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Prefeitura de Rio Branco se mobiliza em assistência às famílias que tiveram casas inundadas após forte chuva

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A Prefeitura de Rio Branco continua mobilizada em atendimento às famílias que tiveram as casas inundadas pela enxurrada provocada pela chuva forte que atingiu a cidade na última terça-feira. O mutirão iniciado há 48h envolve todos os órgãos da gestão municipal e conta com a parceria do Governo do Estado. O prefeito Marcus Alexandre coordenada as ações de assistência às famílias.

Na Travessa Coelho, no Recanto dos Buritis, no Segundo Distrito, um dos locais mais afetados, a casa de dona Francineide Souza e a escola estadual professor Josué Fernandes serviram como ponto de apoio para atuação das equipes. A primeira providência foi a distribuição de kits para a higienização dos espaços que foram inundados. Carros pipa foram acionados para garantir água para limpeza e também água potável.

“É o momento de prestar solidariedade às famílias. Além, do cuidado com a limpeza, nossa demanda mais urgente é restabelecer o abastecimento de água potável e energia e apoiar as famílias. Há um conjunto de necessidades, por conta dessa grande enxurrada que pegou todo mundo de surpresa”, explicou o prefeito Marcus Alexandre.

Assistência às famílias

A secretaria de Municipal de Saúde (SEMSA) atua com duas frentes de serviço: uma fazendo o levantamento da situação de idosos, acamados, pessoas com deficiência e outra com a distribuição de kits de limpeza. Nas últimas 24 horas, mais de 1000 kits foram distribuídos. “Chegamos com os kits orientamos como fazer a limpeza e auxiliamos no que é possível”, destacou o secretário de Saúde Oteniel Almeida.

A secretaria de Assistência Social (SEMCAS) atua no cadastramento das famílias atingidas e levantamento das necessidades mais urgentes. Equipes das demais secretarias e órgãos do município estão distribuídas nos bairros, atuando de forma descentralizada no apoio as vítimas da cheia dos igarapés.

Bairros atingidos

A enxurrada foi um fenômeno de grande proporção. Em 10 horas choveu mais do que o previsto para o mês inteiro. A chuva forte fez trasbordar todos igarapés que cortam Rio Branco, como Igarapé Batista, São Francisco, Judia, afetando cerca de 20 bairros como Carandá, Pista, Bahia Velha e Bahia Nova, Plácido de Castro, Bairro da Paz, Recanto dos Buritis, Santa Inês, Judia, Canaã, Belo Jardim, Albert Sampaio, Adalberto Aragão, 10 de Junho, Edson Cadaxo, Hélio Melo e Vila Maria no Distrito Industrial, algumas regiões do Bosque, entre outros. No Segundo Distrito, na Rua Amazônia e Travessa Apuí, no trecho que liga o Belo Jardim ao Recanto dos Buritis dona Valdenísia Gomes saiu para trabalhar e quando voltou a casa estava alagada. “Consegui salvar alguns objetos, mas perdi vários móveis”, disse ao receber o kit e iniciar a limpeza da casa.

“De manhã a água chegou no quintal e quando percebemos já estava dentro de casa, Foi tudo muito rápido”, contou seu Antônio Silva, morador da Rua Apuí.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Rio Branco, Cel. George Santos, “a tendência é de vazante e a expectativa que a situação normalize nas próximas horas, mas nossa equipes continuam de prontidão para qualquer eventualidade”.

Alinhamento das ações e demais providências

Em reunião realizada na manhã desta quinta-feira, 15, na escola Josué Fernandes, ponto de apoio montado pela Prefeitura no bairro Recanto dos Buritis, o prefeito Marcus Alexandre, juntamente com o senador Jorge Viana, o presidente da Câmara de Vereadores de Rio Branco, pastor Manuel Marcos e secretários do município, fizeram um alinhamento das ações que estão sendo realizadas nos bairros afetados pela enxurrada da última terça-feira, e definiram estratégias de atuação para os próximos dias.

Os principais pontos tratados na reunião foram:

Assistências às famílias

Manter equipes das secretárias municipais nos bairros fazendo levantamento social dos danos sofridos pelas famílias, como necessidade de água potável, atendimento de saúde, bens avariados, entre outros.

Atendimento de saúde

Intensificar atendimentos de saúde nas casas atingidas pela cheia, dando prioridade para idosos, crianças, gestantes e pessoas com deficiência, e continuar com a entrega de kits de limpeza e desinfecção nas residências.

Doações

Muitas famílias atingidas pela enxurrada perderam todos os pertences, como colchões, móveis, roupas, alimentos, leite em pó e massa para mingau. Uma campanha de doação está sendo coordenada pela primeira dama do município, Gicélia Viana. As doações podem ser entregues na secretaria de Assistência Social do município a qualquer hora do dia ou da noite, na Estrada do Aviário, 972 – Bairro Aviário, telefone para contato 3211-2471. A secretaria de Assistência Social possui mapeamento das famílias afetadas em maior intensidade e que mais precisam de ajuda nesse momento, todo material arrecadado será direcionado para atender essas pessoas inicialmente.

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Quilo da carne chega a R$ 40 e frigoríficos pedem socorro

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“Gado que sai do Acre há três anos era para estar morrendo hoje nos frigoríficos do Acre”, denuncia Sindicarnes

As cidades acreanas terão novo aumento no valor do quilo da carne a partir desta semana. O frigorífico de Tarauacá já anunciou nesta segunda-feira, 21, que o produto passa a custar R$ 15,20 com o reajuste. Em Rio Branco chegará a ainda mais caro o valor do quilo: entre R$ 15 e R$ 40 nos próximos dias. Já em Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá, o quilo ficará em torno de R$ 15,50.

Já faz alguns meses que não só o Acre, mas todos os estados brasileiros vêm sofrendo aumento constante no valor da carne. Para o Sindicato das Indústrias de Frigoríficos e Matadouros do Estado do Acre (Sindicarnes), o grande problema no Estado tem sido a falta do animal para abate.

“Está difícil demais de comprar o gado. Não tem gado para comprar e quando você paga um lote de boi ou de vaca, o produtor quer mais caro. Quando o frigorífico paga mais caro, ele tem que repassar para quem ele vende a carne”, explica o representante do Sindicarnes, Nenê Junqueira.

O sindicato destaca que esse aumento no preço da carne é uma realidade no Brasil todo. “Não é só no Acre. No Brasil, quem dita o preço da carne é o Estado de São Paulo e quando o boi sobe o preço lá, nos outros estados sobe também”.

De acordo com Junqueira, a grande dificuldade encontrada atualmente no Acre é de fato a falta de gado para comprar. “Ainda mais no interior, onde a dificuldade está muito grande. Mesmo assim, na capital está mais caro”, garante.

A suspeita de possível retirada de boi no Acre para serem levados para abate fora do Estado também é levantada pelo sindicato. “Aqui a situação está pior porque está saindo gado há três anos e esse gado que saiu era para estar morrendo hoje nos frigoríficos do Acre”, reclama Nenê.

Conforme o Sindicarnes, se tivesse esse gado para morrer hoje, o preço da carne estaria um pouco mais baixo. “O produtor aperta o frigorífico por preço, que tem que pagar, e quando paga mais caro no lote, tem que repassar para quem ele vende. Se ele [frigorífico] trabalhar diferente disso, ele quebra”.

Exportações para a China

A lei da oferta e demanda tem prevalecido nesse momento no mercado do boi godo em todo o país. O presidente da Federação da Agricultura do Acre, Assuero Doca Veronez, confirmou ao ac24horas em ocasião recente que o aumento no preço do boi gordo não é um fenômeno acreano. “Essa situação é nacional. O que está havendo é uma escassez de boi, devido a muitos abates de vacas anos atrás, que, consequentemente, nasceram menos bezerros. Está havendo falta de boi no Brasil todo”.

Outro ponto apresentado por Veronez para o aumento expressivo no valor final da carne ao consumidor é o aumento do consumo, especialmente da exportação. “O consumo brasileiro não caiu durante a pandemia do coronavírus, pelo contrário, passaram a consumir mais. O que aumentou efetivamente foi a exportação”, afirma.

A China é o fator preponderante nessa situação, responsável pelo aumento exorbitante na exportação de carne brasileira e outros produtos. “A China teve problema de peste suína no rebanho de porcos, e essa é a carne mais consumida na China, que teve de abater quase a metade do seu rebanho. Então teve que importar carne, suína e bovina. O maior importador de carne brasileira hoje é a China”, explica o pecuarista.

“O aumento aqui é proporcional ao aumento nacional. Não é a saída de bezerro. Essa história pode vir a refletir no futuro, mas essa não é a causa de aumento de carne”, conclui Assuero.

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Desembargadora “congela” escolha de Conselheiro do TCE até que caso seja analisado pelo TJ

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A desembargadora Regina Ferrari, do Tribunal de Justiça do Acre, deferiu parcialmente o pedido de liminar do mandado de segurança coletivo impetrado pela Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros Substitutos dos Tribunais de Contas (Audicon) que pleiteava a suspensão dos efeitos do decreto legislativo, que rejeitou em agosto a indicação da Auditora/Conselheira substituta Maria de Jesus Carvalho de Souza, para ocupar o cargo de Conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Acre na 6ª vaga decorrente do falecimento do Conselheiro José Augusto Araújo de Faria e também de proibir a indicação de qualquer pessoa estranha para o cargo de Conselheiro por parte do Governador Gladson Cameli e da Assembleia Legislativa do Estado do Acre.

Em sua decisão interlocutória na tarde desta segunda-feira, 21, a magistrada determina que a Assembleia Legislativa do Acre não realize qualquer aprovação de candidato, atual ou futura, para ocupar a 6ª vaga de cargo de Conselheiro junto ao Tribunal de Contas do Estado do Acre, até a análise meritória Colegiada, que deverá ser analisada pelo Pleno do Tribunal de Justiça, composto por 12 desembargadores.

De acordo com Regina, ainda que o ato de rejeição do nome de Maria de Jesus encontre eventualmente amparo no sistema constitucional brasileiro , o certo é que o provimento do cargo ora vago é insuscetível de ocorrer mediante livre escolha do Chefe do Poder Executivo estadual. “A dita constatação é o bastante para revelar o fundamento relevante afirmado na inicial para fins de concessão da liminar. Igualmente, o perigo de dano irreparável ou de difícil reparação é iminente, considerado o fato de que a rejeição já operada pela ALEAC tende a propiciar, em tese, o prosseguimento das providências legais necessárias à indicação e à suposta escolha de outro nome”, argumentou a desembargadora.

Outro trecho do entendimento de Regina é a definição que a vaga em questão é reservada à carreira de auditor do TCE.”O que significa que o provimento do cargo correspondente não é de naturalmente de livre escolha”, pondera, ressaltando ainda que a Assembleia seguiu pelo entendimento literal da constituição de que a vaga deve ser ocupada por pessoa com até 65 anos. Ferrari ressalta que essa análise precisa ter um estudo mais acurado.

Em seu despacho, a desembargadora determinou que a Procuradoria-Geral do Estado do Acre e o Ministério Público do Acre se manifestem sobre o caso em até 10 dias úteis. Com a decisão, como era esperado e antecipado por ac24horas, a decisão meritória deverá se estender por algumas semanas ou meses até que o processo entre na pauta de julgamento do Tribunal de Justiça. Enquanto isso, Maria de Jesus, por ser conselheira-substituta, continuará decidindo e despachando no lugar Farias, falecido em julho deste ano.

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Governo cria grupo de trabalho para gerir distribuição de vacina contra a Covid-19

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Com o avanço das pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina contra o novo coronavírus, o governo brasileiro começa a preparar sua infraestrutura para distribuir a imunização. Para gerir a compra e a distribuição da vacina, o Governo Federal criou um Grupo de Trabalho com membros de diversos ministérios. O grupo, que ainda não está em funcionamento, vai coordenar as ações de compra, registro, produção e distribuição das vacinas que tiverem sua eficácia comprovada cientificamente.

O conselho, que será liderado pelo Ministério da Saúde, vai definir inclusive as estratégias a serem aplicadas na imunização e quem vai receber primeiro. De acordo com Arnaldo Correia de Medeiros, secretário em vigilância em Saúde, já há consenso sobre qual grupo será vacinado primeiro.

“70% dos óbitos estão associados a pacientes com maior idade e com comorbidades como cardiopatias, diabetes. Além desses pacientes prioritários, temos também os profissionais de saúde”, explica.

O grupo será formado por 19 pessoas. Serão três representantes da Casa Civil, um do Ministério da Defesa, três do Ministério de Relações Exteriores, um do Ministério da Economia, quatro do Ministério da Saúde, um do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações; um da Controladoria-Geral da União; um do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos; um da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência da República; dois da Secretaria de Governo da Presidência da República e um da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Além desses membros, vão participar das reuniões, cientistas de instituições públicas ou privadas, mas sem o direito de voto.

Vacinação pode ser obrigatória

A vacinação, que ainda não tem previsão de data, pode gerar um novo conflito entre o presidente Jair Bolsonaro e os governadores. Desde o começo da pandemia, o presidente tem se posicionado contra medidas obrigatórias de isolamento social impostas pelos governos locais. Em resposta a um apoiador que pedia a Bolsonaro “não deixa fazer esse negócio de vacina”, o presidente respondeu que “ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina”. Mas, de acordo com a especialista em Direito Médico, Mérces da Silva Nunes, a fala do presidente não representa a realidade.

“Se as autoridades estabelecerem que a vacina é compulsória, a população será obrigada a tomá-la. E estamos falando, inclusive, de autoridades estaduais. O governo do estado de São Paulo, por exemplo, pode baixar um decreto ou aprovar uma legislação definindo que a vacina é compulsória. A população vai ter que se submeter”, explica.

Atualmente o Brasil participa de quatro estudos para o desenvolvimento de vacinas. A mais avançada é desenvolvida pela Fiocruz, em parceria com a Universidade de Oxford e com a empresa farmacêutica AstraZeneca. Já o instituto Butantan trabalha em parceria com a chinesa Sinovac Biotech. Também são testadas por aqui as vacinas desenvolvidas pela BioNTech, da Alemanha, e Wyeth/Pfizer, dos Estados Unidos; e a vacina da Jansen-Cilag, unidade farmacêutica da Johnson & Johnson.

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Mega-Sena acumula e paga R$ 43 milhões no próximo sorteio

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O prêmio principal da Mega-Sena acumulou mais uma vez neste sábado (19) e pagará R$ 43 milhões no sorteio da próxima quarta-feira (23) a quem acertar as seis dezenas.

O sorteio do concurso 2.301 da Mega-Sena foi realizado n no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. As dezenas sorteadas foram 17 – 18 – 35 – 36 – 47 – 52.

A quina teve 66 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 44.296,26. A quadra teve 4.333 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 963,88.

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