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Ministério Público do Acre premia profissionais da comunicação em grande festa

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O 8º Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Estado do Acre reuniu profissionais da imprensa, membros do MP e políticos, na noite desta sexta-feira, 12, no Afa Jardim, no Bairro do Bosque, em Rio Branco.

Para comemorar mais uma edição do já tradicional evento, o Ministério Público realizou uma cerimônia e fez a entrega da premiação unificada aos jornalistas Resley Saab (Jornal Opinião), Júnia Vasconcelos (TV Acre), Vinícios Charife (Sebrae) e Rodrigo Rezende, e promoveu um show no encerramento do evento com o cantor Wanderley Andrade. O jornalista e historiador Fábio Menegatti, convidado especial, falou aos presentes.

As homenagens aos jornalistas Ilson Nascimento e Val Sales, que faleceram em 2017, foram um dos momentos marcante da solenidade.

A procuradora Kátia Rejane, que será empossada como procurada-geral do Ministério Público Estadual no dia 25 deste mês, destacou que o prêmio é uma iniciativa que tem por objetivo aproximar o MP da imprensa e da sociedade.

“A concepção do prêmio vem da vontade de que o jornalista compreenda o trabalho que o Ministério Público desenvolve e passe isso pra população para que a população tenha conhecimento dos nossos serviços e possa acessar no momento em que precisar. Cada ano nos surpreende com as matérias de excelente qualidade, a produção bastante boa. Nós todos temos a ganhar.”

O atual procuradora-geral do MP, Oswaldo D’Albuquerque, realizou quatro das oito edições do evento. Ele lembrou que o prêmio é reconhecido nacionalmente como uma boa prática do MP.

“É um fechamento com chave de diamante. É uma oitava edição que se revela muito maior do que isso para mim pessoalmente, para mim enquanto gestor. Das oito edições que nós tivermos quatro edições foram realizadas durante o nosso mandato, ou seja, 50%. É um prêmio que virou um programa nacional premiado nacionalmente pelo Conselho do Ministério Público como uma boa prática.”

Desafio da nova diretora de Comunicação do MPAC

 

O 8º Prêmio de Jornalismo do Ministério Público Estadual foi o primeiro grande desafio da jornalista Kelly Souza como diretora de Comunicação do órgão.

Ela destaca que o prêmio é “uma iniciativa premiada nacionalmente e que foi criada para reconhecer e valorizar o trabalho da imprensa”.

Kelly Souza começou no Jornalismo em 2002, como repórter da Rádio Difusora de Sena Madureira. Foi correspondente da Rádio Difusora Acreana, com participações no Programa Gente em Debate e Jornal da Manhã. Também foi correspondente da TV 5, afiliada da Rede Bandeirantes. Trabalhou como repórter da TV 05 e TV Rio Branco, esta última filiada do SBT. Foi repórter do site Ac24horas. Trabalha no Ministério Público do Estado Acre desde março de 2011.

 

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Notícias

Em alta no Brasil, fake news também podem atrapalhar os estudos

Especialmente as disciplinas de humanas requerem um olhar mais cuidadoso

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Seja em grupos de aplicativos de mensagens ou nos feeds das redes sociais. Certamente você já se deparou com uma notícia um tanto quanto duvidosa. As fake news, ou “notícias falsas”, na tradução literal, normalmente são compartilhadas com caráter de urgência, provocando repulsa, medo ou revolta. Perigosas, elas podem destruir carreiras e até matar. Como em 2014, quando Fabiane Maria de Jesus foi espancada e morta ao ser confundida com uma suposta sequestradora de crianças, em Guarujá, no litoral de São Paulo, após um boato se espalhar pela internet.

A avalanche na disseminação de notícias falsas explica a “pós-verdade” ser eleita, em 2016, como a palavra do ano pelo Dicionário Oxford. De acordo com ele, pós-verdade significa o “que se relaciona ou denota circunstâncias nas quais fatos objetivos têm menos influência em moldar a opinião pública do que apelos à emoção e crenças pessoais”. As eleições 2018 aqui no Brasilestão ai para provar tudo isso. A inexistência de debates e discussões mais aprofundadas de propostas dão lugar a ataques tendo como pano de fundo meias verdades, equívocos e notícias mentirosas para legitimar ideologias. Mas, e no contexto da educação? Como as fake news podem atrapalhar a vida do estudante?

Para Evandro Machado, professor de História,Filosofiae Sociologiana plataforma de ensino online “Me Salva!”, as notícias falsas acabam sendo uma pegadinha. “É muito perigoso, sobretudo para o/a estudante, relativizar ou mesmo simplificar assuntos complexos baseando-se em notícias de internet ou em blogs pouco confiáveis”, comenta Evandro.

Os produtores de fakes news se valem da descontextualização dos fatos para refutá-los ou criar um novo sentido. Para o professor, fazer uma interpretação de modo indiscriminado acaba por alterar o próprio fato. “Você pode abrir uma matéria na página de um amigo em que está escrito ‘O Partido Nacional Socialista Alemão construiu campos de concentração’. Sem a devida explicação e contextualização, qualquer um chegaria à conclusão de que este partido pertencia à ordem política de esquerda da época, o que é completamente errado, às vistas da História”, explica. Um exemplo recente disso foi a tentativa de brasileiros darem uma “aula” – com direito a negação do Holocausto – sobre o nazismo aos próprios alemães após a Embaixada da Alemanha no Brasil publicar no facebook um vídeo abordando como eles lidam com o passado sombrio do país.

Disciplinas humanísticas geralmente são mais abertas à abordagens com diferentes perspectivas. E é ai que os estudantes devem ter cuidado redobrado no decorrer dos estudos. “O fato da História ser aberta à perspectivas sobre um determinado objeto não muda a essência desse objeto. As fake news e as negações históricas baseiam-se na alteração das evidências, e não das perspectivas. Em resumo, dizer que algo é uma perspectiva, um outro olhar sobre um objeto, é justo quando este objeto não é alterado”, diz o professor.

 

É necessário cuidado ao estudar pela internet

O estudo na internet requer um atenção especial dos estudantes. Isto porque há uma infinidade de conteúdos disponíveis, porém produzidos sem o cuidado com as informações. O professor Evandro Machado atenta ainda para o fato de que as equipe que elaboram exames como o Enemlevam em consideração bibliografias desenvolvidas com base em estudos sérios e de credibilidade.

A sugestão do professor para estudar na internet é simples. “Busque a bibliografia das informações, suas fontes, de onde o site está retirando os dados apresentados, procure saber os caminhos para que aquelas conclusões tenham sido explicitadas e etc. Isso é fundamental, não apenas por ser na internet, já que o mesmo deve acontecer quando livros são consultados”.

 

E no dia a dia: como identificar fake news?

Empresas de checagem de notícias, veículos de comunicação e grandes empresas – como o Facebook e o Twitter – têm agido no combate às notícias falsas, seja com ferramentas específicas ou dicas para os usuários. A regra básica é: ficou com dúvida se a notícia é fake, não compartilhe antes de conferir a veracidade.

Confira como não ser enganado:

– Observes as fontes dos textos, o site e quem o escreveu: dê uma olhada em todo o site e veja se as outras notícias também parecem duvidosas. Confira o endereço do site, reprodutores de fake news costumam ter nome parecidos com veículos tradicionais para confundir o leitor.

– Como está a estrutura do texto? Compare a estrutura da publicação com de outros sites jornalísticos de maior credibilidade. Divulgadores de fake news costumam apresentar problemas na formatação do texto, assim como na ortografia. Uso excessivo de pontuação e palavras ou expressões escritas em caixa alta também são um indicativo de que algo não está certo.

– Observe a data da publicação: veículos tradicionais costumam atualizar as informações ao publicá-las.

– Pesquise! O mesmo conteúdo é encontrado em outros sites de maior credibilidade?

– Antes de compartilhar leia até o fim.

– Se o texto vier acompanhado de uma imagem, observe-a atentamente. Veja se o contexto da foto condiz com o texto. Uma dica é baixar a foto e fazer uma pesquisa no Google por imagens. Se ela aparecer em textos diferentes é sinal de que a notícia é falsa.

Roberto Paim | Educa Mais Brasil

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Notícias

Encceja do Ensino Médio terá resultado divulgado em 12 de novembro

Estudantes poderão usar a nota para participar do SiSU ou contratar Fies e Prouni

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Está prevista para 12 de novembro a divulgação dos resultados do Exame Nacional para Certificação de Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) relativos ao Ensino Médio. Compareceram ao exame 789.484 participantes. O número corresponde a 46,6% dos 1.695.607 de inscritos – 1.339.281 buscavam a certificação do ensino médio e 356.326, do ensino fundamental.

Manoel Nogueira Pereira Júnior, de 30 anos, está entre os participantes da edição 2018 que aguardam o resultado com expectativas positivas já que busca a certificação do Ensino Médio. “Foi a primeira vez que participei. Tive alguma dificuldade em matemática mas, no geral, fui bem em quase todas as disciplinas”, avalia.

Para se preparar, recorreu a um curso EJA presenciale contou com a orientação dos professores. “Foram todos bem atenciosos, tiraram as dúvidas e estiveram sempre à disposição. Além das aulas e dos módulos, também busquei apostilas para complementar os estudos”, pontua. O próximo passo é ingressar no curso técnico que está ligado à área em que atua. “Quero fazer curso técnico em Logística. Já trabalho na área, em uma empresa do ramo de transportes. Então, quero dar continuidade”, planeja.

Com a nota do Encceja, será possível ingressar no ensino superior por meio de programas do Governo Federal que também são válidos para estudantes que terminaram o ensino médio no tempo regulamentar. Com o Sistema de Seleção Unificada (SiSU), é possível se candidatar às vagas de universidades e institutos públicos do país.

Já o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (Prouni) são contratados para a graduação em cursos não gratuitos de instituições privadas. A diferença está na forma de contrato: o Fies trata-se de um empréstimo estudantil, em que o estudante deverá devolver o valor aos cofres públicos, em geral com o acréscimo de juros, e o Prouni é um programa de bolsa de estudo parciais (50%) ou integrais (100%).

Ensino fundamental

Os participantes que alcançarem um bom desempenho no Encceja do Ensino Fundamentalpoderão adquirir a certificação e seguir para a próxima etapa. “Gostei bastante da prova, achei fácil. Se eu conseguir a certificação, seguirei para o ensino médio em caráter regular. Vou estudar com o objetivo de fazer um curso superior”, sinaliza o estudante Levi dos Santos Francisco, de 16 anos, que ainda avalia qual graduação irá cursar. O resultado do Ensino Fundamental está previsto para ser divulgado em 10 de dezembro.

Certificação e proficiência

Um dos benefícios do Enccejaé a possibilidade de adquirir a certificação antes do término do respectivo nível de ensino. Para isto, é necessário alcançar um conjunto de requisitos: mínimo de 100 pontos em cada área do conhecimento, mais de cinco pontos na redação, além da nota mínima em linguagens e códigos e suas tecnologias (ensino médio) ou em língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes e educação física (ensino fundamental).

O estudante também pode adquirir a declaração parcial de proficiência, caso alcance a nota mínima em uma das quatro provas ou em mais de uma (mas não em todas).

Encceja 2018

O Encceja é aplicado a estudantes da modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), que cursaram ou estão cursando a educação básica fora da idade e do tempo regulamentar. As provas do Encceja2018 foram realizadas em 05 de agosto, de forma antecipada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a fim de garantir a divulgação do resultado ainda no último trimestre do ano.

Houve duas aplicações nacionais e duas no exterior: ambas incluíram a modalidade PPL, específica para pessoas com restrição de liberdade ou que cumprem medidas socioeducativas. No Brasil, o Encceja PPLrecebeu 80.683 inscrições -71.115 do sistema prisional e 9.568 do sistema socioeducativo.

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Cidades

Filho de Bolsonaro é banido pelo WhatsApp

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O WhatsApp baniu o número do Flávio Bolsonaro, filho do candidato do PSL à Presidência Jair Bolsonaro, do aplicativo. Flávio foi eleito senador pelo Rio no último dia 7 de outubro. “A perseguição não tem limites! Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido do nada, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma”, escreveu Flavio em postagem no Instagram.

Irmão de Flávio, o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro também repercutiu o banimento. “Primeiro caso de banimento do whatsapp que tomo conhecimento ocorreu com o senador eleito @FlavioBolsonaro . O post que tenha motivado a punição não é informado. Se isso não é CENSURA eu não sei o que é…”, escreveu Eduardo nas redes.

Ainda nesta sexta-feira, o WhatsApp enviou notificação extrajudicial para quatro agências suspeitas de fazerem envio massivo irregular de mensagens durante o período eleitoral. O aplicativo determina que parem de fazer envio e de utilizar números de celulares obtidos pela internet. Na quinta-feira, 18, o jornal Folha de S. Paulo disse que empresas bancaram uma campanha de mensagens contra o PT com pacotes de disparos em massa.

O comportamento, segundo o WhatsApp, fere as regras do aplicativo. O envio de mensagens com conteúdo eleitoral não é ilegal. Para isso, é necessário que os candidatos entregam os telefones e uma lista de apoiadores que voluntariamente os cederam seus dados. No entanto, há a suspeita de que as agências venderam bases de usuários de terceiros, segmentadas por região e perfil, de origem desconhecida —o que é ilegal.

“Estamos tomando medidas legais para impedir que empresas façam envio maciço de mensagens no WhatsApp e já banimos as contas associadas a estas empresas”, informou em nota o WhatsApp.

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