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Mesmo com proibição, caminhão é flagrado em avenida de Sena Madureira

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A publicação de um Decreto Municipal, assinado pelo prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (PTB), não está valendo muito par alguns caminhoneiros. Um deles, na contramão do que determinou a normativa da prefeitura, circulou pelas ruas da cidade e desembarcou materiais em uma avenida do município.

A medida, que visa conservar as ruas da terceira maior cidade do Acre, principalmente aquelas que foram asfaltadas recentemente, causou polêmica entre os motoristas e moradores e, agora, vira tema de reportagem na imprensa, pelo desrespeito às suas determinações.

O site Sena Online reportou, nesta terça-feira, dia 13, o flagrante de um desses veículos. Izaquel Rodrigues dos Santos, de 18 anos, trabalha em um comércio local e diz que a lei tem que ser pra todos, caso contrário, não poderá ser cobrada de ninguém. Além dele, outros empresários e motoristas, que obedecem a norma, também se revoltam.

“Hoje mesmo pra trazer uma carga de sal para o nosso comércio tivemos que mandar um caminhão até a entrada cidade para pegar a mercadoria da carreta lá. Na hora eu que presenciei esse veículo bem no centro da cidade ainda liguei pra polícia, mas nada foi feito. Se existe uma lei, tem que valer pra todos”, comentou.

Izaquel também relata que só com o frete do caminhão foi pago R$ 560,00, e reclama: “Esperamos que sejam tomadas as providências cabíveis, pois isso não é justo”, argumentou.

Procurada, a Polícia Militar explicou que, por enquanto, atua apenas com ações de conscientização, e que, em breve, vai iniciar os trabalhos de repreensão, multando e punindo os motoristas que desrespeitarem a normativa municipal.

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Ilderlei será obrigado a demitir quase 200 servidores da prefeitura de Cruzeiro do Sul

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Por recomendação do Tribunal de Contas do Estado, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro (Progressistas), será obrigado a demitir entre 150 e 200 servidores do Município. A orientação do TCE segue a Lei de Responsabilidade Fiscal.

À imprensa local, o prefeito afirmou que sequer a prefeitura tem condições de promover concurso público no momento. Ilderlei põe a culpa em gestores passados. Segundo o prefeito, o Município possui uma estrutura impossível de se manter. Apesar de não citar na entrevista seu antecessor Vagner Sales, seu ex-padrinho político, Ilderlei comenta com pessoas próximas que o emedebista entregou para ele uma prefeitura inchada de cargos políticos.

“Eu creio que de 150 a 200 funcionários deverão ser demitidos, infelizmente, de vários setores. E isso é triste. Um pai família demitido é triste. Mas a culpa é minha? Não. O prefeito tem que fazer o que a lei manda. Infelizmente gestores passaram criaram estruturas grandes, muitas estruturas, e esqueceram de como manter elas, de como manter o pagamento desses funcionários”, diz.

Somente na Saúde Municipal, uma das áreas mais complexas do serviço público, devem ser demitidas 50 pessoas.

Ilderlei aproveitou para dizer que um dos motivos da falta de manutenção na infraestrutura da cidade é o volume das despesas para manter a estrutura dos órgãos municipais.

“O povo cobra com razão. Cadê infraestrutura, cadê asfalto, cadê recapeamento de rua? Não existe, por quê? A máquina encharcada. Não pensaram em economizar nessa área, de não montar muitas estruturas. Queremos ruas asfaltadas, eu quero, mas precisamos ter condições de fazer tudo isso.”

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Empresária vai à delegacia prestar queixa de arrombamento e ouve que denúncia “não vai adiantar nada”

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A jornalista Ana Cristina Silvera fez um desabafo no Facebook que é o mais fiel reflexo da insegurança que vive Rio Branco atualmente.
Ela conta que em um mês, sua empresa, uma agência de comunicação, foi “atacada quatro vezes”.

A última ação do bandido aconteceu na madrugada desta segunda-feira, 21. Ana Cristina narra que o marginal chegou a provocar um curto-circuito que causou um incêndio no poste localizado em frente à empresa.

Ana e seu sócio chegaram a ir à delegacia denunciar a ação do marginal, porém a servidora foi sincera ao dizer que nada poderia ser feito.

“Nenhuma viatura de polícia veio durante a madrugada observar o que estava acontecendo. Fomos, eu e meu sócio Edmir Gadelha Jr, à delegacia prestar queixa e a agente de Polícia até nos reconheceu, de tantas ocorrências. Honesta, a funcionária pública nos disse que não ia adiantar nada. Ela estava corretíssima. Mesmo com imagens e estando localizados em uma avenida principal de Rio Branco, ficamos abandonados à própria sorte”, afirma. Sorte que não tivemos, mas a teve o ladrão. Sempre o mesmo. Um rapaz novo, saudável, forte, que poderia estar trabalhando”, diz.

A jornalista afirma que empresários da região central de Rio Branco vivem a mesma aflição com a falta de segurança.

“A minha indignação de hoje e dos últimos dias se estende aos demais lojistas da mesma região, que assistem quase diariamente suas lojas sendo arrombadas, saqueadas, vitrines destruídas e o centro abandonado pela segurança que “comemora” não haver homicídios na região de fronteira. Eu, cidadã acreana, pagadora de impostos, geradora de emprego e renda, quero comemorar ter segurança aqui onde estou. Quero voltar a ver vitrines na minha cidade e não grades e chapas de aço. Parem com notícias enganosas!!!!! FAÇAM ALGO REAL PELOS ACREANOS!!!!!!!”

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URGENTE: Justiça suspende eleição de vice-reitor na Ufac

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A Justiça Federal mandou que a Universidade Federal do Acre (Ufac) suspenda, de imediato, a eleição para o cargo de vice-reitor da instituição. A decisão é assinada pela juíza Franscielle Medeiros, da 1ª Vara de Rio Branco. O pedido foi feito pela Associação dos Docentes da Ufac (Adufac).

Segundo apurou ac24horas, o Colégio Especial Eleitoral da Ufac não podia ter autorizado a abertura de eleição para vice-reitor porque o cargo não estava vaga. A professora Margarida Aquino (que era vice de Minoru Kinpara), candidata à reitoria, não renunciou e, mesmo assim, autorizou a abertura da eleição ao cargo.

A juíza não enrolou em decidir e determinar que ao Colégio Eleitoral suspenda a Resolução 02/2018, que decidiu pela consulta à comunidade acadêmica para eleição de reitor e vice-reitor da Universidade Federal do Acre. A decisão é liminar, e ainda haverá uma decisão final, cabendo recurso.

Procurada, a Reitoria da Ufac não quis se manifestar sobre o caso. Disse apenas que não foi notificada sobre a decisão. Já a Comissão Eleitoral, que conduz a eleição erradamente, disse que só segue as determinações do Colégio Especial Eleitoral e que ainda não foi notificada.

A reportagem não conseguiu contato com Margarida Aquino, que concorre à reitoria, e a opositora dela, Alini Nicole, disse que não foi notificada e que essa decisão não tem nada a ver com a chapa dela, mas com o Colégio Eleitoral Especial. O telefone da Associação dos Docentes da Ufac não foi atendido.

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