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Esquenta do Carnaval seleciona 18 concorrentes na disputa ao título de realeza 2018

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A pré-seletiva das realezas que aconteceu na noite deste domingo (28), escolheu as candidatas que disputarão o reinado do Carnaval de Rio Branco no próximo mês. A escolha das rainhas hétero, gay e travesti aconteceu no estacionamento do estádio Arena da Floresta e contou com a presença de cerca de 1700 pessoas que prestigiaram a seleção das cinco candidatas de cada categoria para disputar a grande final que acontecerá no dia 9 de fevereiro.

Ao som da bateria do grupo Sambase, a folia começou animando o público desde 18h, uma hora antes de começar a seletiva. No total participaram da pré-seletiva 26 concorrentes e somente 18 foram selecionados para a próxima e íltima etapa do concurso das realezas.

Trazendo um slogan “Tem Folia na Cidade”, os organizadores destacaram o concurso deste ano como um dos mais concorridos, já que contou com a presença expressiva de candidatas a realeza. “Uma seletiva difícil com belas candidatas e que serviu como o esquenta do Carnaval deste ano que vem com muitas atrações regionais”, destacou o presidente da Fundação Garibalde Brasil, Sérgio de Carvalho.

A seletiva começou apresentando as rainhas, todas elas tiveram a oportunidade de se apresentar para o público e principalmente aos jurados que analisavam os quesitos de samba no pé, simpatia e beleza plástica, o que garantiu a pré-seleção das candidatas Andreia Gadelha, Carol Souza, Irlene Lins, Gabriela Alencar e Kalliny Santiago para a final, onde serão avaliadas nos quesitos fantasia e comunicação.

Em seguida as concorrentes a rainha gay se apresentaram e levaram o público ao delírio. Sem qualquer parte física alterada com silicone ou algo do tipo como recomenda o regulamento, todas fizeram suas apresentações ao ritmo da bateria da Sambase. Os candidatos classificados para a final foram Dheyla Martins, Clara Cristina, Aline Venturine, Ramona Sindel, Wendy Sayonara e Nega Rodrix.

Na disputa das cinco vagas para a final do cargo de realeza travesti, o embate foi acirrada. As sete inscritas levantaram as torcidas dos grupos de quadrilha junina dos bairros que colocaram suas representantes, assim como na seletiva da rainha gay. As concorrentes que estão classificadas são Natacha Houston, Ellen Hanashara, Thayna Silva, Rose Endrew e Jhully Sayonara.

Como só se inscreveram para disputar o cargo de rei Momo três concorrentes e todos estavam dentro do peso estabelecido que pelo regulamento que era de 110 kg, com erro de balança de até 2 kg para menos, os candidatos Mauro Café, Dudu e Junior Lima fizeram uma apresentação simbólica e estão classificados para a final.

As candidatas Gabriel Alencar e Kalliny Santiago destacaram que a seletiva foi muito disputada e que todas estavam de parabéns pelas apresentações. “Deu um nervosismo, pois não ouvi os locutores dizer que estavam chamando por ordem alfabética, e quando me chamaram por último o nervosismo foi ainda maior, mas agora que foi selecionada, vamos nós preparar e esperar a grande final”, disse Kalliny.

Gabriela Alencar disse que por ser a primeira ficou muito nervosa, mas na hora que começou a sambar ficou mais tranquila. “Quando a bateria começou a tocar e comecei a sambar, tudo ficou mais tranquilo e deu tudo certo. Se Deus quiser vamos fazer ainda melhor na final”, destacou.

A finalista a rainha travesti, Jhully Sayonara disse que todas competidoras fizeram seu melhor, mas os jurados só podem escolher cinco para a final. “Tenho certeza que a apresentação na final será ainda melhor e teremos uma disputa muito difícil para os jurados”, ressaltou Sayonara.

O candidato a rei Momo, Marcos Café, que têm vários titulos no Carnaval de Rio Branco, revelou que o dinheiro da premiação é tentador, mas a emoção e o gostar do Carnaval é que motiva mais ainda a participação nos concursos.

A grande final será realizada no próximo dia 9 de fevereiro em local que ainda será definido pela direção da Fundação Garibalde Brasil.

 

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Destaque 2

Liminar da Justiça garante UTI aérea a Tony Feghali que está com 60% dos pulmões comprometidos

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A 4ª Vara Cível da capital acatou o pedido de urgência para que a Unimed Rio Branco realize a remoção aérea do empresário Tony Feghali, de 65 anos, para outro hospital credenciado fora do Estado do Acre.

O paciente foi diagnosticado com Covid-19 e a doença já comprometeu 60% dos pulmões e somou-se a outras comorbidades, que agravam o seu caso. De acordo com os seus advogados, ele possui indicação médica para tratamento em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Avançada, sendo necessária a remoção para unidade hospitalar em outro estado.

De acordo com os autos, a negativa de cobertura do transporte aéreo foi justificada pelo fato do idoso já se encontrar na UTI recebendo tratamento e pelo fato de a solicitação ter sido assinada por médico assistente.

Ao examinar o laudo médico, o juiz de Direito Marcelo Carvalho verificou o registro de piora na condição de saúde do requerente, onde consta a evolução e gravidade do quadro clínico. O infectologista afirmou expressamente que o idoso deveria ser submetido a terapia fora do estado, em razão da saúde gravemente comprometida, destacando a quantidade de comorbidades e risco de morte.

Portanto, a Unimed deve viabilizar, no prazo de 24 horas, a remoção do autor do processo para o Hospital Beneficência Portuguesa em São Paulo (que confirmou a disponibilidade de vaga) ou para um dos hospitais credenciados em sua rede que possuam UTI Avançada, sob pena de incidência de multa por dia de descumprimento no valor de R$ 10 mil.

Por fim, o magistrado alertou que o transporte só poderá ser realizado se o médico responsável atestar a capacidade do paciente ser submetido à remoção.

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Cotidiano

Bocalom não vai participar de debate para evitar que seja alvo de “mentiras e ataques”

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O coordenador geral de campanha de Tião Bocalom, Artur Neto, emitiu uma Nota nesta sexta-feira, 27, afirmando que o candidato e líder das pesquisas, Tião Bocalom (Progressistas) não irá participar do debate da TV Acre, programado para ocorrer às 21h30.

Em Nota, o marqueteiro afirmou que Tião Bocalom sempre demonstrou respeito pela população e demais adversários, mas que neste segundo turno, devido aos ataques, em estratégia adotada por Socorro Neri (PSB) desistiu de participar.

Segundo Artur, Neri preferiu adotar um discurso rasteiro com baixarias, buscando o convencimento do eleitor por meio da distorção da verdade, porém não citou as possíveis “distorções” feitas por Neri.

“Preferimos orientar nosso candidato a não participar do debate da renomada Rede Amazônica (TV Acre). Exigimos respeito ao nosso candidato e que os próprios eleitores também sejam respeitados. Ataques e mentiras não fazem e nem farão, em momento nenhum, parte de nossa estratégia de campanha”, escreveu em nota.

Por fim, o coordenador afirmou que durante o primeiro turno, Tião Bocalom participou de todos os seis debates, e encerrou dizendo que o progressista prefere terminar a campanha nas ruas conversando com a população.

“Como estamos na reta final das eleições, acabamos por decidir que iremos terminar nossa campanha, da mesma maneira que iniciamos, junto ao povo, nas ruas, conversando, ouvindo nossa querida gente, repudiando todo e qualquer ataque pessoal”, afirmou.

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Blog do Crica

Rumo à esquerda separa Bittar e Gladson

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O RESULTADO DA ELEIÇÃO MUNICIPAL deixou o senador Márcio Bittar (MDB) e o governador Gladson Cameli, no caminho de rompimento político. As alianças com a esquerda foram o pomo da discórdia. Entre as reclamações abertas do Bittar estão o não cumprimento de acordo pelo qual o Gladson apoiaria a candidatura do Fagner Sales (MDB) a prefeito de Cruzeiro do Sul, e a candidata do MDB a prefeita de Brasiléia, Leila Galvão (MDB). Em Cruzeiro do Sul, o apoio foi para a chapa do professor Zequinha (PP), na qual estavam o PT e o PCdoB. E, em Brasiléia, nem apareceu na campanha da Leila, o que favoreceu a candidatura da prefeita Fernanda Hassem, que é do PT. Se engajar no palanque da prefeita Socorro Neri, onde estão PDT, PSB e PV, que no plano nacional fazem oposição ao presidente Jair Bolsonaro, de quem Márcio Bittar (MDB) é um árduo defensor, também é um ponto que ajudou no seu afastamento do governador. Para fechar o pacote, Bittar diz que, se sentiu traído e confrontado ideologicamente em Mâncio Lima, onde o governador Gladson colocou um adesivo com o 13 no peito, e apoiou à reeleição o petista Isaac Lima. “Não aceito”, enfatiza. São posições de quem não me quer ao seu lado na eleição de 2022, revela um irritado Márcio Bittar (MDB). Márcio diz que vai comandar a campanha de reeleição do Bolsonaro no estado, e no seu palanque não haverá espaço para aliados de partidos de esquerda, como o PDT, PV e PSB. Bittar promete estar num palanque alternativo na eleição presidencial e na disputa do Governo e Senado, no Acre. Para mostrar o seu descontentamento, foi o primeiro a declarar apoio ao candidato  Tião Bocalon (PP); na disputa da PMRB, que não é apoiado pelo Gladson. É um nó górdio político para o governador desatar.

IBOPE CONFIRMA FAVORITISMO
A RODADA de pesquisa do IBOPE, a primeira no segundo turno, mostrou o que está na boca da população, que o candidato Tião Bocalon (PP) é amplo favorito na corrida para o segundo turno. O Bocalon apareceu com 65% das intenções de votos contra 28% da prefeita Socorro Neri (PSB). É muito voto para dar uma virada.

TESE ERRADA
SEMPRE disse aqui no espaço do BLOG que segundo turno é uma outra eleição, apenas em tese. Mas na prática é uma continuidade do primeiro turno. Quem votou no Tião Bocalon (PP) tende a votar de novo, e ainda ganhará mais votos com base nas novas alianças. O IBOPE apenas confirmou esta realidade

TERRA DE MURO BAIXO
PARA A SUA PROPOSTA de tentar reverter a derrota larga no primeiro turno para o candidato Tião Bocalon (PP), o primeiro programa eleitoral da candidata Socorro Neri (PSB) pode ser considerado bom e mais planejado politicamente. Mas erraram quando colocaram para tecer elogios á sua gestão, assessores e ex-assessores da prefeitura municipal, todas figuras conhecidas.

NÃO VAI PESAR
TANTO PARA a candidata Socorro Neri (PSB), como para o candidato Tião Bocalon (PP), o horário eleitoral não terá o dom de mexer no resultado, até porque faltam só seis programas.

EMPATIA COM ELEITOR
O QUE PODE mexer no resultado do segundo turno seria quem chegou atrás conseguir uma empatia com o eleitor que não teve no primeiro turno. Teria de haver uma reversão de 47 mil votos. Uma missão, convenhamos, muito complicada e difícil de ocorrer. O tempo é exíguo e não aconteceu nenhum fato novo.

TIRO CURTO
O QUE TORNA a eleição de segundo turno mais complicada para reverter votos é o fato de ser uma campanha de tiro curto. No domingo da próxima semana, todos voltarão às urnas para votar.

JOGO DO PODER
O TIROTEIO do primeiro turno contra a prefeita Socorro Neri (PSB) por parte dos outro seis candidatos, foi um fato natural. Porque a briga era exatamente em torno do cargo que ocupa.

NÃO SE PODE NEGAR
E DENTRO deste contexto não há como negar que foi uma briga desproporcional. Alguns candidatos entraram só para descontruir a sua imagem de boa gestora, esquecendo suas candidaturas. E, teve que passar a campanha na defesa. Faltou no caso, uma boa assessoria política na condução da campanha.

NINGUÉM PODE NEGAR
A PREFEITA Socorro Neri (PSB) cometeu muitos erros políticos, isso é inquestionável. Não se preparou politicamente para uma campanha, não se planejou para quem queria ser candidata, mas ninguém pode deixar de reconhecer que, ela foi uma gestora honesta e vai concluir este mandato sem mácula. Perder é do jogo.

OS CAMINHOS SÃO ÍNGREMES
ACONTECE é que numa campanha política, existem outros ingredientes que estão mais além do que uma boa gestão. Quando um candidato cai na graça do povo, é difícil mudar. A Socorro foi uma boa gestora, mas não foi uma boa política.

CHEIO DE EXEMPLOS
E quando um candidato cai na graça do povão, não tem máquina estatal, municipal, apoio de partido político que consiga reverter,  a tendência de votar num determinado nome. Exemplos de quem ganhou eleição majoritária sem a máquina do poder: Jorge Viana (PT), Flaviano Melo (MDB) e Gladson Cameli (PP) e etc…

DIFÍCIL, MUITO DIFÍCIL
TENHO COLOCADO neste espaço que não existe nada mais difícil na política do que a transferência de votos. Se o leitor atentar para as pesquisas, mesmo a sua candidata Socorro Neri (PSB) não tendo se saído bem no primeiro turno, a avaliação do governo e do governador sempre ficaram num patamar positivo.

MIRANDO 2022
MAS, O GOVERNADOR Gladson  vai ter que, em 2021 refazer pontes que foram quebradas com aliados na campanha municipal. Vai ter que começar por uma repactuação de cargos no poder com os partidos, onde siglas de pouca ou nenhuma expressão têm mais de cem cargos, enquanto partidos grandes ocupam pequenos espaços ou nenhum. Isso é desproporcional.

NÃO ESTAVA NO SCRIPIT
QUEM FEZ uma campanha que atropelou as pesquisas foi o prefeito eleito Delegado Sérgio Lopes (PSDB), em Epitaiolândia. Nunca foi tido favorito, mas na reta final decolou e se elegeu.

PROJEÇÃO PESSOAL
O Delegado Sérgio Lopes (PSDB) pode se jactar de ter vencido  a eleição; por conquistar a confiança do eleitorado, não teve nenhum medalhão político que tenha influenciado na sua vitória.

DERROTA DE UM CLÃ
A VITÓRIA do Delegado Sérgio Lopes (PSDB) teve o condão de derrotar o clã dos Hassem, em Epitaciolândia, comandado pelos ex-prefeitos Luiz Hassem e André Hassem, varridos da cena política nesta eleição. Acabou a hegemonia naquele município.

PASSO PARA DEPUTADO
O CANDIDATO derrotado Everton Soares (PSL), foi o segundo colocado, mas como é um nome novo na política pode ter dado um passo importante para disputar vaga na ALEAC em 2022.

APOSTANDO ERRADO
QUEM ESTÁ APOSTANDO que uma vitória do Tião Bocalon (PP) para a prefeitura de Rio Branco vai significar entupir as secretarias de afilhados está enganado, não vai jogar fora conseguir o poder fora depois de cinco derrotas seguidas.

FRASE MARCANTE
“Liberdade significa responsabilidade. É por isso que tanta gente tem medo dela”. Bernard Shaw.

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Destaque 2

Candidatos derrotados nas urnas voltam ao TRE para recontar votos e ameaçam fechar BR-364

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Um dia após iniciarem um movimento nas redes sociais, dezenas de candidatos a vereador em Rio Branco que não conseguiram se eleger retornaram na manhã desta quinta-feira, 19, a Sede do Tribunal Regional Eleitoral do Acre, localizado na Avenida Antônio da Rocha Viana, para questionar novamente a contagem dos votos.

Os derrotados nas urnas apontam para suposta fraude devido a um possível erro na contagem dos votos. Uma confusão ocorreu durante a verificação dos boletins de urnas expostos no mural fixado fora das seções eleitorais e o candidato Janes Peteca garante que, ao notar que obteve menos de 800 votos, ficou desconfiado. “Eu e minha equipe vimos que tiramos o dobro dos votos”, explicou, garantindo que as pessoas que se sentiram lesadas irão procurar a Polícia Federal.

Com uma movimentação intensa de candidatos e temendo aglomeração por causa da pandemia de coronavírus, o juiz eleitoral titular da 9ª Zona, Robson Ribeiro, determinou que cada candidato tenha 20 minutos para verificar os Boletins de Urna.

Um grupo no WhatsApp foi formado com candidatos para tentar mobilizar uma grande manifestação. A intenção dos candidatos é irem até a Sede da Polícia Federal ainda nesta quinta e fechar a rotatória da Uninorte.

Ao ac24horas, o juiz Robson Ribeiro afirmou não ver qualquer motivo para alarde. “Não vejo nada de diferente do normal. O que eles [candidatos] podem fazer é uma representação, justificando, trazendo algum elemento que possa demonstrar alguma possível falha, mas até agora não teve nenhum procedimento”, atesta o juiz.

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Bombando

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