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Atlético Acreano joga melhor e bate o Remo do Pará na Arena da Floresta

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Com um gol de Eduardo, o Atlético Acreano estreou com o “pé direito” no brasileirão ontem (16), na Arena da Floresta.

O Galo bateu o Remo e quebrou um tabu de nunca ter vencido os paraenses.

Fazendo valer o fator casa, o Atlético fez uma partida superior aos visitantes que não estavam em uma noite feliz.

O gol da vitoria aconteceu aos 30 minutos. Polaco fez uma bonita jogada individual e cruzou na área. A zaga tentou afastar e a bola sobrou para Eduardo que tocou de primeira para abrir o placar.

O Remo, desorganizado, não conseguiu criar jogadas de perigo até o fim do primeiro tempo.

Na etapa final, o técnico do Remo, Givanildo Oliveira fez três substituições, deixando o time ofensivo pro tudo ou nada.

No Galo, Alvaro Migueis colocou em campo Anselmo e Araújo Jordão. A ideia era aproveitar os contraataques, mas o Galo “tirou o pé do acelerador” e preferiu tocar a bola para fazer o tempo passar.

Essa decisão quase custou o empate. Aos 31, o zagueiro Diego deu uma furada na frente da área. Rodriguinho aproveitou e soltou uma bomba defendida pelo goleiro Ruan.

Aos 45 o Galo escapou de novo. Isac avançou e tocou pra dentro da pequena área, Jaime apareceu livre e chutou pra fora, perdendo uma chance incrível de empatar a partida.

A vitória colocou o Atlético entre os lideres do grupo. O Galo volta a campo no próximo domingo, quando vai a Recife enfrentar o Santa Cruz.

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Ex-controlador de Sebastião é investigado por ser nomeado em duas prefeituras do Acre

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A promotora de Justiça, Eliane Misae Kinoshita, do Ministério Público do Acre (MP/AC), abriu um inquérito civil para investigar o ex-controlador Geral do governo Sebastião Viana (PT), Giordano Simplicio Jordão, por acumulação de cargos públicos. A abertura do processo foi publicada no Diário Oficial do MP/AC desta segunda-feira (14).

A promotora alega que Giordano está acumulando dois cargos públicos. O primeiro cargo é de procurador jurídico do município de Xapuri conforme Decreto nº 550, de 31 de maio de 2019, assinado pelo prefeito, Bira, e, o segundo cargo de Controlador-Geral do Município de Senador Guiomard, conforme Decreto nº 316, de 30 de setembro de 2019, assinado pelo prefeito André Maia (PSD)

O Ministério Público alega que segundo a Constituição Federal não é permitido a acumulação remunerada de cargos na forma identificada e que a violação aos preceitos constitucionais pode caracterizar, em tese, ato de improbidade administrativa que imputar em ofensa aos princípios da Administração Pública.

Além de instaurar o Inquérito Civil, a fim de aprofundar a investigação dos fatos, a promotoria ajuizou uma ação de improbidade e uma outra de ação civil pública.

O outro lado

Em contato com o ac24horas, Giordano Simplicio  se manifestou por meio de nota relatando que “o mesmo vem informar que em face da incompatibilidade pelo acumulo ilegal de cargos, pediu exoneração em 27/09/2019 (conforme documento em anexo) informando que assumiria o cargo de Controlador Geral do Município de Senador Guiomard, assumindo em Senador Guiomard, somente em 01/10/2019, período em que já havia feito o pedido de exoneração. Destaca ainda que tal pedido foi aceito pelo prefeito municipal de Xapuri, que assinou seu secreto de exoneração a partir do dia 01/10/2019 (conforme documento anexado) portanto, não estando mais respondendo pela Procuradoria Jurídica de Xapuri”.

 

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Destaque 2

Proibição de que médicos com contratos emergenciais façam plantão pode gerar caos no PS

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Não é novidade para ninguém. Um dos grandes problemas da saúde acreana é a falta de profissionais, principalmente médicos especialistas.

Há muito tempo, o que faz com que a situação não se agrave ainda mais são os famosos plantões extras. Os profissionais terminam por se beneficiar, já que pelo déficit, e para completar as escalas de atendimento é preciso fazer uso dos plantões extras, esses plantões muitas vezes chegam a mais que duplicar o salário de um servidor.

Para o Estado é a certeza que não vai morrer pacientes na fila esperando por um atendimento especializado. Só que a gerência da Pronto-Socorro de Rio Branco e a Secretaria Estadual de Saúde estão com um abacaxi imenso nas mãos para descascar.

Os contratos emergenciais de vários médicos terminam neste mês de outubro. Ocorre que um parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE) orientou que esses profissionais não façam mais plantões extras neste mês, já que o pagamento é sempre no mês seguinte, quando, neste caso, os médicos não terão mais vínculos com a administração pública.

Na prática, isso representa que por diversos dias o pronto-socorro vai ter escalas completamente descobertas com a falta de especialidades como cardiologia e ortopedia, por exemplo. Tanto que o ac24horas teve a informação de fonte confiável que não havia médico para assumir a emergência clínica nesta sexta-feira, 11;

Esses médicos emergências serão substituídos pelos novos servidores, aprovados no concurso simplificado, que foram convocados na última quarta-feira, 9. Os aprovados têm até o final do mês para entregar a documentação exigida pelo edital.

Aí, reside outro problema. Não há como ter certeza que todos os aprovados vão querer assumir o cargo e vão entregar a documentação. Ou seja, se um especialista optar por não assumir a vaga, vai ter que ser feita a convocação do candidato melhor classificado, que vai ter que passar por toda burocracia para tomar posse e efetivamente começar a trabalhar, o que pode deixar o pronto-socorro desassistido.

Contratos emergenciais serão prorrogados por mais 30 dias

A situação é tão grave que provocou diversas reuniões, que foram até altas horas da noite desta sexta-feira com representantes da Sesacre, da gerência do pronto-socorro e até com a participação do governador Gladson Cameli.

E foi exatamente uma decisão de Gladson, que fez com que os gestores do pronto-socorro conseguissem dormir à noite. O governador autorizou a prorrogação por mais trinta dias dos contratos emergenciais, o que afasta qualquer possibilidade de desassistência ainda maior por falta de médicos.

Areski Peniche, diretor-geral do pronto-socorro, explica a decisão de Gladson. “Visando a garantia de assistência os pacientes, o governador prorrogou por mais 30 dias até que todos os servidores aprovados tomem posse. Por isso, garantimos que não há a menor chance do pronto-socorro ficar sem médicos”.

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