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PMAC apreendeu 996 armas de fogo e recuperou 1.108 veículos em 2017

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O Comando-Geral da Polícia Militar do Acre (PMAC) divulgou nesta segunda-feira, 12 , dados estatísticos da corporação referentes ao ano de 2017. Entre os números do balanço se destaca o total de armas de fogo apreendidas: 996. Também foram recuperados 1.108 veículos com restrição de roubo ou furto e efetuadas 10 mil conduções por flagrante delito.

Os números são reflexo da atuação 24 horas da corporação ao longo de 12 meses no combate ao crime em todos os municípios do estado.

Segundo levantamento da Análise Criminal da PMAC, os resultados operacionais apresentados foram obtidos, por meio do trabalho dos militares da tropa na realização de abordagens a mais de 176 mil pessoas a pé, 100 mil de bicicleta, além das inspeções em 85 mil automóveis e 44 mil motocicletas.

Ainda de acordo com os dados estatísticos, também foram cumpridos 1.077 mandados de prisão.

“Estes dados mostram que a PMAC mesmo com todas dificuldades em relação a legislação branda e com os problemas do dia a dia desempenhou, durante todo ano passado, um trabalho extraordinário. Atingimos todos nossos objetivos. Fizemos todas as operações necessárias incluindo as integradas”, disse o comandante-geral da corporação, coronel Marcos Kinpara.

Ainda de acordo com o comandante-geral, os militares merecem todo o reconhecimento do Comando e da sociedade. “Fizemos muitas intervenções policiais e abordagens. Fechamos 2017 de forma positiva. Fizemos tudo que foi necessário e por isso, todos os policiais dos 22 municípios estão de parabéns pelo trabalho executado. Desejamos que em 2018 os dados operacionais sejam ainda melhores”, finalizou.
Trabalhos comunitários

Com uma filosofia voltada para o fortalecimento de uma Polícia Comunitária e Cidadã, a PMAC durante o ano de 2017 realizou diversos trabalhos comunitários, que visam a aproximação da instituição militar com a sociedade, tais como, 10 mil visitas às escolas estaduais e municipais, 700 palestras e mais de 7 mil visitas aos comércios da capital e do interior do estado.

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Filho de líder do Comando Vermelho é assassinado dentro de casa no Rui Lino II

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Cleilson Silva de Oliveira, de 23 anos, mais conhecido como “Caveirinha”, filho de um líder de facção do Comando Vermelho, atualmente preso no complexo prisional Antônio Amaro Alves, foi assassinado neste domingo (21), dentro de uma residência localizada no bairro Rui Lino II, em Rio Branco.

Os criminosos teriam chegado ao local em um veículo vermelho. Armados, os criminosos invadiram a residência matando Caveirinha com pelo menos doze tiros, no quarto da casa. A maioria dos disparos foi na cabeça da vítima

Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel Urgência (Samu), chegou a ser acionada, mas, só puderam atestar o óbito da vítima. A Polícia Militar esteve no local para a coleta de informações e uma equipe saiu a procura do veículo usado pelos criminosos na cidade.

O corpo de “Caveirinha” foi levado a base do Instituto Médico Legal (IML), para os procedimentos cadavéricos.

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Minoru é convidado para ser secretário de Gladson

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O governador eleito Gladson Cameli [Progressistas] e seu vice, Major Rocha sentaram na segunda-feira, 15, e tomaram uma decisão que a muitos vai surpreender. Eles querem o ex-reitor da UFAC, Minoru Kinpara como secretário de Educação na gestão que se inicia no próximo dia primeiro de janeiro de 2019.

Na avaliação do governador e vice, Minoru reúne todas as condições para gerir a pasta: é conhecedor da área, tem eficiência em gestão e uma ficha de bons serviços prestados. Segundo Cameli, o nome de Minoru orgulha qualquer governante.

A pedido de Gladson o convite para Minoru compor a sua equipe foi feito pelo seu vice, Major Rocha, na terça feira, [16]. Segundo Rocha, o encontro foi muito proveitoso.

“Decidimos convidar o professor Minoru para compor a nossa equipe porque é um professor exemplar, bom gestor e capacidade indiscutível. Fiz o convite a pedido do Gladson e o professor pediu um tempo para responder. É normal esse tempo. Mas para reforçar a nossa boa intenção, disse a ele que a equipe da educação será toda indicada por ele e que não há nenhuma troca por esta nomeação. Ele é bem vindo, inclusive permanecendo na Rede, partido pelo qual disputou a eleição para o senador no último dia 7”, disse Rocha.

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Grupo chefiado por Nil Figueiredo desviou combustíveis e diárias para comprar votos, diz PF

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As investigações da Polícia Federal, no âmbito da Operação Democracria, deflagrada nesta sexta-feira, dia 19, comprovam que um grupo criminoso chefiado pelo diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), Glenilson Figueiredo [O Nil] saqueou a instituição para tentar eleger o petista que foi candidato a deputado estadual nas últimas eleições.

Além de imagens registradas pela própria Polícia Federal, interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário mostram que pessoas ligadas a Nil, incluindo servidores públicos efetivos e comissionados, um deles André Vinício, pessoa próxima ao gestor, coordenavam um esquema de corrupção organizado e com tarefas bem divididas.

Além de imagens registradas pela própria Polícia Federal, interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário confirmam que várias pessoas ligadas a Nil estavam envolvidas no esquema que tinha como um dos coordenadores o servidor André Vinício Assis, braço direito de Nil, e que atuava como um dos coordenadores do esquema.

“Eles estavam reunidos com divisões de tarefas para cometerem vários crimes durante o período eleitoral. Nos constatamos que o gasto de combustível do Iteracre, somente no mês de setembro, foi superior ao gasto de todo o ano de 2017, comprovando os indícios que nós tínhamos de que o combustível estava sendo desviados para a campanha”, revela o delegado Eduardo Maneta.

A Polícia Federal flagrou membros do grupo comprando votos no dia 06 de outubro, sábado, véspera da eleição. No domingo, o mesmo aconteceu. Eles distribuíam gasolina e, como contou o delegado, na véspera da eleição [o áudio comprova], uma das servidoras ligadas a Nil diz, por telefone, que é preciso tirar a gasolina da casa da mãe dela, para evitar que a polícia encontre algo.

Em uma das ligações, Nil é avisado sobre a compra de voto, e o servidor ligado ao diretor-presidente informa que deu dinheiro para ele, visto que 10 votos estariam garantidos. Nil, na sequência, comemora, e diz que não pode perder a eleição.

“Eu ajeitei ali pro cara ajeitar 10”, diz o cabo eleitoral de Nil, que responde em seguida: “Ah, maravilha, ótimo Manda bala, manda bala. Tem que ganhar, não pode perder não, meu irmão. Tu é doido, é?”, completa a conversa, ao ser questionado pelo cabo: “Aí eu deixei… já deixei o dinheiro po cara, já. O menino lá, o meu irmão”, finaliza. Em nenhum momento, Nil repreende o homem com quem conversa.

Operação Democracia prende oito pessoas no Acre

A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira, dia 19, um total de 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas.

Todas as ordens foram assinadas pela Justiça Eleitoral do Acre. As investigações iniciaram com os indícios de que recursos públicos estavam sendo colocados à disposição da campanha de Nil Figueiredo.

O esquema funcionava com a intenção de obter apoio eleitoral para a campanha do diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre) e envolvia o pagamento de diárias a servidores para custeio de viagens que não eram realizadas.

Foi constatado também que, durante o atual período eleitoral, diversas instalações públicas, inclusive uma escola, e vários veículos oficiais do Iteracre foram utilizados para beneficiar a campanha eleitoral do responsável pelo Instituto, que foi candidato a deputado estadual.

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