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Alívio aos acreanos: Após 4 meses, horário de verão chega ao fim 18 de fevereiro

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Acaba no próximo domingo o horário de verão que deixou os acreanos com três horas a menos em relação a Brasília (DF). A partir de domingo, dia 18 de fevereiro, tudo volta ao normal: duas horas a menos em relação à Capital federal. Foram quatro meses de fuso alterado.

A permanência do horário de verão em 2017/18 dividiu opiniões e o governo chegou a estudar uma possibilidade de fazer enquetes em redes sociais para deliberar sobre o assunto. Mas, ainda é possível que esta seja a última vez que o ‘Horário de Verão’ seja adotado no Brasil.

Há quem goste do horário de verão, outros, contudo, o odeiam. Isso porque além de dificultar a comunicação entre alguns Estados, não atinge todas as regiões do país. Mas entre os que se agradam com a mudança provisória no horário, estão as grandes empresas, a indústria: mais tempo de produção, e menos gasto, por exemplo, com a energia.
Mas as autoridades do setor elétrico constataram mudanças nos hábitos de consumo de energia dos brasileiros. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que mais tem influenciado o horário de pico do consumo de energia não é mais a incidência de luz solar, e sim a temperatura.

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Eletroacre deve reajustar tarifa de energia elétrica pós-privatização

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O Diário Oficial da União publicou portaria que trata da revisão tarifária do ano de 2018 de duas concessionárias da Eletrobras, entre elas a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre). A empresa foi privatizadas em leilão ocorrido em 30 de agosto, sendo parte do pacote de privatizações do Governo Federal.

De acordo com as portarias, o reajuste das tarifas deverá ser processado na primeira movimentação tarifária depois da assinatura do contrato de concessão para ambas as empresas. O documento não traz o percentual de aumento, que só deve ser conhecido, provavelmente, em 2019.

Nesta terça-feira, dia 16, o Senado poderá votar o projeto que trata da privatização das distribuidoras da Eletrobras e que abre caminho para o leilão da Amazonas Energia, marcado para 25 de outubro. As informações estão no site da Agência Brasil.

Caso o projeto seja aprovado e ocorra o leilão, a intenção da Eletrobras é realizar a assinatura do contrato de compra e venda de ações e do acordo de acionistas até 14 de janeiro de 2019, uma vez que no dia 31 de dezembro vence o prazo para a empresa permanecer no comando da distribuidora.

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Paciente denuncia falta de médicos e materiais para procedimentos no setor de traumatologia do Huerb

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Uma denúncia enviada na noite de segunda-feira (15) pelo técnico em informática Leandro Cavalcante, de 29 anos, escancara o colapso no sistema público de saúde do Acre. Ele relata que no setor de traumatologia do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) estaria faltando médicos e materiais para realizar cirurgias nos pacientes que por falta de espaço estão internado em corredores da maior unidade de saúde do Estado.

Leandro Cavalcante destaca que fraturou a tíbia durante um acidente no dia 12 de outubro e permanece internado na unidade de saúde à espera de uma cirurgia que ainda não tem data certa para acontecer. Nos dias em que continua no Huerb, ele descreve que a situação é de caos. De acordo com o paciente, os corredores funcionam como depósito humano, com várias pessoas deixadas em macas e sofrendo com dores dos mais variados tipos de fraturas.

“A situação aqui é a de derrotado. Cheguei no dia 12 de outubro, me parece que acompanham meu caso através de laudos e relatórios do acidente e de chegada ao PS. Os médicos atendem os pacientes de forma interativa. Quando entram médicos no quarto, passam pelo leito e dizem: Este é o paciente X, chegou no dia Y com fratura em tal osso, aguardando cirurgia, mas não param para falar com o paciente e coletar sobre como está a evolução do problema”, diz Leandro.

O paciente ressalta que os médicos não param pra olhar a fratura e “sequer usam luvas, para nem se darem ao trabalho de toca-los”. A informação que teria chegado através de um médico residente é que as cirurgias não estariam sendo agendas por falta de material. “Tem uma enorme fila da semana anterior aguardando, ou seja, mesmo que esse material chegue, terão que começar a sanar os atrasos, para depois iniciar as que chegaram depois”, destaca.

Os agendamentos das cirurgias, quando há material para os procedimentos, estaria acontecendo de acordo com a fila de espera, a partir da data de internação do paciente. A mãe de Leandro Cavalcante, a jornalista Lenilda Cavalcante informa que se ofereceu para comprar o material para cirurgia de seu filho, mas recebeu resposta negativa para o apelo que fez junto a médicos e a direção do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco.

Lenilda Cavalcante destaca que recebeu a informação que não há previsão de chegada do material para realizar os procedimentos e se os insumos que estariam para chegar daria para resolver o problema dos pacientes que estão na fila de cirurgias do setor de traumatologia do Huerb. “Não se sabe nada sobre essa agenda de cirurgias. As pessoas estão sofrendo, mas ninguém informa nada aos pacientes e muito menos aos parentes que estão aflitos”, enfatiza.

Segundo a jornalista, a situação de seu filho agravou porque ele passou o dia inteiro com a perna fora da imobilizadora. “O médico mandou abrir a e não mandou colocar outra. Ao notar a demora, eu consultei a enfermeira sobre novamente imobilizar o membro. Ela disse que sem as ordens do médico não seria possível. Porém, o profissional do dia o que fez? Pegou minha perna pelo calcanhar e ergueu, mesmo sabendo de minha fratura na tíbia”, disse Leandro.

O paciente documentou em fotografias, que todos casos de ortopedia, incluindo um idoso com fratura no fêmur não estariam sendo priorizados. “Como ele é lúcido, consegue avisar para esposa sobre suas necessidades fisiológicas. E ela usa uma garrafa de álcool, cortada na parte de cima para o marido urinar e saco de lixo para fezes. Ela não recebe ajuda de nenhum profissional para essas tarefas”, informa Leandro Cavalcante, que revela o caos no setor.

A reportagem tentou contato com a diretora do Huerb, mas ela não atendeu nenhuma de nossas ligações.

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Vanderlei Thomas deixa Secretaria de Segurança do Acre e delegado Carlos Flávio assume

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O delegado Vanderlei Thomas se despediu nesta segunda-feira, 15, do cargo de secretário de Segurança Pública. Em aviso dado via Facebook, ele alegou “motivos pessoais” e aproveitou para agradecer aos operadores da segurança pública, amigos e sua família.

“Penso que cumpri minha missão. Espero ter cumprido com a sociedade acreana. Volto para minha função de origem e sempre estarei à disposição com humildade, seriedade, respeito, dedicação e profissionalismo”, disse.

No lugar de Thomas vai assumir o atual secretário de Polícia Civil, Carlos Flávio Portela, que vai acumular as duas Pastas.

Vanderlei Thomas passou a comandar a Secretaria de Segurança Pública em abril deste ano no lugar do seu colega de trabalho, o também delegado Emylson Farias, que deixou o cargo para virar vice na chapa do candidato Marcus Viana (PT), derrotado nas eleições do primeiro turno.

Com Thomas na Segurança, o Estado comemorou uma redução significativa no número de homicídios nos últimos meses. Mas foi também ele, em julho deste ano, que deu a polêmica declaração em entrevista à Rádio CBN de que o acreano deveria se acostumar com o conflito entre as facções criminosas. “Essa guerra se instalou e precisamos nos acostumar a ela”, declarou o delegado em entrevista a emissora de rádio.

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