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Guilhotina vai rolar cabeça no DEM

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Em reunião marcada para amanhã, 22, em Brasília, vai acontecer a decisão de quem ficará no comando do DEM no Acre, se o atual presidente Tião Bocalom, ou se o deputado federal Alan Rick (DEM), que postula a direção regional. A informação foi passada ontem à coluna pelo deputado Antonio Pedro (DEM), foto, que embarca hoje com seu grupo para a capital federal. Antonio Pedro defenderá que o DEM passe a integrar a coligação que apóia a candidatura do senador Gladson Cameli (PP) ao governo, e que se chegue a uma solução pacífica, pela qual Alan Rick (DEM) seja o vice na chapa de Cameli e Tião Bocalom (DEM) abandone a candidatura do Coronel Ulisses Araújo e venha se somar como candidato a Federal na aliança do senador Gladson Cameli (PP). Na reunião estão previstas também as presenças do deputado federal Alan Rick (DEM) e Tião Bocalom (DEM) e do presidente nacional do partido, senador Agripino Maia (DEM), destacou o deputado. O grupo do ex-prefeito Tião Bocalom (DEM) nega ter recebido convite para o encontro. Mas já tem a posição firmada que não abrirá mão da candidatura de Ulisses a governador, ainda que isso lhe custe a perda da presidência do DEM.

PASSAPORTE PARA VICE
O grupo do deputado federal Alan Rick (DEM) está certo que ocupará a presidência do DEM. Já estaria, inclusive, com os nomes da nova executiva relacionados. Levar o DEM para apoiar a candidatura de Gladson Cameli (PP) ao governo seria o passaporte para tentar emplacar sua indicação de vice.

QUE REUNIÃO É ESSA?
Foi a pergunta que fez ontem o presidente regional do DEM, Tião Bocalom, ao saber que aconteceria o encontro anunciado pelo deputado Antonio Pedro (DEM). “Este está mais perdido que cego em tiroteio”, afirmou. Bocalom enfatizou que, antes de qualquer conversa com o deputado federal Alan Rick (DEM) terá um encontro com o presidente Agripino Maia (DEM), o Coronel Ulisses Araújo e o vice-presidente Frank Lima. “É uma decisão tomada”, diz Bocalom.

REUNIÃO ESTRANHA
Tião Bocalom (DEM) ressalta que não senta com o deputado Antonio Pedro (DEM) pela falta de educação do seu grupo político. “No último encontro me chamaram até de moleque, eu, um homem de mais de 60 anos”, reclamou. E dá o principal motivo para estar ausente da reunião desta quinta-feira, em Brasília: “não fui convidado. Não vou onde não recebo convite”.

NÃO TEM RECUO
A decisão do ex-prefeito Tião Bocalom (DEM) se mostra amadurecida. Apoiará a candidatura do Coronel Ulisses Araújo ao governo, seja pelo DEM ou por outro partido da oposição.

AGRADECE, MAS FICA NO PSDB
O médico Eduardo Veloso (PSDB) confirma o convite, mas nega que tenha a intenção de se filiar ao PTB, SOLIDARIEDADE ou no PPS.  Se diz agradecido pela deferência, mas ressalva que continua como pré-candidato a vice-governador pelo PSDB. Prevê que a indicação oficial do vice acontecerá entra a quarta e a quinta-feira da próxima semana. Continua no páreo

NOMES NA BERLINDA
Quatro nomes estão na berlinda relacionados para a indicação de vice-governador na chapa do candidato ao governo, Gladson Cameli (PP): deputado federal Alan Rick (DEM), médico Eduardo Veloso (PSDB), jornalista Mara Rocha (PSDB) e o Conselheiro do TCE, Valmir Ribeiro. Não há uma data fixada para que venha a acontecer o anúncio da escolha.

CASA ALUGADA
O prefeito Marcus Alexandre, irá mesmo após deixar a prefeitura de Rio Branco, dia 7 de abril, fixar residência em Cruzeiro do Sul por 45 dias. Já estaria com a casa alugada. Deverão lhe acompanhar ao exílio político a esposa e os secretários André Kamai e Andréia Forneck.

PROJETO POLÊMICO
O projeto do deputado Heitor Junior (PDT) que proíbe a exportação de castanha in natura causou polêmica ontem na ALEAC. Foi considerado “nefasto” pelo deputado Gehlen Diniz (PP), porque, disse, privilegia os empresários locais, que colocarão o preço que quiserem na lata de castanha. “Só o anúncio do projeto já despencou o preço pago aos coletores. A lata que já chegou a 100 reais logo baixará para 10 reais”, previu que ocorrerá, se o projeto for aprovado.

PALAVRA DO RELATOR
O Relator do projeto, deputado Daniel Zen (PT), tem outra concepção. Vê como bom para a indústria local porque gera emprego e agrega valor ao produto. E que a questão do preço é mais relacionada ao tamanho da safra. Na sua visão, quem mais lucra com a venda in natura são as indústrias estrangeiras e o atravessador, porque só compram no mínimo uma carreta. Zen deu entender de que votará pela constitucionalidade do referido projeto.

RESPOSTA DURA
O deputado Heitor Junior (PDT) não deixou barato ter o deputado Gehlen Diniz (PP) taxado o seu projeto, que proíbe a exportação de castanha in natura, de “nefasto”: “o que é nefasta é a relação do deputado Gehlen com o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim”.

QUEM MELHOR COLOCOU
Em meio a debates emocionais sobre o veto do governador Tião Viana ao projeto do deputado Raimundinho da Saúde (PODEMOS), quem melhor colocou o problema foi o deputado Jenilson Lopes (PCdoB). A questão, segundo ele, não se limita à derrubada do veto, mas saber se acontecendo isso em que vai beneficiar os servidores que foram ou serão demitidos do PRÓ-SAÚDE. Muito pertinente a sua colocação.

OBJETO DE MODIFICAÇÃO
A deputada Eliane Sinhasique (PMDB) estava ontem revoltada por não ter recebido como pediu ao secretário de Saúde, Gemil Junior, informações detalhadas sobre a terceirização do HUERB e UPAs. Não tinha como lhe atender. O decreto está em adequação a pedido do MP.

FALTOU EXPLCITAR
Coloquei já aqui que, neste episódio faltou o governo debater mais abertamente a terceirização para não sofrer entraves, como sofreu por parte do MP. Não custava ter dialogado antes com os deputados e segmentos da saúde. Hoje não teria mais problemas.

CONVICTO QUE DERRUBA
O deputado Raimundinho da Saúde (PODEMOS) anda risonho pelo plenário. Garante já ter os votos necessários para derrubar o veto do governador Tião Viana ao projeto do PRÓ-SAÚDE, dentro da própria base do governo, o que aumentaria o desgaste de uma derrota do Tião.

CONVITE DA OPOSIÇÃO
O deputado Eber Machado (PSDC), que tinha rompido e depois reatado suas relações com o governador Tião Viana está na lista dos rebelados do governo que receberá convite para ser candidato a Federal pela oposição. É um dos mais ardorosos defensores da queda do veto.

DOBRADINHA DE CONFRONTO
Os deputados Raimundinho da Saúde (PODEMOS) e Eber Machado (PSDC) são hoje na ALEAC os parlamentares mais fervorosos pela derrubada do veto do governador Tião Viana. A previsão para a matéria chegar no plenário deve demorar em torno de 45 dias.

LINHA DURA
Os servidores da Fábrica de Camisinha, que foi concebida pelo governo estadual, estão com 3 meses sem ver a cor dos seus salários. E ainda ameaçados pela direção de irem para o olho da rua, caso protestem. É o que garante o deputado Antonio Pedro (DEM). Vixe, Maria !

UMA PESSOA HONRADA
Falando no deputado Antonio Pedro, que até aqui se mostra um político polido, jamais poderia ter permitido que seus aliados chamassem o ex-prefeito Tião Bocalom (DEM) de “moleque”. Divergências são naturais na política; agressão, não! Bocalom é um cidadão de bem e honrado.

NÃO CABE MAIS OS DOIS
Nesta questão do DEM, uma coisa está bem clara: não há mais lugar para a permanência do atual presidente Tião Bocalom (DEM) e do deputado federal Alan Rick (DEM) no partido. Numa avaliação simples, a presidência do DEM vai acabar ficando com o grupo do Alan Rick.

COM MEUS PROTESTOS
O deputado Jesus Sérgio (PDT) trouxe ontem ao conhecimento público na tribuna da ALEAC, um fato de alta relevância nacional (sic), acontecido em Tarauacá: a violência na cidade é tão latente que, o tradicional clube brega da terra do abacaxi grande, o “Chega Mais”, fechou suas portas. Protesto! Protesto! Protesto!

NÃO PASSARÁ
O requerimento da deputada Eliane Sinhasique (PMDB), convocando o empresário Jarbas Soster para desnudar o programa urbanístico do governo “Ruas do Povo”, na comissão de Obras na ALEAC, não passará. O argumento dos governistas é estar o assunto na justiça.

OBSERVAÇÃO POLÍTICA
De um sagaz presidente de um partido nanico sobre a foba do dirigente do PT, Cesário Braga, alardear que fará 8 deputados: “a chapa só tem cabeça e falta o resto do corpo”. Avaliou que o PT se dê por contente se manter os atuais quatro deputados estaduais.

MUITO MAIS FÁCIL
Endosso o comentário. É mais fácil cair uma nevasca no Acre em pleno mês de agosto do que a chapa de deputados estaduais do PT eleger oito dos seus candidatos para a bancada na ALEAC.

PARTO DIFÍCIL
Não sei o que passa pela cabeça dos dirigentes da oposição que não conseguem chegar a um simples consenso sobre o nome do vice-governador a figurar na chapa ao governo do candidato Gladson Cameli (PP). Estão passando a imagem para a população que não conseguem resolver uma situação trivial. E nisso o Gladson Cameli (PP) colabora. Quem terá o vice por quatro anos ao seu lado, se vier a ganhar o governo, será ele e não os seus aliados. A palavra final tem que se dele, afinal, está numa situação cômoda de ser o único nome que a oposição tem com chance de enfrentar em igualdade de condições o candidato do PT, Marcus Alexandre, e ainda tem quatro anos de mandato. Enquanto brigam, o PT está pronto para a campanha. Ou será que estão pensando que derrotar o PT, com todo o seu desgaste, será uma empreitada fácil? Se eles pensam isso, estão completamente enganados com a cor da chita.

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Blog do Crica

O voto do eleitor não tem dono

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A LÓGICA de que, quem é candidato no poder ganha a eleição, foi quebrada também em Senador Guiomard. Por esta lógica estrábica de alguns, quem deveria vencer seria o prefeito André Maia (MDB), porque estava no comando da máquina municipal, num colégio eleitoral pequeno, em que muita coisa gira em torno da prefeitura. A vitória da Rosana Gomes (PP),  para prefeita mostrou que o voto do eleitor não tem dono. Entrou em baixa nas pesquisas, foi conquistando a confiança do eleitor e acabou vencendo, esmagando esquemas poderosos. A política tem caminhos insondáveis. O povo decidiu, não muda.

PRATO QUE SE COME FRIO

O PREFEITO André Maia (MDB) perdeu a eleição, mas a sua candidatura foi fatal para a derrota do seu algoz, que chegou afastá-lo da prefeitura, o vereador Gilson da Funerária (SD).

REPAGINADA QUE DEU CERTO

A IMAGEM do Tião Bocalom (PP) antes desta campanha era a de uma pessoa raivosa e com um discurso que virou galhofa. Nesta campanha, mudou por completo. Mudou a imagem para um conciliador da política da paz e do amor e do bom velhinho. E, pelo que mostram as pesquisas, o eleitorado se encantou.  

NÃO PEDE, DETERMINA!

O GOVERNO negou ceder carros da sua frota para transportar os eleitores da zona rural, com o estranho argumento de falta de carros. A justiça eleitoral, não pede, determina, senhores da toga. Seria como que uma punição ao eleitor que vive no campo.

NÃO ME LEMBRO

NÃO ME LEMBRO de nenhuma outra eleição que uma situação desta natureza tenha acontecido na capital. Isso é um absurdo.

ANO ESENCIAL

2021 será um ano essencial para o governador Gladson Cameli deslanchar o seu governo com obras. Ano também de fazer recomposições e repactuações políticas. 2022 será um ano contaminado pela pré-campanha para o governo e parlamento.

FICA POR CONTA DA MILITÂNCIA

ATÉ AQUI, a disputa do segundo turno entre os dois candidatos não descambou para a ofensa pessoal. As fakes news, os ataques á honra, ficaram por conta dos militantes desvairados. E essa é uma turba que os candidatos não conseguem controlam.

AFASTA DE MIM ESTE CÁLICE

O GOVERNADOR Gladson demitiu mais um integrante do grupo do vice-governador Major Rocha de cargo de confiança. O Gladson reforça que, não quer mais relação política com o vice.

CADA QUAL NO SEU QUADRADO

MELHOR MESMO para o governador e o vice é cada qual no seu quadrado. As relações pessoais e políticas entre ambos chegou num grau de deterioração sem volta. E a caneta é do governador.

MERGULHOU FUNDO

O VICE-GOVERNADOR Major Rocha mergulhou fundo no silêncio. Não haveria nada melhor do que sair da cena do olho do furacão.

VAI DERRUBAR PREFEITO

ESSA QUESTÃO da merenda escolar vai complicar prefeito eleito.

BASE PARA FEDERAL

O DEPUTADO Jesus Sérgio (PDT) sedimentou bases importantes para disputar a reeleição em 2022. Fez os prefeitos de Tarauacá e do Jordão. Jesus é um parlamentar limitado, mas faz política.

POUCO TEMPO PARA MUDAR

PELO QUADRO de mobilização que se tem notado no segundo turno, não houve mudança em relação ao favoritismo do candidato Tião Bocalom (PP). E, domingo já é o dia da votação.

BITTAR EMPENHADO

O SENADOR Márcio Bittar (MDB), esqueceu as diferenças políticas e é um dos mais empenhados na candidatura do Tião Bocalom (PP). Mais importante é que o Bittar será o Relator do Orçamento Federal, e poderá destinar recursos para a PMRB.

BASTA ANDAR NA CIDADE

A NOVA ONDA da Covid-19 parece que não despertou ainda grande parte da população da capital, que anda sem máscaras pela cidade, como se tudo estivesse normal. Fugiu ao controle.

UNIDADES LOTADAS

ATÉ AS UNIDADES de Saúde particulares estão com os seus leitos destinados aos contaminados pela Covid-19, com ocupação sem vagas. Definitivamente, a pandemia veio numa nova onda. 

ATESTADO DE VERGONHA

CASO a Polícia Militar mantenha a posição de não mandar segurança para os jogos da Série D, e os times do Acre tenham que disputar seus jogos em outros estados, será um atestado de vergonha. O governador Gladson tem que intervir na situação.

DESCULPA ESFARRAPADA

PIOR QUE o ato foi a desculpa esfarrapada da cúpula da Segurança, que criou assim uma pauta negativa para a imagem do governo. Não se cria problema onde não tem problema.

MANTENDO A ALTIVEZ

A PREFEITA Socorro Neri (PSB) sabe que a sua situação política neste segundo turno não é confortável. Mas, mesmo assim vem mantendo a altivez e cumprindo os compromissos agendados.

CAMPANHA DESCARADA

NÃO MORRO de amores pelo Bolsonaro, que se não é a oitava maravilha do mundo; também não chega a ser o representante do mal, como prega a GLOBO, em uma campanha descarada.

SUCESSÃO DE ERROS

O QUADRO deste segundo turno para a prefeita Socorro Neri não passa de uma sucessão de erros de campanha, que vem do primeiro turno. A Socorro foi vítima de uma campanha amadora.

CONSELHEIROS ERRADOS

CONSIDERO a Socorro Neri ter cometido um erro político ao não ter ido para o PP, e se tivesse ido teria hoje no seu palanque o governador Gladson e o senador Sérgio Petecão (PSD). E o Tião Bocalom não seria candidato. Ouviu os conselheiros errados.

QUEBROU UM CICLO

A VITÓRIA da candidata Néia (PDT) quebrou um ciclo das oligarquias de Tarauacá, dos Vitorinos e Damascenos, que vinham se alternando no comando da prefeitura do município.

FRASE MARCANTE

“Primeiro come-se; depois é que se lava a panela”. Ditado espanhol.

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Blog do Crica

Os pilares do Tião Bocalom 

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A CANDIDATURA do Tião Bocalom (PP) só vingou por três firmes decisões. A primeira foi a senadora Mailza Gomes (PP), que resistiu a todas as investidas do governador Gladson Cameli para vetar o seu nome. Se não tivesse sido firme, a tese do governador teria vencido. A reação foi reforçada pela ação do deputado José Bestene (PP), que retirou sua candidatura à PMRB, já homologada pelo partido, para ser substituído por Bocalom. E o terceiro foi o senador Sérgio Petecão, que se somou a ambos, e acabou sendo o grande condutor da campanha vitoriosa no primeiro turno, e que se encaminha para ser chancelada no segundo turno. Não fosse a ação do trio, o Bocalom não seria candidato e nem estaria preste a ser prefeito de Rio Branco. Mailza Gomes (PP), Sérgio Petecão (PSD) e José Bestene (PP) foram os pilares para manter a sua candidatura.

NOME NA PAUTA

O VEREADOR eleito Samir Bestene (PP) tem tudo para ser o próximo presidente da Câmara Municipal de Rio Branco. O PP, seu partido, elegeu três vereadores e é aliado do Bocalom ((PP), que desponta como favorito para vencer a eleição de domingo.

MARFISA, A GUERREIRA

QUANDO se fala na garra do senador Petecão (PSD) na campanha do Tião Bocalom (MDB), não se pode deixar de lembrar que a candidata à vice-prefeita Marfisa Galvão (PSD), não fica atrás em entusiasmo. Marfisa tem sido uma guerreira.

RECONHECENDO O ÓBVIO

POR DIVERSAS vezes coloquei no BLOG que, os entraves na campanha da prefeita Socorro Neri (PSB), eram a falta de um coordenador político experiente e planejamento. Exatamente o que reclamou ontem seu aliado, o deputado Luiz Tchê (PDT).

DESCOBRIU TARDE

O DEPUTADO TCHÊ (PDT), como político experiente era para ter feito o alerta no primeiro turno, apontar para um erro que era gritante; só agora, no fim do segundo turno, não adianta nada.

NÃO FORAM OUVIDOS

OUVI de várias figuras de proa do governo, que ainda tentaram mostrar que a campanha estava sendo mal conduzida, mas se queixam de que não foram escutados e tiveram de recuar.

ATACADOS PELA COVID

O PREFEITO de Sena Madureira, Mazinho Serafim, e sua mulher, a deputada Meire Serafim (MDB), estão internados na PRONTO CLÍNICA, onde se recuperam. O BLOG deseja saúde a ambos.

TAMBÉM CONTAMINADO

QUEM TAMBÉM foi contaminado pela Covid-19 foi o prefeito eleito de Santa Rosa, Tamir de Sá (MDB), em recuperação na PRONTO-CLÍNICA. A pandemia deu uma acelerada nos casos.

SUPORTE FINANCEIRO

CASO SEJA ELEITO DOMINGO, como as pesquisas indicam, Tião Bocalom terá a sorte de receber uma prefeitura enxuta, e contar com três senadores para lhe destinar recursos e emendas.

FINANÇAS SANEADAS

A PREFEITA Socorro Neri conseguiu em dois anos deixar a prefeitura mais enxugada e com as suas finanças saneadas.

MOSTRAR HABILIDADE

O GOVERNADOR Gladson Cameli vai precisar usar de muita habilidade para compor uma base política à sua campanha de reeleição, em 2022. O seu apoio à candidatura da prefeita Socorro Neri (PSB), deixou a sua antiga base política esfacelada.

REFORÇAR O INIMIGO

OS PREFEITOS eleitos pelo PT não esperem serem abençoados com emendas parlamentares de outros partidos, no próximo ano. 2022 será ano de eleição, devem investir em 2021 em suas bases eleitorais. Na política, não se cria cobra para ser picado.

SERIA INFLAR O JV

REFORÇAR financeiramente as prefeituras governadas por petistas seria o mesmo que construir uma ponte para reforçar uma candidatura do Jorge Viana (PT) ao Senado, em 2022.

PLANO MODIFICADO

A VITÓRIA do Zequinha (PP) a prefeito de Cruzeiro do Sul deve modificar o plano político do ex-prefeito Vagner Sales (MDB) de lançar a deputada federal Jéssica Sales (MDB) para o Senado.

DOBRADINHA COM BITTAR

O GRUPO do ex-prefeito Vagner Sales (MDB) deve fazer uma dobradinha em 2022, com o senador Márcio Bittar (MDB), que ficou ao seu lado no apoio ao candidato Fagner Sales (MDB).

POSSIBILIDADE ABERTA

PODEM ANOTAR para conferir em 2022, caso o contexto político lhe seja favorável, o senador Márcio Bittar (MDB) pode abandonar meta de lançar a mulher Márcia Bittar a deputada federal, e colocá-la como candidata a senadora. Este é o jogo.

INTERESSA AO BOLSONARO

A HIPÓTESE de ter a Márcia Bittar como candidata a senadora já foi alvo de uma conversa entre o senador Márcio Bittar (MDB) e o presidente Jair Bolsonaro, que é simpático a esta possibilidade.

ESQUERDA NA GESTÃO

O PCdoB e o PT estavam na chapa que elegeu o Zequinha a prefeito de Cruzeiro do Sul, e por certo participarão da gestão. Zequinha deixou o PCdoB, mas manteve relação com a cúpula.

ESCOLHA MERECIDA

O JORNALISTA Ailton Oliveira deverá integrar a equipe de comunicação do candidato Tião Bocalom (PP), se este vencer no domingo. Será merecido. Acompanha de longas data o Bocalom.

PAPEL DA LEALDADE

A SECRETÁRIA de Comunicação da PMRB, Socorro Camelo, publicou um artigo duro na defesa da prefeita Socorro Neri. É o papel de quem é leal a quem lhe foi leal. Não cabe por isso, nenhuma crítica. Não se abandona os amigos no infortúnio.

MESMA PEGADA

FALTAM cinco dias para a eleição e a campanha do favorito a vencer a disputa pela PMRB, Tião Bocalom (PP), continua na mesma pegada de mobilização. Ontem, fechou o dia com um grande bandeiraço. Com Petecão, Bocalom e companhia limitada.

FORA DAS RUAS

A CAMPANHA da Socorro Neri não é vista mais nas ruas, ela tem se limitado a cumprir agenda de visitas. A sua campanha, indicam pesquisas, não criou clima de virar no segundo turno.

FRASE MARCANTE

“Dizem que o tempo muda as coisas, mas é você que deve mudá-las”. Andy Warhal.

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Acre

Não esperem um cabide de emprego  

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas 

NÃO CONHEÇO tanto o candidato Tião Bocalom (PP),  para mensurar como será a sua administração, se for eleito domingo. Mas em conversa ontem com pessoas mais próximas dele, que o conhecem bem de perto, estas foram unânimes em afirmar ao BLOG que, caso ele  vença a eleição para a prefeitura da capital, jamais vai transformar o órgão num cabide de emprego. Bocalom, segundo estas fontes, será de chegar cedo na prefeitura e querer encontrar os secretários. Não é de fazer acordos políticos ou empresariais nada republicanos, afiançam os que lhe são mais próximos. O consideram austero e muito exigente com os que lhe são subordinados. Que não é de fazer bandalheiras, é o que se ouve sobre ele. Mas isso é o normal que pode se esperar de qualquer gestor, o principal é saber como tocará uma prefeitura praticamente dependente do FPM e das emendas parlamentares, com arrecadação própria a desejar, e com os problemas dos bairros sendo bem maiores que a receita municipal. Falar que vai fazer, é uma coisa; fazer é outra bem diferente. Aguardemos as urnas de domingo. Se confirmarem a vitória do Tião Bocalom (PP) como mostram as pesquisas, vamos saber a partir de janeiro se as promessas de campanhas serão cumpridas. Ou se será mais um a ficar nas promessas eleitorais.

DIAS CONTADAS

MAS NUM PONTO, não tenho nenhuma dúvida em afirmar que, ninguém que teve cargo de confiança no governo passado do PT, vai ser chamado para trabalhar na sua gestão. Nisso, estou certo.

MAZINHO FORTALECIDO

O PREFEITO Mazinho (MDB) não saiu forte só porque foi reeleito, mas também porque os seus aliados Tanízio de Sá (MDB), em Manuel Urbano; e, Tamir de Sá (MDB), em Santa Rosa, também ganharam para prefeito. Por isso, estará forte na mesa da sucessão estadual na eleição de 2022. O Mazinho sabe jogar.

OPÇÃO A SER FEITA

O GOVERNADOR Gladson Cameli não tem outra opção a ser feita depois da eleição municipal: ou se afasta de partidos como o PDT e PSB, ou seu rompimento com o senador Márcio Bittar (MDB) é inevitável. O Bittar é bolsonarista radical, e o PDT e o PSB não estarão no palanque do Bolsonaro na eleição de 2022.

NÃO É MINHA PRAIA

NÃO ESPEREM que, na eventual derrota que é mostrada da prefeita Socorro Neri (PSB), que este BLOG entre numa campanha de tripudiar sobre o fracasso, podem esquecer isso.

NÃO ENGRANDECE NINGUÉM

FAÇO O ALERTA por algumas peças que estão sendo preparadas como uma comemoração de uma eventual derrota domingo.

MAIS UMA LIÇÃO

QUEM ACOMPANHA este BLOG e puxar pela memória irá se lembrar de que, várias vezes alertei que, o fato de um candidato ter o apoio do governo e da prefeitura não significava vitória por antecipação. Está se provando mais uma vez que ninguém é dono dos votos, e que sem a empatia com o povão, não se ganha eleição majoritária. A máquina só ajuda até um certo ponto.

FATOR QUE AJUDOU

UM FATOR que ajudou a candidatura da prefeita Socorro Neri a não decolar nesta eleição, foi o PSB. O partido não tem uma base política na capital, não tem militância, e tampouco um líder.

ASSIM O BOI NÃO DANÇA

DE NOME MESMO, só a prefeita Socorro Neri (PSB), porque está no comando da PMRB. O deputado Jenilson Lopes (PSB) tem base em Tarauacá, e o deputado Manoel Moraes (PSB), em Xapuri. Ambos não influenciam em nada. O restante é figuração.

POLÍTICA É ASSIM MESMO

A PREFEITA Socorro Neri é um nome limpo, foi boa gestora, mas isso não é suficiente para ganhar uma eleição. A sua campanha não empolgou. A campanha foi mal conduzida, e não decolou.

COMANDO E ALEGRIA

O QUE FALTOU na campanha da Socorro Neri, teve de sobra na campanha do Tião Bocalom. Sob o comando do senador Sérgio Petecão (PSD) a campanha do Bocalom foi forjada nos grotões. Tinha organização, alegria, comando, a da Socorro foi formal.

COMANDO FALHOU

E PELO FATO da Socorro Neri (PSB) ter iniciado o segundo turno muito atrás do Tião Bocalom (PSB), para se pensar numa reversão, teriam que ser criado fatos novos, buscando aliados, para criar um clima de virada, mas seu comando de campanha falhou. E chega na última semana de campanha quase solitária.

NÃO HÁ LUGAR PARA AMADOR

E NINGUÉM pode acusar a Socorro Neri (PSB) por sua campanha não decolar. Se a candidata não tem um bom coordenador de campanha, o programa eleitoral foi ruim, ficou cercada de amadores na política, a culpa da coisa não dar certo não é dela.

TRADUZINDO EM MIÚDOS

O TODO este final trágico da sua campanha pode ser traduzido numa frase: -uma campanha a prefeito não pode ser comandada por amadores. Sem planejamento, organização, é difícil vencer.

APALAVRADOS COM O GOVERNADOR

OUVI do governador Gladson Cameli que vai retornar ao PP, do qual pediu afastamento. E também que, dois prefeitos da oposição estão apalavrados para lhe acompanhar no partido.

GRANDE VENCEDOR

O PP pode fechar a página da eleição municipal como o grande vencedor. Fez os prefeitos de Tarauacá, Senador Guiomard, Cruzeiro do Sul e pode fazer domingo o de Rio Branco.

MAIORES COLÉGIOS ELEITORAIS

É BOM lembrar que, Cruzeiro do Sul e Rio Branco são os dois maiores colégios eleitorais do estado, o que o deixa numa condição em que a sucessão estadual passará pelo partido.

AMIGOS DE CARGO

CASO não vença a eleição no próximo domingo, a prefeita Socorro Neri vai passar a viver uma nova situação, de janeiro em diante, para a qual tem que se preparar emocionalmente. Muitos dos aliados, ocupantes de cargos de confiança, vão se afastar.

MUNDO CÃO

SEJA quem for o político que deixa o poder, ele não escapa do  abandono pela maioria esmagadora dos aliados. Alguns, até cruzam a rua para não cumprimentar. É o mundo cão da política.

FRASE MARCANTE

“Se você for bem sucedido, entra pela porta da frente, com as flores, caso contrário, sai pela porta dos fundos com o lixo.” Robert Stack.

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Blog do Crica

Rumo à esquerda separa Bittar e Gladson

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O RESULTADO DA ELEIÇÃO MUNICIPAL deixou o senador Márcio Bittar (MDB) e o governador Gladson Cameli, no caminho de rompimento político. As alianças com a esquerda foram o pomo da discórdia. Entre as reclamações abertas do Bittar estão o não cumprimento de acordo pelo qual o Gladson apoiaria a candidatura do Fagner Sales (MDB) a prefeito de Cruzeiro do Sul, e a candidata do MDB a prefeita de Brasiléia, Leila Galvão (MDB). Em Cruzeiro do Sul, o apoio foi para a chapa do professor Zequinha (PP), na qual estavam o PT e o PCdoB. E, em Brasiléia, nem apareceu na campanha da Leila, o que favoreceu a candidatura da prefeita Fernanda Hassem, que é do PT. Se engajar no palanque da prefeita Socorro Neri, onde estão PDT, PSB e PV, que no plano nacional fazem oposição ao presidente Jair Bolsonaro, de quem Márcio Bittar (MDB) é um árduo defensor, também é um ponto que ajudou no seu afastamento do governador. Para fechar o pacote, Bittar diz que, se sentiu traído e confrontado ideologicamente em Mâncio Lima, onde o governador Gladson colocou um adesivo com o 13 no peito, e apoiou à reeleição o petista Isaac Lima. “Não aceito”, enfatiza. São posições de quem não me quer ao seu lado na eleição de 2022, revela um irritado Márcio Bittar (MDB). Márcio diz que vai comandar a campanha de reeleição do Bolsonaro no estado, e no seu palanque não haverá espaço para aliados de partidos de esquerda, como o PDT, PV e PSB. Bittar promete estar num palanque alternativo na eleição presidencial e na disputa do Governo e Senado, no Acre. Para mostrar o seu descontentamento, foi o primeiro a declarar apoio ao candidato  Tião Bocalon (PP); na disputa da PMRB, que não é apoiado pelo Gladson. É um nó górdio político para o governador desatar.

IBOPE CONFIRMA FAVORITISMO
A RODADA de pesquisa do IBOPE, a primeira no segundo turno, mostrou o que está na boca da população, que o candidato Tião Bocalon (PP) é amplo favorito na corrida para o segundo turno. O Bocalon apareceu com 65% das intenções de votos contra 28% da prefeita Socorro Neri (PSB). É muito voto para dar uma virada.

TESE ERRADA
SEMPRE disse aqui no espaço do BLOG que segundo turno é uma outra eleição, apenas em tese. Mas na prática é uma continuidade do primeiro turno. Quem votou no Tião Bocalon (PP) tende a votar de novo, e ainda ganhará mais votos com base nas novas alianças. O IBOPE apenas confirmou esta realidade

TERRA DE MURO BAIXO
PARA A SUA PROPOSTA de tentar reverter a derrota larga no primeiro turno para o candidato Tião Bocalon (PP), o primeiro programa eleitoral da candidata Socorro Neri (PSB) pode ser considerado bom e mais planejado politicamente. Mas erraram quando colocaram para tecer elogios á sua gestão, assessores e ex-assessores da prefeitura municipal, todas figuras conhecidas.

NÃO VAI PESAR
TANTO PARA a candidata Socorro Neri (PSB), como para o candidato Tião Bocalon (PP), o horário eleitoral não terá o dom de mexer no resultado, até porque faltam só seis programas.

EMPATIA COM ELEITOR
O QUE PODE mexer no resultado do segundo turno seria quem chegou atrás conseguir uma empatia com o eleitor que não teve no primeiro turno. Teria de haver uma reversão de 47 mil votos. Uma missão, convenhamos, muito complicada e difícil de ocorrer. O tempo é exíguo e não aconteceu nenhum fato novo.

TIRO CURTO
O QUE TORNA a eleição de segundo turno mais complicada para reverter votos é o fato de ser uma campanha de tiro curto. No domingo da próxima semana, todos voltarão às urnas para votar.

JOGO DO PODER
O TIROTEIO do primeiro turno contra a prefeita Socorro Neri (PSB) por parte dos outro seis candidatos, foi um fato natural. Porque a briga era exatamente em torno do cargo que ocupa.

NÃO SE PODE NEGAR
E DENTRO deste contexto não há como negar que foi uma briga desproporcional. Alguns candidatos entraram só para descontruir a sua imagem de boa gestora, esquecendo suas candidaturas. E, teve que passar a campanha na defesa. Faltou no caso, uma boa assessoria política na condução da campanha.

NINGUÉM PODE NEGAR
A PREFEITA Socorro Neri (PSB) cometeu muitos erros políticos, isso é inquestionável. Não se preparou politicamente para uma campanha, não se planejou para quem queria ser candidata, mas ninguém pode deixar de reconhecer que, ela foi uma gestora honesta e vai concluir este mandato sem mácula. Perder é do jogo.

OS CAMINHOS SÃO ÍNGREMES
ACONTECE é que numa campanha política, existem outros ingredientes que estão mais além do que uma boa gestão. Quando um candidato cai na graça do povo, é difícil mudar. A Socorro foi uma boa gestora, mas não foi uma boa política.

CHEIO DE EXEMPLOS
E quando um candidato cai na graça do povão, não tem máquina estatal, municipal, apoio de partido político que consiga reverter,  a tendência de votar num determinado nome. Exemplos de quem ganhou eleição majoritária sem a máquina do poder: Jorge Viana (PT), Flaviano Melo (MDB) e Gladson Cameli (PP) e etc…

DIFÍCIL, MUITO DIFÍCIL
TENHO COLOCADO neste espaço que não existe nada mais difícil na política do que a transferência de votos. Se o leitor atentar para as pesquisas, mesmo a sua candidata Socorro Neri (PSB) não tendo se saído bem no primeiro turno, a avaliação do governo e do governador sempre ficaram num patamar positivo.

MIRANDO 2022
MAS, O GOVERNADOR Gladson  vai ter que, em 2021 refazer pontes que foram quebradas com aliados na campanha municipal. Vai ter que começar por uma repactuação de cargos no poder com os partidos, onde siglas de pouca ou nenhuma expressão têm mais de cem cargos, enquanto partidos grandes ocupam pequenos espaços ou nenhum. Isso é desproporcional.

NÃO ESTAVA NO SCRIPIT
QUEM FEZ uma campanha que atropelou as pesquisas foi o prefeito eleito Delegado Sérgio Lopes (PSDB), em Epitaiolândia. Nunca foi tido favorito, mas na reta final decolou e se elegeu.

PROJEÇÃO PESSOAL
O Delegado Sérgio Lopes (PSDB) pode se jactar de ter vencido  a eleição; por conquistar a confiança do eleitorado, não teve nenhum medalhão político que tenha influenciado na sua vitória.

DERROTA DE UM CLÃ
A VITÓRIA do Delegado Sérgio Lopes (PSDB) teve o condão de derrotar o clã dos Hassem, em Epitaciolândia, comandado pelos ex-prefeitos Luiz Hassem e André Hassem, varridos da cena política nesta eleição. Acabou a hegemonia naquele município.

PASSO PARA DEPUTADO
O CANDIDATO derrotado Everton Soares (PSL), foi o segundo colocado, mas como é um nome novo na política pode ter dado um passo importante para disputar vaga na ALEAC em 2022.

APOSTANDO ERRADO
QUEM ESTÁ APOSTANDO que uma vitória do Tião Bocalon (PP) para a prefeitura de Rio Branco vai significar entupir as secretarias de afilhados está enganado, não vai jogar fora conseguir o poder fora depois de cinco derrotas seguidas.

FRASE MARCANTE
“Liberdade significa responsabilidade. É por isso que tanta gente tem medo dela”. Bernard Shaw.

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