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Mega-Sena: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 45 milhões no sábado

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.020 da Mega-Sena, realizado na noite desta quarta-feira (7) em Palmeira dos Índios (AL). O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 02 – 36 – 46 48 – 57 – 60.

A quina teve 46 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 67.325,96. Outras 4.530 apostas acertaram a quadra; cada uma ganhará R$ 976,66.

O próximo concurso (2.021) será no sábado (10), com prêmio estimado em R$ 45 milhões.

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

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Terreno destinado para novo cemitério de Rio Branco será transformado em aterro sanitário

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Moradores da região da Transacreana procuraram o ac24horas na manhã desta quarta-feira, 23, para criticar a Prefeitura de Rio Branco em razão de uma “quebra” de contrato entre a comunidade e a prefeitura acerca da utilização de um terreno em frente ao Cemitério da Cruz Milagrosa, localizada na Transacreana, em Rio Branco.

A moradora Marinete Dantas afirmou que na época do ex-prefeito Marcus Alexandre (PT), o terreno tinha sido comprado com o intuito de construir um novo cemitério para Rio Branco, mas que nos últimos dias a gestão de Socorro Neri (PSB) informou que iria fazer do local um novo aterro de inertes.

“A comunidade não está nada satisfeita em transformar essa área de terra em aterro, lixão ou outra coisa qualquer porque de poluição estamos todos cheios”, disse a moradora.

Em 2015, a construção do novo cemitério foi orçada em R$ 18 milhões. O cemitério ficaria numa área de 20 hectares e teria características de um cemitério-jardim, em que não há a presença de monumentos e a única identificação é uma placa de bronze ou outro tipo de material.

Na época, o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, informou que a prefeitura já estava trabalhando no edital e a licitação deveria ser feita no início de 2015. A última vez que um cemitério foi construído em Rio Branco, segundo a prefeitura, foi há 29 anos.

Ao ac24horas, o diretor operacional da Secretaria Municipal de Zeladoria, Anderson Santana, admitiu que o objetivo inicial era construir o cemitério no terreno, porém, devido a crise financeira de 2015, o projeto não teve a sua continuidade e o terreno acabou por ser incorporado ao Plano de Resíduos Sólidos de Rio Branco.

“A população pode ficar tranquila em relação a esse projeto que já está sendo executado com 60% concluído. Iremos ter uma balança rodoviária e todos os resíduos que entrarem serão devidamente pesados. Todos que forem destinar os seus resíduos serão devidamente identificados e cadastrados. Então, é todo um trabalho de qualidade e eficiência e é um trabalho que, inclusive, o município e outras cidades não podem negar-se a executar porque é legislação federal”, afirmou.

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Em meio à visita de Mourão, pesquisadores alertam para queimadas no Lago do Amapá

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O Laboratório de Geoprocessamento Aplicado ao Meio Ambiente (LabGama) da Universidade Federal do Acre compartilhou relatório com atualização da situação das queimadas e qualidade do ar no Acre.

Os pesquisadores informam que existem 151 mil hectares de cicatrizes de queimadas ocorridas entre julho a 19 de setembro no Acre.

Os municípios com maior área de queimadas são Feijó, Rio Branco, Sena Madureira, Tarauacá, Manoel Urbano e Cruzeiro do Sul. Esses 6 municípios representam 68% do total queimado em todo o Acre.

Além disso, 85% das queimadas estão em Terras Públicas, Assentamentos e Propriedades Particulares. E entre as Unidades de Conservação a Resex Chico Mendes é a mais crítica, seguido pela Floes Afluente, Resex Cazumba-Iracema, Resex Alto Jurua, Floes do Gregório.

“Chamamos a atenção para APA do Lago do Amapá, unidade de conservação pequena, localizada no entorno de Rio Branco e que está em 7 lugar entre as UCs que mais queimaram”, diz o relatório.

“A qualidade do ar continua crítica na maior parte do Acre, até 20 de setembro/2020 tivemos 11 sedes municipais com mais de 30 dias fora do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (25 ug/m3)”, diz o relatório do LabGama.

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Retransmissão da Covid-19 cai ao menor nível desde o começo de setembro no Acre

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A retransmissão da Covid-19 no Acre chegou a 1,0 na última segunda-feira (21), o que significa que uma pessoa contaminada pode passar a doença para uma outra pessoa no primeiro dia da doença.

Esse número nem sempre foi baixo assim. Em 24 de abril o número reprodutivo (ou RT, como é tecnicamente conhecido) chegou a 3.0. Ou seja: a doença se espalhava muito mais fácil e rapidamente, como de fato aconteceu.

Depois, já em setembro, o RT foi a 0.9, o menor nível desde o começo da pandemia, mas voltou a subir acima de 1.0 nos dias seguintes.

O número reprodutivo efetivo, o RT, é uma métrica matemática que indica quão contagiosa uma doença é. O significado epidemiológico de RT representa o número médio de infecções secundárias que um indivíduo infectante (ou seja que transmite a doença) no momento t, é capaz de gerar. Por exemplo, se uma doença tem RT de 18 no dia T, significa que, em média, uma pessoa infectante produziu em média 18 infecções secundarias neste dia. A quem calcule duas métricas de RT: número reprodutivo efetivo: Calculado através da curva dos casos notificados diariamente e número reprodutivo efetivo ajustado: Calculado através da curva dos casos previstos pelo modelo matemático de predição de casos.

Os dados são do Painel Rede Covida, iniciativa da Universidade Federal da Bahia.

 

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Ministério Público entra com ação para governo realizar concurso para policial penal

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O Ministério Público do Estado do Acre entrou com uma ação civil pública, com pedido de liminar, para que o governo do Acre realize concurso público para a contratação de novos policiais penais. A justificativa para o pedido é quantidade insuficiente de policiais penais para atender a demanda de trabalho nos presídios acreanos.

De acordo com o MPAC, o primeiro e único concurso foi realizado em 2007. “É uma reivindicação antiga e justa da classe. Já são 13 anos desde o primeiro e único concurso. Neste período, muitos policiais já morreram, foram exonerados, outros afastados por motivos de saúde, alguns passaram em outros concursos. Essa falta de efetivo gera consequências sérias na qualidade dos serviços que eles prestam dentro dos presídios, colocando em risco a vida deles mesmo e até da sociedade. A última fuga foi do último pavilhão. Como o efetivo é pequeno e eles ficam na parte da frente, facilita que detentos tentem fugir”, explica o promotor de justiça Tales Tranin.

O Acre tem atualmente 1.304 policiais penais, sendo 1.171 efetivos e 133 provisórios. Para a realização breve do concurso há um empecilho. É que está em vigor a Lei Complementar nº 173 que diz em seu artigo 8º, inciso V, que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios afetados pela calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19 ficam proibidos, até 31 de dezembro de 2021, de realizar concurso público.

Conhecedor da lei, o promotor que garantir o recurso para que o concurso seja realizado em 2022. “Nessa ação civil pública estou pedindo na liminar que o judiciário faça o Estado reservar uma dotação orçamentária em 2021 para garantir a realização do concurso no ano seguinte”, afirma.

De acordo com Tales Tranin, o governo tem recursos para contratar novos policiais penais. “O governo do Acre recebeu em junho deste ano uma verba do Ministério da Justiça por volta de 14 milhões. Então, dinheiro tem para realizar o certame”, afirma. O pedido do MPAC é para que o governo acreano disponibiliza 454 vagas no concurso.

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