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Rio Branco reduz 64% nos casos de dengue em relação ao mesmo período do ano passado

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O último boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), mostra que as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti na capital tem sido eficientes. Os números apontam redução de 64% em relação ao mesmo período do ano anterior. Dados da Semana Epidemiológica – SE 51/2017, de 17 a 23 de dezembro do ano passado, mostram que foram notificados 1.909 casos de Dengue, sendo confirmados apenas 317. Em 2016 no mesmo período, eram 5.315 casos suspeitos.

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Vândalos violam e ateiam fogo em caixão de idosa em cemitério do Acre

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Um caso macabro foi registrado na cidade de Plácido de Castro, distante 115 km da capital Rio Branco, e chocou os moradores da região. O caixão da idosa Darcy de Oliveira Peixoto, 75 anos, que morreu no último dia 8 e foi sepultado no dia 9 janeiro, vítima de complicações clínicas pelo procedimento de hemodiálise, foi profanado por vândalos que ainda não foram identificados pela polícia.

De acordo com apuração do ac24horas, familiares foram visitar, no último final de semana, o túmulo da matriarca da família no único cemitério da cidade, o São João Batista, e encontraram o caixão violado e incendiado.Ninguém sabe sobre quais circunstâncias aconteceram o fato. Um Boletim de Ocorrência foi registrado por um dos filhos da idosa.

Na cidade, o comentário que circula é o ocorrido deva ter alguma ligação com algum ritual de magia negra, porém a família aguarda a investigação da polícia para apurar o caso. Como o caixão não foi retirado para realização da perícia, familiares acreditam que o crânio da idosa pode ter sido retirado.

Apesar do cemitério ser gerido pela prefeitura de Plácido de Castro, não existe nenhum vigilante no local. Até o fechamento da matéria, nenhuma equipe da perícia de Rio Branco esteve na cidade para confirmar se alguma parte do corpo foi subtraída do caixão.

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Coronel Ulisses e Márcio Bittar lutam juntos em Brasília pelos cargos federais no Acre

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A briga por cargos entre partidos aliados que elegeram Gladson Cameli (PP) ultrapassou as fronteiras e chegou à Brasília. Só que desta vez envolve o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro no Acre e as demais siglas como PP, MDB, PSD, PSDB e Democratas.

O ac24horas apurou que o candidato a governador do PSL na última eleição, coronel Ulisses, se aliou ao senador eleito pelo MDB, Márcio Bittar, para indicar os cerca de 40 cargos federais no Acre. Parte do PSL no Estado que não estão sendo contemplados,  participam das discussões e estão indignados com o coronel Ulisses e Márcio Bittar. Um dos filiados do partido entrou em contato com o ac24horas para protestar contra as articulações que Ulisses e Bittar fizeram durante toda a semana em Brasília para abocanhar, segundo ele, todos os cargos do governo federal em todo o Estado. “O MDB, PSD, PSDB e Democratas que vinha trabalhando para compor alguns cargos com suas lideranças estão pegando uma loba dos dois que já saíram na frente na capital federal”.

A confusão é maior no grupo de WhatsApp do PSL cujos correligionários se sentem alijados do processo de escolha. A reportagem do ac24horas tentou falar com Tião Bocalom, mas foi informado de que ele está afastado dos debates políticos por conta da saúde de sua esposa.

Até o momento os partidos aliados do presidente Jair Bolsonaro, que tem como representantes os deputados federais Flaviano Melo, Alan Rick, Jessica Sales, Manoel Marcos, os senadores Sérgio Petecão e Mailza Gomes não se manifestaram a respeito.

GENERAL DIZ QUE SÓ A PARTIR DE MARÇO

Durante a visita que fez ao governo federal em busca de cargos, o coronel Ulisses e o senador eleito Márcio Bittar foram informados, segundo uma fonte do PSL, por um dos generais que auxiliam o presidente Bolsonaro no Planalto, que a nomeação de cargos nos Estados se dará apenas em fevereiro ou março.

CURRÍCULO DE BOCALOM JÁ FOI ENTREGUE

O ex-prefeito Tião Bocalom que recebeu mais de 20 mil votos para deputado federal, mas não se elegeu por falta de legenda, deverá dirigir o Incra nos próximos anos do governo Bolsonaro. O currículo dele foi requisitado pelo coronel Ulisses com a chancela de Márcio Bittar. Consta que já entregue em Brasília. “O caso do Bocalom é prego batido, ponta virada”.

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Videomaker do ac24horas mostra o trabalho incansável dos acreanos que cultivam frutas e verduras no Acre

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A produção familiar acreana sempre demonstrou potencial e, justamente por isso, tem sido pauta constante nos discursos dos candidatos em várias eleições. A diferença entre o que os políticos pensam e a prática é nítida: os produtores familiares da região do município de capixaba vão ao trabalho sem descanso.

No acre, o mais comum quando se anda pelos ramais de Rio Branco, e até de outros municípios, é encontrar gente motivada. Eles só reclamam da falta de acompanhamento técnico e da falta de cuidado com os ramais. Acostumados com as promessas, eles nem se importaram em nos receber e abrir a cortina de satisfação com o resultado de seus próprios esforços, muito pelo contrário, se orgulham do impacto causado pela satisfação de seus clientes quando voltam para casa no final dia.

A ideia de reunir um grupo de produtores familiares e apostar na venda direta, está mudando a vida de pelo menos dois grupos de assentados do ramal Cajazeira, distante menos de vinte quilômetros de capixaba. De lá, eles vem para Rio Branco, onde com a colaboração do Incra, prefeitura de capixaba, vem as feiras do bairro São Francisco e Aviário. As feiras já se tornaram costume para quem mora perto e longe. Toda quarta-feira, o encontro é na praça do bairro São Francisco. Já na sexta, é em frente ao Incra.

A ideia de Laed Félix, que criou o grupo horta nativa, foi tão boa, que bastou uma reunião para que não mais que vinte e seis produtores se unissem. Desde então, duas vezes por semana eles se ajudam e colhem os frutos do esforço semanal de 8h de trabalho.

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Fotos: Kennedy Santos

Cada produtor escolhe cultivar o que lhe convêm. Antônio, que por 20 anos abandonou a roça, mudou de ideia e agora investe no cultivo do maracujá. Percebendo que o mercado está aberto e carente de abacaxi, aproveitou as chuvas e o sol abundante do verão, para plantar mais de nove mil covas da fruta. Com a venda dos produtos, os produtores familiares do ramal Cajazeira garantem renda suficiente para uma vida digna.

Seu graça, experiente na roça, investe todo seu tempo e dinheiro para cuidar do plantio de Cajá. Há alguns ele resolveu semear, hoje colhe os primeiros frutos. Trazer tudo isso para a cidade é venda na certa, disse ele. A sua casa é rodeada por açaizeiros. “Daqui a pouco só eu vou vender açaí”, completou ele.

“Na última quarta-feira, completei uma reportagem que me encheu de orgulho, que me fez relembrar os tempo de colônia, onde havia fartura e variedade. Só uma coisa continua como antes, a dificuldade para os alimentos chegarem na casa das pessoas. Presenciei uma luta impressionante. Acordar meia-noite, enfrentar a chuva e fazer força para transportar a mercadoria a chegar em dois carros é um esforço desnecessário”, conta o videomarker do ac24horas, Kennedy Santos.  Confira o vídeo!

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