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Moradora da Sobral, Gleici sofreu racismo e irmão já foi abordado pela polícia

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O “Big Brother Brasil 18” começa nesta noite, após “O outro lado do paraíso” e o público já conheceu um pouco dos participantes. Gleici Damasceno, do Acre, é estudante de psicologia e se apresentou dizendo que é militante de movimentos sociais. Segundo Rebeka Rodrigues, amiga de Gleici, a sister resolveu lutar pelas classes consideradas menos favorecidas, após sofrer muito preconceito:

— Ela já sofreu racismo, na época da escola. Na verdade ela nunca me contou como foi, mas foi por esse e outros motivos que ela decidiu entrar no movimento social. No bairro onde ela mora, a polícia aborda sempre os jovens pretos, por sua cor e classe social. Ela nunca foi abordada, mas o irmão dela já foi várias vezes – revelou Rebeka, sem querer entrar em detalhes, por dizer ser uma coisa muito íntima da família.

A amiga de Gleici contou ainda que os amigos da sister querem que ela entre para a política:

— Ela é doce, na verdade uma das pessoas mais doces que eu conheço. Eu espero que ela continue sendo a pessoa forte e que rebata todas as criticas a sua opção política. Ela é esquerdista, feminista, militante dos direitos humanos e combate ao racismo. Ela não tem vontade de entrar para a política, nós e que temos este sonho. A gente acredita na reforma politica, sendo uma reforma que consigamos eleger jovens de base pra lutar por nossos direitos e Gleici tem esse perfil.

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Acre

Alan Rick diz que saída de cubanos abre espaço para os brasileiros

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Alan Rick foi o autor da emenda que possibilitou a participação, no programa, dos médicos brasileiros formados em faculdades estrangeiras. Com isso, hoje cerca de 4 mil médicos brasileiros oriundos de vários países trabalham no Mais Médicos, desses, cerca de 400 são acreanos.

Recentemente, o parlamentar conseguiu aprovar um texto de sua autoria no Projeto de Lei do exame Nacional do Revalida. A emenda de Alan Rick apresentada na CCJ da Câmara, e acatada no parecer do relator, estabelece a obrigatoriedade de pelo menos dois exames do Revalida por ano.

“Atualmente mal se consegue concluir um exame anual. Para se ter uma ideia, o Revalida 2018 não pôde ser realizado porque não houve a segunda etapa do Revalida 2017”, revela o deputado.

Com o anúncio, pelo governo cubano, da saída de seus médicos do programa, Alan afirma que enfim, a lei 12.871/13 poderá ser devidamente aplicada.

“A Lei estabelece a regra de prioridade de chamamento nos editais. Primeiro os médicos formados no Brasil. Como eles nunca preenchem as vagas, faz-se a chamada para os médicos formados no exterior.
Esses atendem o clamor dos municípios carentes, pois querem muito trabalhar”, diz o parlamentar.

A renúncia do governo cubano ao programa também revela o regime desumano de trabalho a que são submetidos os médicos cubanos.

Pelo convênio com a OPAS, os intercambistas da ilha de Fidel recebem uma “ajuda de custo” que varia entre R$ 1.500 e R$ 3.000. Uma miséria comparada ao valor da bolsa: R$ 11.500,00 que deveria ser integralmente paga a todos os médicos participantes.

“O convênio celebrado pelo governo do PT com a OPAS é desumano. O salário dos médicos cubanos é enviado a Cuba para financiar a ditadura castrista”, afirma o deputado.

De fato, os números do Ministério da Saúde revelam o tamanho do rombo: de 2013 a 2017, foram enviados a Cuba cerca de R$ 7,1 bilhões.
Parlamentares da base de Jair Bolsonaro já prometem instaurar a CPI do Mais Médicos pra investigar um suposto esquema de Caixa 2 para as campanhas do PT, oriundos dos recursos do Mais Médicos.

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Acre

Começa nesta sexta-feira Operação Papai Noel na capital

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Mais 30 policiais foram colocados em áreas comerciais de Rio Branco na manhã desta sexta-feira (16), convocados pelo Comando Geral para atuarem durante a primeira fase da Operação Papai. O objetivo é prevenir crimes contra o patrimônio nas regiões onde circula dinheiro e mercadoria principalmente nessa época do ano.

O décimo terceiro está sendo liberado para a maioria dos empregados, seja servidor público ou privado e se aproxima as datas comemorativas como a festa de Natal e de fim de ano, com isso aumenta o fluxo de dinheiro no mercado e a vulnerabilidade dos consumidores.

A primeira fase da operação vai até o dia 05 de dezembro e tem caráter preventivo. Será realizado patrulhamento nas principais áreas comerciais sem descuidar das operações que continuam sendo realizada nos bairros para o combate ao crime junto à população.

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Acre

Cientistas sintetizam molécula que elimina vírus da hepatite C

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Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) sintetizaram um novo composto que inibe a replicação do vírus da hepatite C em diversos estágios de seu ciclo. O estudo, feito com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), consistiu na combinação de moléculas já existentes para produzir novos compostos biológicos, método denominado bioconjugação.

O novo composto, denominado AG-hecate, também é capaz de agir em bactérias, fungos e células cancerosas.

Segundo um dos autores do estudo, o químico Paulo Ricardo da Silva Sanches, esse tipo de atuação não é comum nos antivirais que normalmente têm alvos específicos isolados, inibindo processos específicos como a entrada do vírus nas células, a síntese do material genético e de proteínas, a montagem e liberação de novas partículas virais.

“O AG-hecate, ao contrário, apresentou ampla atividade, agindo em diversas etapas do ciclo. O composto também apresentou atividade nos chamados ‘lipid droplets’ – gotas de lipídeo no interior das quais o vírus circula nas células e que o protegem do ataque de enzimas. O AG-hecate desestrutura essas gotas de lipídeo e deixa o complexo replicativo do vírus exposto à ação das enzimas celulares”, disse o químico.

Molécula

De acordo com o estudo, o composto também mostrou alto índice de seletividade, o que significa que ele ataca muito mais o vírus do que a célula hospedeira, mostrando potencial para atacar a doença. “Apesar do composto apresentar pequena atividade nos glóbulos vermelhos do sangue, a molécula precisa passar por alterações em sua estrutura para reduzir ainda mais a sua toxicidade. É nisso que estamos trabalhando agora, para que a pesquisa possa evoluir da fase in vitro para a fase in vivo”, afirmou Paulo Ricardo.

O estudo e o desenvolvimento da molécula AG-hecate demorou cerca de dois anos. Até que entre no mercado e passe a ser utilizada serão necessários mais oito anos, já que o tempo médio para planejamento e desenvolvimento desse tipo de medicamento é de dez anos.

Para o professor Eduardo Maffud Cilli, orientador do estudo, a molécula também age em bactérias, fungos e células cancerosas. No caso do câncer, a molécula interage e destrói a membrana da célula afetada. “Além disso, como os vírus do zika e da febre-amarela apresentam ciclos replicativos bastante parecidos com o do HCV, vamos testar a efetividade do AG-hecate também em relação a esses vírus”, concluiu.

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