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Falência da saúde e buracos de Rio Branco poderão decidir eleições de 2018 no Acre?

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Polícia ainda não apontou culpados por acidente no Rio Acre

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A morte da jovem Maicline da Costa, de 26 anos, continua sendo investigada pela polícia acreana. O acidente que tirou a vida da jovem aconteceu no dia 12 de janeiro, ou seja, há dois meses, mas até esta segunda-feira, dia 18, o inquérito policial continuava em aberto, aguardando provas para ser encerrado e enviado ao Judiciário. A Marinha do Brasil estava periciando a moto aquática.

A irmã de Maicline, Hinauara Costa, que estava com a vítima na hora do acidente, publicou um vídeo nas redes socais para relatar a angústia que tem sido aguardar a finalização do inquérito policial e das investigações. Maicline estava em um jet ski com o médico oftalmologista Eduardo Veloso quando foi atingida por outra moto aquática pilotada pelo empresário Otávio Silva. A versão é de Hinauara.

“Saiu uma matéria em que o delegado falou que não houve omissão de socorro, porque seria só se ela fosse deixada para trás. Nunca que eu ia deixar minha irmã para trás, sozinha. Ela era minha irmã, e tinha valor para mim. O que fizeram pela Maicline? Colocaram ela no carro e mandaram para um hospital? Isso é socorrer?”, questiona Hinauara.

A irmã, chorando, completa lembrando a causa da morte de Maicline e relata que a causa da morte não foi apenas a pancada. “A minha irmã morreu de choque hemorrágico, ela sangrou até a última gota de sangue dela. O médico disse para a minha mãe. Ele falou que se alguém tivesse amarrado a perna dela, ela não tinha perdido tanto sangue. É revoltante!”, desabafa Hinauara.

Segundo apurou o ac24horas, a Polícia Civil do Acre pediu uma nova perícia nas duas motos aquáticas, tanto a de Otávio, quanto a de Eduardo Veloso, justamente para saber se a versão contada pela irmã de Maicline, inocentando Veloso, é verdadeira. O acidente, segundo contam os envolvidos, ocorreu no Riozinho do Rôla, e Maicline foi levada até a região da Gameleira, para ser socorrida.

Inicialmente, a morte de Maicline é investigada como homicídio culposo, ou seja, quando não há a intenção de matar, mas isso ocorre sem ter sido um objetivo. Contudo, a linha de investigação pode mudar, isso se ficar comprovado que Veloso ou Otávio estavam consumindo bebida alcoólica ou fizeram uso de drogas, por exemplo.

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Curiosidade: Arara-Vermelha é a ave-símbolo do Acre, mas poderia ser o Uirapuru ou Choca-do-Acre

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Poucos sabem, mas a Arara-Vermelha é tida como a ave-símbolo do Acre. Alguns ativistas, como o ornitólogo Dalgas Frish, chegaram  a propor que o status fosse dado ao Uirapuru Verdadeiro, cujo canto  foi gravado nas florestas do  Acre -outros falam da Choca-do-Acre, só encontrada, no Brasil, no extremo-oeste do Acre. A Arara-Vermelha tem registro de ocorrência em cinco pontos do Acre e pode ser vista em quase  todo o País.

A “escolha” não foi exatamente um processo tranquilo tampouco transparente  mas teve algum  debate que envolveu gente de fora do Acre. Em entrevista ao Blog do Altino, o jornalista Silvestre Gorgulho chegou a considerar a opção pela Arara-Vermelha “um erro histórico-geográfico-cultural”. No País, o Sabiá-Laranjeira é  há muitos anos  o símbolo do Brasil.

Vários Estados também tem sua ave-símbolo, definidas por decreto governamental, entre eles o  Paraná (Gralha-Azul – Cyanocorax caerulens); Rio Grande do Sul (Quero-Quero – Vanellus chilensis); São Paulo (Sabiá – Turdus rufiventris).

Com Dalgas, chegaram a propor lobby para tornar o Uirapuru Verdadeiro (Cyphorhinus modulator) a ave símbolo do Acre e com decreto oficial. Algo que tudo indica não prosperou.

Esse movimento foi registrado  em  2006. Treze anos depois, em  2019, o pesquisador Edson Guilherme, da Universidade Federal do Acre (Ufac)  diz que há outras aves com características bem mais acreanas já com a arara-vermelha.  É o caso da Choca-do-Acre (Thamnophilus divisorius), que Guilherme descreveu, na WikiAves, como “espécie endêmica e restrita as regiões da Serra do Divisor (Brasil/Peru)”. O pesquisador produziu o livro “Aves do Acre”, o grande acervo sobre o tema no Estado.

Guilherme é um dos maiores especialistas do Brasil em  pássaros e autor de artigos públicos nas mais relevantes publicações do mundo sobre o assunto.

Conheça a ave símbolo de cada Estado do Brasil em mapa produzido pela Ornithos: 

Sul:

Rio Grande do Sul – Quero-quero (Vanellus chilensis)

Santa Catarina – Araponga (Procnias nudicollis)

Paraná – Gralha-azul (Cyanocorax caeruleus)

Sudeste

São Paulo – Sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris)

Rio de Janeiro – Tucano-de-papo-amarelo ou de-bico-preto (Ramphastos vitellinus)

Espírito Santo – Beija-flor (Colibri serrirostris)

Minas Gerais – Seriema (Cariama cristata)

Centro-Oeste

Mato Grosso do Sul – Tuiuiú (Jabiru mycteria)

Mato Grosso – Tachã (Chauna torquata)

Goiás – Anhuma (Anhima cornuta)

Distrito Federal – Gavião-real (Harpia harpyja)

Norte

Tocantins – Cigana (Opisthocomus hoazin)

Pará – Pavãozinho-do-Pará (Eurypyga helias)

Amapá – Flamingo (Phoenicopterus sp.)

Rondônia – Jacamim-de-costas-verdes (Psophia viridis)

Acre – Arara-vermelha (Ara chloropterus)

Amazonas – Uirapuru (Cyphorhinus arada)

Roraima – Galo-da-serra (Rupicola rupicola)

Nordeste

Maranhão – Sabiá-da-praia (Mimus gilvus)

Piauí – Surucuá-de-barriga-vermelha (Trogon curucui)

Bahia – curió (Sporophila angolensis)

Sergipe – Corrupião (Icterus jamacaii)

Alagoas – Mutum-do-nordeste (Pauxi mitu)

Pernambuco – Tesourão (Fregata magnificens)

Paraíba – Pomba-de-bando (Zenaida auriculata)

Rio Grande do Norte – Ema (Rhea americana)

Ceará – Jandaia (Aratinga jandaya)

Fonte: Ornithos

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