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Ex-funcionários terceirizados da Funtac denunciam que não tiveram seus 13º salários pagos e nem FGTS depositados

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Os funcionários da empresa D.M.M Terceirizados e Construção, que presta serviço para a Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac), esperam receber suas rescisões e Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) desde o ano passado. Segundo uma das funcionárias, desde novembro não foram pagos os vencimentos e nem mesmo o 13ª salário. O representante da empresa alega que o Governo do Estado não fez todos os repasses devidos.

De acordo com a denunciante, o Governo do Estado fez os repasses à empresa que estão registrados no Portal Transparência, mas não foi realizado o pagamento aos funcionários. “Estamos sem receber, procuramos o Diego Mesquita que é o representante da empresa para negociar nossa situação, mas ele disse que o Governo não repassou os recursos e que tinha outras prioridades”, relatou a denunciante que não quis ser identificada com medo de perseguição.

No Portal Transparência, existe dois registros de pagamento do Governo do Estado a empresa D.M.M, em dezembro de 2017 e um repasse no dia 9 de fevereiro deste ano no valor de R$ 23.525,24.

Para a funcionária da empresa não existe qualquer tipo de interesse de negociação por parte do representante da D.M.M acertar as contas com os funcionários. “O Diego disse que iria comprar material de limpeza para garantir os serviços da empresa e que não poderia realizar os pagamentos no momento. A empresa não fez nem o deposito do FGTS dos funcionários, isso é uma falta de respeito com quem se dedicou a trabalhar pela empresa lá na Funtac”, desabafa a ex-funcionária.

O presidente da Funtac, José Luiz Godim, disse que o Estado tem tido dificuldade de pagamento das empresas terceirizadas, mas neste caso a empresa deve se enquadrar na legislação que estipula que caso não tenha repasse tenha condições de realizar o pagamento dos funcionários por até três meses.

O representante da D.M.M, Diego Martins, informou a reportagem do ac24horas que existem valores em abertos para o Governo do Estado realizar a empresa de acordo com o contrato. Martins informa ainda que após receber estes recursos serão efetuados os pagamentos em aberto dos seus ex-colaboradores.

De acordo com a denunciante, quase todos os funcionários não tem sequer seus FGTS depositados o que acaba impedindo-os de darem entrada em seus seguro-desemprego e continuarem tento renda até encontrarem outro trabalho.

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