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Prefeitura conclui reforma da passarela do bairro Ayrton Senna e trânsito de pedestres está liberado

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A Prefeitura de Rio Branco concluiu nesta sexta-feira, 13, a reforma da passarela do bairro Ayrton Senna e, pelos próximos dias, o trânsito está liberado apenas para pedestres. A passarela liga dois importantes bairros da Baixada da Sobral, Ayrton Sena e Aeroporto Velho, e é utilizada por motociclistas também. O trânsito para motos estará autorizado nesta segunda-feira, 16, quando for concluído o reforço na estrutura.

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Prefeito do município de Senador Guiomard sanciona decreto que assegura 13º salário a vereadores

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O prefeito de Senador Guiomard, André Maia (PSD), sancionou projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal que garante aos vereadores do município o pagamento de 13º salário ao fim do ano. O projeto inicial previa o benefício também a Maia e ao seu vice, mas este trecho da lei foi vetado pelo gestor.

O motivo apresentado para o veto é o impacto que um salário a mais para ele e o vice causariam nas contas públicas. Porém, o prefeito não levou em conta o mesmo cenário no 13º dos vereadores. Caso vetasse a medida, André Maia poderia enfrentar dificuldades em sua governabilidade, recebendo retaliação dos vereadores.

Apesar de possuir um portal da transparência, a Câmara de Senador Guiomard não tem alimentado o banco de dados sobre despesa com pessoal. Dessa forma não é possível saber o salário de um vereador pago pelo contribuinte, nem qual será o impacto para o erário deste 13º. A funcionalidade do portal é quase zero.

O benefício vem num momento em que as prefeituras de todo o país passam por crise no orçamento em virtude da queda de arrecadação e de transferência federal. Agora, ao invés de aplicar recursos em áreas como saúde e educação, a prefeitura terá que que gastar mais com o salário dos vereadores.

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Governo do Acre pode perder quase R$ 100 milhões do Ministério da Agricultura para recuperação de ramais

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O Governo do Acre pode perder quase R$ 100 milhões empenhados pela bancada federal para a recuperação de ramais. O dinheiro já está disponível, mas o estado precisa fazer uma contrapartida de R$ 5 milhões à Caixa Econômica, o que, pela crise financeira, está demorando.

Uma reportagem da TV Gazeta, afiliada Record TV no Acre, revelou o problema. Em reunião entre governo e bancada, os R$ 94 milhões foram destinados à manutenção e melhoria das estradas vicinais, tanto da Capital, como do interior. Um projeto para alcançar até 4 mil quilômetros de estrada.

O superintendente do Ministério da Agricultura, Luziel de Carvalho, revelou que a Caixa Econômica Federal só vai liberar o recurso se o estado apresentar uma contrapartida de quase R$ 5 milhões. Dinheiro que, como explicou o chefe da pasta, será utilizado para a drenagem dos ramais que serão atendidos.

Para o superintendente do Ministério da Agricultura, o governo não pode perder mais tempo com conversas. “É preciso informar se vai ou não entrar com a contrapartida. Se adotar o sistema da burocracia e do silêncio, o dinheiro vai embora”, alertou Luziel.

O Ministério da Agricultura já teria sido inclusive procurado por produtores rurais que precisam de ajuda para escoar a produção. Caso o estado perca o dinheiro garantido pelos deputados e senadores, a situação dos produtores rurais pode ficar ainda mais complicada para ganhar o pão de cada dia.

Procurado, o diretor presidente do Deracre, André Mansuor, conversou com o ac24horas por telefone e disse que não tem conhecimento sobre a necessidade de apresentar os R$ 5 milhões à Caixa. Além disso, explicou que está em tratativas com o banco para que o recurso seja liberado o quanto antes. Ele não soube dar detalhes sobre o assunto.

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Major Rocha e Emylson Farias trocam acusações por causa de emenda de R$ 2 milhões para o colégio militar

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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Enquanto os pré-candidatos ao governo do Acre, Gladson Cameli (Progressistas)e Marcus Viana (PT) sinalizam com um possível acordo para evitar ataques durante a campanha eleitoral, o mesmo poderá não acontecer entre os pré-candidatos a vice Major Rocha (PSDB) e Emylson Farias (PDT). No início da noite de terça-feira (17) a assessoria de Rocha encaminhou um release relatando a devolução de um emenda de R$ 2 milhões de reais para a implantação do colégio militar. Ele atribui a culpa a Farias, ex-secretário de segurança pública e ao governador Sebastião Viana, do PT.

Para Major Rocha, a administração petista do Acre agiu com incompetência, leniência e estaria fazendo uma perseguição contra o povo do Acre, que resultou na perda de R$ 2 milhões para a implantação do colégio militar. “Mesmo com a emenda apresentada, liberada, empenhada, o projeto aceito pela gestão do Programa Calha Norte, o Estado do Acre não apresentou os requisitos finais e dois anos depois os recursos não mais estão disponíveis para o estado”, destaca o deputado federal, ao afirmar que a administra estadual petista estaria se recusando a receber recursos de emendas apresentadas por oposicionistas.

Segundo Rocha, o governo do Acre assinou o convênio para o recebimento da emenda, com o plano de trabalho para usar os recursos no Colégio Humberto Soares, mas mesmo sendo pedido apenas plano de trabalho, já assinado, a licença ambiental e o documento do terreno, o prazo terminou e o recurso foi perdido. Para responder pela programa das escolas militares, Sebastião Viana teria nomeado Emylson Farias para gerir o convênio. “Esse mesmo Emylson que disse não precisar da Polícia Militar do Estado do Acre e agora é o responsável pela perda dos recursos tão necessários para o povo do Acre”, diz Rocha.

Emylson Farias rebate e afirma que “a destinação da emenda parlamentar tinha como finalidade a construção de um campo de futebol, pista de corrida, vestiários e uma piscina olímpica na Escola Humberto Soares. Ocorre que por uma necessidade técnica relacionada à insuficiência do espaço físico do local e também para possibilitar o acesso da população mais carente a esta exemplar modalidade de ensino foi tomada a decisão de instalar o Colégio Militar no Bairro Calafate, com um investimento do Governo do Estado da ordem de R$ 6 milhões”.

Major Rocha retruca e destaca que “este governo perseguidor usam de interesses políticos para atingir a oposição e finda por prejudicar a população. Perdem recursos financeiros importantes fazendo perseguição aos parlamentares que não pedem a benção a eles e prejudicam o nosso maior patrimônio: os jovens em idade escolar”. O deputado tucano alega que a questão estava se arrastando por muito tempo, por várias vezes ele e a diretoria da Associação dos Militares oficiaram ao então responsável pelo projeto, Emylson Farias, mas sem resposta”.

Farias destaca que Rocha não conhece o projeto elaborado pelo governo para instalação do colégio militar. “Nestas novas instalações do Calafate, para que fosse possível a construção da piscina e do campo, seria necessário um aporte de R$ 4 milhões devido às condições do terreno. Infelizmente os valores empenhados inicialmente não atendem ao novo projeto elaborado. O Governo do Estado criou 2 colégios militares um da PM e outro do Corpo de Bombeiros e grande número de alunos estão tendo acesso à uma educação diferenciada”.

Rocha ressalta que “o Colégio Militar sempre foi um sonho de todo acreano que acredita na educação. Infelizmente o governo do Acre agiu com desinteresse e perdeu uma emenda importante que auxiliaria a implantação daquele colégio, que atenderia não só aos estudantes oriundos da família militar, mas a toda população acreana. E ainda assim o ex-secretário de segurança, Emylson Farias deixe escorrer pelo ralo do esgoto do mau gestor uma emenda de R$ 2 milhões, que coloquei em 2015 para implementação do Colégio Militar do Acre.”

Para Emylson Farias, “sobre os recursos citados pelo deputado federal Major Rocha, cumpre esclarecer que em nenhum momento foram disponibilizados ao Estado e, por isso, não estão sendo devolvidos. Caso o parlamentar realmente tenha interesse em ajudar a Segurança Pública do Acre poderá articular para empenhar recursos para contemplar o novo projeto ou mesmo utilizar os atuais para atender outras demandas da Segurança, não ficar tentando passar para opinião pública que o projeto dependeria de suas emendas”, finaliza.

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