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É muito roubo: Empresário fecha as portas pela segunda vez após ter loja saqueada no bairro Estação Experimental

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Esta é a segunda vez em menos de cinco meses que o empresário Renato Melo, fecha as portas de seu empreendimento, após ser alvo de ladrões. O prejuízo desta vez beira os R$ 50 mil entre roupas, sapatos equipamentos eletrônicos levados pelos criminosos. No lugar localizado na Rua Osmar Sabino, bairro Estação Experimental, só sobrou as caixas e prateleiras vazias.

O crime aconteceu entre a madrugada de sábado para domingo deste último final de semana. Os suspeitos quebraram os cadeados, arrombaram o tambor da porta e usaram uma motocicleta pra fazer o transporte da mercadoria.

Foram pelo menos cinco viagens até conseguirem levar a ultima caixa de sapato. No local ninguém disse ter visto nada e a única câmera de segurança existente era a do estacionamento da loja Agroboi, que de longe filmou a ação dos criminosos usando a moto.

O empresário já havia sido alvo de furto em meados de outubro do ano passado e teve que fechar as portas quando a loja ainda era montada no bairro Esperança. Após conseguir se reerguer e começar do zero, ele reabriu o empreendimento no bairro Estação, mas, agora sem dinheiro e alternativa, terá que fechar as portas novamente.

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Gladson: “dizer que Amazônia é linda é fácil, difícil é dar comida a 26 milhões de amazônidas”

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Encontro que liberou R$ 45 milhões para obras em vias estaduais foi pautado pela defesa do progresso econômico: “não sou contra reservas, sou contra pobreza”

Durante agenda governamental de Gladson Cameli com os ministros do Desenvolvimento Regional e de Relações Exteriores, ocorrida na manhã desta sexta-feira, 25, no auditório da Biblioteca Pública do Acre em Rio Branco, foi anunciada a liberação de R$ 45 milhões enviados pelo senador Márcio Bittar para investimentos em vias públicas do Estado. O montante será usado para fazer manutenção da estrada AC-10, que liga Rio Branco a Porto Acre, e na duplicação da AC-405, além do apoio de emenda individual Bittar no valor de pouco mais de R$ 3 milhões.

No entanto, o debate foi acalorado pelo governador, parlamentares acreanos e pelos ministros do presidente da República, Jair Bolsonaro, na defesa do desenvolvimento econômico na região amazônica. O governo tem recebido críticas após o discurso de Bolsonaro para a Organização das Nações Unidas (ONU), ao fazer declarações polêmicas sobre questões ambientais no Brasil.
Gladson não hesitou ao chamar de demagogia as críticas relacionadas à proteção ou manutenção da Amazônia. “Olhar e dizer que a Amazônia é linda, é fácil, mas dar um prato de comida para mais de 26 milhões de amazônidas parece não ser visto”, declarou se mostrando favorável às declarações de Bolsonaro e do seu governo no geral quanto a fomentação da economia com recursos naturais.

Foto: ac24horas/Sérgio Vale

Os senadores Bittar, Sérgio Petecão e o deputado estadual José Bestene endossaram a necessidade de o governo seguir a linha do presidente, que foca em estratégias de fomentação de emprego e renda através do uso dos recursos naturais. Na presença dos ministros Ernesto Araújo e Rogério Marinho, Bittar alertou que os R$ 45 milhões não serão suficientes para suprir ambas as obras, mas que será um apoio de grande importância vindo do governo federal.

Bittar destacou: “não há maneira de sairmos da miséria se não tivermos possibilidade de transformar nossos recursos naturais em riqueza. Não há milagre. Certo está o Bolsonaro que vem insistindo que a Amazônia brasileira é nossa, que nossos recursos devem ser usado paro o nosso desenvolvimento. O único lugar que tem gás e petróleo e não pode mexer é o Brasil”, reclamou.

Foto: ac24horas/Sérgio Vale

O senador disse não se importar com as críticas ao seu discurso. “Falam como se eu quisesse pavimentar a Amazônia. Uma ignorância ou má-fé. Não sou contra reservas, sou contra pobreza, fome e miséria. Estou com Bolsonaro, que tem coragem de chegar à ONU e dizer que esse patrimônio é dos brasileiros e tem que seguir para combater a fome e ajudar aos brasileiros”.

Foi levantado ainda que o que vai de fato garantir economia e independência do Acre com Brasília é o Estado começar a ter a sua atividade econômica delimitada para aumentar sua liberdade financeira. Petecão agradeceu o empenho de Márcio Bittar afirmando que a vinda desses R$ 45 milhões só foi possível pelo trabalho do senador. “É um dinheiro importante ao nosso Estado. Precisamos unir forças e aproveitar esse momento”.

Foto: ac24horas/Sérgio Vale

O ministro Ernesto, de Relações Exteriores, garante que o maio desafio hoje é integrar as regiões de fronteira com os países vizinhos. “Todo empenho da ligação entre Cruzeiro do Sul e Pucallpa é para criar novas oportunidades para o Acre. “Temos de nos livrar de rótulos e pensar com realidade sobre as coisas. Um deles é sobre o meio ambiente. Precisamos passar a verdade do Brasil para o mundo sobre nossas florestas. A política ambiental estamos tentando mudar pra melhor”.

Para Araújo, é necessária uma nova visão para fazer essa diferença. “Independência nacional, para que dentro das nossas políticas não aceitemos que elas sejam feitas em organizações internacionais, mas sim moduladas dentro das nossas políticas”.

Foto: ac24horas/Sérgio Vale

 

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Tabela do Confaz traz gasolina mais barata e gás mais caro

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O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou nesta sexta-feira (25) a tabela que os Estados adotarão, a partir de 1º de outubro de 2020 com o preço médio ponderado ao consumidor final para os combustíveis.

Depois de meses em alta, o preço da gasolina começou a recuar: saiu de R$ 5,11 o litro na tabela da primeira quinzena de setembro para R$ 5,06 na tabela de hoje.

O preço do óleo diesel também foi reduzido, mas o gás de cozinha aumentou de R$ 6,83 na planilha divulgada no começo de setembro para R$ 6,90 na tabela atual.

Além dos combustíveis caros mesmo com leve redução, o consumidor acreano segue convivendo com aumentos repetidos nos preços de gêneros de primeira necessidade.

O caso exigiu a mediação do Ministério Público, Procon e OAB, os quais recomendaram ao comércio que limite a venda de arroz e óleo de soja. O comércio diz que seguirá a orientação.

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IDAF alerta a população do Acre sobre o recebimento de sementes de origem desconhecida

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No Brasil, assim como nos Estados Unidos e no Canadá, os órgãos de Defesa Agropecuária estão em alerta após constatarem o recebimento de embalagens contendo sementes de espécies misteriosas e de procedência desconhecida.

Estas sementes chegam através dos correios como “brindes”, juntamente com produtos adquiridos pela internet e sem identificação de qualidade e de procedência.

O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (IDAF), por meio da Coordenação de Fiscalização de Sementes e Mudas, está alertando a população acreana sobre os eventuais riscos que esses produtos podem causar a saúde, ao meio ambiente e à agricultura.

“Produtos vegetais de origem incerta e importados sem a aprovação do Ministério da agricultura são considerados como de grande risco a introdução e disseminação de novas pragas agrícolas ou de pragas já erradicadas, além da possibilidade de causarem sérios prejuízos econômicos e danos do ponto de vista da Defesa Sanitária Vegetal”, informa Ligiane Amorim, coordenadora de Fiscalização de Sementes e Mudas do IDAF.

A orientação do IDAF é que, caso as pessoas recebam esses pacotes suspeitos, não os abram, não os plantem e nem os descartem, devendo entrar imediatamente em contato com um escritório do órgão ou do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) mais próximo para que as embalagens e materiais vegetais sejam recolhidos de maneira segura, enviadas para análise laboratorial e descartados adequadamente.

O serviço de Defesa Sanitária Vegetal do IDAF afirma ainda que conta com a colaboração de toda a população e disponibiliza para qualquer informação, denúncia ou esclarecimento, o telefone (68) 3221-0724 e o e-mail: [email protected]

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Para tentar baixar preço do arroz e óleo, venda no varejo e atacado pode ser limitada no Acre

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O arroz e o óleo de soja terão de ser vendidos com limitações no comércio do Acre, numa tentativa de conter a alta dos preços dos produto. Nesta quarta-feira (23) uma recomendação do Ministério Público Estadual, Procon, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil exige, na prática, que o varejo do Acre venda 10 quilos de arroz e 5 unidades de óleo de soja por cliente. Os atacadistas e varejistas, a quem é dirigida a recomendação, não podem comercializar mais que 10 fardos de arroz e cinco caixas de óleo de soja (no atacado) ou 10kg de arroz e cinco unidades de óleo (quando no varejo) por comprador.

Nos melhores preços ao consumidor, o arroz chega a ser comercializado a R$ 24 o pacote de cinco quilos, algo jamais visto no mercado de Rio Branco. Já o vasilhame de 900 ml do óleo de soja custa R$6 quando o consumidor encontra um bom preço.

Além de possíveis práticas abusivas, os órgãos recomendantes alegam que a pandemia da Covid-19 mexeu com as relações de consumo de modo a contribuir para o aumento no preço de alimentos como arroz, óleo, leite e derivados.

A caixa de leite UHT custa R$ 5,20, em média, para o comprador do varejo. Em julho esse mesmo produto custava cerca R$ 3,50 na praça de Rio Branco. A recomendação é dirigida especificamente para a Associação dos Distribuidores Atacadistas do Acre (Adacre) e Associação dos Supermercados do Acre (Asas).

A expectativa é que ao estabelecer limite de aquisição, os produtos não faltem nas prateleiras e os preços caiam um pouco.

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