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Acidente e ruas alagadas durante a chuva em Rio Branco

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Outra vez diversas ruas e avenidas de Rio Branco ficaram alagadas durante mais uma chuva na capital acreana. É um filme repetido. O trecho localizado na frente do Deck, na avenida Getúlio Vargas, ficou submerso. É um problema crônico que a prefeitura ainda não resolveu.

Basta uma chuva rápida para o acesso ficar debaixo d’água e dificultar a passagem de veículos. Alguns motoristas se aventuram, os de ônibus não. Por causa do volume de água no trecho na manhã desta segunda-feira, 12, ele tiveram que usar uma via alternativa.

Acidente durante a chuva

O acidente envolvendo uma caminhonete aconteceu por volta das 11h desta segunda-feira (12), na Rua Mário Maia do bairro Oscar Passos, parte alta da cidade de Rio Branco. A vítima foi uma jovem de 14 anos que foi encaminhada desacordada ao Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco.

De acordo com o enfermeiro da Unidade de Suporte Avançado (Samu), Patrício Moreira. A menor estava com o pai e teria saído pra entregar um sombrinha. Ao atravessar a rua, ela não teria visto aproximação de uma caminhonete e acabou sendo atropelada. Com o impacto, ela teria sido arremessada há uma distância de 10 metros do local da colisão e foi socorrida desacordada.

A jovem deu entrada no Pronto Socorro sem nenhuma fratura aparente, porém, exames serão realizados para verificar se há traumas ou hemorragias internas.

 

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Nova fase da Operação Ícaro vai focar empresários do setor de medicamentos

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A próxima fase da Operação Ícaro, que levou à cadeia nesta quinta-feira, dia 13, o prefeito de Senador Guiomard, André Maia (PSD), e afastou, em agosto, o prefeito de Capixaba, José Augusto (Progressistas), além de ter colocado longe da gestão diversos servidores públicos teve ter nova fase nas próximas semanas.

Segundo apurou o ac24horas, com pessoa ligada à investigação, o delegado Eduardo Gomes, considerado “linha dura” dentro da instituição, já trabalha novos pedidos de prisão diante de documentos obtidos em buscas e apreensões nas duas fases da operação da Polícia Federal. Não por acaso, ambas as etapas teve o mesmo foco: desvio de recursos da saúde.

“O delegado está fazendo uma investigação profunda, e tem muitas fontes, muitas provas. Vai ser uma ação firme. Ele é muito técnico, muito sistemático. Teve gente que manteve o silêncio na primeira fase, mas agora deve falar. Agora o foco serão os empresários e aliados deles. Tem várias empresas investigadas e até empresas ligadas a outras empresas, e isso foi descoberto em agosto, na primeira fase”, conta a fonte.

Nesta quinta, além de André Maia, também foram presos o advogado dele, Wellington Frank, o controlador do município, Wellington Soares, o secretário de Administração da cidade, Deusdete Cruz, e o pregoeiro de leilões Estácio Parente. Há provas de envolvimentos das seguintes empresas no esquema: Marka, Biolar, M&R Distribuição, Moura & Cia, HLP e Inovax.

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Em Reunião com Onyx Lorenzoni, Alan Rick destaca importância de médicos brasileiros formados no exterior serem incluídos no Mais Médicos

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O deputado federal reeleito Alan Rick (DEM), esteve reunido nesta quarta-feira, 12, com o Ministro Extraordinário e futuro Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na sede do Governo de Transição em Brasília, para tratar da inclusão dos médicos brasileiros formados no exterior no Programa Mais Médicos. Alan Rick estava acompanhado de médicos intercambistas que buscam inclusão no programa do Governo Federal. Mesmo com agenda lotada, Lorenzoni arrumou tempo para ouvir um pouco do que esses médicos têm a dizer.

“Sabemos que a solução para a crise gerada pela saída dos médicos cubanos pode ser resolvida aqui mesmo, com os próprios brasileiros, com todo o dinheiro sendo mantido dentro do nosso país! Com esses médicos não há tempo ruim. Os brasileiros formados no exterior estão ansiosos para trabalhar e topam trabalhar nos rincões mais distantes e carentes do país. Nesse sentido, é importante que eles também tenham voz ativa com o governo que está por vir”, disse o deputado acreano.

Alan Rick ressalta que uma das prioridades de sua ação parlamentar é garantir que todos os brasileiros formados no exterior tenham oportunidade de trabalhar e seguir seus sonhos.

“Sei que os diplomas de muitos destes profissionais foram conquistados à duras penas.A saúde pede socorro e eles são a solução, por isso, conversar com o ministro Lorenzoni, de quem sou amigo, tem sido importante para que busquemos soluções legais para sua inclusão no Mais Médicos”, disse.

Conhecido nacionalmente por sua defesa dos médicos brasileiros formados no exterior, Alan Rick foi o autor da emenda que possibilitou a participação deles no Mais Médicos. Com isso, cerca de 4 mil médicos brasileiros oriundos de vários países trabalham no programa atualmente e destes, cerca de 400 são acreanos.

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Copom mantém Selic em 6,5% ao ano pela sexta vez seguida

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Pela sexta vez seguida, o Banco Central (BC) não alterou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 6,5% ao ano, na última reunião do órgão do ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a decisão de hoje, a Selic continua no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018.

Em comunicado, o Copom informou que aumentou o risco de a ociosidade da economia brasileira manter a inflação em níveis baixos e que diminuiu o risco da não aprovação de reformas estruturais. Segundo a nota, o cenário internacional continua desafiador para os países emergentes, com a possibilidade de alta de juros em países avançados e de agravamento de tensões comerciais.

Em maio, o BC interrompeu a sequência de quedas da Selic e manteve a taxa em 6,5% ao ano, numa decisão que surpreendeu o mercado financeiro. Na ocasião, o BC alegou que a instabilidade internacional, que se manifestou na valorização do dólar nos últimos meses, influenciou a decisão.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 4,05% nos 12 meses terminados em novembro, abaixo do centro da meta de inflação, que é de 4,5%. Apenas em novembro, o índice ficou negativo em 0,21%, a menor taxa para o mês desde 1994.

Até 2016, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para 2017 e 2018, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano nem ficar abaixo de 3%.

Inflação
No Relatório de Inflação divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2018 em 4,4%. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,71%.

Do fim de 2016 ao final de 2017, a inflação começou a diminuir por causa da recessão econômica, da queda do dólar e da supersafra de alimentos. Os índices haviam voltado a cair no início deste ano, afetados pela demora na recuperação da economia, mas voltaram a subir depois da greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias e provocou desabastecimento de alguns produtos no mercado, e por causa da alta do dólar nos últimos meses.

Crédito mais barato
A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o BC projetava expansão da economia de 1,4% para 2018, estimativa revista para baixo ao longo do ano. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos projetam crescimento de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2018.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

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