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Gleici volta e empareda Patrícia: ‘Quem cava buraco para o inimigo cai dentro’

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Depois de participar de uma eliminação falsa na terça-feira (06), Gleici voltou para a casa durante o programa ao vivo desta sexta-feira (09). A sister se emocionou ao reencontrar os amigos e deixou claro que estava magoada com as atitudes de algumas pessoas. “Quem cava uma cova pro outro, cai nela”, disse Gleici para Diego e Patrícia.

Ana Clara, Paula, Ayrton e Wagner foram os que mais comemoraram o retorno, e Jéssica não conseguiu disfarçar que estava em choque. Já Diego e Patrícia ficaram com o semblante fechado, e se recusaram a levantar e conversar com a acreana.

Logo após o seu retorno, Tiago Leifert pediu para a acreana indicar alguém para o paredão da semana. Depois de pensar um pouco, Gleici mandou Patrícia para a berlinda.

“Eu pensei bastante, e esse último paredão foi ótimo pra mim. Essa pessoa eu achava que era uma coisa, e hoje sei que é outra. Quero que ela vá para o paredão. Pelo que ela falou sobre a Paula e a família, gente que eu gosto, coloco ela na berlinda”, explicou Gleici.

Gleici não contou para os brothers que está imune ao próximo paredão, o apresentador já tinha confirmado que a sister não precisava revelar a informação caso fosse de seu interesse.

A próxima disputa será tripla, os outros dois emparedados serão conhecidos no programa ao vivo de domingo (11). Além da indicação de Gleci, vão fazer parte da berlinda o mais votado pela casa e a escolha das líderes da semana Paula e Jéssica.

Quarto Farol

Apesar de ter a menor rejeição entre os emparedados, Gleici foi anunciada, pelo apresentador Tiago Leifert, como a primeira eliminada do sexto paredão. Muito emocionada, a sister ficou bastante confusa até entender que estava a salvo da eliminação. A pegadinha faz parte da dinâmica do paredão “Vai e Volta”, anunciado dias antes pela produção do programa.

A acreana ficou em um quarto secreto até a noite desta sexta-feira (09). Durante o período, ela pôde assistir o que acontece na casa por meio de câmeras e ficou totalmente isolada dos demais brothers, que acreditam em sua eliminação.

Depois de quase 48 horas sem nenhuma comunicação, a sister voltou a falar com o apresentar durante o programa ao vivo de quinta-feira (08). Após ter acesso as câmeras e áudios da casa, a acreana afirmou que se surpreendeu negativamente com Patrícia e positivamente com Breno.

“Eu tô bem feliz com algumas coisas que ouvi de mim. Se eu tivesse saído, estaria muito feliz porque as pessoas que gosto falam muito bem de mim. Mas a Patrícia eu tinha outra visão. Sempre tentei me aproximar, mas agora acho que ela tem uma personagem diferente do que eu achava. Ela é uma leva e traz. Breno me surpreendeu positivamente. Diego não fala nem faz nada. Viegas é o que influencia mais o Caruso e o Wagner. Caruso é meio loucão, né?”, explicou ela.

Após a conversa, Leifert explicou ao público que era hora de restringir o acesso de Gleici, e afirmou que a sister não iria assistir a prova do líder. A sister ficou sem imagem e som em sua televisão até o fim da tarde desta sexta-feira (09). Com isso, a estudante não sabe quem é o líder da semana e a repercussão da disputa.

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Acre

Petecão quer mudança no licenciamento ambiental brasileiro

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A Comissão de Constituição e Justiça do Senado deve retomar, em fevereiro, a análise do substitutivo do senador Sérgio Petecão ao novo marco regulatório do licenciamento ambiental (PLS 168/2018).

O relatório de Petecão foi apresentado ao colegiado em dezembro passado, mas a votação foi adiada para este ano. Petecão garante que o substitutivo baseia-se ainda em padrões recomendados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo que reúne nações com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

O Brasil já tem aval dos Estados Unidos para entrar na OCDE.

O senador acreano argumenta que no arcabouço jurídico existente hoje no Brasil, no que tange às licenças ambientais, os empreendimentos são tratados de forma indiferente quanto ao porte, potencial poluidor e localidade onde será implantado.

No parecer, Petecão cita um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), apontando que o licenciamento ambiental é regido hoje no país por mais de 27 mil normas, somando as federais e estaduais.

O estudo indica que, nos Estados, o prazo para a obtenção da licença, exige três fases de análises e pode chegar levar quase sete anos (2.520 dias).

Para caracterizar o excesso de processos no Brasil, Petecão usa dados do Banco Mundial, que mostram que o país está na 170ª posição, entre 190 países, no quesito “licenças para construção”. O Brasil é o penúltimo na América Latina nesse critério, já que a obtenção das licenças brasileiras exige em média 19 procedimentos, com 434 dias de tramitação. Nos países vizinhos, a média é de 16 procedimentos e o processo é bem mais rápido: 192 dias.

“É importante frisar que a celeridade e a desburocratização na obtenção das licenças é plenamente compatível com o desenvolvimento sustentável. A Dinamarca, referência mundial em sustentabilidade, é a primeira colocada no ranking do Banco Mundial. Exige 7 procedimentos e concede a licença em 64 dias”, aponta Petecão.

Lembra também que o Banco Mundial sugere ao Brasil “uma revisão nos seus processos, tornando-os mais eficientes”.

“Em regra, não há diferenças nos processos de licenciamento ambiental de indústrias grandes, médias ou pequenas implantadas em centros urbanos, ou em áreas rurais da Amazônia. Esse tratamento indiferenciado colide com os princípios da OCDE, para a efetividade das licenças. A OCDE recomenda diferentes regimes regulatórios, para empreendimentos com maior ou menor grau de poluição. Para os primeiros, recomenda-se o licenciamento integrado, com análise caso a caso, considerando-se todos os aspectos ambientais simultaneamente. Para os de médio e baixo impacto, a OCDE recomenda um regime simplificado, pois há menor risco. Não se deve impor grandes encargos a empreendedores e à autoridade licenciadora. A preocupação maior é com os empreendimentos com maior risco de impactos ambientais”, defende Petecão.

O senador ainda cita um parecer (Acórdão 2212/2009) do Tribunal de Contas da União, que avalia haver burocracia excessiva no licenciamento ambiental nacional. De acordo com o documento, o país deve focar mais nos resultados ambientais efetivos na hora de definir um modelo, em vez de se prender a “aspectos procedimentais” na legislação, como estaria ocorrendo. Para Petecão, esse modelo permite “o ativismo judicial do Ministério Público, de ONGs e até de empreendedores”.

“Deslocamos a competência da autoridade licenciadora para os tribunais, que passam a decidir se o estudo ambiental é apropriado, se as condicionantes são adequadas, se a licença é válida ou se o empreendedor pode começar as obras. É uma usurpação deliberada da competência da autoridade licenciadora, que deveria presidir o processo e ter a palavra final”, reclama.

O relator na CCJ ainda cita o ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que, em seminário do Ministério do Meio Ambiente, declarou: “o licenciamento ambiental não é para impedir empreendimentos de que não gostamos por uma razão ou outra. Não é para atrasar investimentos, nem para criar caos nas ações empresariais ou na atuação do Estado. Assim como não deve servir como meio de insegurança jurídica”.

Procurando corrigir essas questões, o PLS 168/2018 manda que o licenciamento pode ser simplificado, por meio da Licença Ambiental Única (LAU) ou com duas fases, com a Licença por Adesão e Compromisso (LAC). E para projetos que já estejam em curso, está prevista uma fase para correções, com a Licença de Operação Corretiva (LOC).

O licenciamento com três fases envolverá, então, as emissões das licenças prévia, de instalação e de operação. Mas nos casos de empreendimentos ou atividades potencialmente causadores de significativa degradação ambiental, o licenciamento exigirá ainda o Estudo de Impacto Ambiental (EIAS), na fase da licença prévia.

União, estados e municípios, respeitadas as respectivas competências, definirão as atividades ou empreendimentos sujeitos a licenças ambientais e o enquadramento dos tipos, segundo porte e potencial poluidor. Caberá a cada ente elaborar os termos de referência para estudos ambientais, definindo os padrões e critérios técnicos a serem seguidos.

Em audiência da CCJ, Petecão defendeu uma melhor convivência da preservação ambiental com a atividade econômica. “O que buscamos é o equilíbrio. Não conheço ninguém que queira a destruição, a devastação da Amazônia. Queremos a proteção ambiental, com segurança jurídica, desburocratizar o setor produtivo, com o consequente destravamento do país e a geração de empregos”, disse.

(Com informações Agência Senado)

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Acre

Governador reúne primeiro escalão para avaliar erros de 2019

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) reúne o primeiro e segundo escalão de sua gestão no auditório da Biblioteca Pública do Estado do Acre para fazer uma avaliação de 2019. Todos secretários e diretores de autarquia tiveram o celular confiscado na entrada do encontro na manhã desta quinta-feira, 16.

Cameli participou de parte do evento que visa, segundo a que reportagem apurou, corrigir os erros estratégicos de 2019 e planejar as ações que serão priorizadas para este ano. Após discursar o governador Gladson Cameli foi orientado a sair pelas portas do fundo da biblioteca. O vice-governador Major Rocha não foi visto durante todo o evento.

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