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Escola de aviação abre matrículas aos cursos de aeromoça, comissário e piloto

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A Altaneira Escola de Aviação Civil está com as matrículas abertas para os cursos de aeromoça, comissário de voo e piloto privado de avião em Rio Branco. A escola de aviação civil com sede na capital é a primeira homologada na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) do Estado do Acre.

As aulas terão início no dia 17 de março e as vagas são limitadas. As aulas acontecerão todos os sábados e a duração é de 5 meses. O sonho de Arycso Alves de ser piloto se tornou realidade, e ele foi um dos aprovados na prova da Anac pela escola Altaneira. Quem também realizou o sonho de ser comissário de voo foi o aluno Carlos Vianna, que foi aprovado na banca da Anac e agora poderá ocupar o cargo de comissário em voos nacionais.

Seu sonho de trabalhar na aviação nunca esteve tão perto!

Pagamento facilitado no cartão e no boleto bancário!

Contatos:

Telefone: 68 2102-7000

WhatsApp: 68 9 9978-8052

Site: www.altaneiraaviacao.com

E-mail: altaneiraaviacao@gmail.com

Rua Francisco Mangabeira, 23, Bosque. Próximo ao campo do Vasco.

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Bar do Vaz

No Bar do Vaz, Lyra Xapuri diz que se for governador cortará seu próprio salário em 80% e de secretários em 50%

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Destaque 2

TCU recomenda cancelamento de contrato e devolução de R$ 40 milhões da obra do Linhão do Juruá

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O deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB) informou na manhã desta desta terça-feira (19), que o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou que a Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte) cancele o contrato com a MAVI Engenharia, empresa que ganhou a licitação para construção do Linhão que vai integrar os municípios de Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Feijó e pediu a restituição de R$ 40 milhões de recursos que já teriam sidos repassados à empresa

Segundo Luiz Gonzaga, o Linhão deveria ter sido inaugurado em janeiro de 2017, mas depois de mais de um ano, um novo acordo teria sido celebrado e a Eletronorte pediu um parecer do TCU. “Infelizmente, no dia 15 de maio um acordo foi assinado em Brasileia para reiniciar a construção dessa obra. A empresa MAV engenharia esteve em Brasília, assinou, mas o Conselho da Eletrobras dependeria de um parecer do TCU que foi negativo”.

“Quando veio o parecer foi pedindo uma multa para MAV Engenharia e o cancelamento do contrato. Nós do Vale do Juruá temos que continuar lutando pela construção do Linhão pela importância que ele tem para a população que depende de energia gerada por geradores a diesel. Precisamos estar interligados para termos uma energia de melhor qualidade”, destaca Gonzaga, que também denunciou uma manobra para retirada de um sina termelétrica da Capital.

“Agora, querem desativar a usina que tem em Rio Branco, com duas turbinas, que poder atender até 25% da população caso haja problema com o Linhão. Ela existe para atender os órgãos essências que não podem ficar sem energia. Querem retirar do Acre para mandar para Roraima. Não é concebível que isso aconteça. Cadê o governo desse Estado que tem que brigar e se manifestar pela permanência da usina no Capital?”, questiona Luiz Gonzaga.

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Destaque 2

Acre registra 178 mortes em cem dias e SESP diz que houve redução de 16%

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O Acre registrou, em seis meses, uma redução de 16% no número de mortes violentas, ou seja, assassinatos. Os números foram contabilizados para o primeiro semestre, ou seja, entre janeiro e junho. Só em Rio Branco, a Capital do estado, a baixa foi de 36% no mesmo período. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública (SESP).

Para se ter uma ideia, as forças policiais realizaram nos primeiros 110 dias de 2018, 1.400 operações. Deste, grande parte contou com o apoio das forças de segurança da união, principalmente na fronteira, onde o Exército já toma espaço para conter o tráfico de drogas, num comando do presidente da República Michel Temer.

Pelo gráfico divulgado pela SESP, o Acre registrou, em 2017, nesse mesmo período, 2013 mortes, contra as 178 desse ano. Rio Branco já marcava, no ano passado, 136 assassinatos, contra os 101 de agora. Só na Capital, 35 mortes a menos. Contudo, os números seguem alarmantes com os boletins policiais em destaque na mídia.

Tráfico de drogas: o “pai” das mortes

A guerra entre facções pela conquista de território é realidade em todo o Brasil. Porém, até 2006, as regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte tinham taxas de homicídio similares eu variavam em torno de 25 por 100 mil habitantes. Desde então, a realidade é: queda da violência no Sudeste e aumento nas outras três regiões.

O motivo é a mudança das dinâmicas do crime organizado. Grupos criminosos nascidos no Rio de Janeiro e em São Paulo passaram a disputar territórios em outras regiões do país, especialmente as regiões fronteiriças. Com isso, diversas facções criminosas surgiram ou se fortaleceram no Norte e Nordeste, como é o caso do Acre, que possui quase dois mil quilômetros de fronteira.

De 2011 a 2015, o Nordeste foi a região mais violenta do país. Mas, em 2016, o Norte assumiu a liderança, com um aumento de mais de 10% de um ano para outro.

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