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Saiba o que colocar no primeiro currículo

Candidato a primeiro emprego deve destacar qualidades e cursos feitos

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Saiba o que colocar no primeiro currículo

O que um candidato sem experiência deve colocar no currículo? A tarefa não é tão simples e é bem possível que você passe algumas horas olhando para a tela em branco e pensando que sem experiência você não tem o que colocar no seu primeiro currículo. No entanto, mesmo que você não tenha experiência profissional, o que você fez até agora pode mostrar todo seu potencial.

Com um pouco de calma, você vai acabar descobrindo informações muito interessantes para chamar a atenção do recrutador e mostrar um pouco do seu potencial. Os candidatos sem experiência podem e devem realçar qualificações que tiveram durante a faculdade ou Ensino Médio, além das próprias experiências pessoais que tenham coerência com a vaga pretendida.

Por outro lado, é preciso evitar excessos. O candidato deve sempre ficar atento ao tamanho do currículo e deve tomar cuidado para não colocar informações desnecessárias. “No máximo duas páginas é o ideal. É importante colocar os aspectos pessoais no currículo, porém, não é preciso contar a história da sua vida nele. Tem pessoas que colocam dados muito pessoais”, explica Clara Bonelli especialista em carreira.

Afinal, o que destacar?

O candidato deve sempre destacar o que tem melhor, seja a sua formação escolar, domínio de um idioma, voluntariado, participações em eventos, oficinas e seminários. É preciso incluir também todas as aptidões e competências que o selecionado possui para assumir a vaga disponível.

O currículo desempenha o papel de um cartão de visitas, sendo necessário consistência e veracidade. É importante evitar informações que não estejam relacionadas à vaga. “Um dúvida que sempre surgi é o uso da foto. Eu indico que as pessoas coloquem, se a boa apresentação for necessária para a vaga que você deseja alcançar. Isso varia de uma área para outra”, recomenda a especialista em carreira.

Segundo a especialista em carreira, a graduação é importante para uma qualificação, caso o foco do estudante seja alcançar um patamar mais elevado dentro da sua profissão. Se você deseja um cargo de maior destaque e pensa no seu futuro a longo prazo, a graduação com certeza é uma boa opção. O Educa Mais Brasil oferece bolsas de estudo de até 70% para vários cursos. Você pode acessar o site https://www.educamaisbrasil.com.br/ac24horas e escolher a área que mais tem a ver com você e com seus objetivos futuros. São mais de 18 mil instituições parceiras em todo o Brasil.

 

Veja passo a passo para montar o currículo para 1º emprego:

  1. Dados pessoais
  2. Objetivo
  3. Formação acadêmica
  4. Idiomas e outros cursos
  5. Voluntariado e outras experiências
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Destaque 2

Após limpeza no Depasa, ETA II deve voltar a funcionar já semana que vem e novo alvo do governo pode ser o Detran

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Após o governador Gladson Cameli fazer um verdadeiro limpa no Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento do Acre (Depasa) na última quarta-feira, 25, exonerando toda a cúpula da autarquia, os lâminas da guilhotina do governo devem ser apontada para outro órgão a partir da próxima semana: o Detran/AC.

Nos corredores do Palácio Rio Branco, assessores palacianos relatam a insatisfação do chefe do executivo com os atuais gestores, mesmo tendo recentemente feito algumas trocas na cabeça da autarquia ao exonerar indicados do vice-governador Major Rocha.

O fato é que a mexida que Cameli fez no Depasa com a nomeação Waleska Lima Bezerra Dessotti para presidência do Depasa já começou a colher frutos. O ac24horas apurou que até a próxima terça-feira, dia 1º de dezembro, a Estação de Tratamento de Água (ETA II), localizada na Estrada da Sobral, já deve voltar a funcionar com toda a sua capacidade e com isso parte do abastecimento de Rio Branco que foi comprometido nos últimos meses deve ser normalizado.

A expectativa do governo é que os principais gargalos na distribuição de água já sejam sanados ainda em dezembro.

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Notícias

Racismo “estrutural” ou pauta progressista?

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Imagem da internet 

No mundo todo tem se falado cada vez mais em racismo e anti-racismo. O tema virou pauta principal das TV’s e jornais, a mídia mainstream encontrou nessa questão mais uma forma de, fracionando a população, impulsionar o progressismo globalista que se alimenta, principalmente, do identitarismo distribuído em pacotes numa sociedade órfã das utopias do século XX.

O assassinato de um homem negro em um supermercado de Porto Alegre, vítima do despreparo e excesso de dois dos vigilantes da Loja foi, imediatamente, sem nenhum indício, transformado em crime de racismo. Na tentativa de parir um George Floyd brasileiro, a esquerda, de cima a baixo, do Supremo Tribunal Federal – STF à ONG da esquina, se locupletou intelectualmente na mídia. Soube-se depois, tratava-se de um criminoso vulgar, agressor contumaz de mulheres e, pasmem, dado a insultos racistas. Quem diria!

O crime, abominável sob todos os aspectos, repercutiu até na ONU, onde a dona Michelle Bachelet, ex-presidente e responsável direta pela derrocada chilena e hoje assentada no alto comissariado para direitos humanos, apressou-se a declarar que o Brasil é um pais racista e precisa reconhecer-se como tal. Chegou a pedir uma investigação “independente” sobre a morte que a TV mostrou do inicio ao fim. Ela quer um “VAR” internacional sobre o pênalti no Carrefour.

Os fatos são conhecidos e indubitáveis, porque foram vistos à exaustão. Em sequência, um desentendimento entre Alberto e a funcionária, o chamado da segurança, a condução pacífica do cliente até o estacionamento, o soco do Alberto em um dos seguranças e a reação aloprada, desnecessária, estúpida e abjeta, que levou à morte do homem. Ponto. Nenhum insulto racista, nenhuma palavra, nenhum gesto atinente a um eventual racismo foi registrado ou testemunhado. Apesar disso, sendo o dia seguinte, 20 de Novembro, o dia da “Consciência Negra”, era fatal que a ocorrência fosse transformada em lastro para que da academia, dos jornalistas, dos políticos oportunistas e das celebridades vezeiras na telinha, emergisse o tal racismo “estrutural” no Brasil.

Por negar essa versão midiática, o Vice-Presidente Hamilton Mourão quase foi linchado nos telejornais. Ora, sabemos todos que o racismo no Brasil não resiste a um bom contrato num time de futebol, um hit na parada musical, uma personagem na novela, um bom emprego público, uma profissão bem remunerada, uma empresa de sucesso, enfim, todo ele se dobra à alta conta bancária e ao cartão platinum – o nosso “apartheid” é socioeconômico.

Interessante notar que quando um trabalhador negro, motorista de Uber, é assaltado e humilhado por homens negros, o racismo “estrutural” sai correndo pra gaveta do professor de história. Quando um policial negro é assassinado por traficantes negros, o racismo “estrutural” some da goela demagógica do político oportunista.

É de se perguntar por que a insistência de certos setores em lacrar o racismo “estrutural”. A resposta é simples, quase óbvia. Sendo estrutural, somente transformações estruturais na sociedade o removerão. Adivinhe quem está a postos para realizar essa revolução. Ela mesma, a esquerda “humanista”, que não consegue sequer reconhecer seus milhões de cadáveres e os fracassos históricos de todas as experiências em que se meteu desde que saiu dos livros.

O que está por trás de tudo isso é que, existindo racistas – lamentavelmente eles existem, existindo homofóbicos – eles também existem, existindo machistas – eles existem aos montes, existindo quaisquer “istas” indignos, deles se aproveitará a esquerda globalista para, generalizando a perversão de cada um, dirigir as massas contra a moral, princípios e valores conservadores que nos trouxeram até o século XXI no Ocidente. 

Atentemos. Os branquelos mascarados que incendiaram o supermercado em São Paulo não se importam com o porto-alegrense Alberto. A trama que regeu a mídia nos últimos dias, colocando o Brasil como um país racista perante o mundo, é a mesma que não deu uma palavra sequer quando a mãe lésbica e a companheira, que antes o haviam castrado, mataram e esquartejaram o menino acreano Rhuan, de apenas nove anos de idade em junho do ano passado, porque o garoto não queria ser menina. 

Defensora da pauta LGBT…Z, a mídia e a esquerda nela incrustada logo cuidou de defendê-la de uma generalização. Artistas, intelectuais, jornalistas, sociólogos, filósofos, e mais um tanto de especialistas de bancada de TV, sumiram para só aparecerem na próxima pauta favorável a seus interesses. Resultado: o crime só foi julgado, coincidentemente, nesta quarta-feira, no DF, quase 18 meses depois.

O que muitos não percebem é o alcance que isto pode ter em nosso meio. Palavras fazem sentido, tem força e movem pessoas, multidões, especialmente os jovens. Insuflados pela mídia, principalmente, movimentos e líderes perversos podem ser ativados e causarem danos extraordinários à sociedade. Duvidam? Olhem para a primeira metade do século XX na Europa.

A propósito, repercutem desde o dia 21/11, as declarações de Mamadou Ba, um luso-senegalês, conhecido militante anti-racista, que em uma videoconferência com ativistas brasileiras (não deixe de ver AQUI ao tempo 1:20:00 da conversa), diz textualmente que É PRECISO MATAR O HOMEM BRANCO – assassino, colonial e racista. 

Hein? Peraí, Sr. Mamadou. Quem diz qual é o homem branco que deve morrer? Seria, por acaso, seu tribunal progressista? Por quais critérios? Em que limites? Não há muito subjetivismo aí na sua tipificação criminal? Quem disse que o homem branco, mesmo este a que se refere, detestável, desprezível, está à frente do latrocida, do infanticida, do matricida ou do estuprador na fila da morte?

Não, Sr. Mamadou, o Sr. não tem o direito de acusar, julgar e condenar, amparado em sua  ideologia malsã, quem deve ou não sobreviver à vingança racial, seja histórica ou atual. O Sr. não tem o direito de matar nenhuma branquitude, tanto quanto não há porque matar nenhuma negritude. Creia, Wole Soyinka não calará Luís de Camões.


Valterlucio Bessa Campelo escreve às sextas-feiras no ac24horas

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Acre

Desocupação cresce no Acre e alcança mais de 17% da população

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Foto: Secom-AC

A taxa de desocupação cresceu em 10 unidades da federação. Uma delas é o Acre.

De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 27, pelo IBGE, o estado teve o quarto maior crescimento da taxa de pessoas desocupadas em comparação ao segundo trimestre do ano. O Acre saltou de 14,2% para 17,1% nos meses de julho, agosto e setembro.

As maiores taxas de crescimento foram nos estados da Paraíba, Pernambuco e Amapá.

Outro dado apresentado pela pesquisa é o de pessoas que trabalham por conta própria. Neste quesito, a liderança é do Amapá, com um percentual de 35,8%. O Acre ficou na 11ª posição entre todos os estados, com 29,2%, bem acima da média nacional que é de 26,4%.

Entre as pessoas que trabalham com carteira assinada, o Acre possui um dos piores índices nacionais, ficando à frente de apenas 8 estados e tendo o segundo pior número na Região Norte. No terceiro trimestre de 2020, apenas 63,3% de quem está ocupado, tem a carteira de trabalho assinada. A média nacional é de 76,5% e o melhor índice é em Santa Catarina com 90,5%.

Um outro índice preocupante é a taxa de informalidade no Acre. De acordo com o IBGE, o número chega a 46% da população economicamente ativa nos meses de julho, agosto e setembro. A média nacional é de 38,4%. A informalidade representa a garantia de menos direitos trabalhistas e pode comprometer a aposentadoria se o trabalhar informal não apostar em um plano de previdência ou não continuar a contribuir com o INSS.

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Cotidiano

Dirigida a servidores, oficina compatibiliza dinheiro em meio à crise da Covid-19 no Acre

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O Governo do Acre apoia a realização da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira realizando a oficina “É possível ficar de boas com seu dinheiro em meio a essa crise?”.

O evento será em formato online no dia 1º de dezembro. As inscrições podem ser feitas pelo link rb.gy/zvqaew. A Semana é promovida pelo Governo Federal por meio dos membros do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF).

Esta edição tem como tema “Resiliência financeira: como atravessar a crise?”.

Com a Covid-19, muitas pessoas tiveram suas vidas afetadas não só pela doença, mas também financeiramente, por isso, curso é direcionado aos servidores públicos e a plataforma possui apenas 100 vagas disponíveis. Neste momento de crise, o planejamento das finanças familiares deve ser um assunto que alcance do servidor, pois estando bem informado poderá tomar as melhores decisões financeiras.

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Bombando

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