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Antes de “dar carão” em Temer, Jorge Viana deveria ensinar o irmão a vencer o crime organizado no Acre

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Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

O senador Jorge Viana (PT) usou a tribuna no Senado para dar um carão no presidente Michel Temer (MDB) pelo decreto intervenção usando as forças armadas para combater a ação dos criminosos no Rio de Janeiro. Mesmo com os a disparada dos índices da criminalidade no RJ, para JV, o decreto tem fins eleitorais e busca manipular a demanda por segurança pública, usando as Forças Armadas para dar sobrevida a um governo “moribundo”. Ele aproveitou o longo discurso para falar de seu êxito contra o crime organizado na época que governou o Acre, mas esqueceu de citar os números da guerra de facções no Estado, que atualmente é administrado pelo seu irmão, o govenador Sebastião Viana (PT). Parece que JV esqueceu de passar a receita para o mano, que por sua vez, encontrou em Temer o culpado pela violência no mega-desenvolvido Acre.

“Quando eu fui Governador do Acre, estava instalado no Acre o crime organizado. E como é que nós vencemos? Com factoides? Com falso heroísmo? Com medidas isoladas? Não! Juntando toas as instituições do Estado e as federais. Na época, era o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. O Ministério da Justiça, a Justiça Federal, o Supremo Tribunal Federal, o Tribunal de Justiça do Acre, o Ministério Público Estadual, o Ministério Público Federal, a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, todos juntos conseguimos vencer o crime organizado no Acre, derrotar os índices de violência e trazer o Acre para uma situação de normalidade. É assim que funciona”, disse JV, que não mencionou que a calmaria foi quebrada pelo PCC, CV, Família do Norte, além do Bonde dos 13, facção genuinamente acreana.

Não, meus três leitores, eu não estou defendendo Michel Temer, afinal, quem votou nele foram os próprios petistas, apesar de tentarem fazer o autoconvencimento que o “aliado golpista” não tem votos, mas a “fotinha” dele aparecia na urna ao lado de Dilma Rousseff (PT). Portanto, a legitimidade do mandato de Temer é comprovada pelos votos recebidos pela chapa “petista/emedebista”. Agora o que não vale é a politização da falta de segurança, tanto de um lado quanto do outro. JV alega que os ministros do governo Temer não ouviram os militares, não ouviram os comandantes, não ouviram as autoridades ligadas à área, os especialistas, mas, será que seu irmão busca essa união com os políticos de oposição para estancar a sangria no Acre? O discurso aqui no Estado é sempre no sentido de achar o culpado para falta de segurança.

Quem olha a casa dos outros, se esquece da sua. Ainda há tempo para Jorge passar conselhos preciosos para Sebastião fazer o combate eficaz à violência no Acre. Quem sabe, depois que pacificar a nossa querida capital mundial da economia sustentável, modelo para os EUA, Alemanha, China, França, Peru, Itália, Israel, Bolívia, Vietnã, Coreia do Sul, Cuba, Rússia, Colômbia e Marte, além de referência para União Europeia também nos tornamos referência nacional e modelo de segurança pública para os demais estados. O blog deixa a sugestão de um gestor para ocupar o cargo de ministro no futuro Ministério da Segurança Pública. Sibá Machado (PT) poderia ser o escolhido. Afinal, ele descobriu que agentes da CIA foram responsáveis pela desestabilização do governo Dilma. Precisamos de mais ação e menos discursos políticos.

Será que derrubam o veto?


O deputado estadual Raimundinho da Saúde (Podemos) e presidente do Sintesac, Adailton Cruz realizaram uma reunião com os servidores do Pró-Saúde, na sede do Coren, para debater os avanços na regularização dos profissionais concursados que estão emaçados de demissão. A expectativa é grande em torno da votação do veto do governador Sebastião Viana, que deu clara demonstração que é contra a regularização. Viana afirma que o projeto é inconstitucional e que os deputados estariam cometendo improbidade administrativa, caso insistam em derrubar seu veto. Vale lembrar que estamos em ano eleitoral. Será que os deputados que aprovaram o projeto no plenário da Aleac podem voltar atrás e manter o veto governamental ou aceitarão a multidão de 1.800 servidores pedindo que os eleitores não votem nos membros da atual legislatura?

O deputado mais bem votado


Encontrei o pré-candidato a deputado estadual Ere Hidson e batemos um papo. Ele acredita que nas eleições desse ano saíra como o mais votado em Cruzeiro do Sul, superando Nicolau Júnior, Luiz Gonzaga, Josa da Farmácia e até mesmo Vagner Sales, uma das mais expressivas lideranças políticas do Juruá. “Esse ano não tem pra ninguém. Eu serei o deputado estadual mais bem votado em Cruzeiro do Sul, pode escrever o que eu digo, Ray”, disse o jovem empolgado que afirma ter os votos dos policiais militares e funcionários da empresa do pré-candidato ao governo do Acre, Coronel Ulysses. Ere afirma que vem sendo procurado com insistência por medalhões da política cruzeirense que querem contar com seu apoio. “Dessa vez não servirei de escada para ninguém. Eu vou trabalhar pra mim mesmo e sairei eleito do meu município”.

Se os pré-candidatos ao governo do Acre e seus vices fossem heróis, quem eles seriam!

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