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Rio Acre está a 4 centímetros da cota de alerta na Capital; na fronteira vazão continua

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O boletim das 21h desta sexta-feira (12) da Defesa Civil Municipal, registrou o rio Acre com o nível de 13,46 metros, 4 centímetros da cota de alerta que é de 13,50 metros. As chuvas intensas na cabeceira do Riozinho do Rola também ajudam com essa rápida elevação das águas.

Os níveis do rio Acre em Assis Brasil e Brasileia baixaram, mas sem diferenças brusca com relação à última medição das 18h. O que segundo a Defesa Civil a baixa das águas do rio Acre na fronteira ajuda a diminuir a intensidade que o rio vinha subindo.

O monitoramento da Defesa Civil agora está sendo realizado a cada 3h para as autoridades anteciparem qualquer tipo de ação que seja necessário ser realizada emergencialmente.

Os boxes no Parque de Exposição Wildy Viana já estão sendo construídos para abrigar as famílias que venha a ser afetadas por uma possível enchente na Capital.

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Gleici tem luz da casa cortada e vizinhos fazem vaquinha para pagar conta

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Ao sair campeã ou não nesta quinta-feira, 19, na grande final do “BBB 18”, Gleici já tem uma série de pendengas financeiras para resolver. Uma delas é pagar as contas de luz em atraso da casa em que vive com a família no Acre.

Os vizinhos se juntaram numa vaquinha para tentar saldar a dívida, mas até ontem não haviam conseguido. No programa, Gleici chegou a sugerir que a produção enviasse os R$ 10 mil que ela havia ganhado numa prova do líder para a mãe, “pois ela devia estar precisando”.

Fonte: Extra Online

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Destaque 3

Motorista bêbado que causar acidente com vítima agora tem pena maior, diz lei

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Entra em vigorar nesta quinta-feira (19) a Lei 13.546/2017, que ampliou as penas mínimas e máximas para o condutor de veículo automotor que provocar, sob efeito de álcool e outras drogas, acidentes de trânsito que resultarem em homicídio culposo (quanto não há a intenção de matar) ou lesão corporal grave ou gravíssima. A nova legislação, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, modificou artigos e outros dispositivos do Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/1997).

Antes, a pena de prisão para o motorista que cometesse homicídio culposo no trânsito estando sob efeito de álcool ou outras drogas psicoativas variava de 2 a 5 anos. Com a mudança, a pena aumenta para entre 5 e 8 anos de prisão. Além disso, a lei também proíbe o motorista de obter permissão ou habilitação para dirigir veículo novamente. Já no caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena de prisão, que variava de seis meses a 2 anos, agora foi ampliada para prisão de 2 a 5 anos, incluindo também a possibilidade de suspensão ou perda do direito de dirigir.

As alterações no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) também incluem a tipificação como crime de trânsito a participação em corridas em vias públicas, os chamados rachas ou pegas. Para reforçar o cumprimento das penas, foi acrescentada à legislação um parágrafo que determina que “o juiz fixará a pena-base segundo as diretrizes previstas no Artigo 59 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime”.

Para a professora Ingrid Neto, doutora em psicologia do trânsito e coordenadora de um laboratório que pesquisa o tema no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), uma legislação que endureça as penas para quem comete crimes de trânsito é importante para coibir a prática, mas não pode ser uma ação isolada. “Quando a gente fala em segurança do trânsito, estamos tratando desde as ações de engenharia e infraestrutura das vias, o trabalho de educação no trânsito [voltado à prevenção], e o que chamamos de esforço legal, que é justamente uma legislação dura, que as pessoas saibam que ela existe, mas combinada com um processo efetivo de fiscalização”, argumenta.

Para Ingrid, por mais dura que seja um legislação, ela não terá efeitos se não vier articulada com outras iniciativas complementares. “Na lei seca [que tornou infração gravíssima dirigir sob efeito de álcool] nós vimo isso. No começo, houve uma intensa campanha de educação e fiscalização, o que reduziu de forma significativa o índice de motoristas que bebe e insistem em dirigir, mas a partir do momento que a fiscalização foi reduzida, as pessoas se sentiram novamente desencorajadas a obedecer a lei”, acrescenta.

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Mega-Sena: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio acumula em R$ 8,5 milhões

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.032 da Mega-Sena, que ocorreu na noite desta terça-feira (17) em Governador Valadares (MG). O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 06 – 14 – 19 – 20 – 39 – 53.

A quina teve 27 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 41.286,89. Outras 2.075 apostas acertaram a quadra; cada uma receberá R$ 767,46.

Excepcionalmente, serão apenas dois sorteios na semana –o outro será na sexta (20). Os sorteios ocorrem normalmente às quartas e sábados. A mudança se dá em razão do feriado de Tiradentes, no próximo sábado (21).
No sorteio de sexta, o prêmio previsto é de R$ 8,5 milhões.

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

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