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Com sessão vazia na Câmara, Manoel Machado e Chicão Brígido são “atrações” políticas

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A sessão desta terça-feira, 13, na Câmara de Vereadores de Rio Branco, por pouco não foi realizada por falta de quórum. Apenas nove dos 17 vereadores da Casa comparecem à sessão. Oito estão viajando. Os debates desta terça ocorrem com quórum mínimo. A sessão chegou a ser suspensa após três discursos na tribuna. Chama a atenção a ausência em peso da oposição.

Os vereadores viajantes estão em agendas diversas. Alguns participam de congressos partidários, outros de agendas em Brasília e curso de capacitação.

Viajaram os vereadores Lene Petecão, Emerson Jarude, N. Lima, Roberto Duarte, Artemio Costa, Raimundo Neném, Manoel Marcos, Célio Gadelha, Elzinha Mendonça.

Parlamento na galeria

Na ausência dos oito parlamentares, uma figura política folclórica acabou chamando a atenção ao comparecer na galeria da Casa: o ex-deputado estadual Manoel Machado, que já presidiu a Assembleia Legislativa do Acre.

O ex-deputado costuma, vez por outra, acompanhar as sessões na Casa. Bastante tímido e de um estilo simples, desacostumado com a benesses do poder, Machado passou horas conversando sobre política com o também ex-deputado Chicão Brígido, que atualmente compõe a equipe de assessoria institucional e política do prefeito Marcus Viana, e acompanha as sessões da Câmara.

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Acre

Ciro Gomes diz que pretende aplicar política tributária ‘mais simples’

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O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, disse nesta terça-feira (25) que, se eleito, pretende aplicar uma política tributária “mais simples”, com menor taxação do consumo dos mais pobres. Ele também defendeu juros mais baratos para capital de giro.

Ciro fez campanha em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele caminhou por ruas da cidade ao lado de aliados políticos, cumprimentou eleitores e tirou fotos.

“A política econômica estúpida fechou 220 mil lojas. A gente que um política tributária mais simples, com menos incidência sobre o consumo dos mais pobres e capital de giro a juros mais baixos. Essa mesma política estupida fechou 13 mil indústrias no país”, disse Ciro.

Ele também falou sobre medidas que pretende adotar na área de segurança pública. Ciro afirmou que vai investir em inteligência policial para combater o crime organizado.

“Nós vamos infiltrar a inteligência policial, a espionagem nas organizações criminosas e facções criminosas. Vamos mapear o caminho do dinheiro, expropriar esse dinheiro, vamos interceptar comunicações”, explicou.

Disputa eleitoral
O candidato foi questionado por jornalistas que acompanharam o ato sobre a estratégia para a reta final de campanha. Na pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (24), Ciro aparece em terceiro lugar, coom 11% das intenções de voto, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que tem 28% e de Fernando Haddad (PT), com 22%.

“A campanha está em aberto. E não entrei em campanha porque era favorito. Entrei porque era a chance de mudar”, disse Ciro.

“É isso que estamos fazendo: trabalhando. Temos aí mais dez dias pela frente para pedir ao povo para pensar. Pesquisa é um retrato do momento. Será que o Brasil aguenta projetar a crise de 2014, que nos atinge até agora, mais para a frente?”, completou o candidato.

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Acre

Objetivo é só atrapalhar, diz Alckmin sobre investigação do MP

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O candidato do PSDB à Presidência da República nas eleições 2018, Geraldo Alckmin, criticou a abertura de um inquérito por parte do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para investigar supostas irregularidades em decretos assinados quando era governador do Estado e que poderiam ter beneficiado um sobrinho de sua esposa.

“O objetivo é só atrapalhar mesmo (a campanha eleitoral), é absolutamente irresponsável”, disse o tucano em entrevista concedida na manhã desta terça-feira à rádio Gaúcha. “Nós fizemos obras no Estado inteiro, estamos duplicando uma rodovia e tivemos 130 propriedades desapropriadas. Nunca soube quem eram os proprietários até que vejo uma matéria na imprensa falando que um sobrinho da minha mulher (foi beneficiado). Só que não tem sobrinho nenhum, mas a ex-esposa desse sobrinho, cuja família tinha propriedade lá. Eles eram casados em regime de separação total de bens e hoje não são mais”, rebateu o ex-governador.

A denúncia, oferecida ontem pelo promotor Marcelo Camargo Milani foi aberta após ao jornal Folha de S. Paulo mostrar dois decretos assinados pelo tucano em 2013 e 2014 que culminaram na desapropriação de imóveis de Othon Cesar Ribeiro, sobrinho de Alckmin, e sua esposa à época, Juliana Fachada. As ações, que fazem parte da construção de uma estrada na região de São Roque, no interior do Estado, teriam rendido uma indenização de ao menos R$ 3,8 milhões.

Othon é filho de Adhemar Ribeiro, irmão da ex-primeira-dama. Adhemar é citado em delações da Odebrecht como arrecadador de caixa dois para campanhas do tucano em 2010 e 2014.

“Não é governo que paga, é a concessionária, e quem estabelece valor é a Justiça”, completou Alckmin.

Na entrevista, Alckmin voltou a atacar Jair Bolsonaro e apelar para a estratégia do voto útil contra o PT. “Tem eleitores que, como não querem a volta do PT, têm medo, olham a pesquisa veem que Bolsonaro está na frente e vão de Bolsonaro. Só que é o contrário, Bolsonaro é a maneira mais rápida de trazer o PT de volta”, explicou. “É preciso olhar o segundo turno, no 1º, o eleitor escolhe, no 2º o eleitor rejeita e Bolsonaro tem a maior rejeição, perde para todos no segundo turno”, disse, referindo-se à pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada ontem.

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Acre

Bolsonaro cresce nas intenções de voto de antipetistas, revela Ibope

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A mais recente pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, divulgada nesta segunda, 24, revelou que o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) parou de crescer – se estabilizou com 28% das intenções de voto. Mas há um segmento específico do eleitorado no qual ele continua avançando: o dos antipetistas. Entre os brasileiros que não votariam no PT de jeito nenhum – grupo formado por três em cada 10 eleitores –, Bolsonaro cresceu 18 pontos porcentuais desde que foi alvo de uma facada, em 6 de setembro, quando fazia campanha em Juiz de Fora.

O candidato do PSL tem agora 59% das intenções de voto entre os antipetistas – a taxa era de 41% no dia 5 (véspera do atentado) e de 53% no dia 11. Nesse período, ao mesmo tempo em que Bolsonaro subia 18 pontos, a soma das taxas dos adversários caía 11 pontos. Ou seja, os antipetistas cerraram fileiras em torno do candidato do PSL.

Com isso, o PSDB, que por mais de 25 anos polarizou a política nacional com o PT, perdeu na atual campanha o papel de protagonista no eleitorado avesso ao partido de Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os antipetistas, o tucano Geraldo Alckmin tem apenas 10% dos votos, o equivalente a um sexto da taxa de Bolsonaro.

Para medir o eleitorado antipetista e averiguar sua composição social, o Ibope perguntou aos eleitores: “Em qual desses partidos políticos o(a) senhor(a) não votaria de jeito nenhum?” Com 30%, o PT ficou em primeiro lugar no quesito rejeição, com larga margem sobre o segundo colocado, o PSDB (8%).

Os dados da mais recente pesquisa Ibope foram coletados entre os dias 22 e 23 de setembro. Foram entrevistadas 2.506 pessoas em 178 municípios. A margem de erro estimada é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que há 95% de chance de os resultados refletirem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi contratada pelo Estado e pela TV Globo. O registro no Tribunal Superior Eleitoral foi feito sob o protocolo BR‐06630/2018.

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