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Por da falta de reagentes, doação de rins atrasa no Acre

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Dois transplantes de rins não foram realizados nesta segunda-feira, 12, no Pronto Socorro de Rio Branco por falta de reagente, produto usado nos testes de compatibilidade. A denúncia é do presidente da Associação dos Pacientes Renais Crônicos e Transplantados Renais do Acre (Apartac), Vanderli Ferreira.

“Temos dois rins doados por uma família e não vai ser transplantado em duas pessoas porque não tem reagente para fazer o exame de dosagem de Tacrolimo. É um exame pra medir a quantidade de sangue no sangue do paciente. Sem exame não é identificado fazer o transplante.”

Por causa da falta dos reagentes, segundo Vanderli Ferreira, os médicos se recusam a realizar os transplantes. O presidente da Associação dos Pacientes Renais informa que outros pacientes correm riscos devido a falta do medicamento.

“Os transplantados estão correndo riscos de perder o rins transplantados porque está faltando exame também. É um problema seríssimo que nós temos com os pacientes renais crônicos.”

O secretário de Saúde, Gemil Júnior, e o diretor-geral do Pronto Socorro, Fabrício Lemos, informaram que os reagentes são de responsabilidade do Hospital das Clínicas do Acre. Por telefone, a superintendente do HC, Juliana Quinteiro, informou que os reagentes já chegaram.

“Já chegou esse reagente. O paciente de hoje que está doando um fígado, ele só tinha um rim, ele nasceu com um rim só, e o outro foi avaliado ontem à noite e estava cheio de cálculo. Não tinha como fazer o transplante. E os rins passado, que faz mais ou menos dois meses, foi feito dois transplantes, o paciente recebeu alta. Esse negócio do reagente já tem um tempo. Já chegou o reagente, uma quantidade de reagente pra gente trabalhar.”

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Provas apresentadas por Bruno Borges não são válidas

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A juíza Thaís Khalil, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, movimentou mais uma vez o polêmico processo em que o ex-amigo do estudante Bruno Borges, Marcio Gaiote, tenta na justiça obter porcentagem das vendas dos 14 livros batizados de “Projeto Enzo”, iniciativa que provocou comoção nacional após o sumiço por 4 meses em 2017 e reaparecimento misterioso de Bruno, batizado pela grande mídia de “O Menino do Acre”.

Ao analisar o caso, a magistrada decidiu que os comprovantes apresentados pela Defesa de Bruno Borges não são válidos como provas. “Em verdade, a verificação e constatação se as contas apresentadas preenchem os requisitos legais, poderá ser analisada por expert, caso o Juízo entenda necessário, como, aliás, o autor postulou, pois as contas devem ser apresentadas com lançamentos em ordem cronológica, créditos e débitos, acompanhada da respectiva individuação e clareza, com seus respectivos históricos e comprovantes. Todavia, já é possível constatar que as planilhas apresentadas não estão adequadas à previsão legal, não se fazendo necessário a perícia requerida pela parte”, pontua Khalil.

A juíza argumenta que Bruno, no prazo legal, não prestou as contas devidas de forma satisfatória, pois como determinado em decisão anterior, deveria ter demonstrado a regularidade da prestação das contas, na forma mercantil. Além disso, não demonstrou, por documentos claros, a comprovação das receitas e despesas relativas ao período. Ela ainda dá prazo de 15 dias para que as partes, tanto Bruno quanto o Márcio, se manifestem no processo.

O “menino do Acre”, Bruno Borges, foi processado pelo então amigo por não ter dividido o dinheiro que supostamente teria recebido com a venda dos livros por ele assinados. Márcio Gaiote é um dos beneficiários das vendas dos livros, de acordo com um contrato assinado antes do sumiço de Bruno. Pelas normas do contrato assinado por ambos, Gaiote receberia 4% do lucro bruto das vendas, tudo depositado em conta bancária, após prestação de contas mensal. Mas isso nunca aconteceu, e, claro, Márcio não perdeu tempo e foi à Justiça. Bruno alega que o livro não teve lucro, pois todos os custos foram bancadas por sua família.

Os advogados de Márcio pediram à 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, que as contas das editoras Saraiva e Arte e Vida tenham os valores devidos bloqueados pelo Banco Central, garantindo assim que o cúmplice de Bruno Borges possa receber o que lhe é de direito. Apenas no primeiro mês de vendas, o “menino do Acre” pode ter lucrado mais de R$ 420 mil. O processo ainda não tem sentença definitiva e decisão deve ser proferida nos próximos meses.

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Prefeito Kiefer Cavalcante, de Feijó, é multado pelo TCE/AC

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O prefeito de Feijó, Kiefer Cavalcante, foi multado nesta quinta-feira, dia 13, pelo Tribunal de Contas do Acre, por desrespeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em pelo menos três momentos percebidos pela Corte. O político abriu concurso, mudou a estrutura do Poder Executivo e deixou a máquina funcionando acima dos limites estabelecidos pela lei.

Segundo o conselheiro Antonio Malheiro, relator dos processos na Casa, Kiefer simplesmente descumpriu as regras da legislação e agiu à revelia, aumentando a despesa do Município mesmo em período de crise, e com o gasto com pessoal já acima do permitido pela LRF. Malheiro foi taxativo ao pedir uma multa de R$ 14,2 mil, como punição pela omissão.

Os dados avaliados pelo Tribunal de Contas são do terceiro quadrimestre de 2017, ou seja, entre outubro e dezembro, três últimos meses do ano passado, quando o município já gastava mais de 54% da receita corrente líquida com os servidores efeitos e provisórios da cidade. Não bastasse, abriu concurso para a educação, mesmo o ato sendo nulo desde a criação.

A reportagem tentou contato com a Prefeitura de Feijó, mas não obteve sucesso até a tarde desta quinta-feira. O prefeito tem 30 dias, a partir da notificação, para fazer o pagamento da multa a ele imputada. Ele também terá que colocar as contas da cidade de ordem, obedecendo a LRF e não poderá aumentar qualquer custo aos cofres do Município.

Malheiro também pediu que a Câmara de Vereadores, o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Acre fossem informados da decisão a fim de tomarem as providências necessárias à condenação. Após o pedido de condenação, apenas a conselheira Naluh Gouvêia votou contra a multa. Os demais pares confirmaram o entendimento de Antonio Malheiro.

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Direção do cemitério Jardim da Saudade libera imagens do assalto

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A direção do cemitério Jardim da Saudade liberou as imagens em vídeo e em foto do assalto ocorrido no local no último sábado, 08,  quando três homens armados renderam coveiros, o vigia e uma secretária e roubaram um veículo Fiat.

A polícia chegou a ser acionada via Ciosp, mas chegou ao lugar da ocorrência após 40 minutos da chamada, reclamou Eládio Meireles, coordenador dos cemitérios de Rio Branco.

Nas imagens é possível ver nitidamente o rosto dos assaltantes, que carregam mochila nas costas.

Eládio Meireles informou que é o primeiro assalto ocorrido no cemitério, mas que é o comum furtos de lápides e placas de bronze.

Veja:

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