poder Judiciário Acreano, por meio da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar, realiza trabalho voltado à proteção da mulher indígena. As ações de articulação, conduzidas pela desembargadora Eva Evangelista, que também lidera a Coordenadoria, têm ênfase no combate à violência doméstica e estabelecimento de canais de diálogos com povos indígenas.

Visando concretizar esse objetivo, será realizado no final do mês de novembro o Workshop “Os Direitos da Mulher Indígena: o enfrentamento à violência contra mulher indígena no Acre”.

A decana da Corte de Justiça do Acre recebeu, recentemente, a visita de Letícia Yawanawa, presidente da Organização de Mulheres Indígenas do Acre Sul do Amazonas e Noroeste e Rondônia (SITOAKORE).

A magistrada e as mulheres, lideranças indígenas e integrantes da SITOAKORE, dialogaram sobre organização do evento. Na ocasião, a desembargadora Eva fez questão de registrar o encontro, que representa mais um passo na luta pela proteção das mulheres contra violência doméstica.

Ler para compreender

Somando esforços para promoção do empoderamento da mulher indígena, a desembargadora Eva Evangelista ainda recebeu a visita das lideranças indígenas Joaquim Paulo de Lima Kaxinawá, mais conhecido como Joaquim Maná, e de seu filho Zezinho Yube, ambos da etnia Kaxinawá. O objetivo da reunião foi para eles articularem a tradução da cartilha sobre violência doméstica e familiar para língua Pano.

A tradução do material possibilitará que indígenas que não falam o português leiam o conteúdo e compreendam as informações. Dessa forma, o conhecimento sobre o tema será disseminado para as populações indígenas, incentivando a reflexão quanto os direitos das mulheres e apresentar a Lei Maria da Penha (Lei n°11.340/2006). Assim, 12 dos 16 povos indígenas do Acre poderão ler o material.

Joaquim Maná, que foi o primeiro indígena a receber o título de doutor no Brasil, será o responsável pela tradução da cartilha. Ele é doutor em linguística pela Universidade de Brasília (Unb) e também desenvolve diversos projetos voltados para resgaste e preservação da cultura indígena.

Durante a visita, as lideranças indígenas presentearam a década da Corte de Justiça com o livro “História e Organização do Povo Huni Kuĩ do Alto Rio Purus”.

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Defensoria lança 2ª edição do casamentos homoafetivos

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A Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), por meio do Núcleo da Cidadania, lançou nesta quarta-feira, 10, a 2ª edição do projeto “Casar é Legal”. A ação social gratuita é destinada àqueles que não possuem condições financeiras para custear o serviço.

O projeto tem por objetivo unir casais homoafetivos pelo amor e justiça, a fim de enaltecer o princípio constitucional da isonomia, uma vez que a Constituição Federal veda qualquer tipo de discriminação, seja por origem, raça, sexo, cor, idade ou outras particularidades.

Para a realização do projeto, a DPE/AC conta com a parceria do Tribunal de Justiça do Acre (TJ/AC), por meio da Vara de Registros Públicos, do Fórum de ONGs LGBT do Acre, dos Cartórios de Registro Civil das Pessoas Naturais da Comarca de Rio Branco, do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC), da Ouvidoria da DPE/AC, da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e da Prefeitura do Município de Rio Branco, por meio da Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil.

O “Casar é Legal” visa garantir a cidadania, resgatar a dignidade humana e ressaltar o combate à intolerância e ao preconceito. A cerimônia do casamento coletivo está prevista para o dia 5 de dezembro.

Como participar:

Período de inscrições: 11 de outubro a 11 de novembro de 2018.

Local das inscrições: Sede da Defensoria Pública, Núcleo da Cidadania, sala 301, Av. Antônio da Rocha Viana, 3057, bairro Santa Quitéria, próximo ao Horto Florestal.

Horário: das 8 às 14 horas.

Documentos necessários: Cópia da certidão de nascimento atualizada, RG, CPF, comprovante de endereço e o nome de duas testemunhas.

Para mais informações: 99974-8452/ 3215-4185/3215-4186/3215-4187

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