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Eduardo Farias apresenta Moção de Pesar pela morte de Tião Pequeno

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O líder do prefeito de Rio Branco, vereador Eduardo Farias (PC do B), apresentou, durante sessão nesta terça-feira, 13, Moção de Pesar pelo falecimento do radialista Tião Pequeno.

O radialista morreu no sábado passado. Vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), no início de março, Tião estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) desde o dia 02.

“Alguém que tem uma vida inteira como comunicador da radiodifusão, um locutor popular, além de um cantor da noite.”

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Cotidiano

Ação Civil Pública pode ser protocolada para apurar má prestação de serviço da VIVO

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Uma Ação Civil Pública pode ser protocolada nos próximos dias para apurar a má prestação de serviços de telefone e internet da Operadora Vivo no município de Acrelândia, cidade distante cerca de 150 km da capital Rio Branco. Uma portaria foi publicada na edição desta sexta-feira, 14, do Diário Eletrônico do Ministério Público Estadual, instaurando procedimento preparatório, assinada pelo promotor substituto, Thiago Marques Salomão.

A publicação destaca que os serviços de Telefonia e Internet oferecidos pela Operadora Vivo na cidade indicam notória deficiência na qualidade da prestação de serviços em afronta aos princípios regentes do Código de Defesa do Consumidor.

O procedimento visa elucidar os motivos da má qualidade da prestação de serviços de telefonia pela operadora VIVO, no município de Acrelândia/AC, com vistas a subsidiar decisão do MP quanto à necessidade de ajuizamento de ação civil pública em face da empresa.

O promotor ainda despacha que busca uma reunião com representantes da Vivo e os vereadores da cidade para relatar o caso.

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Cotidiano

Atlético Acreano vai percorrer 63 mil quilômetros para jogar a série C em 2019

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Será longa e exaustiva temporada do Atlético Acreano na série C de 2019. A CBF definiu ontem os dois grupos da competição e colocou o time do Acre em um grupo onde os deslocamentos com viagens serão um adversário a mais para o Galo do acreano.

O Atlético Acreano ficou no grupo B, junto com os paraenses Remo e Paysandu, os mineiros Tombense e Boa Esporte, o Carioca Volta Redonda, mato grossense Luverdense e os gaúchos Juventude, Ypiranga e São José.

Com três times do Rio Grande do Sul como adversários, o Atlético terá que cruzar o país seis vezes, ida e volta para jogar contra os gaúchos.

A posição geográfica do Acre no mapa do futebol não favorece o representante acreano, e vai impor ao Galo carijó, uma maratona de viagens que costumam maltratar os jogadores.

Enquanto cada time gaúcho virá ao Acre apenas uma vez na primeira fase, o Atlético fará a mesma viagem seis vezes, contando ida e volta.

O presidente do clube, Elisson Azevedo, comentou sobre o assunto e disse que vai organizar com seus diretores, uma logística menos desgastante, mas adiantou que em parte, gostou do grupo do Galo.

“Olha, na questão desse roteiro acho até que ficou melhor porque ano que vem serão vôos praticamente diretos. Ir jogar no nordeste, como foi esse ano é complicado. Tivemos que encarar longas viagens de ônibus. Teve situação que chegamos no local da partida no mesmo dia do jogo e isso impõe um desgaste pesado ao jogador”, observou.

O dirigente falou ainda que deve participar de uma reunião na CBF e expor a preocupação com a logística nos deslocamentos durante a competição.

“As viagens são um adversário a mais. Em 2019 tudo vai depender da nossa malha aérea. Vou colocar esse cenário para a CBF e aguardar que encontrem uma maneira de amenizar essa situação”, finalizou.

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Cotidiano

Acre e mais 17 Estados querem que Jair Bolsonaro aceite Acordo de Paris

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Representantes de órgãos ambientais e secretarias estaduais do Meio Ambiente que participam da COP-24 do Clima, na Polônia, aprovaram nesta quinta-feira (13), uma carta ao presidente eleito Jair Bolsonaro pedindo que ele mantenha o compromisso brasileiro com o Acordo de Paris.

Defendendo que o Acordo de Paris “não fere nossa soberania”, o texto traz argumentos econômicos para a permanência do país no compromisso, como a modernização da indústria com tecnologias limpas e o incentivo ao “negócio florestal”, que, segundo a carta, “poderá ser alavancado na recuperação de florestas, criando novas oportunidades e geração de emprego no campo, além da proteção dos nossos mananciais hídricos que as elas proporcionam”.

A mobilização é inspirada na reação americana à saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris. O texto assinado pelos órgãos ambientais brasileiros é uma tradução fiel à carta enviada a Trump em 2017 pelos presidentes de 30 grandes empresas americanas, como Coca-Cola, Goldman Sachs, Unilever e Proctor & Gamble.

As críticas de Bolsonaro ao documento também são ‘traduções’ semelhantes ao discurso de Trump, que já falava em suposta ameaça à soberania do país pelo acordo climático durante a campanha que o levaria à presidência em 2016.

Desde que confirmou o anúncio de saída do acordo, Trump tem recebido respostas contrárias à sua decisão por parte de dez estados americanos, 280 cidades ou distritos, 2.160 negócios e 347 universidades – todos afirmando que o país segue engajado com as metas climáticas. O movimento We Are Still In (“ainda estamos dentro”, em tradução livre) tem trazido uma delegação alternativa às COPs do Clima, com pavilhão próprio para suas atividades durante a conferência.

Segundo relatório do World Resources Institute (WRI), o engajamento de empresas e governos locais nos Estados Unidos deve garantir o cumprimento de dois terços da meta americana no Acordo de Paris. O país já reduziu 12% das suas emissões de gases-estufa entre 2005 a 2016 e a redução pode chegar a 17% até 2025, mesmo sem o engajamento do governo federal. A proposta do país, no entanto, era de reduzir pelo menos 26% das emissões.

A estratégia de fortalecer o compromisso dos governos locais em caso de o país deixar o acordo climático tem sido aventada pela delegação brasileira ao longo da COP-24.

A representante do Conselho Empresarial Brasileiro (CEBDS) para o Desenvolvimento Sustentável, Ana Carolina Szklo, também afirmou na conferência que as empresas do grupo – incluindo multinacionais como Santander, Braskem, Shell, Natura e Votorantim – também devem manter suas ações climáticas.

Ao longo do ano, o CEBDS tentava convencer o Ministério da Fazenda de Temer sobre a regulamentação do mercado de carbono no país. Agora, tenta uma reunião com a equipe de transição para manter a agenda no governo Bolsonaro.

Por outro lado, uma imitação da reação americana pode ser limitada, conforme alertam ambientalistas brasileiros em resposta às questões da comunidade internacional na COP-24.

“No Brasil o poder é muito mais centralizado no governo federal, principalmente para ações de controle ambiental, onde o Brasil tem grande potencial de reduzir suas emissões”, lembra André Guimarães, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

Até o momento desta publicação, a carta foi assinada por órgãos ambientais de dezoito estados brasileiros: Espírito Santo, São Paulo, Amapá, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Amazonas, Mato Grosso, Paraíba, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Tocantins, Alagoas, Paraná, Rio Grande do Sul, Piauí e Acre. A articulação do documento é da Abema, Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente.

O presidente da associação, Aladim Cerqueira, afirma que os estados têm grande oportunidade de receber incentivos financeiros com o Acordo de Paris para conciliar preservação florestal e produção agropecuária. “Os estados têm tido mais sucesso [que o governo federal] em promover essa conciliação; por isso recebemos, por exemplo, repasses do Fundo Amazônia”, argumentou em reunião do grupo na COP-24.

De volta da Polônia no final da semana, o presidente da Abema quer entregar o documento à equipe de transição do governo federal, em Brasília.

Com informações da Folha de São Paulo.

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