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Guilhotina vai rolar cabeça no DEM

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Em reunião marcada para amanhã, 22, em Brasília, vai acontecer a decisão de quem ficará no comando do DEM no Acre, se o atual presidente Tião Bocalom, ou se o deputado federal Alan Rick (DEM), que postula a direção regional. A informação foi passada ontem à coluna pelo deputado Antonio Pedro (DEM), foto, que embarca hoje com seu grupo para a capital federal. Antonio Pedro defenderá que o DEM passe a integrar a coligação que apóia a candidatura do senador Gladson Cameli (PP) ao governo, e que se chegue a uma solução pacífica, pela qual Alan Rick (DEM) seja o vice na chapa de Cameli e Tião Bocalom (DEM) abandone a candidatura do Coronel Ulisses Araújo e venha se somar como candidato a Federal na aliança do senador Gladson Cameli (PP). Na reunião estão previstas também as presenças do deputado federal Alan Rick (DEM) e Tião Bocalom (DEM) e do presidente nacional do partido, senador Agripino Maia (DEM), destacou o deputado. O grupo do ex-prefeito Tião Bocalom (DEM) nega ter recebido convite para o encontro. Mas já tem a posição firmada que não abrirá mão da candidatura de Ulisses a governador, ainda que isso lhe custe a perda da presidência do DEM.

PASSAPORTE PARA VICE
O grupo do deputado federal Alan Rick (DEM) está certo que ocupará a presidência do DEM. Já estaria, inclusive, com os nomes da nova executiva relacionados. Levar o DEM para apoiar a candidatura de Gladson Cameli (PP) ao governo seria o passaporte para tentar emplacar sua indicação de vice.

QUE REUNIÃO É ESSA?
Foi a pergunta que fez ontem o presidente regional do DEM, Tião Bocalom, ao saber que aconteceria o encontro anunciado pelo deputado Antonio Pedro (DEM). “Este está mais perdido que cego em tiroteio”, afirmou. Bocalom enfatizou que, antes de qualquer conversa com o deputado federal Alan Rick (DEM) terá um encontro com o presidente Agripino Maia (DEM), o Coronel Ulisses Araújo e o vice-presidente Frank Lima. “É uma decisão tomada”, diz Bocalom.

REUNIÃO ESTRANHA
Tião Bocalom (DEM) ressalta que não senta com o deputado Antonio Pedro (DEM) pela falta de educação do seu grupo político. “No último encontro me chamaram até de moleque, eu, um homem de mais de 60 anos”, reclamou. E dá o principal motivo para estar ausente da reunião desta quinta-feira, em Brasília: “não fui convidado. Não vou onde não recebo convite”.

NÃO TEM RECUO
A decisão do ex-prefeito Tião Bocalom (DEM) se mostra amadurecida. Apoiará a candidatura do Coronel Ulisses Araújo ao governo, seja pelo DEM ou por outro partido da oposição.

AGRADECE, MAS FICA NO PSDB
O médico Eduardo Veloso (PSDB) confirma o convite, mas nega que tenha a intenção de se filiar ao PTB, SOLIDARIEDADE ou no PPS.  Se diz agradecido pela deferência, mas ressalva que continua como pré-candidato a vice-governador pelo PSDB. Prevê que a indicação oficial do vice acontecerá entra a quarta e a quinta-feira da próxima semana. Continua no páreo

NOMES NA BERLINDA
Quatro nomes estão na berlinda relacionados para a indicação de vice-governador na chapa do candidato ao governo, Gladson Cameli (PP): deputado federal Alan Rick (DEM), médico Eduardo Veloso (PSDB), jornalista Mara Rocha (PSDB) e o Conselheiro do TCE, Valmir Ribeiro. Não há uma data fixada para que venha a acontecer o anúncio da escolha.

CASA ALUGADA
O prefeito Marcus Alexandre, irá mesmo após deixar a prefeitura de Rio Branco, dia 7 de abril, fixar residência em Cruzeiro do Sul por 45 dias. Já estaria com a casa alugada. Deverão lhe acompanhar ao exílio político a esposa e os secretários André Kamai e Andréia Forneck.

PROJETO POLÊMICO
O projeto do deputado Heitor Junior (PDT) que proíbe a exportação de castanha in natura causou polêmica ontem na ALEAC. Foi considerado “nefasto” pelo deputado Gehlen Diniz (PP), porque, disse, privilegia os empresários locais, que colocarão o preço que quiserem na lata de castanha. “Só o anúncio do projeto já despencou o preço pago aos coletores. A lata que já chegou a 100 reais logo baixará para 10 reais”, previu que ocorrerá, se o projeto for aprovado.

PALAVRA DO RELATOR
O Relator do projeto, deputado Daniel Zen (PT), tem outra concepção. Vê como bom para a indústria local porque gera emprego e agrega valor ao produto. E que a questão do preço é mais relacionada ao tamanho da safra. Na sua visão, quem mais lucra com a venda in natura são as indústrias estrangeiras e o atravessador, porque só compram no mínimo uma carreta. Zen deu entender de que votará pela constitucionalidade do referido projeto.

RESPOSTA DURA
O deputado Heitor Junior (PDT) não deixou barato ter o deputado Gehlen Diniz (PP) taxado o seu projeto, que proíbe a exportação de castanha in natura, de “nefasto”: “o que é nefasta é a relação do deputado Gehlen com o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim”.

QUEM MELHOR COLOCOU
Em meio a debates emocionais sobre o veto do governador Tião Viana ao projeto do deputado Raimundinho da Saúde (PODEMOS), quem melhor colocou o problema foi o deputado Jenilson Lopes (PCdoB). A questão, segundo ele, não se limita à derrubada do veto, mas saber se acontecendo isso em que vai beneficiar os servidores que foram ou serão demitidos do PRÓ-SAÚDE. Muito pertinente a sua colocação.

OBJETO DE MODIFICAÇÃO
A deputada Eliane Sinhasique (PMDB) estava ontem revoltada por não ter recebido como pediu ao secretário de Saúde, Gemil Junior, informações detalhadas sobre a terceirização do HUERB e UPAs. Não tinha como lhe atender. O decreto está em adequação a pedido do MP.

FALTOU EXPLCITAR
Coloquei já aqui que, neste episódio faltou o governo debater mais abertamente a terceirização para não sofrer entraves, como sofreu por parte do MP. Não custava ter dialogado antes com os deputados e segmentos da saúde. Hoje não teria mais problemas.

CONVICTO QUE DERRUBA
O deputado Raimundinho da Saúde (PODEMOS) anda risonho pelo plenário. Garante já ter os votos necessários para derrubar o veto do governador Tião Viana ao projeto do PRÓ-SAÚDE, dentro da própria base do governo, o que aumentaria o desgaste de uma derrota do Tião.

CONVITE DA OPOSIÇÃO
O deputado Eber Machado (PSDC), que tinha rompido e depois reatado suas relações com o governador Tião Viana está na lista dos rebelados do governo que receberá convite para ser candidato a Federal pela oposição. É um dos mais ardorosos defensores da queda do veto.

DOBRADINHA DE CONFRONTO
Os deputados Raimundinho da Saúde (PODEMOS) e Eber Machado (PSDC) são hoje na ALEAC os parlamentares mais fervorosos pela derrubada do veto do governador Tião Viana. A previsão para a matéria chegar no plenário deve demorar em torno de 45 dias.

LINHA DURA
Os servidores da Fábrica de Camisinha, que foi concebida pelo governo estadual, estão com 3 meses sem ver a cor dos seus salários. E ainda ameaçados pela direção de irem para o olho da rua, caso protestem. É o que garante o deputado Antonio Pedro (DEM). Vixe, Maria !

UMA PESSOA HONRADA
Falando no deputado Antonio Pedro, que até aqui se mostra um político polido, jamais poderia ter permitido que seus aliados chamassem o ex-prefeito Tião Bocalom (DEM) de “moleque”. Divergências são naturais na política; agressão, não! Bocalom é um cidadão de bem e honrado.

NÃO CABE MAIS OS DOIS
Nesta questão do DEM, uma coisa está bem clara: não há mais lugar para a permanência do atual presidente Tião Bocalom (DEM) e do deputado federal Alan Rick (DEM) no partido. Numa avaliação simples, a presidência do DEM vai acabar ficando com o grupo do Alan Rick.

COM MEUS PROTESTOS
O deputado Jesus Sérgio (PDT) trouxe ontem ao conhecimento público na tribuna da ALEAC, um fato de alta relevância nacional (sic), acontecido em Tarauacá: a violência na cidade é tão latente que, o tradicional clube brega da terra do abacaxi grande, o “Chega Mais”, fechou suas portas. Protesto! Protesto! Protesto!

NÃO PASSARÁ
O requerimento da deputada Eliane Sinhasique (PMDB), convocando o empresário Jarbas Soster para desnudar o programa urbanístico do governo “Ruas do Povo”, na comissão de Obras na ALEAC, não passará. O argumento dos governistas é estar o assunto na justiça.

OBSERVAÇÃO POLÍTICA
De um sagaz presidente de um partido nanico sobre a foba do dirigente do PT, Cesário Braga, alardear que fará 8 deputados: “a chapa só tem cabeça e falta o resto do corpo”. Avaliou que o PT se dê por contente se manter os atuais quatro deputados estaduais.

MUITO MAIS FÁCIL
Endosso o comentário. É mais fácil cair uma nevasca no Acre em pleno mês de agosto do que a chapa de deputados estaduais do PT eleger oito dos seus candidatos para a bancada na ALEAC.

PARTO DIFÍCIL
Não sei o que passa pela cabeça dos dirigentes da oposição que não conseguem chegar a um simples consenso sobre o nome do vice-governador a figurar na chapa ao governo do candidato Gladson Cameli (PP). Estão passando a imagem para a população que não conseguem resolver uma situação trivial. E nisso o Gladson Cameli (PP) colabora. Quem terá o vice por quatro anos ao seu lado, se vier a ganhar o governo, será ele e não os seus aliados. A palavra final tem que se dele, afinal, está numa situação cômoda de ser o único nome que a oposição tem com chance de enfrentar em igualdade de condições o candidato do PT, Marcus Alexandre, e ainda tem quatro anos de mandato. Enquanto brigam, o PT está pronto para a campanha. Ou será que estão pensando que derrotar o PT, com todo o seu desgaste, será uma empreitada fácil? Se eles pensam isso, estão completamente enganados com a cor da chita.

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