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Rio Acre apresenta sinais de vazantes na capital

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Rio Acre apresentou baixa no volume de suas águas, a medição realizada às 12h deste sábado apontou o nível de 13,52 metros.

O manacial apresentou baixa em Assis Brasil e Brasiléia. Se não houver fortes chuvas esses dias, a tendência é que o nível das águas continue baixando.

O monitorando segue sendo realizado a cada três horas pela Defesa Civil de Rio Branco.
A Prefeitura de Rio Branco está finalizando a construção dos 100 primeiros boxes, no Parque de Exposições Wildy Viana e as equipes mobilizadas para caso o nível do Rio Acre suba e passe a desabrigar famílias.

Confira a variação do Rio Acre ao longo de sua bacia neste sábado, 13 de janeiro de 2018: https://goo.gl/E5WJKE

Nível Rio Acre e Principais Afluentes em metros:

13 JAN – medição das 12h

Assis Brasil – 3,92
Brasiléia – 5,44
Xapuri – 10,49
Capixaba – 11,06
Rio Branco – 13,52
Riozinho do Rola – 10,93

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Cotidiano

Mais uma tentativa de fuga no FOC, é registrada na madrugada de hoje

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Na madrugada deste domingo, 22, quatro presos tentaram fugir do Pavilhão “A”, do complexo penitenciário Francisco D’Oliveira Conde (FOC), mas foram impedidos pelos agentes penitenciários.

Os presos tentaram fugir pelo telhado da cela 07, após passarem por um buraco feito na laje, onde haviam aproximadamente 17 presos.

Os agentes penitenciários, que faziam rondas durante a madrugada, conseguiram evitar a fuga dos presos que saíam pelo teto do Pavilhão, sendo necessário ainda fazer a recaptura de presos no forro do prédio.

A tentativa de fuga ocorreu quatro dias após motim ocorrido no mesmo pavilhão, onde os presos quebraram as luminárias e pelo menos 05 das 08 câmeras de vigilância utilizando pedaços de pedras arrancadas da própria estrutura física da unidade.

Os agentes afirmam que já haviam informado a direção do presídio sobre o buraco na laje da cela, mas nenhuma providência foi tomada.

O pavilhão “A” abriga presos ligados a uma organização criminosa e tem capacidade para 180 presos, mas comporta hoje quase 700. Oito agentes penitenciários faziam a segurança do local.

Com informações do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre – SINDAPEN

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Bar do Vaz

No Bar do Vaz, Altino Machado fala de Hildebrando Pascoal e dispara: “Jorge Viana não tem amigos”

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Não foi por puro acaso que o coronel Hildebrando Pascoal, preso por chefiar o esquadrão da Morte no Acre, prometeu matar o repórter Altino Machado. Foi porque, naquela época, nos anos 80, poucos ousavam desafiar o homem mais temido do Acre. Ele era um dos poucos que colocava o ex-coronel no centro das atenções. Hoje, aos 55 anos, Altino já não entra em bola dividida, mas continua polêmico: “O Jorge [Viana] não tem amigos; ele vai deixando as pessoas pelo caminho”, dispara contra o líder petista. Esta semana ele passou no Bar do Vaz e veja a entrevista que concedeu ao jornalista Roberto Vaz.

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Cotidiano

Apontados por Sebastião Viana como críticos, rios do Vale do Juruá têm pouca presença do Estado

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Foto: Fábio Pontes

Vizinho a uma das principais regiões produtoras de cocaína do Peru, o Vale do Juruá, no Acre, tornou-se um dos territórios mais disputados pelas facções criminosas pelo controle das rotas de tráfico. Comunidades ribeirinhas e indígenas são assediadas por traficantes para servirem de base para a atuação dos “mulas” e esconderijo de drogas.

Os rios são as estradas que levam a cocaína peruana para os grandes mercados consumidores. Por via fluvial ou andando dias pela mata fechada, os “mulas” tentam transportar a droga a centros como Cruzeiro do Sul ou Manaus, e de lá embarca-la para o mercado nacional e internacional.

Quando não são presos pela polícia, muitos são mortos ao cruzar o caminho de facções rivais. O problema dos rios do Juruá já é de conhecimento das autoridades, sendo reconhecido pelo próprio governador Sebastião Viana (PT) como de situação crítica.

Em entrevista à imprensa no último dia 12, Viana afirmou que o rio Juruá-mirim “está fortemente contaminado pelas facções”. “Nós temos o rio Juruá, o Juruá-mirim, o Paraná dos Mouras, o rio Azul, o rio Tejo, o rio Breu, o rio Amônia e aqui o rio Iaco, o rio Purus e o rio Acre dando passagem”, explicou o governador sobre as “rotas hidrográficas” do tráfico.

Mesmo assim, a presença do Estado nestas regiões é bastante tímida. Por estar em uma zona de fronteira, a responsabilidade de sua fiscalização é do governo federal. O único sinal da presença do governo brasileiro são as bases do Exército.

Para todo o Vale do Juruá, contudo, só há a existência de dois destacamentos para proteger todos estes rios e uma linha de fronteira a se perder de vista. A região está sob responsabilidade do 61º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS).

Na margem direita do rio Moa, em Mâncio Lima, fica o Destacamento Especial de Fronteira de São Salvador. O manancial dá acesso ao Parque Nacional da Serra do Divisor, sendo a serra o limite da fronteira entre Brasil e Peru. Em Marechal Thaumaturgo há outra base militar, onde fica a única pista de pouso do município.

Pela São Salvador, todas as embarcações são obrigadas a parar para ser revistadas, e os passageiros obrigados a apresentar documento de identidade.

Fora essa presença, mais as operações militares esporádicas, a região fica livre para a passagem de drogas e a prática de crimes ambientais. É comum caso de peruanos que invadem o território brasileiro para retirar madeiras nobres. A ausência do Estado nesta região estratégica contribui para que o crime organizado atue sem mais perturbações.

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