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Corpo de jovem desaparecida é encontrado após dois dias de buscas no bairro Caladinho

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O desfecho da história de Déborah Bessa, de 19 anos, infelizmente foi o previsto pela família. A jovem desaparecida desde a última terça-feira (09), foi encontrada morta e enterrada no início da tarde deste sábado (13), em uma área de mata, localizado ao final da rua Chapecoense, região do Caladinho, parte alta de Rio Branco.

A informação foi confirmada pela família. O local não foi exatamente onde haviam denunciado por telefone, mas, é na mesma região de mata apontado pelos moradores.

Na quarta-feira (10), a irmã, Sarah Oliveira, informou que logo após o início da divulgação do sumiço de Débora, a família começou a receber ligações que davam conta de que a jovem havia sido alvo de uma emboscada. A informação era de que Débora havia pegado um mototáxi até a entrada do bairro Caladinho e lá foi abordada por criminosos que a arrastaram para dentro da mata. O corpo teria sido esquartejado e enterrado em seguida.

Déborah havia se desligado de uma facção criminosa há algum tempo, chegou a gravar um vídeo informando a sua saída da organização, mas, a família acredita que ela tenha sido assassinada pela facção rival.

Os peritos fizeram a coleta das informações e após os procedimentos de praxe, o corpo deve ser levado a base do Instituto Médico Legal (IML), onde serão feitos exames para a confirmação de identidade, mesmo já sendo reconhecida pelos familiares.

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“Gladson representa Temer, Marcus é o PT de Lula, Ulysses é cria do PT, a única novidade é minha candidatura”, diz Lyra Xapuri

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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O pré-candidato ao governo do Acre, Lyra Xapuri, do PRTB, acredita que a novidade das eleições deste ano é sua participação na disputa. Para ele, as demais candidaturas de oposição e situação representam a velha política que é praticada no Estado há anos. “Gladson representa Temer, Marcus é o PT de Lula, Ulysses é cria do PT, a única novidade é minha candidatura”, afirma Xapuri.

Segundo Lyra, a pré-candidatura de Marcus Viana seria o reflexo de um projeto de que está no poder há quase 20 anos, “mas nesse período o Estado não se desenvolveu, não gerou empregos e não gera oportunidade para centenas de jovens que se formam e entram no mercado de trabalho todos os anos. As administrações petistas não passam de um engodo”, afirma o pré-candidato.

Lyra Xapuri destaca que “Ulysses há pouco tempo estava na Frente Popular e era subcomandante da Polícia Militar e sua esposa é proprietária de uma empresa de segurança que mantém gordos contratos com os governos do PT, ele s=não se preocupa com a falta de segurança, quanto mais violência no Estado melhor para ele que lucra. Ele é o único candidato a governo que lucra com a violência”.

Para Xapuri, o pré-candidato Gladson Cameli (PP) também tem relações com as administrações petistas do Acre. “As empresas da família dele são donas de gordos contratos com o governo do PT. Ele é um pré-candidato de oposição que não fala em nenhum poder dos governos petistas. Quer gralhar a eleição ficando em cima do muro, protegendo os negócios de sua família com o Estado”.

O pré-candidato do nanico PRTB informa que “o povo está aderindo ao chamamento do ‘vira Xapuri’ para que possamos ter dia no dia sete de outubro, uma opção nova na hora do voto. Sou simples, humilde, trabalhador, como a maioria do povo do Acre. Venho do interior com muita coragem e desejo de fazer algo novo e melhor pelo nosso estado”, ressalta Lyra Xapuri.

Ele afirma que não possui estrutura financeira, mas “em nenhum momento se curva aos caciques de grandes partidos e poderosos da política acreana. “O PRTB no Acre tem autonomia e continuará marchando independente para que no dia sete de outubro o eleitor possa ter a oportunidade de votar em quem não se vende, nem se dobra ao poder financeiro dos grande grupos políticos”.

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Decisão da executiva nacional do DEM poderá implodir candidatura própria do partido no Acre

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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A queda de braço para o lançamento de uma candidatura própria ao governo do Acre pelo Democratas pode não passar de um balão de ensaio. Em reunião da Executiva do DEM, que aconteceu em novembro de 2017, os cardeais do partido decidiram dissolver seus diretórios estaduais. A articulação seria uma estratégia para tentar desvincular a imagem da legenda do escândalo da Lava Jato.

A articulação aconteceu após o presidente nacional da sigla, o senador Agripino Maia ser denunciado por supostamente atuar para destravar um financiamento do BNDES para a obra da Arena das Dunas, em Natal, em troca de propina da construtora OAS. A intenção da cúpula do DEM é substituir o senador investigado e todos os presidentes estaduais na convenção nacional no dia (6) de fevereiro.

Com isso, o ex-prefeito Tião Bocalom, que defende a candidatura própria pelo Democratas no Estado, estaria fora da presidência, juntamente com os demais dirigentes que pregam que o DEM monte chapa própria e não apoie a pré-candidatura de Gladson Cameli (PP) ao governo do Acre. A mudança cairia como um balde de água fria nas pretensões do pré-candidato Coronel Ulysses.

De olho na estrutura financeira e o tempo de TV que o partido teria a oferecer, o militar chegou a anunciar que sairia candidato pelo DEM. Nos bastidores, filiados da legenda que não apoiam a candidatura própria afirmam Bocalom saberia da dissolução do diretório no Estado, mas estaria insistindo na candidatura própria para sair do processo de mudança como vítima de uma rasteira política.

A cúpula do Democratas decidiu ainda que o comando do partido deverá ser ocupado pelos deputados federais, ou seja, no Acre o DEM passaria a ser presidido pelo deputado Alan Rick, que poderá voltar a bolsa de apostas para ser escolhido como pré-candidato a vice-governador na chapa capitaneada por Gladson Cameli (Progressistas) e o MDB do deputado federal Flaviano Melo.

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Jorge, Sebastião e Márcio Bittar comparecem à festa de São Sebastião em Xapuri

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A 116ª edição da festa em homenagem a São Sebastião em Xapuri, no interior do Acre, ontem, reuniu milhares de fieis nas ruas do município em programações diversas. A principal delas foi a procissão, momento em que os cristãos, adeptos a São Sebastião, padroeiro da cidade, saíram às ruas louvando, orando e cumprindo suas promessas ao Santo.

Do evento, como de costume, participaram alguns dos principais políticos do Acre. O governador Sebastião Viana, acompanhado da esposa Marlúcia e dos filhos Virgílio e Catarina, compareceu à festa santa como faz todos os anos.

“Procissão lotada em Xapuri. Momento de fé, renovação das forças e reafirmar o compromisso de trabalho por um Acre melhor”, disse Viana, que participa do ato religioso em seu último ano como governador do Acre.

Antes da procissão, o senador Jorge Viana (PT), que concorre à reeleição, e Márcio Bittar (PMDB), também candidato a senador, participaram de uma corrida que faz parte da programação da festa de São Sebastião.

Em  sua fanpage Jorge Viana  escreveu: “Estou passando o dia de São Sebastião em Xapuri, tradição acreana que reúne peregrinos e tem uma bonita procissão. A programação começou com uma corridinha de 9 km. Acho que fui bem, cheguei em sexto lugar. Fiz o percurso em 47 minutos. Tá bom, né? O bom mesmo é estar na terra de Chico Mendes, berço da Revolução Acreana”.

Márcio Bittar gravou um vídeo ao lado de duas pessoas que participaram da corrida com ele e destacou sua participação na programação religiosa.



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