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Melhores rotas de vinhos na Argentina

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Além de suas belezas naturais e cultura encantadora, a Argentina também atrai turistas de todo o mundo em busca de bons vinhos e passeios gastronômicos. O país é o quinto maior produtor – e consumidor – de vinhos do mundo e responsável por alguns dos vinhos de maior destaque no mundo.

Além de Mendoza, responsável por quase 70% de todo o vinho argentino, vale a pena aproveitar a viagem para Argentina e conhecer as regiões de San Juan, La Rioja, Salta e Patagônia.

Com clima seco e terras de boa qualidade, Mendoza, no meio da Cordilheira dos Andes, conta com uma infraestrutura incrível para receber turistas de todas as partes. Das mais de mil adegas existentes, 100 oferecem visitas guiadas que podem ser incluídas seu roteiro. A rota do vinho em Mendoza é dividida em três principais destinos: Maipú, Valle de Uco e Luján de Cuyo. Luján de Cuyo e Maipú estão localizadas perto da cidade. Uco fica mais longe, mas é ali que estão as novas super bodegas. A dica é organizar cada expedição dentro de uma única zona. Isso facilita a viagem.

A província de San Juan é a segunda em importância na produção de uvas e vinhos na Argentina. As principais regiões de vitivinicultura são a capital, San Juan, Tulum, Zonda, Ullum, Jachal e o Valle Fértil, regados pelos rios Jachal e San Juan.

Já na Patagônia, a água pura que desce dos picos andinos cobertos de neve na época do degelo é utilizada para regar os vinhedos. No roteiro o turista vai encontrar quatro bodegas, três em San Patricio del Chañar e uma em Añelo.

Se quiser conhecer os principais vinhedos do país, vale a pena comprar um pacote que inclua viagens, visitação e degustação dos principais vinhos.

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Economia

Brasil atinge em setembro a marca de US$ 1,1 bilhão na exportação de milho

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Levantamento realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) revela que as exportações de milho alcançaram recorde histórico em setembro deste ano. O Brasil exportou 6,5 milhões de toneladas, aumento de 93,4% em relação a igual período do ano passado. Essas exportações somaram US$ 1,1 bilhão.

A safra de milho 2018/2019 foi recorde, o que aumentou a oferta do cereal e ampliou o excedente para exportação. Os embarques do milho também tiveram desempenho favorável no acumulado do ano, de janeiro a setembro. Foram US$ 4,98 bilhões (+134,7%), com a expansão de 130% na quantidade comercializada (29 milhões de toneladas). Com uma exportação em alta, o mercado registra aumento de trator a venda e demais equipamentos usados na lavoura.

Os principais países compradores do milho brasileiro foram: Japão (US$ 605,13 milhões), Coreia do Sul (US$ 386,40 milhões), União Europeia (US$ 371,25 milhões), Vietnã (US$ 293,96 milhões) e Taiwan (US$ 292,61 milhões).

Do valor total exportado pelo país em setembro, o agronegócio foi responsável por 41,4% (US$ 18,74 bilhões). No mesmo mês de 2018, as exportações do agronegócio tiveram participação de 42% nas exportações totais.

E por falar em safra, no Brasil tem sido comum encontrar no mercado tratores usados a venda e outros equipamentos de grande importância para aumentar a produtividade no campo.

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Cotidiano

Economista mostra as 14 travas que emperram o comércio exterior do Acre

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O pesquisador Carlos Estevão, da Universidade Federal do Acre, elencou, no artigo “Acre: Internacionalização” os 14 problemas que travam a evolução da balança comercial do Estado, que mesmo com o advento de condicionantes fundamentais para os negócios internacionais, como a Estrada do Pacífico, não conseguiu evoluir nesse setor.

O governador Gladson Cameli quer ampliar os acordos internacionais do Acre. Para isso tem fortalecido o discurso da preservação ambiental, algo que sempre soa bem no exterior. Estevão diz que junto com outros especialistas tem estudado o panorama e conclui que há muitos entraves a serem superados, entre eles a cultura do empresariado local. “Não existe uma cultura de negociação com o exterior implementada. Os empresários são resistentes às mudanças”, diz Estevão, doutor em Economia. Outro ponto, diz ele, é a insegurança jurídica nas relações do Brasil com outros países. “O Itamarati não prioriza as relações do Brasil/Acre com o Peru e outros países Andinos”, disse.

Leia o artigo na íntegra:

Acre: Internacionalização

Brasil é uma das dez maiores economias globais e possui uma indústria diversificada. Apesar disso, seu percentual de exportações em relação ao PIB é baixo, principalmente se comparado a outros países. De acordo com dados do Banco Mundial, em 2014, as exportações brasileiras de bens e serviços representavam apenas 12% do PIB, ao passo que a média mundial é 30% – valor que não se altera muito em economias emergentes ou menos desenvolvidas. O mesmo relatório aponta que, nos últimos 14 anos, essa situação vem se mantendo semelhante. Além disso, o Brasil contribui com apenas 1,2% do volume mundial de exportações de bens, valor que cai para 0,7% se apenas os manufaturados forem considerados.

Esse cenário pode ser, em grande parte, explicado pela falta de competitividade das empresas exportadoras brasileiras que precisam superar diversos desafios para venderem seus produtos no mercado internacional. Burocracia, excesso de leis e tarifas, demora na liberação de mercadorias e dificuldade de escoamento tornam o processo de exportação caro e lento, além de aumentarem o preço das mercadorias, reduzindo a competitividade dos produtos brasileiros no comércio internacional.

No caso acreano, apesar da existência de um mercado potencial com cerca de 30 milhões de consumidores em um raio de cerca de 750 Km da capital Rio Branco, as trocas internacionais (exportações, principalmente) ainda podem ser consideradas tímidas.

São diversas as questões/gargalos que, atualmente, dificultam o pleno desenvolvimento do Estado do Acre com relação ao comércio internacional, notadamente com os vizinhos andinos. Sendo que a maior evidência disso é a constatação de que mesmo com a “Estrada do Pacífico” pavimentada desde 2011, até o momento não se alavancou de forma definitiva o comércio internacional no Acre e pelo Acre.

Desde 2017 participo de um “grupo” cujo foco é trabalhar a “cultura exportadora no Acre”. Abaixo, apresento uma síntese de problemas já debatidos nesse grupo:

• Nas importações de produtos que necessitam de laudos técnicos (testes), estes somente são realizados fora do Acre, o que implica em perda de eficiência no processo (custos e tempo);

• A política fiscal do Governo do Acre. Notadamente alíquotas de (ICMS) de hortifrutigranjeiros e o próprio regime tributário que exige pagamentos antecipados de tributos. Além da não integração do “regime” com o “Sistema Siscomex” (que causa retardamento no processo de liberação de carga);

• A cultura do empresariado do Acre. Não existe uma cultura de negociação com o exterior implementada. Os empresários são resistentes às mudanças;

• Custo da logística. O frete cobrado pelas empresas estrangeiras é elevado, devido inexistência de carga de retorno e, ainda, pela demora na inspeção sanitária. Além da pouca oferta de transportadoras. Outro aspecto são os custos e demora excessiva de todo processo de desembaraço aduaneiro (as aduanas não são integradas, ausência de fiscais do MAPA, poucos Auditores da Receita);

• Existência de apenas uma empresa que realiza o serviço de “fumigação de cereais” com fins de exportação (observa-se que fumigação é um tipo de controle de pragas através do tratamento realizado com compostos químicos ou formulações pesticidas);

• Sucateamento da “rodovia do pacífico” do lado brasileiro (BR – 317);

• O volume de compras – escala (volume de negociações ainda é pequeno);

• Inexistência de EADI (terminal alfandegário de uso público, localizado em “porto seco”, em zona secundária);

• Insegurança jurídica nas relações do Brasil com outros países. O Itamarati não prioriza as relações do Brasil/Acre com o Peru e outros países Andinos;

• Baixa quantidade e qualidade de mão-de-obra especializada em desembaraço aduaneiro no Acre;

• Pouca oferta de empresas de transporte internacional terrestre;

• Inexistência de vôos internacionais. Especificamente Rio Branco-AC/Lima-Peru. Aeroportos existentes não são alfandegados;

• Variações cambiais constantes;

• Inexistência de empresa trading no Acre.

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Cidades

Chorando de barriga cheia: Acre já recebeu 2,7% a mais em repasses da União em 2019

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Cada vez mais os números confirmam que o governador Gladson Cameli começou a gestão com saldo positivo no caixa do Estado. Para se ter uma ideia, o montante das transferências constitucionais é 2,7% maior que no ano passado para este período de 2019. Já aportaram aos cofres do Acre, somando todas os repasses, R$ 282.297.587,77.

Na região Norte, o percentual é o 2º maior e só perde para o de Roraima, onde os repasses
cresceram -talvez por conta da questão da migração venezuelana -5,6%. Na contratação de Acre e Roraima, o Amazonas perdeu 5,4% em repasses federais. Os dados são da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Dos repasses, considerando a distribuição nacional, o Fundo de Participação dos Municípios representa 40%.

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Cotidiano

Juros básico recua para 8,25% ao ano na 8ª queda seguida

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (6) baixar os juros básicos da economia brasileira de 9,25% para 8,25% ao ano. Foi o oitavo corte seguido na taxa Selic.
Com a decisão, que confirmou a expectativa dos economistas do mercado financeiro, o BC manteve o ritmo de redução de um ponto percentual verificado na última reunião, realizada no fim de julho.

Em 8,25% ao ano, os juros recuam ao menor nível desde julho de 2013, ou seja, em pouco mais de quatro anos.
A previsão dos economistas das instituições financeiras é de que a taxa básica de juros continue a recuar nos próximos meses e chegue a 7,25% ao ano no final de 2017 – o menor patamar da história.
Como as decisões são tomadas

A definição da taxa de juros pelo BC tem como foco o cumprimento da meta de inflação, fixada todos os anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Para 2017 e para 2018, a meta central de inflação é de 4,5%, com intervalo de tolerância de dois pontos percentuais, de modo que o IPCA pode variar sem o objetivo ser formalmente descumprido.
Normalmente, quando a inflação está alta, o BC eleva a Selic na expectativa de o encarecimento do crédito freiar o consumo e, com isso, a inflação cair. Essa medida, porém, afeta a economia e gera desemprego.
Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas predeterminadas pelo CMN, o BC reduz os juros. É o que está acontecendo agora.

Em razão do fraco nível de atividade, com a economia brasileira começando a sair da recessão dos últimos anos, a inflação tem registrados níveis mais baixos em 2017.
De janeiro a agosto, segundo o IBGE, a inflação oficial, medida pelo IPCA, ficou em 1,62%, bem abaixo dos 5,42% registrados em igual período do ano passado. Este foi o menor acumulado no ano para um mês de agosto desde a implantação do Plano Real (1994).
Para 2017, o mercado financeiro prevê que a inflação deve ficar em 3,38%, abaixo da meta de 4,5% fixada pelo CMN para este ano. A meta central de inflação não é atingida no Brasil desde 2009.

O que diz o BC
Em comunicado divulgado após a reunião do Copom, o Banco Central indicou que o processo de corte da taxa básica de juros da economia continuará no futuro.

O BC informou que, no cenário com trajetórias para as taxas de juros e câmbio estimadas pelo mercado, suas projeções para a a inflação recuaram para em torno de 3,3% para 2017 e elevaram-se para aproximadamente 4,4% para 2018.
“Esse cenário supõe trajetória de juros que encerra 2017 em 7,25%, cai para 7,0% no início de 2018 e eleva-se para 7,5% ao final do ano [que vem]”, acrescentou o Copom. Em julho, o Banco Central estimava que a trajetória de juros que poderia alcançar 8% ao ano no fim de 2017.

O Copom avaliou, porém, que pode reduzir o ritmo de corte dos juros no próximo encontro do Copom, marcado para 24 e 25 de outubro.
“Para a próxima reunião, caso o cenário básico evolua conforme esperado, e em razão do estágio do ciclo de flexibilização, o Comitê vê, neste momento, como adequada uma redução moderada na magnitude de flexibilização monetária [ritmo de corte dos juros]”, informou.

Acrescentou que o processo de redução dos juros “continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação”.

Juros reais e crescimento econômico
Com a redução de juros promovida pelo Copom nesta quarta-feira, o Brasil permaneceu no terceiro lugar no ranking mundial de juros reais (calculados com abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses), compilado pelo MoneYou e pela Infinity Asset Management.

Com os juros básicos em 8,25% ao ano, a taxa real do Brasil soma 3,29% ao ano, atrás da Rússia, com juros reais de 4,32% ao ano, e da Turquia (4,02%). Nas 40 economias pesquisadas, a taxa média está negativa em 0,24% ao ano.
Recentemente, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, observou os juros reais brasileiros, mesmo antes desse último corte da taxa Selic, já estavam em um patamar que “tende a estimular a economia”.

Em agosto, o IBGE informou que o Produto Interno Bruto (PIB) subiu 0,2% no segundo trimestre, frente aos três primeiros meses deste ano. Para analistas, o resultado mostra que há sinais de uma recuperação consistente da economia.

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Bombando

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