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Na troca da direção regional do DEM não houve traição como diz Bocalom

Luis Carlos Moreira Jorge

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Nesta troca da direção regional do DEM não houve traição e nem rasteira no ex-presidente Tião Bocalon, como este colocou. Houve um jogo que é natural da atividade política. Para se colocar a situação no patamar da verdade tem que se dizer que, as mudanças das direções no DEM foram fruto de uma decisão da Executiva Nacional, que resolveu nomear nas presidências dos Estados, os deputados federais. A posse do deputado Alan Rick (foto) no comando do partido, no Acre, seguiu este cronograma. Não foi um ato unilateral para tomar a sigla do Bocalon. No jogo político a prioridade dentro de uma agremiação política é sempre de quem tem mandato. Em Brasília, seja deputado federal ou senador é quem dá o tom. E o Bocalon não foi expulso do DEM, não permaneceu filiado porque não quer apoiar a candidatura do senador Gladson Cameli (PP) para o governo. Queria levar o partido para uma coligação que apoiaria o Coronel Ulisses. Que também é um direito seu. Não conseguiu e se rebelou.  A verdade cristalina dos fatos é exatamente esta. O ex-prefeito Tião Bocalon não pode atribuir ao Alan Rick sua saída, como político experiente sabe que na política quem mandato pesa.

DEVERÁ REFLUIR
As informações da coluna são as de que, o candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB), já refluiu na sua decisão de não apoiar o candidato Gladson Cameli (PP). O SOLIDARIEDADE, presidido pela esposa Márcia Bittar, emitiu uma NOTA de apoio à candidatura de Cameli, embora ela não tenha assinado. Mas está tudo como antes no quartel de Abrantes.

FORA DE FOCO
Apoiar a candidatura do Coronel Ulisses Araújo está fora do foco do candidato Márcio Bittar. Soube que ele ligou ao Ulisses para avisar da impossibilidade de uma aliança, um sinal de que vai manter a candidatura pelo MDB e apoiar Gladson Cameli (PP). Enfiu, agiu com a razão.

TRIO PARADA DURA
Durante os debates dentro do MDB para saber se o partido iria ou não retornar para a coligação que apóia a candidatura de Cameli, quem foi até o final defendendo o rompimento em definitivo foram os velhos militantes João Correia, Aldemir Lopes e Adalberto Ferreira.

FOI O QUE PESOU
O ex-prefeito Vagner Sales, deputada Eliane Sinhasique e o vereador Roberto Duarte foram pragmáticos ao explanar que, na coligação com o Coronel Ulisses Araújo, poderiam não eleger um Federal e teriam dificuldade em fazer deputados estaduais. Sairiam menor que entraram.

CANDIDATURA CONTINUA
O ex-prefeito Tião Bocalon é o mais revoltado com o desfecho. “Eu pensei que o MDB tinha palavra”, disparou. Reafirmou que a candidatura ao governo do Coronel Ulisses Araújo irá até o final e será sustentada pela coligação com o PSL (partido do Bolsonaro) e pelo PATRIOTAS.

PRINCIPAIS ENTRAVES
Os principais entraves à candidatura de Ulisses Araújo são a falta de tempo amplo no horário eleitoral e o fato de para Federal só terem o ex-prefeito Tião Bocalon de expressão. Também não tem chapa forte para estadual. Teria até julho para atrair candidatos às duas chapas.

CORRENDO CONTRA O TEMPO
A PMRB está utilizando 200 toneladas de asfalto por dia nas zonas urbana e rural de Rio Branco. Atualmente, nove equipes da EMURB trabalham na manutenção e recuperação da malha viária, com serviços de recapeamento asfáltico e tapa-buracos. O prefeito Marcus Alexandre quer chegar no próximo dia 6, quando deixa a prefeitura, com a máquina em ação.

ERA BALSA CERTA
O que motivou a volta mais rápida do candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB), foi que na coligação com o candidato Ulisses Araújo, não teria a mínima chance de se eleger. Era balsa!

NÃO É TOLO
Mesmo que a tendência de refluir em sua decisão aconteça, Márcio Bittar (MDB) sabe que ainda assim a sua candidatura encontrará barreiras em ter apóio de dirigentes partidários da coligação de Cameli.

ABANDONADOS NUMA CANOA SEM QUILHA E REMO
Quem deve ter pegado uma aula do que é a política real, com suas idas e vindas, artimanhas, blefes, foi o novel candidato ao governo Ulisses Araújo. Foi usado de todas as maneiras como moeda de troca e terminou ficando só com o velho Boca numa canoa sem remo e sem quilha.

NÃO TEM ALMOÇO GRÁTIS
Por ser estreante na política se dá um desconto para a ingenuidade do Coronel Ulisses Araújo em crer que o MDB viria para uma coligação em que o Glorioso do Dr. Ulisses Guimarães, correria o sério risco de não eleger um deputado federal e diminuir a bancada de estaduais. Na política, Ulisses, não tem almoço grátis. E em festa de velhos caciques índio novo não entra.

DANDO UM TEMPO NA POLÍTICA
Nesta guerra pessoal que o governador Tião Viana trava com funcionários da Saúde e os seus sindicatos ele não sairá perdendo, porque não será candidato a nada depois de dezembro deste ano. Fala-se que passará uma boa temporada nos EUA. Mas ninguém se engane que isso terá reflexo negativo na candidatura do prefeito Marcus Alexandre, que é visto como a ponte para a manutenção do atual sistema político que governa o Acre por 20 anos.

MUITA DIFICULDADE
Ao candidato ao governo Marcus Alexandre só cabe um caminho, descolar-se o máximo que puder da imagem do atual governo, que como toda administração longa tem sérios desgastes populares, do PT, como fez quando foi candidato á reeleição para a prefeitura da Capital.

OU INOVA OU SERÁ CANDIDATO Á BALSA
Se a estratégia de campanha ao governo do prefeito Marcus Alexandre for de que será uma continuidade do atual projeto do PT, não vier com uma nova roupagem e com um programa que tenha como vetor uma mudança do eixo econômico do Acre será um sério candidato à balsa que parte ao final de toda a eleição para Manacapuru. Esqueça o velho discurso do PT.

COLIGAÇÃO PESO PESADO
PP e MDB voltarão a discutir uma coligação para deputado estadual, depois do fim da guerra entre ambos. Teríamos nesta chapa José Bestene, Gehlen Diniz, Wendy Lima,  Nicolau Junior, Eliane Sinhasique, Meiri Serafim, Roberto Duarte e Vagner Sales. Uma coligação peso pesado.

UM NOME EM ALTA
Um dos nomes mais em alta dentro do PT é o do deputado Daniel Zen (PT), em quem o partido fará um investimento político para que seja eleito com uma grande votação e fique como um trunfo para disputar a prefeitura de Rio Branco na eleição de 2020. Zen faz um bom mandato.

COMPLETAMENTE DESOLADO
Quem esteve presente na reunião do MDB da qual o candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB), participou, revelou que ele apresentava um ar de abatimento e de completo desolamento com a decisão de voltar o apóio à candidatura de Gladson Cameli (PP). O retorno no fundo foi uma derrota na briga que trava com o deputado federal Major Rocha (PSDB), escolhido vice contra a sua vontade. Na política se ganha ou se perde, sempre será assim.

EVITANDO A NOITE
O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) revela que as pessoas estão com medo de sair à noite em Cruzeiro do Sul, tão grande é o número de assaltos. Até o comércio fecha as portas mais cedo.

EX-CIDADE PACATA
E a pensar que há pouco tempo, Cruzeiro do Sul era uma das cidades mais pacatas do Acre.

PODEM SE PREPARAR
Os candidatos mais fortes ao governo, o prefeito Marcus Alexandre (PT) e o senador Gladson Cameli (PP) podem preparar seus advogados para muitas ações, porque esta será uma eleição de notícias falsas nas redes sociais, queimando as duas candidaturas. Começou o ensaio.

O ESPIRITUAL E O MUNDANO
O governador Tião Viana postou que, está mais dedicado ao espiritualismo. Cuidar do lado espiritual é sempre bom e leve. Mas é bom lembrar: sua sucessão será decidida no mundano.

MULHERES DO PT
Tamillys Silva, Leila Galvão, Francisca da Bonal e Marisa Diniz são as mulheres do PT com candidaturas confirmadas até aqui para disputar vagas de deputadas estaduais. E Nazaré Araújo e Márcia Regina candidatas á primeira suplência do Senado de Jorge Viana (PT) e Ney Amorim (PT), respectivamente. Pode-se ter críticas ao governo do PT, mas como partido é extremamente organizado. Está com a campanha majoritária toda traçada, é só executar.

FOI TUDO UM GRANDE BLEFE
Quando surgiu o primeiro manifesto do MDB em repúdio à candidatura da jornalista Mara Rocha (PSDB) para a vice-governadora na chapa do PP e com ameaças de um rompimento com a candidatura a governador do senador Gladson Cameli (PP), eu  escrevi que era um “blefe de truco” – aquele jogo em que os jogadores gritam para enganar os concorrentes. Quando veio o segundo rompimento do MDB pela não indicação do Coronel Ulisses Araújo de vice de Cameli, e a confirmação do deputado federal Major Rocha (PSD) como vice, escrevi novamente que era “outro blefe de truco”. O MDB voltou para a coligação do Cameli. Confirma-se assim o que escrevi nesta coluna. Assim é a política e os políticos. Conheço os índios desta taba há décadas.

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