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A dor e a delícia de conviver com “noises” mulheres complicadas e perfeitinhas

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Tô doida para falar de vice, mas vou deixar para quarta-feira. Por enquanto deixa eu falar aqui sobre mulheres depois da avalanche de textos sobre o tema da semana passada…

Quarta, o negócio vai ser política. Antes disso, preciso dizer algo…

Homens não entendem suas mulheres. Fato. Homens não gostam de discutir com suas mulheres. Fato. Mulheres A-D-O-R-A-M discutir com seus homens. Fataço! É assim desde que o mundo é mundo, desde (palavrinha miserenta de feia, Jesus!!) que Adão e Eva foram incorporados ao paraíso. Mas eles nunca se acostumam. Nunca. E a gente nunca desiste. NUNCA!

Quer ver um homem correr léguas, saltar os muros mais altos, entrar em pânico absoluto (fora aqueles dias que o filho nasce, tem de “tirar sangue” etc…) comece uma DR. Homens fogem de uma DR como o diabo foge da cruz. Mulheres não conseguem passar uma semana sem uma DR. Quanto mais longa melhor. E, nem pense que a DR é nova. Porque DR boa é a que ressuscita aquela palavrinha maldita que ficou da discussão do dia, da semana, do mês anterior. Sim, sim, nós lembramos baby. Nossa memória é de elefante. E a pisadura também. Além disso, nosso rifle é aquele que se convencionou chamar de Elephant Gun. Imenso. Terrível. Avassalador. Destruidor. E, não vou mentir: atiramos bem. Não erramos a pontaria jamais!!

Talvez por isso os homens corram tanto dessa característica ímpar da natureza feminina. Porque discutir a relação não é fácil. Mas, correr só piora, e piora muito, a situação. Melhor discutir. Sim, só concordar não adianta. É pior. Irrita, danifica. Porque nesse caso, quem já estava cheia de caraminholas (e carambolas hahahahaha) na cabeça, vai ficando ainda mais irritada e repetitiva, pensando mais e mais bobagens. Sim, meus amores, nós repetimos mil vezes o mesmo questionamento, a mesma pergunta e voltamos a fita zilhões de vezes até ouvirmos aquilo que queremos ouvir. E não, você não terá tecla SAP ou ajuda dos universitários para “descobrir” a resposta certa. Até porque a resposta certa de hoje pode ser a resposta errada de amanhã. E vocês esquecem do que dizem, certo?

Fugir não resolve, sair para esfriar a cabeça, passar umas horas fora para ver se melhora também não é uma atitude sensata. Deixa de atender telefone ou responde mensagem de Whats, meu amigo, piora muito, muito a vossa situação. Quando voltares para casa bem sabes que começa tudo de novo. E de novo, de novo, de novo. Enfrente o problema. Quanto mais você demorar, mas a corda vai ficar esticada. E uma história de cinco minutos vai madrugada adentro (não tente deixar para amanhã, vai ser pior). Qual a solução para o problema? Ela não existe, sinto muito dizer. Mas, existem alguns paliativos que evitam um stress desnecessário. Entra na casinha, baby e fica tudo certo.

Por isso, que fique claro: todos os dias olhe para a sua mulher (namorada, esposa, pegante, ficante blá,blá,blá,blá….) e diga: meu amor, como você está linda! Todos os dias diga o quanto você a ama (muito importante!), como ela é especial, seja presente e dê presentes. Se vai viajar – e ir ao Quinari é uma looonga viagem- Ligue quando sair. Ligue quando chegar (lá). Ligue quando estiver voltando. Ligue quando tiver chegado (aqui). Mande mensagens no celular. Elogie o cabelo e nunca, nunca, nunca se refira ao perfume que ela usa todo dia como se fosse uma grande novidade. Seja inteligente, meu filho. Diga simplesmente: oi amor! Como você está cheirosa, hoje. Elogie o vestido. Nunca diga: já andou gastando, né? Diga simplesmente: como você está linda com esse vestido, com essa blusa. Tem aquela opção: você ficou bem com essa calça, amor. Elogie o cabelo (sempre, sempre, sempre!!) e preste atenção nas mudanças. Lembre-a que é muito amada. Todos os dias.

E, por todos os santos, não tente entendê-la. Você jamais conseguirá. Aceite-a como ela é. Ame-a. Garanto – sei do que estou falando – que ela vai ficar boazinha, boazinha e (ufa!!) vai entrar na casinha. É praticamente um efeito tabajara (seus problemas acabaram!) e vocês serão felizes para sempre.

Até a próxima DR, claro.

As diferenças entre homens e mulheres são gritantes. Sempre serão. Entender o universo feminino é o grande enigma da humanidade, mas seguindo algumas regrinhas básicas, há como conviver pacificamente com “este ser” incompreensível complicado e perfeitinho. O “como lidar?” nem é tão difícil se você aceita os fatos como eles são. Um amigo-pastor sintetiza bem isso. Segundo ele, as mulheres querem ser amadas. Os homens querem ser respeitados. Funciona mais ou menos assim: a mulher precisa que você lembre a ela – TODOS OS DIAS – o quanto ela é especial, o quanto você a ama e como sua vida tinha apenas um tom de cinza antes de conhecê-la. E querem também o sacrossanto direito de gastar o seu rico dinheirinho (e o dela) em comprinhas super necessárias. Acima de tudo isso, porém, preciso do afeto e alimento diário da sua fala (logo você que acha que por ter falado uma única vez vale pela vida toda, né?). Pois é. Funciona assim.

O homem, por sua vez, quer honestidade. E honestidade aqui implica na certeza de que não vai ser traído. Porque saber que ela o ama ele sabe. Porém e apesar dessa absoluta certeza, ele tem um ser que o ronda e atormenta: o chifre. E como todo bom macho, não admite dividir sua presa com mais ninguém. Ninguém, entendeu meu beem??? Mas, sobre isso a gente conversa depois.

Voltando às DR’s, não esqueçam que elas fazem parte do pacote. Estarão tão presentes na sua vida quando as pernas, os braços e a boca que você tanto ama. Portanto, meu caro amigo: acostume-se, não deboche, não relativize, não fuja, não fique calado (todas odeiam o silêncio), tenha paciência e boa sorte. Porque não é fácil, mas é legal. E o melhor está por vir: a bonança depois de uma DR é uma delícia, né não???

Beijos, beijos, beijos e até quarta, com um cadinho de política da taba (já aviso que vai ser uma bela DR com alguéns-bens-queridos!

Bom diaaaaaa!!!!

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