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Rio Acre sobe quase 20 cm e deve chegar a cota de alerta na madrugada desta sexta-feira

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A última medição do nível do rio Acre em Rio Branco às 18h desta quinta-feira (11), marcado pela Defesa Civil é de 12,70 metros, 19 centímetros a mais do que o registrado 15h, que era de 12,51 metros. Em cerca de três horas o rio Acre subi quase 20 centímetros e está agora a 80 centímetros da cota de alerta.

O coordenador de Defesa Civil, George Luiz Santos disse que todas as informações serão encaminhadas para que a população também acompanhe o trabalho que vem sendo feito pelas autoridades municipais. Já que os monitoramentos agora estão sendo relatados via boletins a cada três horas.

Subindo quase 20 centímetros nas últimas três horas, o rio Acre pode atingir a cota de alerta nas primeiras horas desta sexta-feira (12). A cota de alerta segundo a Defesa Civil é de 13,50 metros e a de transbordamento é de 14 metros. O que acaba atingindo primeiramente os bairros Airton Sena, Baixada da Habitasa e Seis de Agosto.

Nos municípios de Assis Brasil nos registros das 18h, o rio Acre baixou 20 centímetros, ficando na cota de 6,32 metros. Em Brasileia a baixa foi ainda maior de mais de 30 centímetros. Mas em Xapuri se manteve a media e as águas subiram apenas um centímetro em relação ao registro das 3 horas da tarde desta quinta-feira.

O Riozinho do Rola principal afluente do rio Acre na Capital estava marcando também quase 10 centímetros em relação ao que foi registrado pela Defesa Civil Municipal no período da tarde. As chuvas na área urbana e rural, principalmente nas cabeceiras dos afluentes do rio Acre continuam intensas.

Coluna do Nelson

Alan Rick joga nos bastidores de Brasília para ser o vice de Gladson Cameli

Nelson Liano Jr.

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Na hora do aperto ter um mandato ajuda muito. O deputado federal Alan Rick (DEM) não perdeu tempo para aproveitar a oportunidade que se apresentou de ser vice de Gladson Cameli (PP) na disputa ao Governo do Acre. Enquanto Bocalom (DEM) contrapunha o apoio dado pelo PMDB para que o DEM voltasse à chapa majoritária, o parlamentar correu para os colos de quem tem poder de decisão. Assim conversou o senador Agripino (DEM) presidente nacional do DEM, em Brasília, que já estava adoçado pelo próprio colega do Senado Gladson Cameli para ter o apoio do partido à sua candidatura. Xeque mate. Um deputado federal representa fundo partidário e dificilmente Agripino deixaria de também atender a um apelo de um outro senador aliado. Na realidade, pelo que eu entendi dessa história, Alan tomou o partido pra si. E sei que tem o apoio do deputado estadual Antônio Pedro (DEM) que também quer marchar com o Gladson. Resta saber qual será a reação do Bocalom. Se vai aceitar o jogo e ser um candidato a deputado federal e aplaudir a decisão da Nacional ou se vai se rebelar. Nesse caso, teria que migrar para outro partido porque não vejo como ir contra uma ordem do presidente do DEM.

A versão de Alan
Na conversa que tive com Alan Rick depois da sua reunião com Agripino ficou claro que o DEM se alinhar com Gladson será um fato. Ele comunicou tudo que está acontecendo no Acre internamente: as opções políticas para o DEM disputar as eleições de 2018 no Estado com o Coronel Ulysses ou com o Gladson tendo um vice do partido. A escolha foi óbvia.

Bola nas costas
Alan garantiu que não fez toda essa manobra para passar por cima de Bocalom. Mas conseguiu influenciar a direção nacional para o lado que lhe é mais conveniente. Ser vice numa candidatura forte é melhor que se aventurar na
tentativa de uma reeleição difícil.

Pedido
O deputado federal do DEM também me contou que foi procurado por dirigentes partidários pedindo para ser o vice. E que o próprio Gladson lhe fez o convite pessoalmente. Sendo assim deve comandar o DEM na direção da unidade das oposições.

Perigo na esquina
Agora, resta ao senador Gladson endossar toda essa articulação e manter a palavra, se é que realmente foi empenhada, de que quer Alan como seu vice. Porque essa é uma escolha pessoal. Mas se isso não acontecer se preparem para muito mais confusões na oposição.

Estranho
Pelo que entendo dos principais aliados do Gladson, o Alan não seria o perfil ideal para vice. Queriam alguém mais velho e experiente com origem em gestão e administração. Gladson e Alan têm praticamente a mesma idade e são muito parecidos no jeito de fazer política. Portanto, a antítese do que pretendiam os caciques.

Virada de mesa
Se isso acontecer restará ao PSDB manter a candidatura ao Senado de Mara Rcoha (PSDB) de maneira independente. Ou seja, não entrarão oficialmente na coligação de oposição. Podem apoiar o Gladson informalmente, mas não oficialmente. O deputado federal Major Rocha (PSDB) terá que se virar para montar uma chapa forte de federal e se reeleger. O jogo é pesado.

Velha raposa
A experiência na política conta muito. Subestimar o deputado federal Flaviano Melo (PMDB) é um erro. Eu mesmo não entendi ele anunciar um nome de vice de um partido que estava num outro projeto. Mas Flaviano tinha a carta na manga dessa mudança no plano nacional do DEM. Um dia depois a história se revelou.

Sequelas e desgastes
Resta saber se tudo isso não irá trazer mais confusão na oposição. Se o jogo que virou com o vento não afaste o PSDB para um outro projeto. Rocha ficou numa sinuca de bico.Se voltar atrás pode perder credibilidade com os seus eleitores. Se seguir em frente tem que arrumar os recursos para campanhas de estadual, federal e Senado. Além de ter que se virar para ter nomes fortes ao seu lado para se reeleger. O que eu sei é que o jogo da turma antiga da política é pesado. Flaviano e Márcio Bittar (PMDB) agiram contando com a ajuda do Alan Rick para criar obstáculos à candidatura de Mara Rocha (PSDB) ao Senado. Não demoraram para reagir. Agora, o que me estranha é que ainda não vi nenhuma declaração do Gladson e nem do presidente do PP José Bestene sobre o assunto. Porque a decisão final de tudo isso virá deles.

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Cidades

Vídeo mostra funcionários da Uninorte dançando “Que Tiro Foi Esse”

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Um vídeo que circula na internet mostra trabalhadores da Uninorte, apelidados de “azulzinhos”, fazendo a coreografia da música “Que Tiro Foi Esse”, da funkeira carioca Jojo Toddynho, uma das mais ouvidas atualmente. O vídeo é bastante criativo e divertido, e recebe elogios nas redes sociais.

Em sua página oficial, a Uninorte brinca: “Nossos “azulzinhos” entraram no clima da brincadeira e prepararam esse vídeo Top!”.

“Que Tiro Foi Esse” se espalha na rede e deve ser o hit do Carnaval 2018.

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Acre

Antônio Pedro diz que Tião Bocalom não ‘combinou’ com ele a candidatura de Ulysses

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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A situação do Democratas, partido presidido no Acre pelo ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalom, chega a lembrar a história bíblica da Torre de Babel, mencionada no Livro do Gênesis, quando um grupo de pessoas ambicionava chegar ao céu com a construção a edificação, mas foram castigados por Deus que, confundiu-lhes as línguas e o projeto fracassou. O mesmo acontece com o DEM, legenda onde ninguém se entende quando o assunto sãos as eleições 2018.

Depois do anuncio de Coronel Ulysses, que teria aceitado convite de Bocalom para disputar o governo do Acre pelo Democratas, o deputado federal Alan Rick disse que Bocalom não estaria autorizado pelo presidente nacional da sigla, o senador Agripino Maia. Agora foi a vez do deputado estadual Antônio Pedro. Ele procurou a reportagem de ac24horas para informar que o ex-prefeito de Acrelândia nunca conversou com ele sobre a candidatura do militar.

“Sou extremamente contrário à candidatura do Coronel Ulysses Araújo pelo Democratas. O Bocalom sempre fala que combinou com todo mundo, mas isso não é verdade, comigo não combinou até porque ele sabia que eu sempre fui contra a candidatura de terceira via”, diz Antônio Pedro, parlamentar que é simpatizante da pré-candidatura de Gladson Cameli (PP) ao governo do Acre. Ele defende que o bloco de oposição saia com candidatura única.

Demonstrando descontentamento com a falta de sintonia no Democratas, Antônio Pedro não descarta abandonar o partido, caso prevaleça a decisão de lançamento de candidatura própria. “Eu nunca concordei com essa terceira via que Bocalom anda defendendo. Não sou a favor da divisão das oposições em um momento que a união significa a vitória sobre a Frente Popular. Caso Bocalom insista com isso, eu vou seguir outro caminho “, finaliza o deputado.

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