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Dupla sertaneja do Acre sofre acidente em estrada de Goiás

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O motorista que morreu em um acidente de trânsito na BR-060, em Posselândia, distrito de Guapó, era cantor sertanejo e tentava a sorte na carreira musical em Goiânia após se mudar do Acre, segundo a Polícia Rodoviária Federal. Ele dirigia um Fiat Uno, que bateu contra um Fiat Toro. No acidente, seu parceiro de dupla ficou gravemente ferido e o condutor do outro automóvel teve apenas lesões leves.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o passageiro do Uno contou que os dois se mudaram há pouco tempo do Acre para Goiás para tentar carreira na música sertaneja. “No carro deles nós encontramos os instrumentos e aparelhos que eles usavam para fazer os shows. E o passageiro nos contou que eles tentavam a sorte há pouco tempo aqui”, disse o assessor de comunicação da PRF, inspetor Newton Morais.

Sérgio Rodrigues, de 33 anos, morreu no local. Já seu parceiro de dupla, Eduardo Reiz, de 31 anos, foi encaminhado para o Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira.

O G1 entrou em contato por email com a assessoria de imprensa do hospital às 9h20 e aguarda o estado de saúde do ferido.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o cantor sertanejo dirigia o Uno pela faixa da direita e, inesperadamente, invadiu a pista da esquerda e foi atingido pelo outro veículo. No local do acidente, próximo ao carro que ele dirigia, foi encontrada uma lata de cerveja.

O condutor do outro veículo, de 34 anos, fez o teste do bafômetro, que comprovou que ele não havia bebido antes de dirigir.

O corpo de Sérgio Rodrigues seguia no Instituto Médico Legal de Aparecida de Goiânia até as 9h40 desta segunda-feira (16) porque nenhum famliar compareceu à unidade ainda. O G1 entrou em contato com os quatro telefones disponíveis nos cartazes de divulgação encontrados dentro do veículo, mas ninguém atendeu.

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Cruzeiro do Sul investe em tecnologia no pavimento de ruas

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul apostou no micro revestimento asfáltico com polímero – tecnologia mais resistente – para realização dos serviços de pavimentação e reconstrução das principais ruas e avenidas na cidade. A nova tecnologia que será utilizada garantirá uma economia de 40% de recursos e maior durabilidade nos serviços de tapa-buraco e recapeamento.

“Estamos apostando em uma tecnologia mais resistente a fim de solucionar os problemas nas vias públicas de Cruzeiro, ao mesmo tempo em que otimizamos os recursos públicos. Há ruas, em que tivemos que realizar inúmeras operações de tapa buraco. Depois de pesquisarmos em laboratório o solo do município chegamos a um asfalto que garante mais durabilidade. O micro revestimento é impermeabilizado e possui custo menor que o comum”, salientou o prefeito Ildelei Cordeiro.

Cruzeiro do Sul é o primeiro município acreano a investir em micro revestimento asfáltico. A maior parte dos insumos necessários, como o cimento, por exemplo, são produzidos na região. O serviço é executado pela ONG CBCN, por meio da empresa Santa Cruz.

De acordo com o planejamento da gestão municipal, serão realizados entre seis a dez quilômetros, por mês, de recapeamento das ruas, utilizando a nova tecnologia. “Esse novo serviço é um ganho para a sociedade, que vai se beneficiar de ruas pavimentadas e, consequentemente, de um trânsito seguro”, frisou o técnico da Secretaria Municipal de Obras, Josinaldo Batista.

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Na berlinda, açaí ganha bônus de 21,25% no quilo vendido no Acre

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Em março, o único produto a receber bônus do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) é o açaí, fruto que vive tempos difíceis no Acre, especialmente no mercado de Rio Branco, onde recentemente teve de passar por intervenção sanitária.

O Ministério da Agricultura editou recentemente a portaria 1.067 com o bônus de desconto dos produtos em cada Estado brasileiro. No Acre, o açaí ganhou 21,25% de bônus de garantia sobre o preço de mercado, R$1,26. Ou seja: comercializando para o governo o produtor consegue R$1,60 pelo quilo do fruto.

Um cordão sanitário interrompeu bruscamente a comercialização do açaí em Rio Branco devido à presença de fezes do barbeiro, o transmissor da Doença de Chagas. Examinados cerca de 5.000 consumidores, a saúde pública não constatou
contaminação em humanos. O estrago no mercado, no entanto, abalou os negócios envolvendo o produto na capital.

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