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Major Rocha diz que investimentos anunciados pelo governo do Acre podem servir para caixa de campanha

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O deputado federal Major Rocha (PSDB-AC), pediu, por meio de um vídeo postado nas redes sociais, que a sociedade acreana vigie os investimentos milionários “em torno de R$ 700 milhões” anunciados pela governadora em exercício, Nazaré Araújo, na última quarta-feira (10) para este ano.

“É bom que se rememore as eleições passadas, o PT costuma fazer isso, toda vez que está chegando próximo de uma eleição, anuncia um grande empréstimo e transforma as cidades do estado, com recursos desse empréstimo em um canteiro de obras e quando passa a eleição fica a conta e as obras inacabadas ou malfeitas”, disse o deputado.

O tucano lembra que na eleição passada, nesse mesmo período, o atual governador Sebastião Viana prometeu executar o Programa Ruas do Povo, que pavimentaria todas as ruas do Acre, um investimento de mais de R$ 1 bilhão.

“Recursos que foram tomados por empréstimos e obras que não aguentaram sequer o fim da eleição, pouco tempo depois as ruas já estavam intrafegáveis”, acrescentou o parlamentar.

Para o deputado Rocha, é preciso ficar de olho “no que o PT sempre apronta para fazer um caixa de eleição”. Para ele, o partido do atual governo mais uma vez tenta enganar o eleitor.

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Destaque 7

Eber Machado quer que PMs e Bombeiros da reserva utilizem identidade funcional com patente correspondente ao holerite

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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O deputado Eber Machado (PDT) apresentou um anteprojeto de lei para assegurar a todos os policiais militares e bombeiros militares do Estado do Acre, desde o ingresso na reserva remunerada, a utilizar a identidade funciona; na graduação posto ou patente atual ao correspondente do seu holerite.

Segundo o parlamentar, os militares vão para a reserva remunerada com uma patente superior a que encerram a carreira na Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, mas suas carteiras funcionais permanecem inalteradas sem constar a promoção concedida pela corporação no momento da aposentadoria.

“Essa medida é um tipo de valorização aos militares e evita certos constrangimentos aos valorosos combatentes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros que terão a graduação de suas patentes de aposentadorias claramente reconhecidas nas identidades funcionais”, diz Eber Machado.

O parlamentar destaca que fez a indicação à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa e esperar que o anteprojeto seja encaminhado ao govenador para que um projeto de lei seja encaminhado pelo Poder Executivo para consequente aprovação no plenário da Casa e em seguida seja sancionado e tenha validade.

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Destaque 7

Líderes das maiores igrejas evangélicas do Acre declaram apoio ao Estatuto da Família

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A prefeita de Rio Branco, Socorro Neri (PSB), vetou na última quinta-feira, dia 18, na integralidade, o Estatuto da Vida e da Família, aprovado pela Câmara de Vereadores. A atitude da prefeita levantou uma séria de especulações políticas e de conflito entre ela e os evangélicos, que encabeçaram a proposta.

Com a repercussão do veto, dois dos pastores mais influentes do meio protestante do Acre, Deyse Costa, da Igreja Batista Renovada, e Agostinho Gonçalves, da Igreja Batista do Bosque, declararam apoio à proposta rio-branquense que passou e foi aprovada em todas as instancias do parlamento municipal.

No Facebook, Gonçalves fez questão de dizer que apoio a o projeto. Além disso, deu a entender que deve vir mais mobilizações pelos próximos dias. Sem polemizar, Agostinho escreveu: “Quero deixar bem claro aqui que apoio o Estatuto da Família, por enquanto é isso!”. A mensagem foi publicada legendando uma foto dele com a esposa e filhos.

Não demorou uma hora para que dezenas de seguidores começassem a comentar e compartilhar a publicação do pastor. Alguns afirmaram que estavam juntos com o pastor, outros que as palavras dele estavam de acordo com a bíblia. Agostinho, contudo, não quis polemizar sobre o tema.

Já Deyse Costa, na contramão do líder da Batista do Bosque, falou em um vídeo divulgado na internet, que tem havido inversão de valores na sociedade. Ela fez questão de lembrar que o projeto mesmo aprovado pelos parlamentares, foi vetado pela prefeita.

“Nós queremos esclarecer o que a palavra diz a respeito disso e o posicionamento da igreja de Jesus, que tem sido um instrumento forte na ajuda e no aconselhamento da cidade toda. A igreja não está ai apenas para fazer orações e cânticos. Se nós estamos com um modelo equivocado, nós precisamos corrigir. Essas inversões de valores tem deturpado as gerações, os filhos que tem crescido inseguros e imaturos”, falou.

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Coluna do Nelson

David Hall: “Está na hora da sociedade acreana ganhar as eleições escolhendo um governador qualificado além do poderio econômico”

Nelson Liano Jr.

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O eleitor acreano terá mais uma alternativa para escolher o seu candidato a governador nas eleições de 2018. Trata-se do jovem professor de filosofia da UFAC e do Estado, David Hall (Avante), que tem 30 anos de idade. Ele será candidato ao Governo pelo Avante, um partido que foi refundado a partir do PT do B, e que tem atualmente seis deputados federais e, consequentemente, um tempo representativo de rádio e televisão na campanha. Acompanhe a entrevista com o mais jovem candidato a disputar o Governo do Acre, em 2018.

AC24horas – Por que o senhor resolveu ser candidato a governador?

David Hall – Eu e um grupo de colegas avaliamos a situação política do nosso Estado e sentimos a carência de uma candidatura que dialogue efetivamente com a sociedade e apresente um bom plano de governo com soluções plausíveis para resolver os nossos problemas. Nesse sentido a gente não consegue vislumbrar nenhuma renovação na política por parte das candidaturas que estão postas. O nosso desafio é renovar a política no Acre.

AC24horas – O senhor é candidato a governador no limite de idade que a legislação permite que é 30 anos. O senhor se sente preparado para fazer a gestão do Estado, caso ganhe a eleição?

DH – Me sinto preparado porque acredito que a gente não pode fazer nada sozinho. Estou me unindo com pessoas competentes e técnicos capacitados. Estou cercado de gente qualificada que poderá me auxiliar. Ao longo das gestões passados os nossos representantes nunca fizeram nada sozinhos, sempre tiveram o acompanhamento de suas equipes. Nesse sentido estou me cercando de pessoas que podem me auxiliar na condução do Estado.

AC24horas – Na sua opinião, qual hoje é o principal problema do Acre? E o que senhor imagina fazer para solucionar esse problema?

DH – Existem diversas áreas que estão em situação critica. Por exemplo, a saúde e a educação. Mas o maior destaque é o da segurança pública. A gente consegue visualizar no nosso dia a dia que Rio Branco e o Acre viraram um verdadeiro caos com a violência. Temos algumas propostas que estamos dialogando com pessoas especializadas da área. Uma delas é unificação das Polícias Civil e Militar. Existem algumas operações que são muito pontuais onde há o trabalho dessas duas policias. Mas há que se fazer uma relação muito mais efetiva. Existe uma competitividade e situações em que a Polícia Civil não dialoga com a Polícia Militar. É preciso uma integração maior. Mas temos também outras propostas que estamos avaliando e vendo se serão possíveis as suas implementações.

AC24horas – Além da segurança, qual seria o outro ponto que o senhor desejaria trabalhar com mais empenho para mudar o Estado?

DH – Por ser um professor e educador vejo também que a educação precisa ser revisitada e repensada. Houveram ao longo das gestões políticas voltadas para a educação. Mas destaco uma mais recente que foi um verdadeiro desastre, que é a educação de ensino integral. Foi pego uma proposta que teve um resultado bom em Pernambuco e tentaram copiá-la no Acre. Mas os resultados não estão sendo satisfatórios porque a maneira como esse política de ensino integral está sendo implementado tem deixado a desejar. Tem sido colocada de maneira autoritária e não dialogam com aquilo que nós sabemos sobre ensino integral. Essa política deu certo em Pernambuco, mas da maneira que estão fazendo no Acre desvirtua completamente o projeto original.


AC24horas – Estão usando de autoritarismo com os educadores acreanos?

DH –  Sim. Fui um entusiasta na condição de educador e cheguei a participar do começo do processo. Mas percebi que os professores eram muito cobrados sem as condições estruturais mínimas para dar suporte a eles. Constatei a presença da Secretaria de Estado de Educação nas escolas com o objetivo meramente de vigiar e punir os profissionais de educação. Isso fez com que não se alcançasse o objetivo humanitário da perspectiva da proposta do ensino integral. A gente precisa repensar a educação se a gente quiser ter um futuro melhor para o Acre.

AC24horas – A sua candidatura é do vera ou do brinca? Qual a estrutura que o seu partido, o Avante, tem para fazer uma campanha a nível estadual?

DH – A minha candidatura é pra valer. A gente não está aqui brincando de fazer política. Temos uma proposta e queremos apresentar para a sociedade. O Avante é um partido que resolveu se refazer e teve a humildade de ouvir os anseios da sociedade que não acredita mais nos partidos e nos políticos. E nós aqui no Acre estamos dando o tom do partido e queremos ocupar os espaços de debate para mostrar à sociedade que é possível não só pensar política, mas realizar na prática as ações sob outras perspectivas. Enquanto todas as outras candidaturas postas estão escolhendo os seus candidatos a deputados estaduais e federais com base em recurso financeiros e tempo de televisão a gente está dialogando em torno de ideias e valores. Nisso a gente já difere dos outros.

AC24horas – Todo mundo sabe que as campanhas do Acre são feitas através da força econômica dos partidos e candidatos. As outras candidaturas têm um poder financeiro muito maior que o seu. Mesmo assim o senhor acha que tem como enfrentar essas candidaturas com um poderio econômico muito alto?

DH – Acho que é possível. As eleições de 2018 acredito que serão diferentes das anteriores. Não será o tempo de televisão, os recursos econômicos ou marqueteiros que irão ganhar as eleições. Está na hora da própria sociedade ganhar as eleições. Que vença o candidato mais qualificado que consiga apresentar soluções plausíveis para a sociedade em sintonia com o que a população almeja. Nesse sentido, a gente já se considera competitivo. Obviamente que ainda há muitos resquícios da velha política, mas a gente precisa plantar a semente para colher os frutos vindouros. Acredito que é possível fazer uma nova política. É fácil a gente apontar o dedo e dizer que as coisas estão ruins. Precisamos mostrar o nosso pertencimento, ir à luta e enfrentar essas estruturas que estão dominando o Estado do Acre há anos. A gente não consegue vislumbrar nenhuma perspectiva de mudança com a continuação do projeto da FPA e nem o da oposição, que não consegue apresentar um projeto com um conteúdo denso e profundo que dialogue com os anseios da sociedade. Nós queremos discutir as propostas no mérito.

AC24horas – Evidentemente que o senhor não está entrando numa eleição para perder. E deve sonhar em ir para o segundo turno. Mas caso não vá, qual seria a sua tendência e do seu partido, apoiar as candidaturas da oposição ou continuísmo da FPA?

DH – Olha esse diálogo ainda não estamos fazendo dentro do Avante. Vamos deixar para discutir o segundo turno só no segundo turno.

AC24horas – Além da sua candidatura ao Governo o que mais o Avante vai apresentar ao eleitorado acreano?

DH – Nós temos um time de pré-candidatos a deputado estadual e de candidatos a federal. Esse time está passando por um processo de qualificação. Mais do que apresentar um número quantitativo de candidatos queremos mostrar a qualidade dos nossos candidatos. Nesse sentido a gente é o diferencial.

AC24horas – Especula-se que o Avante poderá fazer uma aliança com a Rede. Qual a possibilidade disso acontecer?

DH – Acredito que é alta. O candidato ao Senado da Rede, Minoru Kimpara,  é um grande entusiasta da nossa candidatura. Estamos num processo de diálogo e acredito que essa aliança além de beneficiar os candidatos e os partidos deve beneficiar a sociedade. Tanto a Rede quanto o Avante têm ideais comuns e unindo essas forças poderemos apresentar um bom projeto político para o Acre.

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