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Gladson diz que Major Rocha foi escolhido pela maioria e revela conversa com Ulysses

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O pré-candidato ao governo do Estado do Acre, Gladson Cameli (PP), disse que Major Rocha (PSDB) foi uma escolha da ampla maioria dos partidos de oposição.

Ele repetiu por várias vezes durante o evento, nesta quinta-feira, 15, no Hotel Pinheiro, em Rio Branco, que marcou o lançamento da pré-candidatura do tucano como seu vice, que fez o que pôde para juntar toda a oposição em torno do projeto que ele encabeça, apesar do descontentamento do MDB e do DEM, partidos contrariados com a indicação do nome do Major Rocha.

Gladson elogiou o tucano. Lembrou que o trabalho e dedicação de Rocha o credenciam para compor a chapa majoritária da oposição.

“É o seu trabalho, dedicação e defesa pelo Estado. É uma escolha da maioria dos partidos. Todos o prazos e acordos foram cumpridos. Eu garanto para vocês que comigo e o Rocha a palavra perseguição vai deixar de existir no Acre a partir de 1º de janeiro de 2019.”

O progressista também falou sobre o Coronel Ulysses, que chegou a ser cotado para ser seu vice.
“Eu conversei com o Coronel Ulysses, mas essa foi a escolha da maioria. E eu quero mais uma vez aqui convidar o Coronel Ulysses para fazer parte do projeto que é tirar o PT do poder.”

“MDB é um partido inteligente, é um partido importante”

A ausência do MDB no evento da oposição foi sentida. Perguntado sobre o não comparecimento dos emedebistas , Gladson Cameli disse que é “natural que sempre haja descontentamento. O meu único propósito é a unidade. Dialogamos com todos os partidos. O prazo foi dado e venceu. O MDB é um partido inteligente, é um partido muito importante. O deputado federal Flaviano Melo sabe do meu respeito e do meu carinho que eu sempre demonstrei, e as portas estão abertas até porque o MDB está contemplado na disputa para o Senado”, afirmou.

O MDB deu uma clara demonstração de insatisfação com a escolha de Major Rocha. Nem Flaviano nem Jéssica Sales tampouco Márcio Bittar ou Vagner Sales compareceram ao evento comandado por Gladson Cameli. Alguns dos dirigentes emedebistas passaram a tarde na sede do partido, na avenida Antônio da Rocha Viana, reunidos.

Nos últimos dias, o MDB tentou mediar um flerte entre Ulysses e Gladson, mas Rocha foi a pedra no caminho do MDB e do Coronel.

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Bar do Célio pega fogo em Rio Branco

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Um estabelecimento comercial localizado no bairro Floresta, em Rio Branco, sofreu um incêndio de grandes proporções na madrugada dessa terça-feira (19). Para conter o fogo, foi necessária uma atuação conjunta do 3° e do 1° Batalhão do Corpo de Bombeiros.

“Trata-se de um local com alta carga de incêndio, havia muito material armazenado (plástico, madeira, bebida alcoólica, vários freezers, etc.)”, disse o Major dos Bombeiros, Cláudio Falcão.

Segundo informações da equipe, a atuação efetiva das guarnições evitou que o incêndio aumentasse suas proporções, evitando também que se propagasse para o estabelecimento ao lado.

Na rua em que ocorreu o incêndio, funcionam pelo menos sete estabelecimentos comerciais do mesmo ramo (bar e alimentício). As causas do incêndio ainda não foram identificadas, mas o caso está sendo apurado.

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Destaque 2

Gladson já estuda fazer reforma administrativa: “não está vendo resultados!”

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O governador Gladson Cameli voltou para o Acre e está disposto, segundo assessores, a fazer mudanças na equipe que colocou para cuidar do estado ao lado dele desde 1º de janeiro. Cameli não está satisfeito com os resultados das pastas e quer “retomar” o comando do governo após as várias viagens que fez.

Segundo um assessor palaciano, o governador ficou estressado com as críticas de que por conta das viagens perdeu “voz e voto” dentro do Palácio Rio Branco. De tanto “determinar”, o governador agora vai exonerar aqueles que não obedecem às ordens dadas por ele. Cameli quer resultados, e rápido.

“O chefe não está feliz com tanto protesto, tanta crítica, tanta reclamação. E o pior é que nem a imprensa consegue mostrar as coisas que estão dando certo, porque isso não sai do governo, não sai das secretarias. O Gladson não tem muita paciência, não bate muita cabeça. Ele quer mexer e já está estudando isso desde Brasília”, revela a fonte.

Um dos problemas que mais tem deixado Gladson estressado é a questão dos professores que já foram várias vezes à frente da Casa Civil fazer protesto. Com a imagem da gestão desgastada, Cameli tomou a frente há duas semanas, e mandou que todos os professores foram contratados sem a exigência de uma declaração até então exigida pela pasta.

“O Gladson não está vendo resultado em muitas áreas. Essa é a verdade! O Ribamar não está conseguindo articular tudo, é problema na Fazenda, é problema sem solução na Educação, risco de rebelião no presídio, e ainda tem a saúde que vai de mal a pior. Ele levou o Alysson em Brasília para articular saídas, e parece que estão conseguindo. Mas ele quer ação, e já!”, completa o assessor palaciano.

No sábado, dia 16, o governador Gladson Cameli exonerou o então porta-voz do Palácio Rio Branco, Rogério Wenceslau alegando as primeiras adequações no âmbito da Secretaria de Comunicação. Nesta segunda-feira, dia 18, Cameli cumpre agenda interna com equipe de governo para alinhar ações.

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