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Prefeitura do município de Brasileia inicia campanha de vacinação contra influenza

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Após participar da capacitação sobre a importância da imunização contra a Influenza (Gripe), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), da Prefeitura de Brasileia, estiveram na área rural do município levando a vacina até a população.

A equipe da Secretaria de Saúde de Brasileia esteve no quilômetro 59 na micro área da agente de saúde Neide e no ramal da Santa Helena, Km 60, iniciando a 20ª Campanha de Vacinação contra a Influenza (gripe), no total foram vacinadas 123 pessoas, dando início a cobertura estabilizada pelo Ministério da Saúde (MS).

A enfermeira e Coordenadora Educacional de Saúde, Vânia Carolina, falou a respeito do calendário de vacinas. “As vacinas irão iniciar nas unidades de saúde a partir de terça-feira, 17, e no dia 12 de maio será realizado o dia D em todo o país, nossas unidades municipais irão está abertas para atender toda a população. Desde já agradecemos a todos que estão empenhados nessa atividade em especial a população da área rural que está nos recepcionando para levarmos as vacinas e durante todos os finais de semana dos meses de abril e maio estaremos com 3 equipes atendendo em três locais diferentes”, informou Vânia.

A vacina estará disponível nos postos de saúde a partir de terça-feira 17 e segue até 1º de junho, sendo o dia D, de mobilização nacional, no dia 12 de maio. O público alvo da vacinação são as crianças de 6 meses a menores de 5 anos; Grávidas; Puérpera até 45 dias pós parto; Idosos; Profissionais da saúde.

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Juíza decide que provas apresentadas por Bruno Borges não são válidas em processo

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A juíza Thaís Khalil, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, movimentou mais uma vez o polêmico processo em que o ex-amigo do estudante Bruno Borges, Marcio Gaiote, tenta na justiça obter porcentagem das vendas dos 14 livros batizados de “Projeto Enzo”, iniciativa que provocou comoção nacional após o sumiço por 4 meses em 2017 e reaparecimento misterioso de Bruno, batizado pela grande mídia de “O Menino do Acre”.

Ao analisar o caso, a magistrada decidiu que os comprovantes apresentados pela Defesa de Bruno Borges não são válidos como provas. “Em verdade, a verificação e constatação se as contas apresentadas preenchem os requisitos legais, poderá ser analisada por expert, caso o Juízo entenda necessário, como, aliás, o autor postulou, pois as contas devem ser apresentadas com lançamentos em ordem cronológica, créditos e débitos, acompanhada da respectiva individuação e clareza, com seus respectivos históricos e comprovantes. Todavia, já é possível constatar que as planilhas apresentadas não estão adequadas à previsão legal, não se fazendo necessário a perícia requerida pela parte”, pontua Khalil.

A juíza argumenta que Bruno, no prazo legal, não prestou as contas devidas de forma satisfatória, pois como determinado em decisão anterior, deveria ter demonstrado a regularidade da prestação das contas, na forma mercantil. Além disso, não demonstrou, por documentos claros, a comprovação das receitas e despesas relativas ao período. Ela ainda dá prazo de 15 dias para que as partes, tanto Bruno quanto o Márcio, se manifestem no processo.

O “menino do Acre”, Bruno Borges, foi processado pelo então amigo por não ter dividido o dinheiro que supostamente teria recebido com a venda dos livros por ele assinados. Márcio Gaiote é um dos beneficiários das vendas dos livros, de acordo com um contrato assinado antes do sumiço de Bruno. Pelas normas do contrato assinado por ambos, Gaiote receberia 4% do lucro bruto das vendas, tudo depositado em conta bancária, após prestação de contas mensal. Mas isso nunca aconteceu, e, claro, Márcio não perdeu tempo e foi à Justiça. Bruno alega que o livro não teve lucro, pois todos os custos foram bancadas por sua família.

Os advogados de Márcio pediram à 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, que as contas das editoras Saraiva e Arte e Vida tenham os valores devidos bloqueados pelo Banco Central, garantindo assim que o cúmplice de Bruno Borges possa receber o que lhe é de direito. Apenas no primeiro mês de vendas, o “menino do Acre” pode ter lucrado mais de R$ 420 mil. O processo ainda não tem sentença definitiva e decisão deve ser proferida nos próximos meses.

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Em Reunião com Onyx Lorenzoni, Alan Rick destaca importância de médicos brasileiros formados no exterior serem incluídos no Mais Médicos

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O deputado federal reeleito Alan Rick (DEM), esteve reunido nesta quarta-feira, 12, com o Ministro Extraordinário e futuro Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na sede do Governo de Transição em Brasília, para tratar da inclusão dos médicos brasileiros formados no exterior no Programa Mais Médicos. Alan Rick estava acompanhado de médicos intercambistas que buscam inclusão no programa do Governo Federal. Mesmo com agenda lotada, Lorenzoni arrumou tempo para ouvir um pouco do que esses médicos têm a dizer.

“Sabemos que a solução para a crise gerada pela saída dos médicos cubanos pode ser resolvida aqui mesmo, com os próprios brasileiros, com todo o dinheiro sendo mantido dentro do nosso país! Com esses médicos não há tempo ruim. Os brasileiros formados no exterior estão ansiosos para trabalhar e topam trabalhar nos rincões mais distantes e carentes do país. Nesse sentido, é importante que eles também tenham voz ativa com o governo que está por vir”, disse o deputado acreano.

Alan Rick ressalta que uma das prioridades de sua ação parlamentar é garantir que todos os brasileiros formados no exterior tenham oportunidade de trabalhar e seguir seus sonhos.

“Sei que os diplomas de muitos destes profissionais foram conquistados à duras penas.A saúde pede socorro e eles são a solução, por isso, conversar com o ministro Lorenzoni, de quem sou amigo, tem sido importante para que busquemos soluções legais para sua inclusão no Mais Médicos”, disse.

Conhecido nacionalmente por sua defesa dos médicos brasileiros formados no exterior, Alan Rick foi o autor da emenda que possibilitou a participação deles no Mais Médicos. Com isso, cerca de 4 mil médicos brasileiros oriundos de vários países trabalham no programa atualmente e destes, cerca de 400 são acreanos.

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Copom mantém Selic em 6,5% ao ano pela sexta vez seguida

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Pela sexta vez seguida, o Banco Central (BC) não alterou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 6,5% ao ano, na última reunião do órgão do ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a decisão de hoje, a Selic continua no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018.

Em comunicado, o Copom informou que aumentou o risco de a ociosidade da economia brasileira manter a inflação em níveis baixos e que diminuiu o risco da não aprovação de reformas estruturais. Segundo a nota, o cenário internacional continua desafiador para os países emergentes, com a possibilidade de alta de juros em países avançados e de agravamento de tensões comerciais.

Em maio, o BC interrompeu a sequência de quedas da Selic e manteve a taxa em 6,5% ao ano, numa decisão que surpreendeu o mercado financeiro. Na ocasião, o BC alegou que a instabilidade internacional, que se manifestou na valorização do dólar nos últimos meses, influenciou a decisão.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 4,05% nos 12 meses terminados em novembro, abaixo do centro da meta de inflação, que é de 4,5%. Apenas em novembro, o índice ficou negativo em 0,21%, a menor taxa para o mês desde 1994.

Até 2016, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para 2017 e 2018, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano nem ficar abaixo de 3%.

Inflação
No Relatório de Inflação divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2018 em 4,4%. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,71%.

Do fim de 2016 ao final de 2017, a inflação começou a diminuir por causa da recessão econômica, da queda do dólar e da supersafra de alimentos. Os índices haviam voltado a cair no início deste ano, afetados pela demora na recuperação da economia, mas voltaram a subir depois da greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias e provocou desabastecimento de alguns produtos no mercado, e por causa da alta do dólar nos últimos meses.

Crédito mais barato
A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o BC projetava expansão da economia de 1,4% para 2018, estimativa revista para baixo ao longo do ano. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos projetam crescimento de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2018.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

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