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Obras do Aeroporto Internacional Plácido de Castro são entregues em Rio Branco com presença de Ministro

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As obras de ampliação do terminal de passageiros e da pista de pousos e decolagens do Aeroporto Internacional Plácido de Castro, em Rio Branco (AC), foram entregue nesta quinta-feira, dia 12, pelo ministro dos Transportes, Protos e Aviação Civil, Valter Melo, durante cerimônia no aeroporto.

O evento recebeu autoridades da União, Estado e Município. As obras duraram mais de dois anos, e foram investidos R$ 178 milhões, sendo R$ 43,2 milhões apenas para os serviços de ampliação do terminal de passageiros. Os outros R$ 135 milhões foram gastos para a recuperação completa da pista.

“Essa reforma dobra a capacidade do aeroporto, e dá mais conforme para a população do estado do acre. Isso fomenta o turismo, e é mais uma obra do Programa Avançar. São quase dois anos de governo Michel Temer, e agora estamos conseguindo colher os frutos desse trabalho”, frisou o ministro.

Questionamos sobre a importância da obra, o governador do Acre, Sebastião Viana, disse que a obra representa uma nova oportunidade para integrar o Acre ao marcado andino, e citou os mais de R$ 142 milhões de habitantes desses países. Ele também disse que o Estado tem trabalhado para aumentar o número de voos na cidade.

“Essa obra assenta um novo caminho para a economia do estado, porque ela nos permite uma integração com o mercado andino. Podemos ter lima integração com os nossos irmãos. Ganha o Acre, ganha o Brasil e ganha a América Andina numa possível futura integração. Uma obra que dá qualidade e segurança para os usuários da aviação”, disse.

Investimentos tornam aeroporto mais moderno
As intervenções tornam o Aeroporto Internacional Plácido de Castro um dos mais moderno do país, com aumento na capacidade de operação e atendimento. O terminal de passageiros ficou três vezes maior, aumentando de 1,3 milhão para 2,4 milhões a capacidade para passageiros.

As salas de embarque e desembarque doméstico também ficam mais amplas e o espaço para a mesma operação porém internacional também foi ampliado. Na parte interna do terminal foram instaladas duas escadas rolantes, mais uma esteira de bagagens, um elevador e novas posições para check-in.

Na pista, segundo a INFRAERO, o investimentos permitiu a substituição da base do pavimento e a aplicação de novo pavimento de asfalto. As obras foram iniciadas em outubro de 2014 e concluídas no ano passado. Hoje, o aeroporto opera com vôos diários para Cruzeiro do Sul (AC), Porto Velho (RO), Brasília (DF), Manaus (AM) e Guarulhos(SP).

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Médico vai entrar na Justiça para obrigar PSDB a pagar por cavalo penhorado para quitar calote em Feijó

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Um cavalo, um médico e um “tucano” são os personagens de uma bizarra história ocorrida em Feijó por causa de um calote no aluguel da sede municipal do PSDB. A dívida é de 2014. Como o espaço não foi pago, a proprietária entrou na Justiça, que resolveu leiloar o animal de estimação, um cavalo da raça paint horse, do ex-presidente do partido no município, o médico Rosaldo Firmo Aguiar, o Doutor Baba. O personagem tucano é o presidente do PSDB no Acre, Manoel Pedro Souza Gomes (Correinha), que, até então, não tinha nada a ver com a esquisita história que teve capítulos iniciais há dois anos.

Na época, o presidente da sigla era o então candidato a governador, hoje pré-candidato a senador pelo MDB, o ex-deputado Márcio Bittar. “O presidente na época era o Márcio Bittar. Mas a dívida é do diretório estadual do PSDB. Fui candidato a deputado estadual, o Márcio a governador. Ele perdeu e não atendeu mais a ligação. O que aconteceu foi que essa dívida eu tive que pagar porque eu era o presidente do partido.
Eu quero que eles, o PSDB, me paguem a dívida ou comprem o cavalo para me devolver. Minha intenção não é denegrir a imagem de ninguém, até porque nem em política eu estou mais”, desabafa Doutor Baba.

O curioso é que ninguém apareceu no leilão da Justiça para comprar o cavalo. A proprietária do imóvel, então, resolveu levar o animal para casa. O Doutor Baba promete levar o caso à Justiça para tentar obrigar o PSDB a pagar a dívida ou adquirir seu cavalo de volta.

O presidente do PSDB no Acre, Manoel Pedro, afirma que desconhece a dívida e estanha o porquê de o médico não ter procurado a direção regional partido antes. Ele também não descarta a possibilidade de acionar o médico na Justiça por qualquer eventual dano à imagem do PSDB.

“Dívida da municipal tenho certeza que ele não pagou. Que ele acione na Justiça. Eu acho improvável que o partido esteja metido nessa questão. O partido desconhece essa dívida de Feijó. Nunca chegou essa dívida ao PSDB. Por que ele nunca procurou o partido? Por que somente agora?”

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Dono de empreiteira que trabalha na recuperação da BR-317 reclama de calote do DNIT

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O empresário Jarbas Soster, proprietário de uma empresa que presta serviços na recuperação da BR-317 usou as redes sociais para reclamar de um calote que teria levado do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Ele alerta que as obras de recuperação da rodovia federal no trecho entre os municípios de Senador Guiomard (o Quinari) a Brasileia, na região de fronteira com a Bolívia, serão paralisadas por falta de pagamento.

Soster alega que sua empresa não é banco para financiar governos”. A burocracia no órgão em Brasília é tamanha, que, é mais fácil fazer a obra de que aprovar uma revisão”, destaca o empresário que realizou uma obra emergencial de recuperação da rodovia que rompeu durante uma forte chuva no mês fevereiro, mas três meses depois ainda não teria recebido o pagamento dos serviços que foram executados para restabelecer o tráfego ao Alto Acre.

Procurado pela reportagem, o superintendente do Dnit no Acre, o engenheiro Thiago Caetano, disse que Jarbas Soster estaria querendo fazer politicagem com o caso. “O Dnit é considerado um dos melhores órgãos pagadores do Brasil. Não tem porque o Jarbas querer colocar a gente comparando ao Estado. Porque o Dnit nunca vai conseguir alguma medição que não foi paga. Todas as medições do Dnit são pagas em dia, a gente corre para processar o mais rápido possível”.

Segundo Caetano, a questão específica do rompimento da BR-317 que foi um serviço emergencial que não constavam no contrato dele, que não podiam ser medidos porque teria que fazer uma adequação “a gente consegue falar para empresa executar e depois aprovar essa adequação. Quando eles fizeram tem um rito legal para ser cumprido. O tempo que ficou conosco foi muito rápido. Depois que a gente faz a nossa parte tem que demandar para procuradoria federal”.

O que estaria acontecendo, segundo Thiago Caetano, é que houve um problema no sistema e demorou chegar nas mãos dos procuradores, ficando mais de 15 dias para que o despacho acontecesse. Por conta de um texto específico que Soster teria colocado dentro da adequação, o procurador fez alguns questionamentos ao Dnit do Acre para saber se a adequação atenderia a situação da proposta, obrigando o órgãos apresentar esclarecimentos.

“Respondemos rapidamente e estar lá para análise do procurador. O que a gente poderia fazer enquanto Dnit, a gente fez para pudesse ser rápido, os despachos a gente mandou, um e-mail para procuradoria pedindo prioridade, conversamos com a diretoria com todo mundo. Agora, o que está acontecendo não tem nada a ver com o Dnit, tem a ver com a procuradoria especializada que é um órgão independente do Dnit. A demora tem a ver com procuradoria”, diz Caetano.

Ele afirma que o empresário estaria totalmente equivocado. “em nenhum órgão que ele trabalhou deve ter sido tão rápido quanto nossas análises. Se a medição chegar sem nenhum erro, no dia primeiro, no máximo no dia cinco a gente manda para Brasília”. Sobre a possível paralisação das obras ameaçadas pelo empresário, Thiago Caetano destaca que a empresa de Jarbas Soster poderá sofrer as sansões legais previstas nos contratos firmados com o Dnit.

“As sanções vão de multa até a proibição de contratar com o poder público. Ele é tratado da mesma forma que qualquer empresa em nível nacional. Todos os contratados dele estão com empenhos. Não tem motivo para paralisar as obras. Não tem efeito a pressão por víeis político. Existe um limite burocrático que não pode ser ultrapassado sob risco do gestor público ser penalizado. Ele critica o órgão errado, ele deveria critica a procuradoria federal”, finaliza Thiago Caetano.

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Deputado quer que empresas de ônibus apresentem comprovantes de despesas citadas em planilhas

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O presidente da Comissão de Serviço Pública da Aleac, deputado Eber Machado (PDT) informou na manhã desta terça-feira (22) que não teve atendido seu pedido para acessar as planilhas das empresas de transporte de passageiros de Rio Branco, que justificam o aumento da passagem de ônibus para R$ 4,03, mas conseguiu cópias dos documentos que apresentam despesas, que de acordo com ele, “não são acompanhadas dos devidos comprovantes de pagamento”.

“Já tivemos o anúncio da previsão do valor da passagem de ônibus que passará a custar R$ 4,03. Recebi muitas mensagens e até áudios de membros do conselho tarifario que não participaram da decisão. Na verdade, essa reunião se resumiu em 4 ou 5 participantes que decidiram. Não sou especialistas na área, mas solicitamos as planilhas e não recebemos. Aprovamos o requerimento para realizar a audiência pública para debater esse aumento da passagem”, diz Eber.

Machado sugere que todos os deputados participem da audiência que pública que será realizada na tarde de quarta-feira (24), às 15 horas, na sede da Aleac. Precisamos de esclarecimentos sobre as informações das planilhas das empresas. No sábado passado, nos reunimos com especialistas. Para nossa surpresa, pelo pouco aprofundamento, pelos dados que as planilhas fornecem, nós tivermos algumas dúvidas que precisam de esclarecimento”.

O parlamentar quer que as empresas apresentem os comprovantes dos pagamentos de R$ 2,2 milhões de combustível por mês. “Será que somente esse valor pode ser justificado nas planilhas? Cadê os comprovantes dos gastos com combustível? Peças de reposição R$ 413 mil. Se revermos um acumulado no ano chegamos a quase R$ 5 milhões. É isso que queremos entender. A RBTrans e Detran perseguem taxistas, mas não têm a coragem de parar os ônibus”.

Eber Machado questiona ainda os gastos de R$ 247 mil de aluguel de veículo de apoio e do setor da bilhetagem que estaria pagando R$ 60 mil de aluguel por mês, de uma sala dentro do Terminal Urbano. Que despesas são essas? Pagamento de ISS R$ 577 mil? Que ISS é esse se as empresas têm mais de 9 milhões de isenção por ano. Se tiver comprovação que eles estão corretos, nós voltamos a tribuna com a mesma firmeza para fazer as correções necessárias”.

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