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Gladson: “vou procurar o Valmir Ribeiro para uma conversa sobre o vice”

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O candidato ao governo pelo PP, senador Gladson Cameli, que deve englobar o apoio à sua candidatura da maioria dos partidos de oposição, resolveu acabar com o vendaval de boatos e contradições que envolvem a escolha do nome que será escolhido como vice da sua chapa. Em ligação feita neste último sábado a este colunista, Cameli colocou todas as cartas na mesa, de forma clara e demonstrando estar muito tranqüilo quanto a este assunto. Começou dizendo que, o nome do vice deverá sair do PSDB, que não está contemplado na chapa majoritária oficial da sua coligação. Defende um entendimento entre PSDB e DEM. Garantiu que, a palavra final será sua. Falou também ao BLOG DO CRICA sobre a briga entre Tião Bocalom e o deputado federal Alan Rick pelo controle do DEM, sobre a unidade da oposição, pesquisas, da ameaça do MDB de lhe deixar de apoiar e o que espera da campanha que enfrentará para o governo. Eis abaixo, o que pensa o senador Gladson Cameli (PP) – foto – sobre todos estes temas que vêm movimentando os cenários políticos da eleição deste ano. Diz que buscará sempre o diálogo.

NOME DO VICE
A jornalista Mara Rocha (PSDB) está fora de cogitação para ser a sua vice. Ressaltou, entretanto, que o nome que ocupará a sua chapa virá do PSDB. E para isso já teve uma conversa esclarecedora e amistosa com o presidente do PSDB, deputado federal Major Rocha. Mas tudo se dará dentro diálogo e na busca de um consenso com os demais partidos. “Busco e sempre buscarei a unidade da oposição”, enfatizou.

CONVERSA COM BOCALON
Gladson Cameli (PP) disse que teve uma conversa franca com o atual presidente do DEM, Tião Bocalon, que vinha lhe acusando de manobrar para lhe tirar do comando, para lhe dizer que, o seu partido é o PP e não o DEM, sobre o qual não tem qualquer influência. Se a troca de presidente houver, ressaltou, é uma decisão exclusiva da direção nacional do DEM. E completou dizendo que não se mete em assuntos internos de nenhum partido. “Não tenho nada com o que vai acontecer ou acontece no DEM”, pontuou ao BLOG.

ALAN RICK
Também contou que esteve reunido com o deputado federal Alan Rick, cotado para ficar na presidência do DEM a partir do dia 8 próximo, ao qual pediu que traga o partido para formar na sua coligação. E também tratou da escolha do vice da sua chapa de forma transparente. Alan é um dos nomes comentados na imprensa para integrar a chapa como vice. Disse que sempre trabalhou para ter o DEM na sua campanha. E sobre o nome do vice só anunciará até o próximo dia 15.

VALMIR RIBEIRO
Falou que de fato não conversou ainda com o Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Vamir Ribeiro, um dos nomes ultimamente mais citados na mídia para ser o seu vice. “Não conversei, mas vou procurá-lo para conversar sobre o assunto neste próximo retorno a Rio Branco”, destacou Gladson Cameli. Considera que alguém terá que se sacrificar para se conseguir a unidade da oposição. Mas lutará para que não ocorra a fragmentação.

MDB
Gladson Cameli (PP) lembra que o partido já está contemplado na sua chapa com a indicação de Márcio Bittar (MDB) ao Senado. Sobre a NOTA do MDB ameaçando rompimento confirmou que, após isso conversou com o deputado federal Flaviano Melo (MDB) e acredita na pacificação. O MDB andou tendo conversas com o candidato Coronel Ulisses Araújo. Cameli fez questão de destacar que nunca interferiu e vai interferir em partido aliado e que o MDB sabe o que é melhor para ele. “Minha única preocupação é com o bem do Acre e seu desenvolvimento”, falou ao BLOG

PODE HAVER DISSIDÊNCIA
Gladson Cameli destacou que tem este tempo todo buscado o diálogo franco com os dirigentes de todos os partidos, não tem feito promessas que não possa cumprir, mas não descarta que algum partido possa a vir ficar ressentido com a escolha do vice, o que faz parte do jogo político. Mas enfatizou que fará de tudo para que não aconteça nenhuma defecção de aliado. Se não conseguir, tudo bem, mas tentarei sempre a união, pontuou o senador à coluna.

DIA D
Até o próximo dia 15 é a data limite que diz ter fixado para anunciar o nome do seu candidato que ficará como vice da sua chapa. Avisa que dialogará com todos partidos, mas que a palavra final para indicar o nome será sua. Diz que até o momento conversou, ouviu, não desanimou ninguém, mas não deu a sua palavra a nenhum dos candidatos que seria selecionado para vice, até para não criar falsas expectativas.

SITUAÇÃO FAVORÁVEL
Gladson Cameli pontuou ao BLOG que, a pesquisa divulgada que o colocou bem posicionado na disputa do governo no quadro de intenção de votos bateu com a última que também mandou fazer, mas encara os resultados sempre  com muita humildade e os pés no chão.

LONGE DA BAIXARIA
Na eleição diz estar preparado para uma campanha de baixaria contra a sua candidatura, mas que, levará aos eleitores a sua proposta em alto nível. Os ataques pessoais, ele levará à justiça.

O QUE PENSO DE TUDO ISSO
Por tudo o que o senador Gladson Cameli (PP) disse acima, no próximo dia 15 teremos o quadro definitivo da sua chapa e da qual só falta ser revelado o nome do vice. Os dois candidatos ao Senado serão Sérgio Petecão (PSD) e Márcio Bittar (MDB).  Eu não acredito nesta anunciada rebelião do MDB, porque o partido não vai passar a imagem de desagregador da oposição e também, não tem muitas opções firmes de aliança. Nem tampouco creio numa dissidência do DEM. Para Federal está previsto um chapão com todas as siglas da aliança.

É PARA COMEMORAR
O deputado federal Alan Rick (DEM) tem o que comemorar nesta reta final de mandato. Foi recebido ontem no aeroporto da Capital por uma carreata de motoristas do UBER, pela sua luta na Câmara Federal a favor da implantação do serviço. E teve a confirmação pelo Ministro da Educação, Mendonça Filho, que, este está marcando uma agenda para anunciar em Cruzeiro do Sul, duas conquistas do seu mandato: a implantação da Faculdade de Medicina no município e a liberação de recursos para a construção de três creches, que praticamente vão zerar a demanda na cidade. São pautas altamente positivas do seu mandato.

VIRARAM A FACE
Feijó e Tarauacá deram, praticamente, a vitória para Tião Viana chegar ao governo, com boas votações. Mas as últimas pesquisas estão mostrando vitórias da oposição nos dois redutos.

MUDANÇA CONFIRMADA
A coluna teve uma confirmação definitiva de que a partir do próximo dia 8 o novo presidente do DEM, no Acre, será o deputado federal Alan Rick (DEM). A mudança está embutida numa decisão da direção nacional de trocas nos diretórios regionais e que estes venham a ser presididos por parlamentares federais. No Acre, o único deputado federal do DEM é o Alan Rick.

NA BUSCA DOS VOTOS
Os petistas não descartam, mas acham difícil que o deputado Jonas Lima possa a vir refluir sobre a sua anunciada saída do PT, mas esperam conseguir que continue a apoiar a candidatura ao governo do prefeito Marcus Alexandre. Ambos já tiveram uma conversa. Sabem que se não conseguirem o intento será uma perda grande no Juruá.

MELHOR SAIR
Não existe um motivo legal que possa sustentar uma expulsão do deputado Heitor Junior do PDT, mas com esta divergência com o presidente Luiz Tchê (PDT), é melhor politicamente para ele que, busque outro partido quando a janela jurídica se abrir. Ficaria um clima muito ruim continuar no PDT, onde seria boicotado e hostilizado pelo grupo do Tchê durante a campanha.

BURRICE DO PDT
O deputado Heitor Junior já está de malas prontas para deixar o PDT. Marcou a sua filiação para 8 de março, em Brasília, onde terá a sua entrada no PODEMOS abonada pela presidente, deputada federal Renata  Abreu. Lhe acompanhará ao ato, o secretário Éros Asfury. Burrice da direção do PDT está perseguição movida contra o Heitor. Por baixo a legenda do PDT para deputada estadual perderá em torno de 5 mil votos. E o Heitor não perderá um voto saindo do PDT pela porta da frente, porque não recebeu ajuda do PDT na sua eleição.

TENDÊNCIA NATURAL
Para o chapão de Federal do PT, com PCdoB e PSB, o deputado Eber Machado (PSDC) já definiu que não integrará a coligação. O seu destino deverá ser a chapinha da FPA que pode eleger um nome á Câmara Federal. Tem nomes que já tiveram votações razoáveis nas eleições passadas.

NÃO TEM DO QUE RECLAMAR
O ex-deputado Jamil Asfury, que disputará uma vaga de deputado federal pela oposição não tem o que reclamar do governador Tião Viana. Quando perdeu a eleição foi beneficiado com um cargo de secretário e sua mulher Pastora Sandra há bem pouco era subsecretária estadual.

GRANDE ARTICULADOR
De alguém que não era bem visto pela cúpula do partido, o ex-deputado federal Márcio Bittar passou a queridinho do MDB, onde ganhou a candidatura para a disputa do Senado. É ele quem tem articulado a vinda de novos nomes ao MDB para a chapa de federal.

APOSTANDO NA CHAPA
Com a decisão da publicitária Charlene Lima (PTB) de disputar uma vaga de deputada federal, ficou certo que o PTB terá uma chapa própria para deputado estadual. Na avaliação da presidente Charlene, os nomes já confirmados garantem eleger até dois deputados estaduais.

NÃO ACOMPANHA O MDB
Aliados do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, dizem que, caso o MDB venha a sair da chapa de apoio ao candidato Gladson Cameli (PP) não acompanhará e continuará apoiando Cameli. Neste caso, Ilderlei abandonaria o MDB para entrar na campanha de Cameli

NÃO HÁ MAIS LUGAR
Uma coisa é certa: ou hoje ou amanhã ou depois o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, terá de deixar o MDB, porque na eleição de 2020 para a prefeitura, o candidato pelo MDB será do grupo do ex-prefeito Vagner Sales, seu adversário, que tem maioria no diretório.

TUDO EM FAMÍLIA
A família Sales é quem terá mais integrantes entre todos os partidos que disputarão a eleição deste ano. O patriarca Vagner Sales (MDB) disputará uma vaga de deputado estadual, a filha Jéssica Sales (MDB) de deputada federal e a mulher Antonia Sales (MDB) será a primeira suplente na chapa do candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB), que é indicação do grupo.

NUNCA BRIGUE POR POLÍTICOS
Nunca briguem e nem criem inimizades por políticos, porque um dia eles podem acabar se acertando, indo para o mesmo palanque e quem brigou fica com a cara de trouxa. E tudo como se nunca tivesse acontecido uma única rusga entre eles. Política é interesse pessoal.

CONTAGEM REGRESSIVA
O prefeito Marcus Alexandre está em contagem regressiva para deixar o cargo no próximo dia 7 de abril. Vai começar a sua campanha ao governo pelo Juruá, onde fica a base principal do seu principal adversário, senador Gladson Cameli (PP). Deverá fixar residência em Cruzeiro do Sul, como base principal no Juruá.

CEDO PARA UMA ANÁLISE
Não dá para se dizer que a eleição para o governo deste ano será vencida num primeiro turno. Quem vai balizar se teremos um segundo turno é a candidatura do Coronel Ulisses Araújo, que nas pesquisas vem mostrando um crescimento razoável. Na Capital já chegou aos dois dígitos, apenas tendo como pauta a segurança pública. Os defensores da sua candidatura acreditam que chegará na reta final polarizando com os favoritos Gladson Cameli (PP) e Marcus Alexandre (PT). Seria uma novidade. Todos os nomes que tentaram uma terceira via seja para disputar a prefeitura ou o governo fracassaram. Mas é cedo para uma análise científica, temos que esperar as próximas rodadas de pesquisas para saber até aonde irá o crescimento do seu nome. Em política não existe o impossível.

 

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