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O ano começou para a oposição: após o Carnaval, vice de Gladson será conhecido

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Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

Pronto, o bloco da Boi Cagão desfilou, o Carnaval passou. Se o ano só começa depois do Carnaval, meus três leitores, preparem-se, porque os partidos de oposição vão apresentar oficialmente o nome do vice na chapa do pré-candidato ao governo do Acre, Gladson Cameli (Progressistas). Segundo informações de alguns líderes partidários, apesar do fim do Carnaval, a escolha seguirá em ritmo de marchinha. Ninguém sabe ainda o que será decidido em Brasília em relação ao Democratas, mas dizem que o presidente da sigla, Agripino Maia pretende cantar para Tião Bocalom, a seguinte marchinha: “A pipa do vovô não sobe mais! A pipa do vovô não sobe mais! Apesar de fazer muita força, O vovô foi passado pra trás!”

Já o deputado federal Alan Rick, que espera o convencimento de Bocalom com a cantoria de Agripino – mesmo sendo evangélico – caso a decisão seja favorável para ele seguir na disputa para figurar como vice de Cameli, ele vai comemorar com a marchinha “As águas vão rolar. Garrafa cheia eu só quero de guaraná”. Claro, em respeito ao crédulo do parlamentar, o blog alterou a letra. Outro que segue na expectativa é Eduardo Veloso (PSDB), que chegou a comemorar a indicação antecipada, mas segue cantando a conhecida, “Mamãe eu quero, mamãe eu quero, Mamãe eu quero mamar! Dá a chupeta! Dá a chupeta! Dá a chupeta. Dá a chupeta pro bebê não chorar!”. Será o bebê não vai choarar?

Enquanto alguns ainda apostam no conselheiro Valmir Ribeiro, que outros dizem que foi convidado pessoalmente por Gladson Cameli. A ala feminina da oposição anda animada e querendo proclamar “Ô Abre Alas, Que eu quero passar”, para a jornalista Mara Rocha – que apesar de figurar como pré-candidata ao Senado – é um nome forte no burburinho dos bastidores da oposição. Dizem que os oposicionistas ainda estão à procura de um líder que bata o pé e proponha um nome que possa ser consenso. Afinal, o mais importante para eles é evitar uma ressaca prolongada de Cameli, já que todos esperam não ouvir ele cantando: “Tá todo mundo de ressaca, ressaca, ressaca, ressaca, ninguém aguenta mais, eu vou mandar parar, vai todo mundo, pra casa curar”.

Aguardem, o anúncio será no dia 16 de fevereiro!

O sopão do Petecão


Enquanto o prefeito Marcus Viana (PT) segue caminhando dentro das águas da enxurrada da maior chuva de todos os tempos da última semana, sem um lugar seco para filar aquele cafezinho esperto de todos os dias, o senador Sérgio Petecão (PSD) foi no Bazar Chefe e comprou todos os caldeirões disponíveis. Não chega a ser nada inovador, mas Petecão resolveu ressuscitar o “sopão enche o bucho”, projeto criado pelo ex-governador Romildo Magalhães, que tinha como objetivo levar alimento aos bairros carentes. A diferença é que Petecão não contratou nenhuma empresa para fazer a sopa. Quem está se virando para preparar o alimento dos desbarrigados é a turma que frequenta a Boi Cagão.

O trabalho silencioso de Eber Machado


Alguns pré-candidatos acreditam que a melhor estratégia para seus projetos políticos é a mídia no estilo da galinha que coloca um ovo e faz o maior estardalhaço. Outros preferem as articulações e o diálogo de bastidores para alcançar uma posição confiável para suas pretensões políticas. Quem adotou a segunda tática foi Eber Machado. Ele vem conversando com vários líderes partidários para viabilizar uma candidatura a deputado federal. Nos bastidores, simpatizantes de Machado afirmam que o caminho que estaria sendo desenhado é uma filiação ao PDT, partido que vem conquistando espaço dentro da Frente Popular. Até o momento, Eber disse apenas que quer ser deputado federal.

A arca do Pastor Agostinho


Fui informado que o Pastor Agostinho, líder da Igreja Batista do Bosque, foi acordado às pressas por um fiel que bateu insistentemente na porta de sua casa durante a chuva da última terça-feira. Diante do volume de água próximo a IBB, o assustado fiel teria pensado que o arrebatamento tinha chegado novamente e a sede da igreja estava flutuando nas águas próximo a estátua da Havan, parecendo com a Arca de Noé. O Pastor Agostinho pegou uma meia dúzia de caniços, algumas carretilhas e partiu para ocupar seu posto de capitão na Arca da IBB, mas chegando ao local descobriu que o templo não estava flutuando, pelo contrário, entrou foi muita água e causou um prejuízo considerável.

 

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