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Polícia revela que filho arquitetou plano para que bando matasse seu próprio pai

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Foi apresentada na manhã desta quarta-feira (11), a prisão do quinto elemento envolvido no latrocínio de um fazendeiro ocorrido no dia 8 de janeiro, na região do município de Porto Acre.

Cerca de um mês após o crime, quatro elementos que teriam participado diretamente da ação foram presos e já até foram denunciados pelo Ministério Público, mas hoje delegado Sérgio Lopes,  apresentou a prisão de Wyguisson Martins de Freitas Silva, de 29 anos, filho de criação do fazendeiro assassinado e apontado como responsável por ter arquitetado o crime.

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“Todos os quatro presos que participaram diretamente do crime mencionaram em seus depoimentos que foram contratados por Wyguisson para praticar o crime. Disseram que a intenção era matar e subtrair R$ 80 mil que estaria com a vítima quando ele foi abordado. Em contrapartida, Wyguisson teria prometido dinheiro e um terreno aos contratados caso conseguissem concretizar o crime”, disse Sérgio Lopes.

No paredão da Polícia Civil, ofegante e de frente para as câmeras, o  filho do fazendeiro alegou ser inocente e ter sido vítima de uma armadilha. “Eu amava meu pai, eu sou inocente e vou provar o que estou dizendo. Fui vítima de uma armadilha, uma emboscada. Não sei porque eles estão dizendo que eu contratei eles, eu sou inocente e vou provar”, finalizou o causado.

Entenda o caso:

A vítima, Altevir Rodrigues de Oliveira, de 61 anos, aconteceu na área de uma residência localizada no km 10 da Estrada de Porto Acre, já nas dependências do município. Armados, Thiago Costa Pereira (22), José Ribamar Alves de Souza Filho (23), Cleber da Silva Borges (23) e Sávio Gama dos Santos o abordaram e anunciaram o assalto. Tanto a vítima como um dos filhos teria reagido e os suspeitos acabaram saindo sem levar nada.

 

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URGENTE: Justiça suspende eleição de vice-reitor na Ufac

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A Justiça Federal mandou que a Universidade Federal do Acre (Ufac) suspenda, de imediato, a eleição para o cargo de vice-reitor da instituição. A decisão é assinada pela juíza Franscielle Medeiros, da 1ª Vara de Rio Branco. O pedido foi feito pela Associação dos Docentes da Ufac (Adufac).

Segundo apurou ac24horas, o Colégio Especial Eleitoral da Ufac não podia ter autorizado a abertura de eleição para vice-reitor porque o cargo não estava vaga. A professora Margarida Aquino (que era vice de Minoru Kinpara), candidata à reitoria, não renunciou e, mesmo assim, autorizou a abertura da eleição ao cargo.

A juíza não enrolou em decidir e determinar que ao Colégio Eleitoral suspenda a Resolução 02/2018, que decidiu pela consulta à comunidade acadêmica para eleição de reitor e vice-reitor da Universidade Federal do Acre. A decisão é liminar, e ainda haverá uma decisão final, cabendo recurso.

Procurada, a Reitoria da Ufac não quis se manifestar sobre o caso. Disse apenas que não foi notificada sobre a decisão. Já a Comissão Eleitoral, que conduz a eleição erradamente, disse que só segue as determinações do Colégio Especial Eleitoral e que ainda não foi notificada.

A reportagem não conseguiu contato com Margarida Aquino, que concorre à reitoria, e a opositora dela, Alini Nicole, disse que não foi notificada e que essa decisão não tem nada a ver com a chapa dela, mas com o Colégio Eleitoral Especial. O telefone da Associação dos Docentes da Ufac não foi atendido.

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Detran pode gastar R$ 240 mil com X-Tudo em sua sede na cidade de Cruzeiro do Sul

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A gestão de Shirley Torres à frente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) tem sido marcada por contratos milionários e questionáveis. Após os R$ 2,5 milhões fechados com a Companhia de Selva, agência de publicidade que já tem toda a verba de mídia do governo, agora o órgão de trânsito pode gastar R$ 240 mil com lanches para sua sede em Cruzeiro do Sul.

É o que prevê contrato publicado na edição desta segunda-feira (21) do “Diário Oficial” entre o Detran e a empresa M.C Castro Cia e LTDA para “fornecimento de Kit´s de lanches”. Conforme especificado, os funcionários do departamento em Cruzeiro do Sul vão ter a sua disposição 10.000 sanduíches do tipo X-Tudo.

Cada sanduiche custará aos cofres públicos R$ 24,00, incluindo um refrigerante de 350 ml. Em Rio Branco, a depender da região da cidade, o preço máximo de um X-Tudo pode ser de R$ 18,00. Toda essa quantidade precisará ser devorada até o fim do ano, prazo para o fim da vigência do contrato.

Chama a atenção de onde sairão os recursos: do programa de educação e fiscalização de trânsito. Este fundo é composto, em parte, por dinheiro obtido a partir da arrecadação do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e do pagamento de multas.

Conforme o Código de Trânsito, os recursos devem ser usados para fins específicos, como melhoria da sinalização, da malha viária e, como o próprio nome diz, para educação e fiscalização do trânsito.

No ato de assinatura do contrato não é divulgado o número do CNPJ da empresa fornecedora, quesito exigido pela lei de licitação como instrumento de transparência.

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Empresa da família Cameli se livra de pagar R$ 36 milhões por danos em terra indígena

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu na semana passada decisão que livrou a Madeireira Cameli do pagamento de multa de R$ 35 milhões por crimes ambientais na terra indígena do Rio Amônia, do povo Ashaninka.

A informação foi divulgada na edição deste domingo (20) do jornal “Folha de São Paulo”, que trouxe reportagem especial sobre o povo Ashaninka. As fotografias são do renomado Sebastião Salgado.

A Madeireira Cameli foi denunciada pelo Ministério Público Federal por extração ilegal de madeira na terra dos Ashaninka. A empresa foi condenada em primeira instância e recorreu aos tribunais superiores, com o processo se arrastando há 30 anos.

Em 2017, o próprio Alexandre de Moraes já tinha tomado decisão favorável aos índios. Agora, o ministro reviu sua decisão e deu ganho de causa à Madeireira Cameli. Ao jornal paulista, o advogado da empresa disse que está disposto a negociar acordo com os indígenas.

Já o advogado dos Ashaninka informou que vai recorrer da decisão monocrática do ministro Alexandre de Moraes.

A Madeireira Cameli é uma das empresas da família Cameli, do senador e pré-candidato ao governo do Acre Gladson Cameli (PP).

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