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Presidente nacional do DEM nega interesse em vice

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O presidente nacional do DEM, senador Agripino Maia, negou ontem em longa conversa com o empresário Narciso Mendes, de quem é amigo próximo, que decidiu tirar o ex-prefeito Tião Bocalom da direção regional do DEM. Afirmou durante a conversa que, não chancela um acordo pelo qual o DEM só ganharia a indicação de Vice na chapa do candidato Gladson Cameli (PP) e o partido perderia a candidatura de Tião Bocalom para a Câmara Federal. Agripino Maia citou que o acordo que tinha chancelado seria um sair para deputado federal e outro para Vice. E que ter simplesmente o Vice sem candidatura a Federal não interessa ao DEM. Afirmou que não virá ao Acre tratar deste assunto e que somente será decidido, em Brasília, depois de ouvir os dois lados. À coluna, Tião Bocalom, que se encontrava em Marechal Taumaturgo, disse ontem que, o deputado federal Alan Rick se engana se pensa puxá-lo “pelo beiço” e diz que, continuará apoiando a candidatura do Coronel Ulisses Araújo ao governo e que se manterá na disputa de uma vaga de deputado federal. Ficou de manter contato com o senador Agripino Maia para esclarecer a sua situação. “Tenho palavra, ao contrário dos que querem me derrubar da presidência”, pontuou. Bocalom e Ulisses estão em campanha no Vale do Juruá.

EQUAÇÃO NÃO ENTENDIDA
Todos os partidos querem ter legenda para eleger um Federalpor causa da cláusula de barreira. Se o deputado federal Alan Rick (DEM) for indicado para vice do senador Gladson Cameli (PP), quem seria o candidato à Câmara Federal pelo DEM? O Tião Bocalom não será. Só um amador acreditaria que ao DEM interessa mais ter um vice do que um Federal. Partiudo algum.

ASSUNTO NÃO RESOLVIDO
Pelo que se vê este não é um assunto resolvido internamente dentro do DEM. A questão da dissolução dos diretórios é uma decisão que antecede em muito a briga entre Alan Rick e Tião Bocalom. Uma coisa me parece certo: é uma briga que não acrescenta nada à oposição.

IMPORTÂNCIA EM DEMASIA
Baseado no nada em coisa alguma, alguns, que se acham sumidade em política, ficam dando à candidatura do Coronel Ulisses Araújo, uma importância que ainda não mostrou nas pesquisas realizadas até o momento, que possa representar algum perigo à polarização entre Marcus Alexandre (PT) e Gladson Cameli (PP). É como ver fantasma ao meio-dia.

DECISÃO PRUDENTE
Em reunião ontem de manhã com os partidos queapóiam a candidatura do senador Gladson Cameli (PP) ao governo ficou decidido que, o debate para a escolha do Vice será mais na frente, com uma discussão inicial no próximo dia 16, mesmo porque não há nada certo no DEM.

PENSAMENTO PRAGMÁTICO
O presidente do PP, ex-deputado José Bestene, defende que a escolha do Vice somente seja definida no próximo mês, quando todas as filiações estejam sacramentadas nos partidos. Bestene é uma das cabeças mais centradas da oposição, pela experiência e prudência. A experiência ensina que não se pode ser açodado na decisão política. Sob pena de errar.

O APRESSADO COME CRU
Na sua ânsia em querer ser candidato a vice-governador por cima de pau e pedra, o deputado federal Alan Rick (DEM) se esqueceu do básico, combinar com o presidente nacional do DEM, Agripino Maia, a queda do Tião Bocalom da direção regional. Vice-Governador e nada, no jogo em Brasília, é a mesma coisa. O que interessa aos partidos é ter deputado federal.

NESTE CASO SERIA FORTE
O deputado federal Alan Rick (DEM) teria todas as chances de ficar com a presidência do DEM se fosse candidato à reeleição. Mas saindo para ser vice e deixando o DEM descoberto de Federal, não sei se conseguirá derrubar o Tião Bocalom. A moeda de troca em Brasília no próximo ano é ter deputado federal e senador.

UMA PERGUNTINHA AO BOCALOM
O ex-prefeito Tião Bocalom tem a garantia que na chapa do Coronel Ulisses Araújo terá legenda para eleger-se deputado federal? Não sei! Vai ter mais de 40 mil votos para não depender de votos de outros candidatos a Federal? Também não sei!. Uma coisa é uma montanha de votos para governador e a outra, diferente, é uma candidatura a Federal. E a lembrar que se perder esta eleição, Bocalom fica fora do mapa majoritário de 2020.

VOU DAR SÓ UM EXEMPLO
Um Vice não pode tirar votos: é um princípio básico. Também é princípio básico na política que o Vice não decide eleição. Vamos para um exemplo prático. Posso citar vários. Fiquemos na chapa Márcio Bittar para o governo e Antonia Sales de Vice. Alguém coloca em dúvida que o ex-prefeito Vagner Sales seja uma das maiores lideranças do Juruá? Só um tolo, pelo que ele já mostrou, colocaria na dúvida. Pois bem, quando a deputada Antonia Sales, a mais votada na região do Juruá foi Vice do Márcio Bittar, o PT não só ganhou em Cruzeiro do Sul, mas no restante do Juruá. E por um motivo simples: voto não se transfere. O eleitor vota no candidato ao governo e não na figura do Vice. Quem quiser se enganar, que se engane!.

PARA NÃO PERDER VAGAS
O dirigente do PCdoB, Edvaldo Magalhães, está defendendo que todos os candidatos a deputado federal pela FPA se unam numa única chapa para fazer o maior número de parlamentares. Magalhães teme que divididos em várias chapas a FPA perca vagas.

SIMPLES REGISTRO DE PREÇO
Sobre a licitação de 250 mil reais para contratar uma TV-Corporativa, Edvaldo Magalhães explicou tratar-se de um Registro de Preço e que está previsto para o DEPASA usar apenas três pontos na sua sala de atendimento ao público, mostrando obras feitas, e que cada ponto custará pouco mais de mil reais. Não somos obrigados a gastar todo o valor, enfatizou.

ASSUNTO DE JUNHO EM DIANTE
Não adianta fazer qualquer projeção no momento para as duas vagas de senador, em disputa nas eleições deste ano. As pesquisas que vão dar o norte sobre quem terá mais chance serão as realizadas de junho em diante. Até lá as campanhas de todos os candidatos estarão na rua.

TORCIDA DO LULA
O governador Tião Viana estará nesta quarta-feira na comitiva do PT que vai a Porto Alegre acompanhar o julgamento do recurso contra a condenação do ex-presidente Lula. É tudo ou nada. O PT não tem outro nome para disputar com chance a presidência da República.

CHAPA QUASE PRONTA
O presidente do PDT, deputado Luiz Tchê, quer até o final de fevereiro estar com a sua chapa de candidatos a deputado estadual pronta. Hoje, o PDT tem vinte e um candidatos filiados. Tem outros nomes que ainda não decidiram. Mas diz não que não vai esperar a data final.

BOA ADESÃO
Quem disputará este ano uma vaga de deputado estadual pelo PDT é o Coronel Deodato, que foi candidato a deputado federal pelo PMDB e teve sempre uma média de 5 mil votos. Se bem que para a ALEAC é uma eleição diferente.

TAUMATURGO NA MIRA
O PDT trabalha para ter na sua chapa de candidato a deputado federal o ex-deputado federal Taumaturgo Lima, que deixou o PT. As conversas estão sendo feitas, confirmou Tchê. A chapa de Federal do PDT tem nomes como Jesus Sérgio, Eber Machado, Cristovão Pontes, Chicão Brígido, entre outros

DOBRADINHA DE IRMÃOS
O deputado Eber Machado (PSDC) sairá para deputado federal e o irmão Thiago Machado disputará uma vaga na Assembléia Legislativa. O assunto foi definido em família.

UMA ELEIÇÃO PARELHA
Na avaliação do experiente ex-deputado Edvaldo Magalhães a eleição para governador vai se definir na reta final, entre os 15% dos eleitores que deixam para decidir depois de ouvir os candidatos. “Será uma eleição que ganhará quem cometer menos erros na campanha”, prevê.

BEM SENSATA
É uma avaliação bem sensata. As pesquisas feitas até aqui mostram o equilíbrio entre as candidaturas ao governo do senador Gladson Cameli (PP) e do prefeito Marcus Alexandre (PT).

NENHUM DADO
Não tenho nenhum dado que me leve a apostar que o Coronel Ulisses Araújo possa a vir quebrar a polarização entre os candidatos Marcus Alexandre (PT) e Gladson Cameli (PT). Que alguém me prove ao contrário. Mas com dados, não com interpretação pessoal.

NÃO MODIFICA DECISÃO
O governador Tião Viana disse ontem que, na questão do aprovado Projeto do PRÓ-SAÚDE, ao qual apresentou um veto, justificou que assim agiu para cumprir a Constituição Federal e que agora a questão se encontra com deputados estaduais. Fiz a minha parte com a Lei, diz Tião. Garante que derrubada do veto em nada implicará em continuar cumprindo o que determinou a Justiça do Trabalho, de não dar continuidade ao programa, mesmo porque o Estado não teria 70 milhões de reais para indenizar os demitidos. Em suma: derrubar o veto não muda o panorama jurídico em relação aos ex-servidores e aos servidores que restam do PRÓ-SAÚDE. È o que deixou claro o governador. Pelo menos neste governo a coisa não vai retroagir.

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