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Repórter faz pegadinha do “Que Tiro Foi Esse” e quase apanha em loja do Via Verde Shopping

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O repórter cinematográfico Moisés Santos estreou seu canal de humor no YouTube com o hit “Que Tiro Foi Esse”, no Via Verde Shopping, mas quase apanhou.

O “mico” ocorre quando ele cai no chão dentro de uma loja na hora do “tiro”, conforme a estrofe da música, sai dançando e quase apanha de um homem, que não gostou nenhum pouco da brincadeira.

O vídeo do canal de humor tinha mais de 900 visualizações até a manhã desta segunda-feira, 22.

Link do Canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC6b6No-NOOe4qjZOSm4zq8A

Assista:

 

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Governo do Acre vai encerrar parcerias com o Instituto São José e Colégio João Calvino; entenda

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Estudantes, professores, e pais de alunos do Instituto São José e do Colégio João Calvino, em Rio Branco, estão aflitos com a informação de que a Secretaria de Educação e Esporte do Acre (SEE/AC) encerrará os convênios com as instituições de ensino. A informação caiu como uma “bomba” nas salas de aula.

Preocupados com o futuro dos alunos, que estão há pelo menos oito anos no Instituto São José, que pertence à Diocese de Rio Branco, pais procuraram o ac24horas na semana passada para denunciar que está sendo feito “terrorismo” junto a professore se alunos, dando conta que as escolas vão fechar as portas antes do término do ano letivo.

“O que estão fazendo é dizendo que a escola vai fechar porque o governo vai encerrar o contrato e as escolas não tem como funcionar. A estrutura é ruim aqui no São José, mas como é que esses meninos vão ficar. Eles estavam sendo preparados aqui. Minha filha está aqui há três anos, e não sei onde vou colocá-la”, reclama Mariana Rufino, uma das mães.

A Secretaria de Educação, na contramão, garante que o ano letivo será cumprido integralmente, mas confirma que o convênio entre o poder público e as duas escolas vão ser encerrados em dezembro, e que não há garantias de que os serviços possam voltar em 2019. A secretaria também informou que a decisão de continuar a parceria deverá ser tomada pela próxima gestão da pasta.

“Eu tenho medo que meu filho não consiga mais acompanhar o ensino, porque ele acostumou ao sistema do João Calvino. Para estar lá, a gente pegou fila, era melhor ter deixado ele em outra escola, porque toda vez que precisa mudar, é muito difícil para achar vaga perto de casa. Dessa vez a gente mora bem próximo. Cadê o Ministério Público? Ninguém vai fazer nada?”, questiona Ana Lourdes da Silva.

A SEE/AC deixou claro que os pais podem ficar tranquilos quando ao ano letivo em curso. A decisão de cancelar os convênios é porque a legislação não permite “restos a pagar” de um governo para o outro, ou seja, Sebastião Viana não pode deixar esse tipo de custo para Gladson Cameli, o próximo governador do estado. Cameli, contudo, pode atuar para refazer os convênios.

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Comunidade do Taquari recebe ação solidária no dia das crianças

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Acordar cedo, vestir uma fantasia e enfrentar a alta temperatura do verão amazônico. Tudo isso para ver o brilho nos olhos e o sorriso no rosto de uma criança. Assim foi a manhã deste feriado de 12 de outubro para um grupo de amigos que se reuniu para distribuir doces e brinquedos na comunidade do bairro Taquari, na capital do Acre. Integrantes do projeto Criança Dia Feliz, cerca de 70 voluntários realizaram a ação nas ruas e escolas do bairro.

A ação é resultado da cooperação de um grupo de mais de 100 pessoas que nos últimos meses arrecadaram doações em dinheiro, brinquedos e doces como pipoca e geladinho. Uma das organizadoras do projeto, Valéria Patrícia, ressaltou os anseio do da equipe: “a expectativa é atender todas as crianças do bairro Taquari e, se Deus quiser, cada uma vai sair com um brinquedo, uma pipoca e um geladinho”.

Para Elizabete Bezerra da Costa, que trabalha como Assistente de Professora no bairro, a atitude dos voluntários é muito boa diante das condições financeiras da maioria dos moradores da comunidade. “Muitos pais não tem condições de comprar um brinquedo para os filhos, então quando eles recebem esses presentes, eles ficam muito felizes. Isso faz com que, ao ganhar esses presentes do projeto Criança Dia Feliz, eles tenham um dia mais que especial”, afirmou a Assistente.

Vestidos com fantasias de super-heróis e desenhos animados, enquanto distribuíam brinquedos, os voluntários também orientavam as crianças quanto a necessidade de atenção nas aulas e o respeito aos pais, princípios necessários para, assim como eles, “tornarem-se super-heróis”. Diante da atitude, Elizabete Bezerra afirmou: “enquanto profissional eu fico muito feliz porque eles estão incentivando os meninos a estudar. Não existem palavras para descrever uma atitude como essa, tão importante para a comunidade”.

Mãe de sete filhos, a dona de casa Maria Lucineide Martins afirma não ter condições de comprar presentes para os filhos. Responsável pelo sustendo da família, vive com uma renda de R$ 600,00 que recebe de um programa social. Sobre a oportunidade dada aos filhos, diz: “eu acho legal, porque as crianças ficam animadas, ficam felizes, parece que eles ganharam na telesena. A alegria deles, nesse momento é ter um brinquedo e isso deixa eles Felizes”.

Bianca da Silva Padilha, de 11 anos, se emocionou ao receber os presentes e afirmou ter em si uma mistura de sentimentos. “Esse momento, para mim, é muito legal, muito bom. Eu também ganhei presente do meu pai e da minha mãe e o meu maior sentimento é de gratidão”, ressaltou. Já Geovane Brandão de Oliveira, integrante do projeto há dois anos, disse: “esse é um projeto que me traz muita alegria e que a gente faz sem pensar em retorno. É fazer o bem, sem perguntar a quem”.

Sobre o Projeto

O projeto Criança Dia Feliz atua no bairro Taquari há dez anos, sempre levando alegria no dia das crianças. De acordo com organizadora Valéria Patrícia, a iniciativa começou como uma ação em família, mas que a cada ano tem conquistado novos voluntários. “Era um grupo só de família que trazia bombons, mas aí foi crescendo, e foi conquistando novas pessoas e hoje temos um grupo enorme que vem sempre ajudando com brinquedos, geladinho, pipoca e a cada ano a gente é surpreendido, graças a Deus”, concluiu.

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Poder Judiciário Acreano atua na proteção da mulher indígena

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O Poder Judiciário Acreano, por meio da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar, realiza trabalho voltado à proteção da mulher indígena. As ações de articulação, conduzidas pela desembargadora Eva Evangelista, que também lidera a Coordenadoria, têm ênfase no combate à violência doméstica e estabelecimento de canais de diálogos com povos indígenas.

Visando concretizar esse objetivo, será realizado no final do mês de novembro o Workshop “Os Direitos da Mulher Indígena: o enfrentamento à violência contra mulher indígena no Acre”.

A decana da Corte de Justiça do Acre recebeu, recentemente, a visita de Letícia Yawanawa, presidente da Organização de Mulheres Indígenas do Acre Sul do Amazonas e Noroeste e Rondônia (SITOAKORE).

A magistrada e as mulheres, lideranças indígenas e integrantes da SITOAKORE, dialogaram sobre organização do evento. Na ocasião, a desembargadora Eva fez questão de registrar o encontro, que representa mais um passo na luta pela proteção das mulheres contra violência doméstica.

Ler para compreender

Somando esforços para promoção do empoderamento da mulher indígena, a desembargadora Eva Evangelista ainda recebeu a visita das lideranças indígenas Joaquim Paulo de Lima Kaxinawá, mais conhecido como Joaquim Maná, e de seu filho Zezinho Yube, ambos da etnia Kaxinawá. O objetivo da reunião foi para eles articularem a tradução da cartilha sobre violência doméstica e familiar para língua Pano.

A tradução do material possibilitará que indígenas que não falam o português leiam o conteúdo e compreendam as informações. Dessa forma, o conhecimento sobre o tema será disseminado para as populações indígenas, incentivando a reflexão quanto os direitos das mulheres e apresentar a Lei Maria da Penha (Lei n°11.340/2006). Assim, 12 dos 16 povos indígenas do Acre poderão ler o material.

Joaquim Maná, que foi o primeiro indígena a receber o título de doutor no Brasil, será o responsável pela tradução da cartilha. Ele é doutor em linguística pela Universidade de Brasília (Unb) e também desenvolve diversos projetos voltados para resgaste e preservação da cultura indígena.

Durante a visita, as lideranças indígenas presentearam a década da Corte de Justiça com o livro “História e Organização do Povo Huni Kuĩ do Alto Rio Purus”.

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