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Os caminhos do Rocha

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Com a decisão da chapa a ser registrada pela coligação que apoiará a candidatura do senador Gladson Cameli (PP) ao governo, sendo formada por Sérgio Petecão (PSD) e Márcio Bittar (PMDB) e, mantendo o deputado federal Major Rocha (PSDB) a candidatura de Mara Rocha (PSDB) para o Senado, o parlamentar não poderá disputar a sua reeleição dentro da coligação de Cameli para a Câmara Federal. Neste caso, Rocha teria como opção formar uma chapa para Federal somente com candidatos do PSDB. Rocha deverá estar entre os mais votados da oposição, mas sair nesta altura do contexto com chapa própria de Federal é correr um risco sério para uma carreira com projetos para o futuro. Para disputar a reeleição no chapão da coligação de Gladson Cameli (PP) não pode ter candidato próprio ao Senado. Estes são os caminhos do Rocha para a eleição deste ano. Em política tem que se agir sempre com a razão. Jamais, com a emoção!

PROPOSTA SEPULTADA
Em reunião da FPA que entrou pela noite de ontem, segunda-feira, em que estiveram presentes o governador Tião Viana e o prefeito Marcus Alexandre o grande perdedor foi o PCdoB, cuja tese de um chapão para estadual com os deputados da FPA e secretários que serão candidatos, foi rejeitada pelos demais partidos. Em contrapartida foi deliberado que, para Federal haverá duas chapas, uma formada pelos grandes partidos e outra pelos partidos nanicos.

PERDEDOR NATO
O PCdoB tem perdido todas as propostas políticas que apresentou na FPA. Tentou emplacar o vice de Marcus Alexandre quando disputou a PMRB e não conseguiu. Tentou indicar o vice na chapa que disputará o governo e também foi rechaçado. E agora veio a nova derrota.

“O TEMPO DELES PASSOU”
A frase acima foi dita ontem por um dirigente de um partido nanico em relação ao PCdoB. E completou: “o Edvaldo Magalhães pensou que ia nos convencer com um discurso choroso e antigo. Ninguém da reunião de ontem caiu na sua lábia manjada”.

REPETIR O MANTRA
A coluna tem a informação de que na reunião nacional do DEM, no próximo dia 8 de março, em Brasília, o ex-prefeito Tião Bocalom deverá repetir o mantra de que não abandona a candidatura do Coronel Ulisses Araújo ao governo. A chance de Bocalom vir a recuar é zero. O desfecho será o partido ficar sob o comando do deputado federal Alan Rick (DEM).

MOSTRA A CHAPA
O que se vê são dirigentes de partidos dizendo terem chapa própria a deputado estadual, mas é o PT o único que diz ter e mostra os candidatos. Mesmo os que entram para fazer figuração.

PERDEU O PROTAGONISMO
O PCdoB tem de cair na real que depois que diminuiu a sua força no parlamento deixou de ser protagonista dentro da FPA. E isso só será reconquistado com a recuperação de mandatos na Câmara Federal e Assembléia Legislativa, na eleição deste ano. Fora isso fica como figurante.

CAVANDO ESPAÇO
O PSB é outro partido que trabalha para ter uma chapa própria para a ALEAC. No último sábado, a juventude do partido lançou quatro nomes a estadual, entre eles, o do Presidente Municipal da Juventude Socialista Brasileira, Thiago Elias, um candidato que pode captar o voto jovem. É bom ter jovens na política. Para não ficar sempre a repetição de caras manjadas.

EQUÍVOCO GRANDE
É um amadorismo sem tamanho essa euforia de que a oposição já ganhou a eleição no primeiro turno. É desconhecer a poderosa máquina petista. Num Estado em que as eleições não se decidem por ideologia. O PT, não se enganem, está com a campanha montada.

ELEIÇÃO PEGADA
Mesmo a oposição tendo um candidato ao governo com boa empatia popular, esta será uma eleição pegada e na qual nem o candidato do PT ou do PP podem se arvorar como favoritos.

NÃO PODE SE DESCONSIDERAR
Na questão dos buracos nas ruas não pode se desconsiderar três pontos: a PMRB aumentou os seus investimentos em tapa-buraco, dobrou o número de equipes trabalhando e as chuvas que tem desabado superam em muito os índices pluviométricos previstos. Isso quebra um planejamento. Não existe omissão por parte do Marcus Alexandre.

FALTA PARCERIA
Mas que o governo deveria ter formado uma parceria para aumentar o número de equipes, isso deveria. Até porque o reflexo é político e estamos num ano de eleição.

NÃO COMO RESOLVER
Sobre este cabo-de- guerra entre PT e PCdoB, o prefeito Marcus Alexandre não terá como resolver, porque tem limites dentro do PT, que enraizou a decisão de chapa própria à ALEAC.

UMA CHAPA DA PESADA
É bem possível que o PP e o PMDB venham a se coligar para a disputa de vagas na Assembléia Legislativa. Seria a chapa mais forte desta eleição, com sete nomes de peso. São eles: Gehlen Diniz (PP), Wendy Lima (PP), José Bestene (PP), Meiri Serafim (PMDB), Roberto Duarte (PMDB), Eliane Sinhasique (PMDB) e o ex-prefeito Vagner Sales (PMDB). Todos com sucesso nas urnas.

VOTOS QUE ASSUSTAM
A deputada Maria Antonia (PROS) ainda não definiu por qual coligação disputará a reeleição. O problema da parlamentar é ter muitos votos e onde entrar ela ficará com uma das vagas.

DEPUTADA FEDERAL
Ficou acertado no PTB nacional que a publicitária Charlene Lima será a candidata do partido a deputada federal. A sua intenção é que o PTB saia de chapa própria para estadual .

SAIR DAS CORDAS
Passou do tempo do candidato ao governo, senador Gladson Cameli (PP), sair das cordas nesta questão da indicação do nome do candidato a vice-governador nesta chapa. Com o passar do tempo as relações entre os postulantes vão se esgarçando e terá problemas mais na frente.

PONTO FINAL
O candidato ao governo é que escolhe quem quer como vice. Se aceitar imposição está morto.

DEIXOU EMPOLGADA
Os quase 11% na última pesquisa em Rio Branco deram ao candidato ao governo, Coronel Ulisses Araújo e aos seus seguidores mais ânimo. Na pesquisa anterior apareceu com 6% de aceitação. Mas o que vai medir a sua real densidade serão as pesquisas abrangendo o Estado.

ATÉ A CONVENÇÃO
Por ser militar da ativa o Coronel Ulisses Araújo poderá se filiar em um partido até na convenção regional, o que lhe dá mais tempo para analisar bem por onde será candidato.

PREVISÃO OTIMISTA
A previsão do ex-prefeito Tião Bocalom é a de que perdendo a presidência do DEM, cerca de oitenta por cento dos filiados lhe acompanharão numa debandada geral do partido.

NÃO SUBESTIMEM O TIÃO VIANA
Ainda que o seu governo não esteja no auge da popularidade não subestimem a capacidade política do governador Tião Viana. Lembre-se, também, que é quem está com a chave do cofre. Alie-se a isso o fato de ser do meio político e vir de duas campanhas vitoriosas.

SACUDIDA NO ESPORTE
O prefeito de Plácido de Castro, Gedeon Barros, deu uma sacudida no esporte ao levar os jogos em que o time do Plácido de Castro tem mando para o campo municipal, que recuperou. As partidas contra os times visitantes têm lotado e isso movimenta positivamente o município.

PODE NÃO SER A OITAVA MARAVILHA
A gestão do prefeito Gedeon Barros pode não ser a oitava maravilha do mundo, mas não atrasa salários e tem pagado inclusive de forma antecipada. Para quem pegou uma prefeitura quebrada….

LONGE DAS CONFUSÕES
Certo está o senador Sérgio Petecão (PSD) que toca a sua campanha à reeleição longe das confusões dentro da oposição. Sobre a questão do nome do vice é pragmático: “escolha tem que ser feita pelo Gladson Cameli. Quem ele indicar, eu acato”.

NOÇÃO PÁLIDA
Pesquisa de opinião pública no momento dá uma visão pálida da situação eleitoral para o Senado, pelo fato de que os candidatos ainda não colocaram a estrutura da campanha na Capital e nos municípios. Aliás, ainda nem vestiram o uniforme para entrar em campo.

CAMPANHA ATÍPICA
Este ano a campanha é atípica. Teremos a Copa do Mundo, na Rússia, o que paralisa o Brasil.

FICO CABREIRO
Quando vejo estes movimentos pregando a moralidade na política, uma nova forma de fazer política, eu fico cabreiro e com um pé atrás. Quando surgiu, o PT tinha o mesmo discurso de vestal e deu no que deu. Por isso, prefiro ficar com a prática que com a oratória empostada.

GONZAGUINHA NO ASTRAL?
O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) sumiu de cena? Deve estar visitando o seu guru na INDIA, o que faz, anualmente, e a seguir essa batida, logo teremos o Prem Gonzaguinha. Jay, jay.

DEPOIS DA COPA
Os meses de Abril e Maio serão intermediários na política. São mais de arrumação. O pique começa mesmo em Junho, quando acontecerão as convenções regionais e a Copa do Mundo. Somente após estes dois eventos é que os candidatos colocarão todo peso das suas campanhas nas ruas. É também quando estarão definidas as candidaturas presidenciais. E falando em candidaturas o eleitor jamais deveria votar em que está encalacrado na Lava-Jato, já foi condenado ou nos que não representem nada de novo, como as caras manjadas e surradas das últimas eleições para Presidente da República. O voto é a grande oportunidade de mudar a cara desfigurada deste país. Não adianta ficar criticando os políticos sujos e não alijá-los dos parlamentos.

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