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Rio Branco FC anuncia promoção de ingressos para jogo na Copa Verde

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O Rio Branco FC quer o apoio e a presença da torcida no jogo de volta pelas quartas de final da Copa Verde, marcado para o próximo domingo (18), na Arena da Floresta.

A diretoria do “Mais Querido”, lançou uma promoção para a partida contra o Manaus, que pode levar o primeiro campeão do Norte a inédita semi final da competição.

Para atrair o torcedor, a diretoria do clube definiu o preços do ingressos e fixou preços promocionais: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), mesmos valores praticados no estadual.

Na semana passada, em Manaus, o clube amazonense, mandante da partida, vendeu os ingressos por R$ 30,00.

Com foco na sustentabilidade, a Copa Verde promove em alguns jogos a troca de ingressos por garrafas pet e latinhas, como aconteceu em Manaus.

Para a partida em Rio Branco, a organização do torneio não vai disponibilizar essa ferramenta. O gestor de futebol do Estrelão, Carlinhos Farias, disse que até agora o clube não foi informado sobre essa possibilidade.

O Rio Branco FC joga com a vantagem do empate sem gols para avançar á próxima fase, porque empatou em 1 x 1 no jogo de ida. Os manauaras precisam vencer por qualquer placar ou empatar por dois ou mais gols para ficarem com a vaga.

Serviço:
Rio Branco x Manaus
Copa Verde- quarta de final

Pontos de venda:
Estádio José de Melo
Supermercados Araújo

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Cotidiano

Acre e mais 17 Estados querem que Jair Bolsonaro aceite Acordo de Paris

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Representantes de órgãos ambientais e secretarias estaduais do Meio Ambiente que participam da COP-24 do Clima, na Polônia, aprovaram nesta quinta-feira (13), uma carta ao presidente eleito Jair Bolsonaro pedindo que ele mantenha o compromisso brasileiro com o Acordo de Paris.

Defendendo que o Acordo de Paris “não fere nossa soberania”, o texto traz argumentos econômicos para a permanência do país no compromisso, como a modernização da indústria com tecnologias limpas e o incentivo ao “negócio florestal”, que, segundo a carta, “poderá ser alavancado na recuperação de florestas, criando novas oportunidades e geração de emprego no campo, além da proteção dos nossos mananciais hídricos que as elas proporcionam”.

A mobilização é inspirada na reação americana à saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris. O texto assinado pelos órgãos ambientais brasileiros é uma tradução fiel à carta enviada a Trump em 2017 pelos presidentes de 30 grandes empresas americanas, como Coca-Cola, Goldman Sachs, Unilever e Proctor & Gamble.

As críticas de Bolsonaro ao documento também são ‘traduções’ semelhantes ao discurso de Trump, que já falava em suposta ameaça à soberania do país pelo acordo climático durante a campanha que o levaria à presidência em 2016.

Desde que confirmou o anúncio de saída do acordo, Trump tem recebido respostas contrárias à sua decisão por parte de dez estados americanos, 280 cidades ou distritos, 2.160 negócios e 347 universidades – todos afirmando que o país segue engajado com as metas climáticas. O movimento We Are Still In (“ainda estamos dentro”, em tradução livre) tem trazido uma delegação alternativa às COPs do Clima, com pavilhão próprio para suas atividades durante a conferência.

Segundo relatório do World Resources Institute (WRI), o engajamento de empresas e governos locais nos Estados Unidos deve garantir o cumprimento de dois terços da meta americana no Acordo de Paris. O país já reduziu 12% das suas emissões de gases-estufa entre 2005 a 2016 e a redução pode chegar a 17% até 2025, mesmo sem o engajamento do governo federal. A proposta do país, no entanto, era de reduzir pelo menos 26% das emissões.

A estratégia de fortalecer o compromisso dos governos locais em caso de o país deixar o acordo climático tem sido aventada pela delegação brasileira ao longo da COP-24.

A representante do Conselho Empresarial Brasileiro (CEBDS) para o Desenvolvimento Sustentável, Ana Carolina Szklo, também afirmou na conferência que as empresas do grupo – incluindo multinacionais como Santander, Braskem, Shell, Natura e Votorantim – também devem manter suas ações climáticas.

Ao longo do ano, o CEBDS tentava convencer o Ministério da Fazenda de Temer sobre a regulamentação do mercado de carbono no país. Agora, tenta uma reunião com a equipe de transição para manter a agenda no governo Bolsonaro.

Por outro lado, uma imitação da reação americana pode ser limitada, conforme alertam ambientalistas brasileiros em resposta às questões da comunidade internacional na COP-24.

“No Brasil o poder é muito mais centralizado no governo federal, principalmente para ações de controle ambiental, onde o Brasil tem grande potencial de reduzir suas emissões”, lembra André Guimarães, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

Até o momento desta publicação, a carta foi assinada por órgãos ambientais de dezoito estados brasileiros: Espírito Santo, São Paulo, Amapá, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Amazonas, Mato Grosso, Paraíba, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Tocantins, Alagoas, Paraná, Rio Grande do Sul, Piauí e Acre. A articulação do documento é da Abema, Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente.

O presidente da associação, Aladim Cerqueira, afirma que os estados têm grande oportunidade de receber incentivos financeiros com o Acordo de Paris para conciliar preservação florestal e produção agropecuária. “Os estados têm tido mais sucesso [que o governo federal] em promover essa conciliação; por isso recebemos, por exemplo, repasses do Fundo Amazônia”, argumentou em reunião do grupo na COP-24.

De volta da Polônia no final da semana, o presidente da Abema quer entregar o documento à equipe de transição do governo federal, em Brasília.

Com informações da Folha de São Paulo.

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Cotidiano

Terceirizados do Instituto Socioeducativo estão há dois meses sem receber salários

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Os trabalhadores terceirizados da empresa Tecnews, que presta serviço ao Instituto Socioeducativo do Acre (ISE), estão há dois meses sem receber seus salários. De acordo com o apurado pelo ac24horas, a empresa não vem recebendo os repasses do Instituto e portanto não tem como honrar os compromissos com os trabalhadores que atuam na área de serviços gerais, manutenção e administrativo.

Procurado pela reportagem, o diretor-presidente do ISE, Rafael Almeida, confirmou que de fato existe a dívida, mas que o órgão vive apenas de repasses do governo estadual e espera que até semana que vem todas as dívidas com terceirizados sejam quitadas.

De acordo com levantamento, são cerca de 60 funcionários terceirizados que prestam serviços ao ISE. A dívida, segunda a direção do ISE, chega a R$ 430 mil, acumulando os dois meses de atraso, porém a diretor do Instituto afirma que quando a empresa assinou o contrato, ela se responsabiliza de ter um aporte financeiro para manter por conta até três meses de salários, o que não vem ocorrendo.

Os trabalhadores alegam ao ac24horas que desde o início do ano os salários vem atrasando.

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Cotidiano

Sede e setores administrativos da Saúde voltam a funcionar em horário normal

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A Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) anunciou nesta quinta-feira, 13, a revogação da portaria nº 2.034, de 8 de novembro de 2018, que estabelecia expediente corrido de 6 horas na sede da Sesacre e em outros setores administrativos.

A volta do antigo horário vigora já a partir desta sexta-feira, 14. Rui Arruda, secretário de Saúde, explica a volta do horário em dois períodos.

“Estamos em uma reta final de gestão e é crescente a demanda de serviços administrativos para que possamos passar todos os dados e relatórios ao próximo secretário. Por isso, a necessidade da volta ao horário normal de trabalho.”

Com a revogação da portaria, voltam a funcionar em dois períodos os seguintes órgãos da saúde estadual:

* Sesacre (sede) – Rua Benjamin Constant, nº 830, Centro;

* Complexo Logístico – Estrada do Aviário, nº 526, Bairro do Aviário;

* Gestão Documental – Av. Ceará, nº 4.576, Conjunto Tangará;

* Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAFI) – Av. Ceará, nº 5.082, Conjunto Tangará e Av. Getúlio Vargas, Travessa Hemoacre, nº 132, Bairro Bosque;

* PNI – Av. Getúlio Vargas, Travessa Hemoacre, nº 132, Bairro Bosque;

* Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) – Av. Getúlio Vargas, s/n, Travessa da Maternidade, Bairro
Centro;

* Departamento de Apoio e Diagnóstico – Rua dos Engenheiros, nº 20, Bairro Tangará e

* Complexo Regulador Regional – Rua Leopoldo Bulhões, n° 2016, Bairro do Alumínio, Cruzeiro do Sul.

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