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Agenda do Papa Francisco no Peru tem encontro com indígenas do Estado do Acre

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Em missão oficial no Peru, o papa Francisco vai receber uma comissão de indígenas na cidade de Puerto Maldonado, Capital do estado de Madre de Dios. Os 42 índios que serão recebidos por Francisco fazem pater de tribos dos estados brasileiros que estão na Amazônia. Eles farão a entrega de documentos sobre a proteção ambiental.

O Blog do Padilha, que publicou a informação, lembra que o Papa tinha programado uma visita ao Brasil por ocasião da comemoração dos 300 anos de Nossa Senhora de Aparecida em 2017, mas acabou desistindo da viagem por conta da crise política que pairava no País. Dilma havia sido deposta, e Temer não agradava a todos os setores.

Mesmo assim, Francisco, que é da América do Sul, convocou um sínodo episcopal tendo a Amazônia como tema. O sínodo dos bispos ocorrerá em 2019 no Vaticano. A visita do papa e o encontro deles com os índios demonstra o interesse em defender a classe indígena, levantando bandeiras importantes das comunidades.

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Grupo chefiado por Nil Figueiredo desviou combustíveis e diárias para comprar votos, diz PF

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As investigações da Polícia Federal, no âmbito da Operação Democracria, deflagrada nesta sexta-feira, dia 19, comprovam que um grupo criminoso chefiado pelo diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), Glenilson Figueiredo [O Nil] saqueou a instituição para tentar eleger o petista que foi candidato a deputado estadual nas últimas eleições.

Além de imagens registradas pela própria Polícia Federal, interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário mostram que pessoas ligadas a Nil, incluindo servidores públicos efetivos e comissionados, um deles André Vinício, pessoa próxima ao gestor, coordenavam um esquema de corrupção organizado e com tarefas bem divididas.

Além de imagens registradas pela própria Polícia Federal, interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário confirmam que várias pessoas ligadas a Nil estavam envolvidas no esquema que tinha como um dos coordenadores o servidor André Vinício Assis, braço direito de Nil, e que atuava como um dos coordenadores do esquema.

“Eles estavam reunidos com divisões de tarefas para cometerem vários crimes durante o período eleitoral. Nos constatamos que o gasto de combustível do Iteracre, somente no mês de setembro, foi superior ao gasto de todo o ano de 2017, comprovando os indícios que nós tínhamos de que o combustível estava sendo desviados para a campanha”, revela o delegado Eduardo Maneta.

A Polícia Federal flagrou membros do grupo comprando votos no dia 06 de outubro, sábado, véspera da eleição. No domingo, o mesmo aconteceu. Eles distribuíam gasolina e, como contou o delegado, na véspera da eleição [o áudio comprova], uma das servidoras ligadas a Nil diz, por telefone, que é preciso tirar a gasolina da casa da mãe dela, para evitar que a polícia encontre algo.

Em uma das ligações, Nil é avisado sobre a compra de voto, e o servidor ligado ao diretor-presidente informa que deu dinheiro para ele, visto que 10 votos estariam garantidos. Nil, na sequência, comemora, e diz que não pode perder a eleição.

“Eu ajeitei ali pro cara ajeitar 10”, diz o cabo eleitoral de Nil, que responde em seguida: “Ah, maravilha, ótimo Manda bala, manda bala. Tem que ganhar, não pode perder não, meu irmão. Tu é doido, é?”, completa a conversa, ao ser questionado pelo cabo: “Aí eu deixei… já deixei o dinheiro po cara, já. O menino lá, o meu irmão”, finaliza. Em nenhum momento, Nil repreende o homem com quem conversa.

Operação Democracia prende oito pessoas no Acre

A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira, dia 19, um total de 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas.

Todas as ordens foram assinadas pela Justiça Eleitoral do Acre. As investigações iniciaram com os indícios de que recursos públicos estavam sendo colocados à disposição da campanha de Nil Figueiredo.

O esquema funcionava com a intenção de obter apoio eleitoral para a campanha do diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre) e envolvia o pagamento de diárias a servidores para custeio de viagens que não eram realizadas.

Foi constatado também que, durante o atual período eleitoral, diversas instalações públicas, inclusive uma escola, e vários veículos oficiais do Iteracre foram utilizados para beneficiar a campanha eleitoral do responsável pelo Instituto, que foi candidato a deputado estadual.

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Secretário de Sebastião Viana é levado a sede da Polícia Federal; 8 são presos durante operação

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A Polícia Federal no Acre deflagrou nesta sexta-feira, dia 19, a Operação Democracia, com a finalidade de combater a prática de crimes eleitorais de compra de votos, transporte irregular de eleitores, uso ilegal de instalações públicas para fins eleitorais, peculato e associação criminosa.

Estão sendo cumpridos 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas, expedidos pela Justiça Eleitoral do Acre. Até o momento a PF não divulgou o nome das pessoas presas, mas o que se sabe é que o diretor-presidente do Iteracre, NIl Figueiredo, candidato a deputado estadual pelo PT derrotado nas eleições, foi levado a Sede da Polícia Federal para prestar esclarecimentos. 

As investigações tiveram início a partir da constatação de um esquema de desvio de recursos públicos que ocorria dentro do ITERACRE, o órgão estadual responsável pela política fundiária no Acre.

Esse esquema funcionava com a intenção de obter apoio eleitoral para a campanha do diretor-presidente do ITERACRE e envolvia o pagamento de diárias a servidores para custeio de viagens que não eram realizadas.

Foi constatado também que, durante o atual período eleitoral, diversas instalações públicas, inclusive uma escola, e vários veículos oficiais do ITERACRE foram utilizados para beneficiar a campanha eleitoral do responsável pelo Instituto, que foi candidato a deputado estadual.

A Polícia Federal conseguiu identificar que o grupo criminoso ligado a esse candidato era formado majoritariamente por servidores públicos e ocupantes de cargos em comissão do ITERACRE, e que cometeu diversos outros crimes eleitorais, organizando-se e transportando eleitores, desviando combustível do órgão para benefício eleitoral e oferecendo vantagens indevidas em troca de votos nas eleições do último dia 7 de outubro.

Estão sendo cumpridos 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas, expedidos pela Justiça Eleitoral do Acre. Até o momento a PF não divulgou o nome das pessoas presas.

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Policia Federal prende 8 pessoas envolvidas em crimes eleitorais que ocorriam dentro do Iteracre

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A Polícia Federal no Acre deflagrou nesta sexta-feira, dia 19, a Operação Democracia, com a finalidade de combater a prática de crimes eleitorais de compra de votos, transporte irregular de eleitores, uso ilegal de instalações públicas para fins eleitorais, peculato e associação criminosa.

As investigações tiveram início a partir da constatação de um esquema de desvio de recursos públicos que ocorria dentro do ITERACRE, o órgão estadual responsável pela política fundiária no Acre.

Esse esquema funcionava com a intenção de obter apoio eleitoral para a campanha do diretor-presidente do ITERACRE e envolvia o pagamento de diárias a servidores para custeio de viagens que não eram realizadas.

Foi constatado também que, durante o atual período eleitoral, diversas instalações públicas, inclusive uma escola, e vários veículos oficiais do ITERACRE foram utilizados para beneficiar a campanha eleitoral do responsável pelo Instituto, que foi candidato a deputado estadual.

A Polícia Federal conseguiu identificar que o grupo criminoso ligado a esse candidato era formado majoritariamente por servidores públicos e ocupantes de cargos em comissão do ITERACRE, e que cometeu diversos outros crimes eleitorais, organizando-se e transportando eleitores, desviando combustível do órgão para benefício eleitoral e oferecendo vantagens indevidas em troca de votos nas eleições do último dia 7 de outubro.

Estão sendo cumpridos 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas, expedidos pela Justiça Eleitoral do Acre. Até o momento a PF não divulgou o nome das pessoas presas.

 

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