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Depois de 22 anos no Brasil, Fiat Palio sai de linha

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Ex-líder de vendas no Brasil, o Fiat Palio saiu de linha no país, confirmou a montadora nesta quinta-feira (22). O modelo já não está mais disponível no site da marca e “sumiu” ao mesmo tempo que o sedã Cronos era lançado.
Outro a dar adeus foi o Punto. Ambos foram susbtituídos simultaneamente pelo Argo, lançado no ano passado. Com o fim do Palio, o Mobi assume de vez a posição de veículo de entrada da montadora no país, enquanto o Uno é uma opção mais intermediária.

As vendas do Palio já vinham em baixa e o G1 mostrou que a chegada do Argo poderia influenciar em sua saída de linha.

Lançado em 1996, o Palio teve mais de 3 milhões de unidades vendidas e produzidas nestes 22 anos. Seu auge foi em 2014, quando conseguiu desbancar o Gol na liderança de vendas, mas foi por apenas 1 ano, sendo superado pelo Chevrolet Onix na sequência.

O Palio surgiu como um produto para mercado emergentes e o grande destaque na época foi o seu visual, considerado moderno. A primeira geração teve motores 1.5 8V e 1.6 16V. Em seguida, veio o 1.8 8V.

Foi a primeira grande reestilização do modelo. Ele deixou as linhas mais arredondas de lado, para ganhar um ar mais “quadradão”. Um ano antes, o modelo havia ganhando opção de motor 1.3 16v. Na sequência, vem a estreia do motor Fire 1.0.

Mais mudanças no visual são feitas pela Fiat. Deixando de lado o estilo mais sóbrio, o carro ganha novamente uma personalidade mais própria com faróis angulados. Essa estética foi mantida na versão Fire, a mais barata de todas, até quase o fim da vida do Palio, que está na imagem.

Foi uma fase de várias mudanças para o Palio. Em 2008, o carro recebeu o novo desenho, mais uma vez adotando faróis de linhas retas na dianteira. No entanto, pouco tempo depois a dianteira mudou de novo, ganhando o farol que já era do Siena, com um pequeno detalhe arredondado na parte interna. Era como ser o carro tivesse “aberto” os olhos. Opções de motores são 1.0, 1.4 e 1.8, todos de 8 válvulas.

No final de 2011, a última geração do Palio é lançada. O visual foi considerado controverso, principalmente na parte traseira, com um lanterna bem extravagante. As opções de motores eram 1.0, 1.4 e 1.6 16V.
Apesar das polêmicas sobre a estética, foi a partir daí que o carro cresceu em vendas até chegar ao topo de vendas em 2014. Porém, muito do mérito se devia a versão Fire, com visual baseado no modelo 2004, que continuava a ser vendida.

Além do sucesso por si só, o Palio deu origem a outros produtos da linha Fiat: a picape Strada e a perua Weekend. Os “irmãos” do Palio ainda estão disponíveis para a venda no Brasil e acompanharam as alterações visuais até 2009.

Punto também saiu de linha
Mais um que sentiu o “fator Argo”, o Punto deixa de ser vendido no Brasil. O hatch foi lançado em 2007 no Brasil.

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Destaque 6

Postos comercializam litro do combustível por até R$ 5, 25

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Outra vez a gasolina em Rio Branco sofreu elevação em seu preço acompanhando os últimos percentuais seguidos de aumento a partir da Petrobras. O litro do combustível na capital do estado que vende a gasolina mais cara do país é comercializado nos postos por até R$ 5, 25.

Ao ac24horas, o Sindicato dos Postos de Combustíveis do Acre (Sindepac) lamentou mais um reajuste no preço da gasolina. “Esclarecemos aos consumidores que as distribuidoras estão repassando em média, aumento de R$ 0,25 a R$ 0,30 centavos por litro do combustível. Esse valor é impossível de segurar, já que os revendedores tem seus custos operacionais e com a nova política de reajustes quase que diários, reduziu o consumo. Nossa orientação aos nossos clientes é de que pesquisem. Mais uma vez, lamentamos e esperamos que em breve, o mercado volte a normalidade”, afirmou o sindicato.

Nesta segunda-feira, 24, a Petrobras voltou a reajustar o preço da gasolina, com recuo de 0,59% no preço do combustível nas refinarias. A expectativa é de que a redução em alguns estados comece já nesta segunda-feira.

Os preços estavam inalterados nas refinarias desde o dia 14 de setembro. O último reajuste tinha ocorrido no dia 13, quando a empresa aumentou em 0,98% o preço do produto.

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Cotidiano

Petrobras reduz em 0,59% preço da gasolina nas refinarias; preço entra em vigor na terça

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A Petrobras reduziu em 0,59% o preço da gasolina em suas refinarias, depois de manter o preço estável por mais de uma semana.

Com o reajuste, que entra em vigor amanhã (25), o litro do combustível recuará de R$ 2,2514 para R$ 2,2381.

Apesar da queda do preço, o combustível acumula uma alta de 4,7% em setembro, o que significa um aumento acumulado de 10 centavos por litro.

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Cidades

Mercado aumenta inflação para 4,28%

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A estimativa de instituições financeiras para a inflação neste ano subiu pela segunda vez seguida. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC), divulgada às segundas-feiras, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 4,28%.

Na semana passada, a projeção estava em 4,09%.

Para 2019, a projeção da inflação também subiu: de 4,11% para 4,18%. Para 2020, a estimativa segue em 4% e, para 2021, passou de 3,92% para 3,97%.

A projeção do mercado financeiro ficou mais próxima do centro da meta deste ano, que é 4,5%. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Já para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

Taxa básica
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros (Selic), atualmente em 6,5% ao ano.

De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018.

Para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano e permanecendo nesse patamar em 2020 e 2021.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Crescimento econômico
As instituições financeiras revisaram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

Para 2018, a previsão passou de 1,36% para 1,35% e, para o próximo ano, permanece em 2,5%.

Câmbio
A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 3,83 para R$ 3,90 no fim deste ano, e de R$ 3,75 para R$ 3,80, ao término de 2019.

Na última sexta-feira, o dólar fechou o dia cotado a R$ 4,0477 para venda, com baixa de 0,59%.

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