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Léo de Brito sugere e deputados do PT usam sobrenome ‘Lula’ em protesto no painel da Câmara

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O deputado federal Léo de Brito sugeriu e os parlamentares petistas passam a usar o sobrenome “Lula” a partir desta semana para protestar contra a prisão dos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em primeira e segunda instâncias acusado de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. O objetivo do petistas acreano é usar o painel eletrônico onde aparecem os nomes dos parlamentares no plenário da Câmara para realizar um tipo de manifestação em favor do cardeal do PT, preso na sede da Polícia Federal.

Segundo informações do portal Direto do Planalto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda precisa chancelar as mudanças. Caso os ofícios encaminhados a Maia sejam deferidos, o nome de Lula também constará no painel da Casa anexado aos nomes dos deputados de seu partido. “Ao incorporarmos Lula em nossos nomes parlamentares, vamos contribuir para denunciar aos brasileiros e ao mundo a injustiça cometida contra Lula”, afirma Leo de Brito, um dos defensores ferrenhos do ex-presidente Lula.

A mesma medida deveria ser adotada pelos vereadores e deputados estaduais, mas no Acre, o líder do Partido dos Trabalhadores na Alec, o deputado Lourival Marques disse que os deputados estaduais petistas deverão manter seus nomes parlamentares sem alteração para “Lula da Silva”. “Eles decidiram fazer isso em Brasília porque lá tem o painel no Congresso onde aparecem os nomes de todos os deputados, possibilitando uma visibilidade para o protesto chamar atenção para a questão da prisão do Lula. Aqui nós não temos”, disse Lourival Marques.

Apesar de os parlamentares estaduais do Acre descartarem anexar o sobrenome ‘Lula”, o líder do governo na Casa, Daniel Zen (PT) não descarta que a bancada do PT possa encaminhar um ofício a Mesa Diretora da Aleac para que seja feita a leitura durante a apresentação das pautas. Na primeira sessão ordinária da Casa esta semana, Zen fez leu artigos de sua autoria onde ele demonstra revolta contra quem aplaude a prisão de Lula, a quem ele se refere como “coxinhada vestida de canarinho e seguidora de patos de borracha infláveis”.

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Colégio Militar do Acre é o único do país a possuir sala de atendimento educacional especializado

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João Vitor Almeida tem 11 anos, é morador do loteamento Santo Afonso e percorre o caminho de casa para a escola sozinho, desde que recebeu um novo vizinho, o Colégio Militar Dom Pedro II, gerido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC). Diagnosticado com mielomeningocele, hidrocefalia e pé torto congênito, sonha em se tornar bombeiro militar e conta com a ajuda de uma cadeira de rodas para auxiliar em seu deslocamento e tarefas diárias.

Sua mãe, a dona de casa Maria Erlande, não escondeu a emoção durante o primeiro dia de aula do filho na sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) da própria escola, quando o colégio foi oficialmente inaugurado, na última quarta-feira, 16.

“A educação nos dias de hoje é muito importante para as crianças, com ou sem alguma necessidade especial. Não é fácil encontrar pessoas que cuidem tão bem dos nossos filhos e aqui nós encontramos. Vi que ele está se desenvolvendo muito bem com os cuidados e o ensinamento que recebe. Todos os dias ele chega em casa com atividades para fazer, está sempre ocupado com alguma tarefa da escola. Às vezes, alguém do colégio ou da própria Secretaria [de Educação] me liga para saber como ele está em casa. Vejo que a sala de AEE aqui é fundamental, tanto para mim quanto pra ele”, destaca a mãe.

O Dom Pedro II, construído no Acre, é o primeiro colégio militar do país a oferecer à comunidade estudantil uma sala exclusivamente destinada ao atendimento de crianças e adolescentes com necessidades especiais de aprendizagem.

A instalação da sala de AEE no Colégio só foi possível por meio do empenho do governo do Estado e da Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE), que viabilizaram a assinatura do convênio para a construção dos dois colégios militares do Acre: Tiradentes, gerido pela Polícia Militar, e Dom Pedro II, gerido pelo Corpo de Bombeiros.

A instituição de ensino atende, atualmente, 12 alunos com necessidades especiais, entre surdez, Síndrome de Down, hidrocefalia, etc. Possui, ainda, cinco crianças em fase de observação. Ao todo, são 569 alunos matriculados na escola, destes, apenas 92 são filhos de militares. A coordenadora do colégio, Angélica Batista, considera a oferta do AEE na escola Dom Pedro II um marco na educação militar do estado.

“Esse é o nosso diferencial. Sabemos que é um modelo positivo, oriundo da parceria da SEE com o Corpo de Bombeiros, sendo exemplo a nível nacional. Achamos muito bem vindo inserir essa realidade do ensino especial na educação militar, já que o Acre é referência na educação inclusiva, dentro da nossa realidade”, afirma.

Todos os alunos de AEE são amparados por um cuidador especializado, como Antônio José, que acompanha o processo de ensino-aprendizagem de João Vitor no ambiente escolar. “Falo para ele, todos os dias, que ele é um aluno normal, como qualquer outro e tem todas as condições de seguir uma vida estudantil e profissional brilhante”, conta.

De acordo com a coordenação do Colégio Militar, todos os alunos de AEE, inclusive os que ainda não eram alfabetizados, apresentam significativa melhora no rendimento escolar. “Fazemos o possível para que eles sejam os melhores dentro do que eles podem ser. E notamos que eles se desenvolveram amplamente. Com a introdução das aulas do AEE, nossos alunos estão bem adiantados, se compararmos com a situação em que eles chegaram aqui. Isso para nós é gratificante”.

A introdução da educação inclusiva no âmbito militar garante a oportunidade a alunos com necessidades especiais também seguir uma carreira militar. Emocionado ao relembrar os desafios que já enfrentou para conseguir estudar, o pequeno João Vitor ressaltou sua paixão pelo aprendizado. “Estou achando muito legal estudar aqui, e o que mais gosto é de aprender coisas novas. Vim para aprender e não para ser excluído. Aqui me sinto mais a vontade e mais feliz. Não sinto diferença com os outros colegas e, como quase todos aqui, quero ser Bombeiro quando eu crescer”, assegurou.

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Conselho tarifário de Rio Branco fecha preço da passagem de ônibus em R$ 4,03

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O conselho tarifário de Rio Branco anunciou na manhã desta sexta-feira (18) que o novo preço da tarifa de ônibus na capital será de R$ 4,03. O valor foi definido a partir de dados analisados pela câmara técnica responsável por aprovar ou rejeitar o pedido de reajuste apresentado pelas empresas do setor. O sindicato dos empresários queria aumento para R$ 4,55.

Hoje a passagem em vigor é de R$ 3,80. Segundo Gabriel Forneck, chefe da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (RBTrans), os R$ 4,03 ainda não são o valor em definitivo, podendo vir a passar por alterações.

Segundo Forneck, a tendência é que a prefeitura arredonde a passagem para R$ 4,00. A perspectiva é que todo o processo de reajuste da tarifa esteja concluído até o fim do mês.

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Oposição critica ato a favor de Lula e petista responde: “Meu ouvido é quase um penico ao ouvir essas baboseiras de Bolsonaro”

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Vereadores de oposição ao PT criticaram de forma veemente, durante a sessão de hoje, a IV Conferência da Amazônia, que começa nesta quinta-feira, 17, e encerra no sábado, 19, no Hotel Terra Verde, em Rio Branco. Eles consideram o evento um ato político em defesa de Lula.

Nogueira Lima disparou contra os palestrantes anunciados na campanha publicitária da conferência. “Quem é Fernando Haddad para falar sobre Amazônia? Quem é Gleisi Hoffman? Não conhecem um palmo dessa terra! Isso é uma imoralidade. Defender um ladrão é uma imoralidade! O Lula vai continuar preso em nome de Jesus!”, disparou o vereador do PSL.

O líder do PT na Casa, Rodrigo Forneck, rebateu N. Lima ao citar que é um castigo ter que ouvir o oposicionista falar diariamente, da tribuna da Câmara, sobre Jair Bolsonaro. O petista disse acreditar que Lula será candidato e eleito presidente da República.

“Meu ouvido é quase um penico ao ouvir essas baboseiras de Bolsonaro que o senhor fala aqui. Duvido que o seu candidato que vai pegar balsa, como a gente diz no bom acreano, pense o Brasil. Vocês tem que nos engolir. Tem que engolir que o Lula será lançado como candidato a presidente da República, sim. Vai ter ato pró-Lula, sim! Vamos lançar o Lula, sim, e eleger o Lula de novo!”

Já Roberto Duarte (MDB) considera um absurdo o ato a favor de Lula organizado pelo governador Sebastião Viana na frente do Palácio, nesta sexta-feira, 18, como parte da programação da conferência. “O resultado do ato a favor de presidiário, de bandido, é resultado da insegurança do nosso Estado. É um verdadeiro absurdo o que a gente tá vivenciando nesse Estado.”

Ato Lula Livre

A IV Conferência da Amazônia, que começa nesta quinta-feira, 17, e encerra no sábado, 19, no Hotel Terra Verde em Rio Branco, terá como conferencistas na abertura do evento, o governador Sebastião Viana, o senador Paulo Rocha (PT/PA) e a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM). Eles irão falar sobre “O Golpe e a Amazônia”.

Já na sexta, o ex-ministro Luiz Dulci palestra pela manhã sobre o “Resgate do Histórico das Conferências anteriores”. No mesmo dia, ainda pela manhã, a conferência abre espaço para “os desafios da Pan Amazônia para um modelo alternativo de desenvolvimento econômico, humano e sociocultural” e ainda “os desafios dos movimentos sociais na Amazônia brasileira”.

Também na sexta-feira, à tarde, o ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Viana, e a ex-governadora do Amapá, Dalva Figueiredo, falam sobre “as experiências e desafios dos governos de esquerda, popular e democrático na Amazônia”.

“O Programa de Governo do Brasil que o Povo quer e a Amazônia” terá como expositores o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Hadad, e Esther Bemerguy.

A programação da sexta-feira se encerra com o ato Lula Livre, em frente ao Palácio Rio Branco, a partir das 17h.

Já no sábado, dia do término do evento, acontecem as reuniões de diversos setores da esquerda para discussões sobre o “Brasil que o povo negro quer, Mulheres/Elas por elas, LGBTTIS, Juventude e Indígenas”.

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