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Jorge Viana evita comentar revolta de eleitor no aeroporto de Dubai; veja o vídeo

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O senador Jorge Viana (PT) tem evitado a imprensa para comentar não comentar o vídeo que viralizou nas redes sociais em que um eleitor mostra toda a sua indignação e revolta contra a classe política fazendo fortes ataques a senadores brasileiros.

Desde que o vídeo veio a público, o Ac24horas tenta contato com o parlamentar acreano. A sua assessoria de imprensa diz também não ter tido sucesso nas tentativas de contatá-lo. O petista continua em viagem fora do Brasil.

No vídeo, que teria sido gravado na sala VIP do aeroporto de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, Jorge Viana, o presidente do Senado, Eunicio Oliveira (MDB-CE), e o senador Antônio Anastásia (PSDB-MG), um homem identificado como João chama os parlamentares de “ratos nojentos”, “ladrões nojentos” e “vagabundos”.

Antes de ouvir todos estes palavreados, o senador Jorge Viana conseguiu sair da mesa alegando que iria buscar um refrigerante. Nunca mais voltou. Pelas redes sociais, internautas perguntam se o senador ainda está bebendo o refrigerante.

A única manifestação de figura pública até o momento foi a do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Acre, Marcos Vinicius Jardim. Em sua página no Facebook, ele defendeu o direito de manifestação dos brasileiros, mas disse que excessos e agressões não são instrumentos de mudança.

“Representantes públicos sujeitam-se à prestação de contas e penso que devem fazê-las sempre que instados pelos titulares do poder, o povo. Porém, não consigo aplaudir a grosseria, o desrespeito às pessoas e à instituições. A solução para o nosso país não é acabar com os poderes públicos, é melhorá-los e essa conquista demanda luta, perseverança, participação política, tudo o mais, menos xingamentos”, escreveu o advogado.

Para o presidente da OAB, a manifestação nas urnas é o melhor caminho, na democracia, para se fazer transformações.

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Cruzeiro do Sul investe em tecnologia no pavimento de ruas

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul apostou no micro revestimento asfáltico com polímero – tecnologia mais resistente – para realização dos serviços de pavimentação e reconstrução das principais ruas e avenidas na cidade. A nova tecnologia que será utilizada garantirá uma economia de 40% de recursos e maior durabilidade nos serviços de tapa-buraco e recapeamento.

“Estamos apostando em uma tecnologia mais resistente a fim de solucionar os problemas nas vias públicas de Cruzeiro, ao mesmo tempo em que otimizamos os recursos públicos. Há ruas, em que tivemos que realizar inúmeras operações de tapa buraco. Depois de pesquisarmos em laboratório o solo do município chegamos a um asfalto que garante mais durabilidade. O micro revestimento é impermeabilizado e possui custo menor que o comum”, salientou o prefeito Ildelei Cordeiro.

Cruzeiro do Sul é o primeiro município acreano a investir em micro revestimento asfáltico. A maior parte dos insumos necessários, como o cimento, por exemplo, são produzidos na região. O serviço é executado pela ONG CBCN, por meio da empresa Santa Cruz.

De acordo com o planejamento da gestão municipal, serão realizados entre seis a dez quilômetros, por mês, de recapeamento das ruas, utilizando a nova tecnologia. “Esse novo serviço é um ganho para a sociedade, que vai se beneficiar de ruas pavimentadas e, consequentemente, de um trânsito seguro”, frisou o técnico da Secretaria Municipal de Obras, Josinaldo Batista.

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Na berlinda, açaí ganha bônus de 21,25% no quilo vendido no Acre

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Em março, o único produto a receber bônus do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) é o açaí, fruto que vive tempos difíceis no Acre, especialmente no mercado de Rio Branco, onde recentemente teve de passar por intervenção sanitária.

O Ministério da Agricultura editou recentemente a portaria 1.067 com o bônus de desconto dos produtos em cada Estado brasileiro. No Acre, o açaí ganhou 21,25% de bônus de garantia sobre o preço de mercado, R$1,26. Ou seja: comercializando para o governo o produtor consegue R$1,60 pelo quilo do fruto.

Um cordão sanitário interrompeu bruscamente a comercialização do açaí em Rio Branco devido à presença de fezes do barbeiro, o transmissor da Doença de Chagas. Examinados cerca de 5.000 consumidores, a saúde pública não constatou
contaminação em humanos. O estrago no mercado, no entanto, abalou os negócios envolvendo o produto na capital.

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