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Rio Iaco sobe 1 metro em menos de 24 horas e preocupa moradores de Sena

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Em função das chuvas frequentes que atingem a cidade de Sena Madureira, o nível das águas do rio Iaco aumentou consideravelmente nos últimos dias. Mesmo assim, a situação está sob controle, já que o nível não atingiu a cota de alerta, que é de 14 metros.

Segundo a Defesa Civil Municipal, a medição realizada por volta das 6 horas da manhã desta segunda-feira, dia 12, o nível registrado foi 9,85 metros, contra 8,88 metros verificados no domingo, dia 11.

Na sexta-feira e no sábado a chuva predominou em toda a região, chovendo bastante também nas cabeceiras e nos afluentes do Iaco. A Defesa Civil segue monitorando o manancial e afluentes.

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Governo do Acre quer acabar com ‘farra’ na cessão de servidores para escritório em Brasília

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As duas salas comerciais no 14º andar do Edifício Casa de São Paulo, que tem como vizinho mais ilustre a sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul de Brasília, são os lugares mais desejados pelos servidores estaduais que desejam dar um tempo do Acre, desfrutar de novas experiências profissionais e pessoais, sem o risco de perder o bom salário e a estabilidade que apenas o setor público garante.

O local funciona como a sede do Escritório de Representação do governo do Acre na capital da República. A embaixada do Acre em Brasília, como também assim pode ser chamada, conta hoje com 10 servidores ativos de carreira – aprovados em concurso para a função específica – e outros 21 concedidos pelas mais distintas secretarias. As salas são de propriedade do Estado, compradas já há alguns anos.

Informações de fontes no Palácio Rio Branco dão conta de que durante as gestões petistas, até 60 servidores chegaram a ser colocados à disposição do escritório, cuja gestão é de responsabilidade da Casa Civil. Uma das consequências desta farra de cessões – que muitas das vezes atendia mais a critérios políticos do que técnicos – era a transferência de funcionários que nada tinham a ver com as atividades fins da Representação.

A principal tarefa dos representantes do governo na capital federal é fazer a interlocução com os ministérios e o Palácio do Planalto na liberação de recursos federais tão essenciais para a sobrevivência do Acre. O corpo técnico deve acompanhar in loco os processos para destravar as verbas, saber se houve problemas em algumas das etapas burocráticas e buscar as soluções.

Outra missão é atuar junto à bancada do Acre no Congresso Nacional para liberar as emendas parlamentares. São trabalhos técnicos que exigem boa formação profissional para não se perder no mundo de leis, portarias e resoluções de cada um dos ministérios.

Essa semana, o escritório em Brasília ganhou as páginas da imprensa por conta de decreto assinado pelo governador Gladson Cameli (Progressista), que poderia ser visto, num primeiro momento, como uma ordem para o fechamento da Representação.

A medida do governo, publicada no Diário Oficial da sexta, 18, determina que não mais haverá a concessão de servidores do governo que hoje estão no Acre para atuar no escritório. Sem essa força de trabalho, o decreto passou a primeira impressão de que as atividades estariam paralisadas.

“O decreto tem uma característica de qualificar, não de fechar. A ideia do governador é restringir a cessão de servidores que não desenvolva nenhuma característica com a função da representação. A proposta é trazer para Brasília servidores que desempenhem serviço técnico”, afirma Ricardo França, que assumiu esse mês a chefia da Representação.

França trabalha com o governador Gladson Cameli desde os tempos em que ele assumiu pela primeira vez a cadeira de deputado federal. Permaneceu no segundo mandato e o acompanhou durante os quatro anos em que ficou no Senado.

Sua escolha para chefiar a Representação se deu pelo perfil técnico e pela habilidade de conhecer como poucos os caminhos pela Esplanada dos Ministérios para elaborar projetos e conseguir a liberação de verbas – que estão entre as principais atribuições do escritório.

Segundo ele, todos os 21 servidores hoje cedidos atuam em Brasília sem receber gratificações, ganhando apenas o mesmo salário se estivessem trabalhando no Acre. França decidiu, a principio, não devolver nenhum dos funcionários. “Seria prematuro fazer isso sem ter o conhecimento técnico de cada um em cada área”, explica.

Essa manutenção, afirma, representa economia para os cofres públicos. “Se são técnicos que respondem com aquilo que o novo governo vai buscar em Brasília, não tem porque devolvê-los.”

Em nota, o governo afirma que a assinatura do decreto cancelando a cessão de novos funcionários para a capital do país “visa coibir atos que não atendam ao pleno e legal funcionamento da Representação do Acre”.

“O governo entende que é preciso sanar várias dívidas herdadas da gestão anterior e que os servidores são necessários para colocar o estado em ordem. Por isso, estamos trabalhando no sentido de executar os serviços do Acre em Brasília de maneira funcional e legal, apoiando as ações institucionais na busca de recursos que garantam o pleno desenvolvimento do estado”, diz o secretário Ribamar Trindade (Casa Civil).

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Aulas da rede municipal de Rio Branco iniciarão no dia 18 de fevereiro, informa prefeitura

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A prefeita Socorro Neri e o secretário de Educação Moisés Diniz, anunciaram nesta sexta-feira, 18, em coletiva à Imprensa, que a volta às aulas na rede municipal de Educação de Rio Branco está marcada para o dia 18 de fevereiro. O planejamento contempla o cumprimento de 200 dias letivos, com recesso escolar de 29 de julho a 2 de agosto, sem aulas aos sábados e feriados.

Com a reforma administrativa promovida pela prefeita Socorro Neri, a rede municipal de educação retoma as atividades com o quadro reforçado pelo retorno de 211 servidores (183 professores e 28 servidores não docentes) às salas de aula.

“Os pais das crianças de creche, pré-escola e Ensino Fundamental podem ficar tranquilos que não precisarão comprar material, para encaminhar as crianças às unidades educativas, pois os educandos receberão o material escolar para uso na escola”, destacou a prefeita Socorro Neri.

Ainda de acordo com a prefeita Socorro Neri, “a equipe da Secretaria de Educação realizou um trabalho minucioso, buscando otimizar os recursos da educação, possibilitando que o ano letivo inicie com a garantia de que os estudantes das creches, pré-escolas e ensino fundamental, de 1º ao 5º ano, terão material escolar, salas com equipes formadas, com a garantia aos pais de que todas as condições foram planejadas e o ano letivo iniciará com segurança, condições pedagógicas adequadas para que o ensino em Rio Branco siga avançando com qualidade”.

Antes de iniciar o ano letivo de 2019, as equipes da SEME continuam mobilizadas para a organização da estrutura que vai receber os mais de 24 mil alunos matriculados na rede pública municipal em 2019. Essa medida inclui a manutenção e reforma de 46 unidades educativas. O investimento foi de R$ 1.920.658,28, a maior parte, com recursos próprios da Prefeitura.

Convocações

Com o objetivo de garantir as melhores condições de aprendizagem, além dos educadores que retornam às unidades educativas, outros 322, que estavam no banco de processos seletivos já realizados serão convocados para reforçar o time nas unidades.Para suprir a necessidade de professores na área Rural, de difícil acesso, um novo processo seletivo será realizado em fevereiro.

Pagamento do PEQ, férias e verbas rescisórias

Ainda durante a coletiva para anunciar o início do ano letivo de 2019, Socorro Neri anunciou o pagamento da 2ª e última parcela do Prêmio pela Elevação da Qualidade da Aprendizagem (PEQ 2017), antecipação de férias dos professores, em sala de aula,com contratos de aniversário no período de janeiro a abril e pagamento das verbas rescisórias de quem teve contrato rescindido em dezembro.

“A Prefeitura inscreveu essas despesas como restos a pagar de 2018, os contratos foram encerrados no dia 31 de dezembro de 2018 e eles receberão as verbas rescisórias agora, na próxima semana”, lembrou Neri.

O Secretário Municipal de Educação, Moisés Diniz, explica que “o que fizemos foi cumprir a determinação da prefeita de otimizar recursos, para com esse recurso poder reformar as unidades, pagar indenizações, prêmio de valorização, gerar mais de 600 empregos agora no mês de fevereiro, e principalmente, garantir material escolar para mais de 24 mil crianças atendidas na rede municipal de educação de Rio Branco.

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Moradores do Floresta Sul passam por arrastão e pedem por segurança na região

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Imagens da câmera de segurança de uma residência no bairro Floresta Sul, registra furto feito por um casal.

Moradores da região do Floresta Sul, nas proximidades do estádio Florestão, estão passando por grande arrastão nas residências nos últimos dias. Somente nesta quinta-feira (18), dois assaltos foram registrados, com roubo de veículos por bandidos fortemente armados, porém, todos os dias os moradores sofrem com furtos e assaltos.

Na noite de ontem, por exemplo, por volta das 19h, um fiat estrada foi levado de uma residência, situada no Ramal Independência, ao lado do estádio, por bandidos armados. Três meliantes invadiram a propriedade, trancaram o proprietário em casa e saíram com o veículo, a arma da vítima e objetos pessoais.

Com a mobilização dos moradores, rapidamente o veículo foi encontrado pela polícia abandonado na saída do bairro Cabreúva com o bairro Sobral, porém, nenhum suspeito foi preso.

No mesmo dia, durante a tarde, no Ramal do Sinteac, uma propriedade também foi alvo de assaltantes. Os meliantes invadiram o local, colocaram a arma na cabeça da vítima e exigiram a motocicleta, que foi levada e ainda não recuperada.

Na madrugada de quarta-feira (16), outra residência, no Ramal da Caixa Econômica Federal, também foi alvo de assaltantes. Bandidos amarraram os moradores e levaram objetos, além de veículos. No Ramal da Caixa Econômica Federal foi onde, em dezembro do ano passado, a polícia estourou um cativeiro com veículos roubados. No local, os bandidos mantiveram um motorista uber preso, após sequestrá-lo.

Segundo um morador que não quis ter o nome divulgado, a situação precária é tanto na parte de pavimentação quanto na segurança. A comunidade se organiza para um protesto para pedir policiamento na região e que também os donos das áreas verdes mantenham os quintais limpos para impedir que bandidos entrem pela mata para acesso aos ramais.

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