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Marcus Viana troca o “pé no chão” pelo “pé na estrada” de olho no governo do Acre

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Após ter a sua campanha eleitoral para a Prefeitura de Rio Branco, em 2012, marcada pelo chavão “pé no chão” – num sinal de humildade – o ex-prefeito Marcus Viana (PT) agora adota o lema “pé na estrada” na sua tentativa de sair vitorioso na disputa de outubro pelo governo do Estado. Ainda desconhecido para boa parte do eleitorado no interior, Marcus Viana terá o desafio de percorrer os 21 municípios nestes meses pré-eleitoral.

O petista tirou essa primeira semana após a renúncia do cargo de prefeito para reequilibrar as energias e arrumar as mochilas. O primeiro destino é a cidade de Assis Brasil, na fronteira com o Peru. Na manhã deste sábado (14) Marcus Viana se reunirá com lideranças políticas e comunitárias na quadra da Escola Célia Cabanelas.

A proposta é que o candidato à sucessão de Sebastião Viana (PT) tenha agendas como essas até o fim do período das convenções. O foco dos petistas se concentrará, sobretudo, no Vale do Juruá, a base eleitoral do adversário de Marcus, o senador Gladson Cameli (PP).

O progressista é visto como o franco favorito para se sair melhor nas urnas nas cidades do Juruá e as vizinhas Tarauacá e Feijó. A tradição da família Cameli na região é o trunfo do senador. A perspectiva é que, para amenizar essa força opositora, Marcus Viana passa algumas semanas morando em Cruzeiro do Sul.

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Acre

Decreto de Rocha sepulta mais três secretarias da era petista

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Assinado pelo vice-governador Major Rocha, o decreto 236, de 23 de janeiro de 2019, extinguiu mais três órgãos criados pelas gestões do PT no Governo do Acre: as secretarias de Desenvolvimento Social (SEDS), Políticas para Mulheres e Assessoria da Juventude. A SEDS surgiu no mandato do ex-governador Binho Marques (PT) e sua primeira mandante foi Laura Okamura, que trabalhava no Paraná. Os demais órgãos eram marcas das gestões do PT e em geral eram chefiadas por militantes petistas, à exceção de Tiago Higino, do PSB, que comandou a Pasta da Juventude durante o governo de Sebastião Viana.

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Acre

Acre tem 13 psicólogos, 5 professores de tiro e 2 armeiros

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Há 13 psicólogos, dois armeiros e 5 instrutores de tiro autorizados pela Polícia Federal a preparar o cidadão para possuir uma arma no Acre, que está entre os Estados onde ter armamento mais cresceu no País nos últimos anos quando se leva em conta a população de cada Unidade da Federação.

Esse fenômeno deve ser potencializado pelo principal item do decreto do presidente Jair Bolsonaro, que leva em conta a taxa de homicídio por 100 mil habitantes. O Acre é o 2º no ranking de enquadramento à lei Bolsonaro, perdendo apenas para o Rio de Janeiro.

Um levantamento realizado pelo jornal O Globo aponta que o gasto pode variar entre R$ 4 mil e R$ 10 mil, considerando três capitais brasileiras. O valor é bem mais do que a renda média da população, estimada atualmente em R$ 754.

Etapas – passo a passo para obter uma arma

1. Pedido na Polícia Federal

Em primeiro lugar, é preciso obter uma autorização da PF para possuir uma arma. Para isso, o cidadão deverá apresentar seus antecedentes criminais

2. Avaliação psicológica

Somente um profissional credenciado pela PF poderá emitir um laudo atestando a capacidade psicológica do cidadão. O documento tem validade de um ano

3. Capacidade técnica

Caso possua capacidade de manusear armas, o cidadão deve realizar um teste, feito por um instrutor credenciado. Caso não possua, deverá realizar um curso básico de tiro. Esse atestado também tem validade de um ano

4. Compra

Ao adquirir o item, o comprador deve levar a nota fiscal à PF para registrar a arma. Esse documento tem validade de cinco anos. Depois disso, o cidadão deve voltar à loja para retirar a arma. Ele receberá uma autorização para o transporte até o local onde ficará.

5. Tempo

O processo todo leva entre três e quatro meses.

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Acre

Vanderson é expulso do BBB19 após ser intimado pela polícia

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A delegada Rita Salim, titular da Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá (DEAM), no Rio de Janeiro, esteve na manhã desta quarta-feira, dia 23, nos Estúdios da Globo, e intimou o biólogo e coordenador educacional indígena, Vanderson, de 35 anos, a prestar depoimento em inquérito instaurado após denúncias feitas contra o participante.

Vanderson é acusado de agredir ex-namoradas e foi denunciado à polícia. O pedido de depoimento foi feito por Juliana de Angelis, delegada titular da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher de Rio Branco – AC), onde foram registrados três boletins de ocorrência contra Vanderson na semana passada.

A saída de um candidato da casa resulta na sua desclassificação do BBB19. Vanderson não será substituído e o programa seguirá com 15 participantes. O apresentador Tiago Leifert anunciará a decisão na edição desta noite. Ele já comunicou o ocorrido aos jogadores no início desta tarde.

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