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Na troca da direção regional do DEM não houve traição como diz Bocalom

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Nesta troca da direção regional do DEM não houve traição e nem rasteira no ex-presidente Tião Bocalon, como este colocou. Houve um jogo que é natural da atividade política. Para se colocar a situação no patamar da verdade tem que se dizer que, as mudanças das direções no DEM foram fruto de uma decisão da Executiva Nacional, que resolveu nomear nas presidências dos Estados, os deputados federais. A posse do deputado Alan Rick (foto) no comando do partido, no Acre, seguiu este cronograma. Não foi um ato unilateral para tomar a sigla do Bocalon. No jogo político a prioridade dentro de uma agremiação política é sempre de quem tem mandato. Em Brasília, seja deputado federal ou senador é quem dá o tom. E o Bocalon não foi expulso do DEM, não permaneceu filiado porque não quer apoiar a candidatura do senador Gladson Cameli (PP) para o governo. Queria levar o partido para uma coligação que apoiaria o Coronel Ulisses. Que também é um direito seu. Não conseguiu e se rebelou.  A verdade cristalina dos fatos é exatamente esta. O ex-prefeito Tião Bocalon não pode atribuir ao Alan Rick sua saída, como político experiente sabe que na política quem mandato pesa.

DEVERÁ REFLUIR
As informações da coluna são as de que, o candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB), já refluiu na sua decisão de não apoiar o candidato Gladson Cameli (PP). O SOLIDARIEDADE, presidido pela esposa Márcia Bittar, emitiu uma NOTA de apoio à candidatura de Cameli, embora ela não tenha assinado. Mas está tudo como antes no quartel de Abrantes.

FORA DE FOCO
Apoiar a candidatura do Coronel Ulisses Araújo está fora do foco do candidato Márcio Bittar. Soube que ele ligou ao Ulisses para avisar da impossibilidade de uma aliança, um sinal de que vai manter a candidatura pelo MDB e apoiar Gladson Cameli (PP). Enfiu, agiu com a razão.

TRIO PARADA DURA
Durante os debates dentro do MDB para saber se o partido iria ou não retornar para a coligação que apóia a candidatura de Cameli, quem foi até o final defendendo o rompimento em definitivo foram os velhos militantes João Correia, Aldemir Lopes e Adalberto Ferreira.

FOI O QUE PESOU
O ex-prefeito Vagner Sales, deputada Eliane Sinhasique e o vereador Roberto Duarte foram pragmáticos ao explanar que, na coligação com o Coronel Ulisses Araújo, poderiam não eleger um Federal e teriam dificuldade em fazer deputados estaduais. Sairiam menor que entraram.

CANDIDATURA CONTINUA
O ex-prefeito Tião Bocalon é o mais revoltado com o desfecho. “Eu pensei que o MDB tinha palavra”, disparou. Reafirmou que a candidatura ao governo do Coronel Ulisses Araújo irá até o final e será sustentada pela coligação com o PSL (partido do Bolsonaro) e pelo PATRIOTAS.

PRINCIPAIS ENTRAVES
Os principais entraves à candidatura de Ulisses Araújo são a falta de tempo amplo no horário eleitoral e o fato de para Federal só terem o ex-prefeito Tião Bocalon de expressão. Também não tem chapa forte para estadual. Teria até julho para atrair candidatos às duas chapas.

CORRENDO CONTRA O TEMPO
A PMRB está utilizando 200 toneladas de asfalto por dia nas zonas urbana e rural de Rio Branco. Atualmente, nove equipes da EMURB trabalham na manutenção e recuperação da malha viária, com serviços de recapeamento asfáltico e tapa-buracos. O prefeito Marcus Alexandre quer chegar no próximo dia 6, quando deixa a prefeitura, com a máquina em ação.

ERA BALSA CERTA
O que motivou a volta mais rápida do candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB), foi que na coligação com o candidato Ulisses Araújo, não teria a mínima chance de se eleger. Era balsa!

NÃO É TOLO
Mesmo que a tendência de refluir em sua decisão aconteça, Márcio Bittar (MDB) sabe que ainda assim a sua candidatura encontrará barreiras em ter apóio de dirigentes partidários da coligação de Cameli.

ABANDONADOS NUMA CANOA SEM QUILHA E REMO
Quem deve ter pegado uma aula do que é a política real, com suas idas e vindas, artimanhas, blefes, foi o novel candidato ao governo Ulisses Araújo. Foi usado de todas as maneiras como moeda de troca e terminou ficando só com o velho Boca numa canoa sem remo e sem quilha.

NÃO TEM ALMOÇO GRÁTIS
Por ser estreante na política se dá um desconto para a ingenuidade do Coronel Ulisses Araújo em crer que o MDB viria para uma coligação em que o Glorioso do Dr. Ulisses Guimarães, correria o sério risco de não eleger um deputado federal e diminuir a bancada de estaduais. Na política, Ulisses, não tem almoço grátis. E em festa de velhos caciques índio novo não entra.

DANDO UM TEMPO NA POLÍTICA
Nesta guerra pessoal que o governador Tião Viana trava com funcionários da Saúde e os seus sindicatos ele não sairá perdendo, porque não será candidato a nada depois de dezembro deste ano. Fala-se que passará uma boa temporada nos EUA. Mas ninguém se engane que isso terá reflexo negativo na candidatura do prefeito Marcus Alexandre, que é visto como a ponte para a manutenção do atual sistema político que governa o Acre por 20 anos.

MUITA DIFICULDADE
Ao candidato ao governo Marcus Alexandre só cabe um caminho, descolar-se o máximo que puder da imagem do atual governo, que como toda administração longa tem sérios desgastes populares, do PT, como fez quando foi candidato á reeleição para a prefeitura da Capital.

OU INOVA OU SERÁ CANDIDATO Á BALSA
Se a estratégia de campanha ao governo do prefeito Marcus Alexandre for de que será uma continuidade do atual projeto do PT, não vier com uma nova roupagem e com um programa que tenha como vetor uma mudança do eixo econômico do Acre será um sério candidato à balsa que parte ao final de toda a eleição para Manacapuru. Esqueça o velho discurso do PT.

COLIGAÇÃO PESO PESADO
PP e MDB voltarão a discutir uma coligação para deputado estadual, depois do fim da guerra entre ambos. Teríamos nesta chapa José Bestene, Gehlen Diniz, Wendy Lima,  Nicolau Junior, Eliane Sinhasique, Meiri Serafim, Roberto Duarte e Vagner Sales. Uma coligação peso pesado.

UM NOME EM ALTA
Um dos nomes mais em alta dentro do PT é o do deputado Daniel Zen (PT), em quem o partido fará um investimento político para que seja eleito com uma grande votação e fique como um trunfo para disputar a prefeitura de Rio Branco na eleição de 2020. Zen faz um bom mandato.

COMPLETAMENTE DESOLADO
Quem esteve presente na reunião do MDB da qual o candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB), participou, revelou que ele apresentava um ar de abatimento e de completo desolamento com a decisão de voltar o apóio à candidatura de Gladson Cameli (PP). O retorno no fundo foi uma derrota na briga que trava com o deputado federal Major Rocha (PSDB), escolhido vice contra a sua vontade. Na política se ganha ou se perde, sempre será assim.

EVITANDO A NOITE
O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) revela que as pessoas estão com medo de sair à noite em Cruzeiro do Sul, tão grande é o número de assaltos. Até o comércio fecha as portas mais cedo.

EX-CIDADE PACATA
E a pensar que há pouco tempo, Cruzeiro do Sul era uma das cidades mais pacatas do Acre.

PODEM SE PREPARAR
Os candidatos mais fortes ao governo, o prefeito Marcus Alexandre (PT) e o senador Gladson Cameli (PP) podem preparar seus advogados para muitas ações, porque esta será uma eleição de notícias falsas nas redes sociais, queimando as duas candidaturas. Começou o ensaio.

O ESPIRITUAL E O MUNDANO
O governador Tião Viana postou que, está mais dedicado ao espiritualismo. Cuidar do lado espiritual é sempre bom e leve. Mas é bom lembrar: sua sucessão será decidida no mundano.

MULHERES DO PT
Tamillys Silva, Leila Galvão, Francisca da Bonal e Marisa Diniz são as mulheres do PT com candidaturas confirmadas até aqui para disputar vagas de deputadas estaduais. E Nazaré Araújo e Márcia Regina candidatas á primeira suplência do Senado de Jorge Viana (PT) e Ney Amorim (PT), respectivamente. Pode-se ter críticas ao governo do PT, mas como partido é extremamente organizado. Está com a campanha majoritária toda traçada, é só executar.

FOI TUDO UM GRANDE BLEFE
Quando surgiu o primeiro manifesto do MDB em repúdio à candidatura da jornalista Mara Rocha (PSDB) para a vice-governadora na chapa do PP e com ameaças de um rompimento com a candidatura a governador do senador Gladson Cameli (PP), eu  escrevi que era um “blefe de truco” – aquele jogo em que os jogadores gritam para enganar os concorrentes. Quando veio o segundo rompimento do MDB pela não indicação do Coronel Ulisses Araújo de vice de Cameli, e a confirmação do deputado federal Major Rocha (PSD) como vice, escrevi novamente que era “outro blefe de truco”. O MDB voltou para a coligação do Cameli. Confirma-se assim o que escrevi nesta coluna. Assim é a política e os políticos. Conheço os índios desta taba há décadas.

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Com que roupa os comunistas vão para a PMRB?

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A pergunta acima, eu fiz ontem a uma das principais lideranças do PCdoB no Estado, deputado Edvaldo Magalhães. Defende que, antes de se falar em um nome para disputar a prefeitura de Rio Branco tem de se pensar como primeiro plano na recomposição do que chama de “forças democráticas”, que traduzindo quer dizer, juntar os cacos que restaram da extinta Frente Popular do Acre, que encerrou o seu ciclo com uma derrota esmagadora nas urnas, na eleição passada. Temos que ver com quem poderemos contar para depois se traçar outras estratégias, explicou à coluna. E as conversas, defende, devem começar já a partir de Abril. Sobre se o PCdoB apoiará a reeleição da prefeita Socorro Neri, Edvaldo fez uma pergunta: “é preciso saber: ela quer ser candidata à reeleição?”. E completou: “tanto podemos lhe apoiar como não podemos, tudo vai depender das discussões que serão travadas”. O PCdoB, que vinha de derrotas importantes em eleições anteriores, recuperou-se na última campanha, conseguindo eleger dois deputados estaduais e um deputado federal, o que o coloca no centro do debate. As relações do partido com a prefeita Socorro Neri estão frias.

NA CORDA BAMBA

O destino político da ex-deputada Leila Galvão (PT) está nas mãos dos vereadores de Brasiléia. Já foram enviadas pelo TCE para a apreciação da Câmara Municipal as prestações de contas dos anos de 2009, 2010 e2011, quando era prefeita, todas rejeitadas. Se mantida a decisão do TCE, Leila ficará inelegível. Mas, não apostem nisso, tem maioria que garante a derrubada do que foi decidido pelo TCE. A votação está prevista para entrar em pauta na terça-feira.

NÃO É IMPOSITIVA

Uma decisão do TCE não é impositiva, ou seja, o vereador não é obrigado a votar no que foi decidido pelos Conselheiros, que funciona no máximo como recomendação. A Câmara Municipal de Brasiléia é soberana para votar contra o parecer emitido pelo TCE. Ponto.

NOVA REVOLUÇÃO

O jornalista Salomão Matos (PROGRESSISTAS) diz que está fazendo a segunda revolução de Porto Acre, com a sua candidatura a prefeito, com o apoio de lideranças importantes que tem recebido a sua candidatura a prefeito. Por ironia, o único obstáculo está dentro do seu partido, onde a vereadora do PROGRESSISTAS, apóia o prefeito Bené Damasceno, seu adversário.

NÃO É POSSÍVEL

Não costumo falar do que não tenho certeza, mas fica difícil não crer nas críticas que segmentos organizados da população e os vereadores vêm fazendo sobre a gestão do prefeito Tião Flores, de sérios problemas na cidade e zona rural. A lembrar: Em 2020 terá eleição.

MOVIMENTO POLÍTICO

A reunião da vereadora Mailza Gomes (PROGRESSISITAS) com o prefeito de Senador Guiomard, Gilson da Funerária (PROGRESSISTAS), pode ser um passo de uma aliança política para a eleição de prefeito no próximo ano. Seu grupo saiu fortalecido na última campanha.

FEITO DE PESO

O fato do ex-prefeito James Gomes, ter feito da Meire Serafim, a candidata a deputada mais votada de Senador Guiomard, sem ela ter qualquer afinidade política com o município, foi um feito de peso. Por isso, seu apoio e da mulher Mailza, serão decisivos na eleição municipal.

O DEBATE PERDEU MUITO

Falo do que acompanhei. A base de apoio do novo governo perdeu muito com a derrota da ex- deputada Eliane Sinhasique (MDB). Fluente na palavra, por certo estaria na linha de frente da defesa do governo. Mas, a política tem nuances, nem sempre os melhores se reelegem.

DOIS COMANDOS

O MDB tem praticamente hoje dois comandos distintos. No Juruá, reina soberano o grupo do ex-prefeito Vagner Sales. E na capital e região do Alto Acre o deputado federal Flaviano Melo (MDB) dá as cartas. O quinhão do partido ficou reduzido no governo a três secretárias sem muita expressão política. Seus cardeais perderam a disputa pelas pastas mais importantes.

EXPLICA A CORRIDA PELA PMRB

É uma das explicações pelas quais o MDB quer ser protagonista na eleição de prefeito da capital. Ao procurar o professor Minoru Kinpara, bem votado para o Senado em Rio Branco, para ser o nome do partido na disputa da PMRB, o MDB não quer ser apenas bucha de canhão.

AÇODAMENTO NÃO É BOM COMPANHEIRO

Na política, o açodamento nunca foi bom companheiro. A oposição à prefeita Socorro Neri tentou jogá-la como “mentirosa” na opinião pública na questão da compra dos kits escolares. Depois que provado foi de que a aquisição aconteceu como foi anunciado, calaram-se. Deveriam ter reconhecido o erro, não seria demérito.

NEM PAIS E NEM MÃES BASTARDOS

O mérito na liberação de recursos para a construção da ponte de mão dupla que ligará Brasiléia à Epitaciolândia é exclusivamente do governador Gladson, que trava a luta desde que era senador. O registro tem de ser feito, para não aparecer os pais e mães bastardos da obra.

CALMA, VALENTES!

O desastrado governo anterior passou oito meses sem dar uma ajuda ao Hospital Sousa Araújo, que trata dos hansenianos. Os críticos de hoje, todos ligados ao governo antecessor, e que denunciam o caos e cobram providências do atual governador, só agora viraram valentes?

VAI QUE É TUA, GLADSON!

Lideranças de Brasiléia que apoiaram o governador Gladson estão cuspindo marimbondos contra a inércia da sua gestão, onde a única troca de comando acontecida foi na Educação, cota do MDB, e os demais até hoje chupam os dedos. E perguntam: “Valeu nosso apoio?”

CHOROS E RISOS

Os que mais choram pelo “abandono” depois da campanha do Cameli são as lideranças do PROGRESSISITAS, que não conseguem nomeação nem de vigias dos órgãos estaduais, em Brasiléia. Em compensação, em Rio Branco e Sena Madureira, o PROGRESSISTAS nomeou parentes e aderentes. Na política é assim mesmo, enquanto alguns choram, outros gargalham.

MAIOR VITÓRIA PROPORCIONAL

É bom lembrar que foi em Brasiléia que, proporcionalmente, Gladson Cameli obteve o seu maior percentual de votos na disputa do governo. É a história: bocado comido, bocado esquecido. Tudo bem, vocês que são do mesmo partido que se entendam e se resolvam.

FILÃO PARA INVESTIGAÇÃO

O vereador João Luz (MDB) levantou um ponto que merece reflexão e uma discussão política profunda, a questão da má qualidade das obras do “Ruas do Povo”, projeto menina dos olhos do Tião Viana, e que nas primeiras chuvas o asfalto derreteu. Com a palavra, o DEPASA.

ATESTADO DE BURRICE

Reforço o artigo do ex-deputado federal João Correia, publicado no ac24horas, criticando o acordo burro pelo qual o ex-governador Tião Viana mandaria o projeto da Reforma Administrativa do Gladson para a ALEAC (na ocasião, só ele podia fazê-lo) e em troca teria as contas do seu governo aprovadas. E aconteceu. Foi um atestado de burrice do novo governo.

DEU UM SALVO-CONDUTO

O governador Gladson Cameli poderia perfeitamente tomar posse e em seguida mandar a Reforma Administrativa do governo, mas preferiu dar um salvo-conduto ao antecessor.

INTERESSA O RESULTADO

O secretário Paulo Wadat é um craque na explanação do que pretende fazer na agricultura acreana para lhe tirar da pré-história. Quero ver os resultados. Conversa bonita é para a teoria. O inferno –dizem- está cheio de bem intencionados. Aguardemos a soja, café, arroz e etc.

SÓ PODE SER BRINCADEIRA!

Leio que, o governo passado investiu 1 bilhão de reais na agricultura, no Acre. Se de fato investiu foi uma prova de incompetência, porque investiu mal. A produção no Estado continua a ser incipiente, importamos tudo, e não temos nada que possa ser visto como um avanço.

FORA DA BASE

Pelos seus pronunciamentos de muitas cobranças e críticas ao governador Gladson Cameli, o deputado Fagner Calegário (PV), não é computado na cúpula governista como integrante da base de apoio. Mas não há razão de surpresa, Calegário foi eleito na coligação da FPA.

NEM UM MELHORAL

O deputado Roberto Duarte (MDB) diz ter dados de que o governo Gladson não fez uma compra de medicamentos e insumos para a Saúde. Pelo menos, não conheço uma Nota de Empenho referente a uma aquisição, diz. Deduz-se que, trabalham com o estoque deixado.

MAIOR BESTEIRA

A maior besteira que se possa dizer para criticar o governador Gladson é de que viaja muito à Brasília. Se ficar sentado no seu gabinete só recebendo pedidos de emprego, o Acre não sairá do atoleiro que o antecessor deixou. Tem de estar nos ministérios buscando recursos extras.

AVISO AOS LEITORES

Durante uma semana a coluna não será renovada. Vou tirar umas curtas férias. Volto logo.

NÃO É A ÚLTIMA BOLACHA DO PACOTE

Os números de prisões, apreensões de armas, drogas, carros roubados, visivelmente, mostram que os crimes estão tendo uma solução rápida por parte da polícia. A nova equipe da Segurança não é a última bolacha do pacote, mas tem mostrado resultados satisfatórios na elucidação de crimes. Já se vê mais a presença policial nas ruas. Isso é bom, por inibir a bandidagem. As execuções na guerra entre facções vão continuar a acontecer, mas já se nota uma queda e a prisão dos envolvidos ocorre de forma rápida. Por tudo isso, o secretário de Segurança, Coronel Paulo César, até aqui mereceu o voto de confiança que lhe foi depositado.

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Marcando uma posição política

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É uma opinião, como observador dos debates nas sessões da ALEAC neste início de legislatura. Nunca nem cheguei a trocar uma palavra com ele. Mas entre os deputados que se elegeram pela aliança que apoiou o Gladson Cameli ao governo, nenhum dos novatos tem feito uma defesa mais incessante da nova administração do que o deputado Neném Almeida (SD) que não deixa um ataque ao governador sem defesa. Não deveria nem ser um fato a se destacar, mas é; pelo caso de não ser óbvio, já que, a maioria dos deputados que foram eleitos na aliança que chegou ao poder, simplesmente, dão o calado como resposta às críticas dos parlamentares oposicionistas. Caminha-se para se assistir na ALEAC o mesmo filme com a base de apoio no Legislativo do governo antecessor, com uma maioria silenciosa, em que dois ou três defendia a mais desastrada das gestões petistas, e a oposição minoritária deitava e rolava.

ACABARIA COM O JOGO DE EMPURRA

Não sei da legalidade do projeto de lei a ser proposto pelo deputado Neném Almeida (SD), de que o governo pague direto aos terceirizados e não aos donos das empresas. Tem o lado de que poria fim ao jogo de empurra do governo dizer que paga e os empresários de que não recebem. Evitaria os protestos de servidores como o de ontem da COPESERGE, na ALEAC.

OUTRO LADO

Mas há o outro lado. Aumentaria mais uma responsabilidade do Estado e poderia levar ao desestímulo do empresariado. Seria uma espécie de intervenção branca na iniciativa privada, o governo seria tutor do que não lhe pertence. Por isso a pergunta, se há legalidade no projeto?

HONESTIDADE POLÍTICA

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) foi honesto ao reconhecer que, o governo do PT, ao qual serviu, não cumpriu com as obrigações salariais, em relação aos servidores terceirizados.

INFLUÊNCIA ZERO

Ontem, critiquei os governos do PT por não fazer nada para a construção de uma nova ponte ligando Brasiléia-Epitaciolândia. Agora, veio a boa notícia de que o governo federal garantiu a liberação dos recursos. Volto dizer: se até a eleição de 2020 a obra for concluída, o Gladson Cameli passa a ser o grande eleitor do Alto Acre nas eleições municipais para prefeito de Brasiléia e Epitaciolândia.

PARA FICAR REGISTRADO

É bom na política se situar o mérito em quem merece o mérito. Por isso é que faço o registro

ENTREGUE AS BARATAS

É preciso cautela antes de acusar o prefeito de Porto Acre, Bené Damasceno, de desonesto, com base apenas na abertura de CPI na Câmara Municipal. O que se pode dizer é que a sua administração anda bamba de realizações, é só ir aos ramais, onde até trator de esteira atola.

UMA FORTE CONCORRENTE

Havendo um convite dentro de uma densidade partidária não tenho muita dúvida de que a ex-deputada Leila Galvão (PT) aceitaria disputar a prefeitura de Epitaciolândia, na eleição do próximo ano. Foi bem votada no município. E se entrar no jogo torna-se forte concorrente.

VOLTA EM 2020

Os nomes do PT que escaparam da enxurrada medíocre que foi o governo passado e que, por conseguinte, foi responsável pela maior derrota do partido no Acre, mesmo perdendo a eleição, foram o Angelim, Jorge Viana e Marcus Alexandre. Nenhum candidato em 2020.

JV CONTINUA PERIGOSO

Dentro do PT, Jorge Viana continua sendo o nome mais perigoso para a oposição em 2022, sendo como candidato a senador ou a governador. JV perdeu a eleição dentro de um contexto de burrice do seu partido de lançar dois candidatos e ser herdeiro do péssimo governo do irmão.

NÃO TRANSMITE SIMPATIA

O Coronel Ulisses Araújo (PSL), de posições firmes e um bom currículo profissional, e que já manifestou o desejo de disputar a prefeitura da capital no próximo ano precisa melhorar a sua postura na televisão, onde na última eleição, nos debates e entrevistas, não transmitiu simpatia e profundidade no que defendia. Mas a sua candidatura enriquecerá o pleito.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Na Reforma da Previdência fico com a opinião dos profissionais mais qualificados da área econômica brasileira, de que a aprovação é essencial para não afundar o Brasil e o país voltar a crescer, do que com os que pensam de forma politiqueira e ideológica, para assegurar os privilégios de uma elite existente nos poderes.

NOVAS REGRAS FORÇAM

As novas regras eleitorais com o fim das coligações proporcionais é que estão levando os partidos nanicos a terem candidatos a prefeito, como forma de assegurar palanque aos candidatos a vereadores. O PSC atentou para o novo momento e vai de Jamil Asfury à PMRB.

CASA DO SILÊNCIO

Não se fala nada nos gabinetes governamentais sobre a recomendação do MP de demitir os secretários com problemas jurídicos. E como passaram os 10 dias de prazo dados pelo MP para que a medida fosse efetivada e não se cumpriu, a dedução é de que ninguém será exonerado.

NOMES NA MIRA

Os secretários que estavam na mira do MP, eram Vagner Sales, James Gomes e Alércio Dias. Nenhum com qualquer obstáculo a que possam continuar no secretariado do governo.

NÃO FICARÁ FORA

A tendência natural do SOLIDARIEDADE e ter uma candidatura própria a prefeito de Epitaciolândia, até pelo fato da sua maior liderança, a deputada Vanda Denir (SD), ter sido bem votada no município. As eleições municipais são pólos formadores de base para 2022.

DILEMA POLÍTICO

Deputados como Antonia Sales (MDB) e Gerlen Diniz (PROGRESSISITAS), por virem de legislaturas em que sempre estiveram na linha de frente de cobrança aos governos petistas, agora na situação, ficam no dilema de evitar cobrar do novo governo o que sempre cobraram da tribuna do PT.

POSIÇÃO DE TRANQUILIDADE

O senador Petecão (PSD) participa da próxima campanha municipal numa posição privilegiada, pelo fato de ter ainda vários anos de mandato pela frente, a sua vaga não estará em disputa na eleição de 2022. Deverá trabalhar apenas para reforçar a bancada de vereadores do PSD.

OLHO ESBUGALHADO

Quem está de olho esbugalhado para 2022 é o vice-governador Major Rocha, que tem dito aos amigos que, numa eventual saída do Gladson para disputar o Senado, ele disputará o governo.

CASA MAL ASSOMBRADA

A sensação de quem chega ao DERACRE é de se deparar com casa mal assombrada. Prédio encardido, pintura descascando, um retrato fiel de como era a coisa na gestão passada. À noite, por certo, deve aparecer fantasma. Salva a SEOP, onde fica o secretário Thiago Caetano.

TUDO MUITO RÁPIDO

Na política você pode ir do patamar de humanista ao de um ser rancoroso, depende do que você se expressar. E depois que desaba na opinião pública e cola imagem de rancoroso, mesmo que jure aos pés do altar, jamais será considerado um humanista. É o preço amargo da palavra. As opiniões que escutei de figuras respeitáveis da sociedade, reforçam esta tese.

BOCA DE JACARÉ-AÇU

Aliados do governo reclamam de que o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISITAS) domina a quase totalidade dos cargos nas repartições estaduais de Sena Madureira, com a indicação de afilhados para as CECS. O comparam a um “jacaré-açu”, bocarra aberta, comendo e chorando.

FIEL AO DISCURSO

O secretário da Infraestrutura, Thiago Caetano, é fiel ao discurso da campanha de expurgo do PT, e que levou Gladson Cameli ao governo, se cercando de auxiliares que efetivamente estiveram na eleição pedindo votos para tirar o PT do poder. Coisa rara, neste governo!

NÃO APOSTEM NO SILÊNCIO

Quem tem visto o deputado Daniel Zen (PT) caladão na ALEAC, não aposte que será a sua tônica, este silêncio tem prazo de validade, quando o Gladson completar 100 dias à frente do governo. Zen é um dos quadros mais preparados do PT, ferino, ele domina a tribuna como poucos. Pode anotar: o Zen vai dar uma trabalheira quando abrir a comporta de cobranças.

BOM QUE ACONTEÇA

O debate entre oposição e base do governo é bom que aconteça, para não ficar um marasmo.

COMO É QUE É?

Quer dizer, deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISITAS), que o governo tem dinheiro? Por qual razão não pagar, então, os débitos do Hospital do Juruá, da empresa que prestou atendimento cardiológico, e tirar o Gladson Cameli do alvo do tiroteio por serviços de saúde mal prestados?

NOME FORTE

O ex-prefeito Marcus Alexandre não tem falado em política e de forma sábia. O momento é de recuo e ver como vai se comportar o governo Gladson. É um nome que ficará na geladeira do PT para ser tirado em 2022, para eventual disputa de um cargo majoritário ou Câmara Federal.

BOI DE PIRANHA

Acompanhei os bastidores da eleição. No meado da campanha, Marcus Alexandre já estava abandonado pelos seus padrinhos políticos. O Jorge Viana foi um dos poucos a ser leal até o fim.

BRANCA MENEZES

É um nome sempre lembrado pelas lideranças de Senador Guiomard, quando se trata da eleição do próximo ano para vir a ser candidata à prefeita do município. Um dos maiores defensores da sua candidatura é o vice-governador Major Rocha, tucano como a Branca.

LINHA DE FRENTE

As suas ações na defesa do governador Gladson Cameli mostram um afastamento político do grupo do Coronel Ulisses Araújo. Falo do advogado Valdir Perazzo, um liberal de convicção e uma figura respeitável.

CARTA MAIS POLÊMICA

O governador Gladson Cameli vai jogar na mesa a carta mais polêmica do início da sua administração, que é a decisão da terceirização das atividades do HUERB, unidade que só está lhe dando dor de cabeça e desgaste político até aqui. Se de fato a terceirização acontecer e vier uma empresa especializada em gestão hospitalar, a tendência é dos serviços de atendimento ao público melhorarem. Porque vai prevalecer o mérito, eficiência, em que o profissional da medicina receberá pelo que produzir. E haverá condições de dotar o HUERB de especialistas em todas as áreas. Em princípio, sou a favor de se buscar sempre a eficiência, o que pode acontecer deixando o comando à iniciativa privada e diminuindo o tamanho do Estado.

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